Assinale aquele que admite apenas uma regência:
Leia os versos a seguir, e assinale a alternativa que os analisa corretamente:
Vozes veladas, veludosas vozes,
Volúpias dos violões, vozes veladas,
Vagam nos velhos vórtices de vozes
Dos ventos, vivas, vãs, vulcanizadas.
EsSA•
TEXTO III
[...]
Não há morte. O encontro de duas expansões, ou a expansão de duas formas, pode determinar a supressão de duas formas, pode determinar a supressão de uma delas; mas, rigorosamente, não há morte, há vida, porque a supressão de uma é a condição da sobrevivência da outra, e a destruição não atinge o princípio universal e comum. Daí o caráter conservador e benéfico da guerra.
Supõe tu um campo de batatas e duas tribos famintas. As batatas apenas chegam para alimentar uma das tribos, que assim adquire forças para transpor a montanha e ir à outra vertente, onde há batatas em abundância; mas, se as duas tribos dividirem em paz as batatas do campo, não chegam a nutrir-se suficientemente e morrem de inanição.
A paz, nesse caso, é a destruição; a guerra é a conservação. Uma das tribos extermina a outra e recolhe os despojos. Daí a alegria da vitória, os hinos, aclamações, recompensas públicas e todos os demais efeitos das ações bélicas.
Se a guerra não fosse isso, tais demonstrações não chegariam a dar-se, pelo motivo real de que o homem só comemora e ama o que lhe é aprazível ou vantajoso, e pelo motivo racional de que nenhuma pessoa canoniza uma ação que virtualmente a destrói. Ao vencido, ódio ou compaixão; ao vencedor, as batatas.
[...]
DE ASSIS, M. Quincas Borba. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira/INL, 1976. (Fragmento).
I. O grau de p(x) é 5.
lI. O coeficiente de x3 é zero.
IlI. O valor numérico de p(x) para x =-1 é 9.
IV. Um polinômio q(x) é igual a p(x) se, e somente se, possui mesmo grau de p(x) e os coeficientes são iguais.
E correto o que se afirma em:
TEXTO a ser utilizado para responder a questão.
“Algum tempo hesitei se devia abrir estas memórias pelo princípio ou pelo fim, isto é, se poria em primeiro lugar o meu nascimento ou a minha morte. Suposto o uso vulgar seja começar pelo nascimento, duas considerações me levaram a adotar diferente método: a primeira é que eu não sou propriamente um autor defunto, mas um defunto autor, para quem a campa foi outro berço; a segunda é que o escrito ficaria assim mais galante e mais novo. Moisés, que também contou a sua morte, não a pôs no intróito, mas no cabo: diferença radical entre este livro e o Pentateuco.” (Trecho do livro “Memórias Póstumas de Brás Cubas” de Machado de Assis)
Observe o polinômio abaixo:
p(x) = (x 3 + 2x 2 + 3x − 3)n²∙ (x 2 + x + 1) n
Qual o valor do número natural n para que a soma dos coeficientes do polinômio acima seja 729?
“O bom escritor sabe que elementos como a coerência e a coesão são indispensáveis para a inteligibilidade dos textos escritos, bem como o respeito às normas gramaticais.”
Se o termo escritor fosse colocado no plural, quantas outras alterações seriam necessárias para manter a correção da frase?
“(…) Se o penhor dessa igualdade Conseguimos conquistar com braço forte, Em teu seio, ó Liberdade, Desafia o nosso peito a própria morte! (...)”
Atento ao conteúdo apreendido por você em suas aulas de Língua Portuguesa, mais especificamente ao conteúdo de Morfologia, o vocábulo “Se”, que inicia a estrofe, pode ser definido como:
TEXTO VII
Uma amizade sincera
Não é que fôssemos amigos de longa data. Conhecemo-nos apenas no último ano da escola. Desde esse momento estávamos juntos a qualquer hora. Há tanto tempo precisávamos de um amigo que nada havia que não confiássemos um ao outro. Chegamos a um ponto de amizade que não podíamos mais guardar um pensamento: um telefonava logo ao outro, marcando encontro imediato. Depois da conversa, sentíamo-nos tão contentes como se nós tivéssemos presenteado a nós mesmos. Esse estado de comunicação contínua chegou a tal exaltação que, no dia em que nada tínhamos a nos confiar, procurávamos com alguma aflição um assunto. Só que o assunto havia de ser grave, pois em qualquer um não caberia a veemência de uma sinceridade pela primeira vez experimentada.
Já nesse tempo apareceram os primeiros sinais de perturbação entre nós. Às vezes um telefonava, encontrávamo-nos, e nada tínhamos a nos dizer. Éramos muito jovens e não sabíamos ficar calados. De início, quando começou a faltar assunto, tentamos comentar as pessoas. Mas bem sabíamos que já estávamos adulterando o núcleo da amizade. Tentar falar sobre nossas mútuas namoradas também estava fora de cogitação, pois um homem não falava de seus amores. Experimentávamos ficar calados – mas tornávamo-nos inquietos logo depois de nos separarmos.
[...]
LISPECTOR, C. Uma amizade sincera. Disponível em: https://www.fantasticacultural.com.br/artigo/1238/uma_amizade_sincera_- _clarice_lispector__conto_completo. Acesso em: 11 abr. 2024. (Fragmento).
Observe o trecho a seguir:
“mas tornávamo-nos inquietos logo depois de nos separarmos.”
Indique a alternativa que corresponde à classe morfológica do primeiro “nos” no trecho acima:
Conheça a Canção da ESA e dê o que se pede:
Canção da ESA
Somos um corpo de Infantes
Nós vivemos de cívicos momentos.
Com galhardia
Somos soldados vibrantes:
Nós formamos na Escola de Sargentos
Infantaria
Avante, avante, ó ESA,
Para a grandeza do porvir !
Nossa cartilha a glória reza,
Para batalha devemos ir !
Somos um corpo aguerrido
Nós fazemos vanguarda aos regimentos
Com ufania
Somos um grupo em sentido
Nós formamos na Escola de Sargentos
Cavalaria!
Avante, avante....
Somos um corpo troante:
Nós lançamos metralha nos momentos
Da atroz porfia
Somos um grupo vibrante
Nós formamos na Escola de Sargentos
Artilharia !
Avante, avante...
Somos um corpo adestrado:
Das outras armas guiando os movimentos,
Com alegria.
Somos um grupo ajustado:
Nós formamos na Escola de Sargentos
Engenharia.
Avante, avante,...
Somos um corpo presente:
Facilitando da tropa os movimentos
Com as ligações.
Nosso soldado é valente:
Nós formamos na Escola de Sargentos
Comunicações
Avante, avante,...
Marque a alternativa que apresente equivalência semântica ao léxico abaixo destacado:
galhardia – aguerrido – atroz – porfia – ufania – porvir