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Em que pese a Constituição Federal vede, de modo geral, a vinculação de receita de impostos a órgão, fundo ou despesa, autoriza que o Estado-membro vincule

I. receitas próprias geradas pelos impostos de sua competência tributária para prestação de garantia ou contragarantia à União.

II. receitas próprias geradas pelos impostos de sua competência tributária para pagamento de débitos para com a União.

III. a fundo estadual de fomento à cultura até cinco décimos por cento de sua receita tributária líquida, para o financiamento de programas e projetos culturais, vedada a aplicação desses recursos no pagamento das despesas que especifica, dentre as quais despesas com pessoal e encargos sociais.

Está correto o que se afirma em 

A Cia. Industrializa & Vende, para produzir seu único produto, incorreu nos seguintes gastos durante o mês de janeiro de 2015:


Compra de matéria-prima: R$ 37.000,00 (valor líquido dos tributos recuperáveis)


Fretes e seguros pagos na aquisição das matérias-primas: R$ 3.000,00 (não inclusos no valor de compra da matéria-prima acima e líquido dos tributos recuperáveis).

Mão de obra direta: R$ 20.000,00

Remuneração da supervisão da fábrica: R$ 18.000,00

Remuneração da administração geral da empresa: R$ 30.000,00

Energia elétrica utilizada na produção: R$ 8.000,00

Depreciação referente às máquinas utilizadas na produção: R$ 12.000,00

Comissão dos vendedores: R$ 4.000,00

Outros custos indiretos de produção: R$ 10.000,00

Fretes sobre a venda: R$ 2.000,00

Encargos financeiros sobre empréstimos obtidos: R$ 3.000,00 


Sabe-se que:


I. Os gastos da administração geral da empresa não são rateados para o setor de produção;

II. Não havia produtos em elaboração no início e no fim do mês de janeiro de 2015;

III. O estoque inicial de matéria-prima era R$ 7.500,00; IV. O estoque final de matéria-prima era R$ 12.500,00.


O custo da produção acabada da Cia. Industrializa & Vende, em janeiro de 2015, utilizando o custeio por absorção foi 


Em uma família de 6 pessoas, um bolo foi dividido no jantar. Cada pessoa ficou com 2 pedaços do bolo. Na manhã seguinte, a avó percebeu que tinham roubado um dos seus dois pedaços de bolo. Indignada, fez uma reunião de família para descobrir quem tinha roubado o seu pedaço de bolo e perguntou para as outras 5 pessoas da família: “Quem pegou meu pedaço de bolo?"


As respostas foram:

Guilherme: “Não foi eu"

Telma: “O Alexandre que pegou o bolo".

Alexandre: “A Caroline que pegou o bolo".

Henrique: “A Telma mentiu"

Caroline: “O Guilherme disse a verdade".


A avó, sabendo que uma pessoa estava mentindo e que as outras estavam falando a verdade, pôde concluir que quem tinha pegado seu pedaço de bolo foi 

O total da receita corrente líquida utilizada para efeito de apuração do cumprimento do limite legal da despesa total com pessoal, do período de janeiro a dezembro de 2014, do Poder Executivo de determinado Estado da federação é de R$ 12.500.000,00. Considerando que no Estado há Tribunal de Contas dos Municípios, o valor referente ao limite máximo da despesa total com pessoal, nos termos da Lei Complementar no 101/2000, seria de, em reais, 
Para classificar uma obra usando a Classificação Decimal de Dewey, um Bibliotecário deve aplicar o princípio norteador do sistema, o qual estabelece que uma obra deve ser classificada 

Em relação à compra e venda, considere: I.A compra e venda só pode ter por objeto coisa atual, sendo ineficaz o contrato que aliene coisa futura. II.A fixação do preço deve ser feita sempre em moeda corrente, defeso convencioná-lo em função de índices ou parâmetros diversos, ainda que suscetíveis de objetiva determinação. III.Anulável é o contrato de compra e venda, quando se deixa ao arbítrio exclusivo de uma das partes a fixação do preço. IV.É anulável a venda de ascendente a descendente, salvo se os outros descendentes e o cônjuge do alienante expressamente houverem consentido. V.Não sendo a venda a crédito, o vendedor não é obrigado a entregar a coisa antes de receber o preço. Está correto o que se afirma APENAS em

Um auditor coletou relatórios produzidos por um analista de banco de dados aplicando SQL para verificar se ainda existe configuração de liberação de acesso de pessoas desligadas da empresa aos sistemas de informação. Esses relatórios são considerados
Sobre a adoção e a trajetória das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) no setor público brasileiro, é correto afirmar: 
A Constituição da República Federativa do Brasil consagra alguns regimes previdenciários. Sobre eles, é correto afirmar:

A existência de monopólios está baseada na hipótese de

Sobre o modelo brasileiro de federalismo fiscal, é correto afirmar:

Os passos a serem seguidos para registrar as atividades que prejudicam os objetivos de controle, bem como para identificar as medidas e os procedimentos de controle estabelecidos, são descritos na etapa do processo de auditoria denominada

Em relação ao Processo Unificado, considere:

I.É dirigido por casos de uso, pois parte do princípio que o conjunto de casos de uso deve definir e esgotar toda a funcionalidade possível do sistema.
II.Como a arquitetura do software resulta de várias versões incrementais, não é centrado em arquitetura.
III.É iterativo e incremental, pois assim como nos métodos ágeis, preconiza o desenvolvimento baseado em ciclos iterativos de duração fixa.
IV.É focado em riscos, pois prioriza casos de uso mais críticos nos primeiros ciclos iterativos.

São características básicas do Processo Unificado o que se afirma APENAS em

As Necessidades de Financiamento do Setor Público - NFSP NÃO

O princípio da eficiência constante da Constituição da República possui conteúdo variável, relacionado com a finalidade da atuação da Administração pública, de modo que

Eduardo Coutinho, artista generoso


      Uma das coisas mais bonitas e importantes da arte do cineasta Eduardo Coutinho, mestre dos documentários, morto em 2014, está em sua recusa aos paradigmas que atropelam nossa visão de mundo. Em vez de contemplar a distância grupos, classes ou segmentos, ele vê de perto pessoa por pessoa, surpreendendo-a, surpreendendo-se, surpreendendo-nos. Não lhe dizem nada expressões coletivistas como “os moradores do Edifício”, os “peões de fábrica”, “os sertanejos nordestinos”: os famigerados “tipos sociais”, usualmente enquadrados por chavões, dão lugar ao desafio de tomar o depoimento vivo de quem ocupa aquela quitinete, de investigar a fisionomia desse operário que está falando, de repercutir as palavras e os silêncios do morador de um povoado da Paraíba.

      Essa dimensão ética de discernimento e respeito pela condição singular do outro deveria ser o primeiro passo de toda política. Nem paternalismo, nem admiração prévia, nem sentimentalismo: Coutinho vê e ouve, sabendo ver e ouvir, para conhecer a história de cada um como um processo sensível e inacabado, não para ajustar ou comprovar conceitos. Sua obsessão pela cena da vida é similar à que tem pela arte, o que torna quase impossível, para ele, distinguir uma da outra, opor personagem a pessoa, contrapor fato a perspectiva do fato. Fazendo dessa obsessão um eixo de sua trajetória, Coutinho viveu como um homem/artista crítico para quem já existe arte encarnada no corpo e suspensa no espírito do outro: fixa a câmera, abre os olhos e os ouvidos, apresenta-se, mostra-se, mostra-o, mostra-nos.


                                                                                                         (Armindo Post, inédito

O verbo indicado entre parênteses deve flexionar-se de modo a concordar com o elemento sublinhado na seguinte frase:

Eduardo Coutinho, artista generoso


      Uma das coisas mais bonitas e importantes da arte do cineasta Eduardo Coutinho, mestre dos documentários, morto em 2014, está em sua recusa aos paradigmas que atropelam nossa visão de mundo. Em vez de contemplar a distância grupos, classes ou segmentos, ele vê de perto pessoa por pessoa, surpreendendo-a, surpreendendo-se, surpreendendo-nos. Não lhe dizem nada expressões coletivistas como “os moradores do Edifício”, os “peões de fábrica”, “os sertanejos nordestinos”: os famigerados “tipos sociais”, usualmente enquadrados por chavões, dão lugar ao desafio de tomar o depoimento vivo de quem ocupa aquela quitinete, de investigar a fisionomia desse operário que está falando, de repercutir as palavras e os silêncios do morador de um povoado da Paraíba.

      Essa dimensão ética de discernimento e respeito pela condição singular do outro deveria ser o primeiro passo de toda política. Nem paternalismo, nem admiração prévia, nem sentimentalismo: Coutinho vê e ouve, sabendo ver e ouvir, para conhecer a história de cada um como um processo sensível e inacabado, não para ajustar ou comprovar conceitos. Sua obsessão pela cena da vida é similar à que tem pela arte, o que torna quase impossível, para ele, distinguir uma da outra, opor personagem a pessoa, contrapor fato a perspectiva do fato. Fazendo dessa obsessão um eixo de sua trajetória, Coutinho viveu como um homem/artista crítico para quem já existe arte encarnada no corpo e suspensa no espírito do outro: fixa a câmera, abre os olhos e os ouvidos, apresenta-se, mostra-se, mostra-o, mostra-nos.


                                                                                                         (Armindo Post, inédito

Está plenamente clara e correta a redação deste livre comentário sobre o texto:

Atenção: As questões de números 1 a 8 referem-se ao texto que segue.

A velhice na sociedade industrial

A sociedade rejeita o velho, não oferece nenhuma sobrevivência à sua obra, às coisas que ele realizou e que fizeram o sentido de sua vida. Perdendo a força de trabalho, ele já não é produtor nem reprodutor. Se a posse e a propriedade constituem, segundo Sartre, uma defesa contra o outro, o velho de uma classe favorecida defende-se pela acumulação de bens. Suas propriedades o defendem da desvalorização de sua pessoa. Nos cuidados com a criança, o adulto "investe" para o futuro, mas em relação ao velho age com duplicidade e má fé. A moral oficial prega o respeito ao velho, mas quer convencê-lo a ceder seu lugar aos jovens, afastá-lo delicada mas firmemente dos postos de direção. Que ele nos poupe de seus conselhos e se resigne a um papel passivo. Veja-se no interior das famílias a cumplicidade dos adultos em manejar os velhos, em imobilizá- los com cuidados "para o seu próprio bem". Em privá-los da liberdade de escolha, em torná-los cada vez mais dependentes, "administrando" sua aposentadoria, obrigando-os a sair do seu canto, a mudar de casa (experiência terrível para o velho) e, por fim, submetendo-os à internação hospitalar. Se o idoso não cede à persuasão, à mentira, não se hesitará em usar a força. Quantos anciãos não pensam estar provisoriamente no asilo em que foram abandonados pelos seus? Quando se vive o primado da mercadoria sobre o homem, a idade engendra desvalorização. A racionalização do trabalho, que exige cadências cada vez mais rápidas, elimina da indústria os velhos operários. Nas épocas de desemprego, os velhos são especialmente discriminados e obrigados a rebaixar sua exigência de salário e aceitar empreitas pesadas e nocivas à saúde. Como no interior de certas famílias, aproveita-se deles o braço servil, mas não o conselho.

(Adaptado de Ecléa Bosi, Memória e sociedade)

Depreende-se da leitura do texto que, na sociedade industrial, a sabedoria acumulada pelos velhos

Em 31/12/2014, antes da apuração do resultado patrimonial referente a 2014, uma entidade pública governamental apresentava as seguintes contas com seus respectivos saldos (Valores expressos em milhares de reais):

 Contas                                                                                                                                              Saldo

Adiantamento a Fornecedores ......................................................................................................48.000,00

Adiantamentos Concedidos a Pessoal e a Terceiros ................................................................... 12.500,00

Ajustes de Perdas de Créditos a Curto Prazo ..............................................................................  25.000,00

Almoxarifado ..............................................................................................................................  124.000,00

Arrendamento Operacional a Pagar .........................................................................................   110.000,00

Benefícios Previdenciários a Pagar .........................................................................................     156.000,00

Bens Móveis ............................................................................................................................  1.200.000,00

Caixa e Equivalentes de Caixa em Moeda Nacional ..............................................................        90.000,00

Créditos por Danos ao Patrimônio ..........................................................................................         8.000,00

Créditos Tributários a Receber ..............................................................................................      800.000,00

Debêntures e Outros Títulos de Dívida a Curto Prazo ..........................................................       500.000,00

Depósitos Restituíveis e Valores Vinculados .........................................................................         30.000,00

Depreciação, Exaustão e Amortização Acumuladas ............................................................           60.000,00

Dívida Ativa Tributária ............................................................................................................         53.000,00

Encargos Sociais a Pagar ......................................................................................................       380.000,00

Fornecedores e Contas a Pagar Nacionais a Curto Prazo ....................................................       240.000,00

Pessoal a Pagar .....................................................................................................................       450.000,00

Prêmios de Seguros a Apropriar .............................................................................................        12.000,00

Provisões para Riscos Fiscais a Curto Prazo .........................................................................       282.000,00

Redução ao Valor Recuperável de Imobilizado ......................................................................              500,00

Superávits ou Déficits Acumulados (saldo devedor e

referente a exercícios anteriores) ..........................................................................................          30.000,00

Títulos e Valores Mobiliários .................................................................................................           16.000,00

Valores Restituíveis ..............................................................................................................            30.000,00 

Com base nestas informações, o Ativo Total em 31/12/2014 era, em milhares de reais,

 A Lei Complementar n° 101/2000, conhecida com Lei de Responsabilidade Fiscal estabelece, no seu Capítulo II, referente ao planejamento, regras atinentes a:

I. elaboração do Plano Plurianual ? PPL.

II. elaboração da Lei de Diretrizes Orçamentárias ? LDO.

III. elaboração da Lei Orçamentária Anual ? LOA.

IV. execução orçamentária e ao cumprimento das metas.

Está correto o que se afirma APENAS em 

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