No processo de tradução e interpretação é fundamental entender como a variação sintática afeta a comunicação na Libras. A ordem dos elementos frasais em Libras, em especial a sequência Sujeito-Verbo-Objeto (SVO), é fundamental para a construção da mensagem, proporcionando a organização dos sinais durante a comunicação. Considerando tais aspectos, é correto afirmar que a ordem SVO na Libras:
A Língua Brasileira de Sinais (Libras) apresenta uma série de parâmetros linguísticos que são essenciais para a construção das sentenças e para a clareza da comunicação entre seus usuários. Um desses parâmetros é a direcionalidade, que conduz a direção movida durante o movimento de sujeitos e objetos na cena comunicativa que são expressos visualmente. Na tradução e interpretação, a direcionalidade tem um papel importante na forma como a informação é transmitida, pois, ao ser realizada de maneira adequada, pode alterar o significado de uma sentença e oferecer detalhes espaciais sobre a ação. Com base nessas premissas, é INCORRETO afirmar que a direcionalidade na Libras:
No Brasil houve um movimento histórico da comunidade surda na busca pela valorização de sua língua, cultura e identidade por meio do reconhecimento legal da Língua Brasileira de Sinais (Libras). O reconhecimento legal da Libras possibilitou avanços significativos de acessibilidade, comunicação e direitos linguísticos das pessoas surdas. Com base no contexto histórico do reconhecimento legal da Libras, é correto afirmar que a Libras foi:
Segundo o que dispõe a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), a educação de qualidade da pessoa com deficiência poderá salvaguardá-la da violência, negligência e discriminação, por meio de:
O preceito ético norteador das ações de tradutor e intérprete que determina que este não pode alterar a informação tendo em mente o objetivo de prestar ajuda, evitando tomar partido ou emitir opiniões a respeito de algum assunto, demonstrando compromisso com as línguas envolvidas no processo e, essencialmente, prezando o fato de que interpretar e traduzir é passar tecnicamente o que na realidade foi dito, refere-se à
A Língua Brasileira de Sinais (Libras) e outros recursos de expressão a ela associados são reconhecidos como meio legal de comunicação e expressão, constituindo um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil, sendo informação consistente acerca dela que:
Uma escola de idiomas organiza aulas semanais com diferentes instrutores para atender seus alunos. Ao todo, a escola conta com 14 instrutores, distribuídos conforme a carga horária semanal que lecionam:

• 6 instrutores dão 12 horas de aula por semana;
• 4 instrutores dão 9 horas de aula por semana;
• 3 instrutores dão 15 horas de aula por semana; e
• 1 instrutor dá 18 horas de aula por semana.

De acordo com essas informações, é correto afirmar que em qualquer grupo de:
Segundo documentos do Instituto Nacional de Educação para Surdos (INES), examinados por Rocha (2013) e Laguna (2015), há dados históricos verdadeiros em:
5 funcionários da Câmara Municipal X, sendo eles: Alice, Bruno, Carla, Daniel e Eduardo, são responsáveis por trancar a sala do conselho ao final do expediente, de segunda a sexta-feira. Cada funcionário realiza essa tarefa em um dia diferente, de acordo com as seguintes informações:

• Alice não tranca a sala na sexta-feira;
• Carla tranca a sala um dia antes de Alice;
• Bruno tranca a sala no dia seguinte ao de Eduardo;
• Daniel tranca a sala um dia depois de Bruno;
• Eduardo não tranca a sala na terça-feira.

Tendo em vista essas informações, é correto afirmar que:
O ponto de articulação é um parâmetro linguístico fundamental na Língua Brasileira de Sinais (Libras), que se refere à localização no espaço de articulação e ocupa uma posição central na análise fonológica da língua, influenciando diretamente a distinção de elementos da comunicação. Considerando os aspectos teóricos sobre o ponto de articulação em Libras, é INCORRETO afirmar que o ponto de articulação:
Uma instituição está configurando um servidor DHCP (funcionamento básico) para gerenciar automaticamente a alocação de endereços IP aos dispositivos da sua rede. O administrador deseja que o servidor DHCP atribua IPs dentro de uma faixa específica (192.168.10.100 a 192.168.10.200) e forneça automaticamente informações de gateway e DNS. Assinale, a seguir, a ação essencial para configurar o escopo correto no servidor DHCP.
Considere que, durante a sua atuação, o intérprete de Libras percebe que cometeu um erro ao traduzir um termo técnico importante durante a interpretação simultânea. Considerando essa situação, bem como os princípios éticos e técnicos que regem a profissão, o que deve ser feito diante da percepção de erros durante a tradução e interpretação de Libras/língua portuguesa?
Qual das alternativas a seguir descreve corretamente o funcionamento da memória cache em relação ao processador?
Analise as afirmativas apresentadas a seguir, identificando quais são as atribuições do tradutor e intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras), conforme está disposto na Lei nº 14.704/2023, que dispõe sobre o exercício profissional e as condições de trabalho do profissional tradutor, intérprete e guia-intérprete dessa língua. Qual das seguintes atribuições NÃO é uma competência do tradutor e intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras)?
Durante uma audiência pública sobre políticas de inclusão na educação, a intérprete de Libras/língua portuguesa adota diferentes estratégias para mediar o discurso entre os participantes ouvintes e surdos. Em alguns momentos, ela busca uma equivalência mais literal, enquanto, em outros, opta por adaptações culturais e pragmáticas, conforme a natureza do discurso. Tal caso prático hipotético ilustra a importância de decisões éticas na atuação do tradutor e intérprete, considerando o impacto de suas escolhas sobre a comunicação e a neutralidade profissional. Com base no caso hipotético sobre a ética na profissão de tradutor e intérprete de Libras, assinale a afirmativa INCORRETA.
Um guia-intérprete foi contratado para trabalhar com funcionários surdocegos de uma empresa de comunicação que produz material inclusivo. Tendo como referencial o que dispõe a legislação que regulamenta o exercício profissional da categoria e que deve orientar o guia-intérprete nas suas relações de trabalho com a empresa, é correto afirmar que:
Texto para responder à questão.

Eu deveria cantar.
Rolar de rir ou chorar, eu deveria, mas tinha desaprendido essas coisas. Talvez então pudesse acender uma vela, correr até a igreja da Consolação, rezar um Pai Nosso, uma Ave Maria e uma Glória ao Pai, tudo que eu lembrava, depois enfiar algum trocado, se tivesse, e nos últimos meses nunca, na caixa de metal “Para as Almas do Purgatório”. Agradecer, pedir luz, como nos tempos em que tinha fé.
Bons tempos aqueles, pensei. Acendi um cigarro. E não tomei nenhuma dessas atitudes, dramáticas como se em algum canto houvesse sempre uma câmera cinematográfica à minha espreita. Ou Deus. Sem juiz nem plateia, sem close nem zoom, fiquei ali parado no começo da tarde escaldante de fevereiro, olhando o telefone que acabara de desligar. Nem sequer fiz o sinal da cruz ou levantei os olhos para o céu. O mínimo, suponho, que um sujeito tem a obrigação de fazer nesses casos, mesmo sem nenhuma fé, como se reagisse a uma espécie de reflexo condicionado místico.
Acontecera um milagre. Um milagre à toa, mas básico para quem, como eu, não tinha pais ricos, dinheiro aplicado, imóveis, nem herança e apenas tentava viver sozinho numa cidade infernal como aquela que trepidava lá fora, além da janela ainda fechada do apartamento. Nada muito sensacional, tipo recuperar de súbito a visão ou erguer-se da cadeira de rodas com o semblante beatificado e a leveza de quem pisa sobre as águas. Embora a miopia ficasse cada vez mais aguda e os joelhos tremessem com frequência, não sabia se fome crônica ou pura tristeza, meus olhos e pernas ainda funcionavam razoavelmente. Outros órgãos, verdade, bem menos.
Toquei o pescoço. E o cérebro, por exemplo.
Já chega, disse para mim mesmo, parado nu no meio da penumbra gosmenta do meio-dia. Pense nesse milagre, homem. Singelo, quase insignificante na sua simplicidade, o pequeno milagre capaz de trazer alguma paz àquela série de solavancos sem rumo nem ritmo que eu, com certa complacência e nenhuma originalidade, estava habituado a chamar de minha vida, tinha um nome. Chamava-se – um emprego.


(ABREU, Caio Fernando. Onde andará Dulce Veiga? São Paulo: Planeta De Agostini, 2003, p. 11-12.)
Caio Fernando Abreu foi um transgressor, autor de uma obra autoconfessional. Fascinado pelo tema da individualidade, por vezes sombrio, voltou a ter enorme popularidade nestes tempos de mídias sociais. Em relação ao texto apresentado, de Caio Fernando Abreu, é correto afirmar que:
No Microsoft Word 365 (Configuração Padrão – Idioma Português-Brasil), os atalhos de teclado são recursos essenciais para aumentar a produtividade e a agilidade na execução das tarefas. Considerando essa funcionalidade do software, o atalho de teclado para abrir um novo documento no Word é:
Texto para responder à questão.

Há cidadãos neste país?

Cabem, pelo menos, duas perguntas em um país onde a figura do cidadão é tão esquecida. Quantos habitantes, no Brasil, são cidadãos? Quantos nem sequer sabem que não o são?
O simples nascer investe o indivíduo de uma soma inalienável de direitos, apenas pelo fato de ingressar na sociedade humana. Viver, tornar-se de um ser no mundo, é assumir, com os demais, uma herança moral, que faz de cada qual um portador de prerrogativas sociais. Direito a um teto, à comida, à educação, à saúde, à proteção contra o frio, a chuva, as intempéries; direito ao trabalho, à justiça, à liberdade e a uma existência digna.
O discurso das liberdades humanas e dos direitos seus garantidores é, certamente, ainda mais vasto. Tantas vezes proclamado e repetido, tantas vezes menosprezado. É isso, justamente, o que faz a diferença entre a retórica e o fato. O respeito ao indivíduo é a consagração da cidadania, pela qual uma lista de princípios gerais e abstratos se impõem como um corpo de direitos concretos individualizados. A cidadania é uma lei da sociedade que, sem distinção, atinge a todos e investe cada qual com a força de se ver respeitado contra a força, em qualquer circunstância.
A cidadania, sem dúvida, se aprende. É assim que ela se torna um estado de espírito, enraizado na cultura. É, talvez, nesse sentido, que se costuma dizer que a liberdade não é uma dádiva, mas uma conquista, uma conquista a se manter. Ameaçada por um cotidiano implacável, não basta à cidadania ser um estado de espírito ou uma declaração de intenções. Ela tem o seu corpo e os seus limites como uma situação social, jurídica e política. Para ser mantida pelas gerações sucessivas, para ter eficácia e ser fonte de direitos, ela deve se inscrever na própria letra das leis, mediante dispositivos institucionais que assegurem a fruição das prerrogativas pactuadas e, sempre que haja recusa, o direito de reclamar e ser ouvido.
A cidadania pode começar por definições abstratas, cabíveis em qualquer tempo e lugar, mas para ser válida deve poder ser reclamada. A metamorfose dessa liberdade teórica em direito positivo depende de condições concretas, como a natureza do Estado e do regime, o tipo de sociedade estabelecida e o grau de pugnacidade que vem da consciência possível dentro da sociedade civil em movimento. É por isso que, desse ponto de vista, a situação dos indivíduos não é imutável, está sujeita a retrocessos e avanços. Os homens, pela sua própria essência, buscam a liberdade. Não a procuram com a mesma determinação porque o seu grau de entendimento do mundo não é o mesmo. As sociedades, pela sua própria história, são mais ou menos abertas às conquistas do homem.


(SANTOS, Milton. O espaço do cidadão. 7. ed. São Paulo: Edusp, 2007. p. 19. Adaptado.)
Analise a frase “[...] ela deve se inscrever na própria letra das leis, mediante dispositivos institucionais que assegurem a fruição das prerrogativas pactuadas [...]” (4º§) e assinale a afirmativa correta quanto ao vocábulo “que”.
Considere que, hipoteticamente, em um contexto de tradução e interpretação entre libras e língua portuguesa, um tradutor e intérprete seja solicitado a traduzir uma palestra sobre acessibilidade no contexto educacional. Durante a apresentação, o orador utiliza expressões idiomáticas e metáforas típicas da língua portuguesa, enquanto o tradutor e intérprete deve transmitir essas ideias de forma fluente e adequada para a comunidade surda. A fluência em Libras, nesse caso, envolve não apenas o domínio técnico da língua de sinais, mas também a habilidade de adequar a tradução cultural e conceitualmente, garantindo a precisão da mensagem transmitida. Considerando os desafios da fluência na tradução e interpretação entre Libras e língua portuguesa, assinale a afirmativa INCORRETA.
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