LEIA O TEXTO E RESPONDA A QUESTÃO.
Já se sentiu vítima de algum tipo de marginalização e/ou discriminação dentro de sua universidade?
Infelizmente, devo dizer que sim. Não se trata de discriminação ou marginalização pelo fato de ser brasileiro, porém. Trata-se de uma dificuldade (talvez natural) que tem um “novo imigrante” em penetrar na “elite” da sociedade local, que controla as posições de poder. Essa elite é constituída por pessoas que estudaram juntas na escola, que fizeram o serviço militar juntas, que pertencem ao mesmo partido político e que se apóiam mutuamente. Tive a oportunidade de sentir esse tipo de hostilidade quando fui eleito diretor da Faculdade de Ciências Humanas. Cheguei mesmo a ouvir expressões como “a máfia latino-americana em nossa faculdade”, quando somos nada mais que dois professores titulares de procedência latinoamericana. Mas, verdade seja dita, trata-se de uma hostilidade proveniente dos que estavam habituados ao poder e não se conformavam em perdê-lo.
A maioria não só me elegeu, mas também me apoiou e continua apoiando as reformas que instituí em minha gestão.
(DASCAL, Marcelo. Entrevista publicada no caderno Mais / Folha de S. Paulo, 18/05/2003.)
LEIA O TEXTO E RESPONDA A QUESTÃO.
Já se sentiu vítima de algum tipo de marginalização e/ou discriminação dentro de sua universidade?
Infelizmente, devo dizer que sim. Não se trata de discriminação ou marginalização pelo fato de ser brasileiro, porém. Trata-se de uma dificuldade (talvez natural) que tem um “novo imigrante” em penetrar na “elite” da sociedade local, que controla as posições de poder. Essa elite é constituída por pessoas que estudaram juntas na escola, que fizeram o serviço militar juntas, que pertencem ao mesmo partido político e que se apóiam mutuamente. Tive a oportunidade de sentir esse tipo de hostilidade quando fui eleito diretor da Faculdade de Ciências Humanas. Cheguei mesmo a ouvir expressões como “a máfia latino-americana em nossa faculdade”, quando somos nada mais que dois professores titulares de procedência latinoamericana. Mas, verdade seja dita, trata-se de uma hostilidade proveniente dos que estavam habituados ao poder e não se conformavam em perdê-lo.
A maioria não só me elegeu, mas também me apoiou e continua apoiando as reformas que instituí em minha gestão.
(DASCAL, Marcelo. Entrevista publicada no caderno Mais / Folha de S. Paulo, 18/05/2003.)
Considerando os paradigmas educacionais contemporâneos e o pensamento moderno, analise as seguintes afirmativas:
I. O construtivismo enfatiza a importância da construção do conhecimento pelo aluno, com o professor atuando como um facilitador do processo de aprendizagem.
II. O paradigma tradicional de educação apoiase predominantemente na transmissão direta de conhecimentos, com o professor como figura central do processo educativo.
III. Os paradigmas pós-modernos de educação rejeitam qualquer forma de estrutura curricular, defendendo a total liberdade de aprendizagem sem a mediação do professor.
Diante das afirmativas, pode-se afirmar que
(...) A conduta humana deve ser sempre fundamentada na ética.
(...) É possível ser um bom cidadão sem agir de forma ética em todas as situações.
(...) A ética é importante apenas para as relações profissionais.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é