Protágoras é conhecido pelo pensamento sobre
a subjetividade relativista e, a partir dela, ter ensinado
aos seus seguidores a construírem seu mundo e
serem produtores de sua história e destino. Por ser
agnóstico, afastou-se dos mitos e buscou um novo
caminho na direção dos valores humanos.
A frase que se perpetuou, na qual sintetiza as suas
afirmações, é:
Ao divulgar na rede social uma informação que o
transmissor sabe ser um “fake news”, essa pessoa
está tendo conduta que se opõe a um dos principais
fundamentos da filosofia que é a busca racional da:
“Nenhum território soberano, por maior que seja,
populoso e dotado de recursos, pode proteger
sozinho suas condições de sustento, sua segurança,
sua prosperidade a longo prazo, seu estilo de vida
preferencial ou a segurança de seus habitantes. [...]
A lógica de responsabilidade planetária está voltada,
pelo menos em princípio, para tomar os problemas
gerados globalmente e os enfrentar à queima-roupa
– em seu próprio nível.”
De acordo com Bauman (2007), compreende-se
porque todo chefe de nação deve ter a preocupação
de manter as relações exteriores no patamar da
responsabilidade ética, pois a tendência mútua entre
os países tem hoje dimensões planetárias. E, em
situações como a que se vive no momento, de grave
crise sanitária como a pandemia da Covid - 19, se o
governante se isenta dessa responsabilidade pode
colocar o país e seu povo em uma situação, dentre
outras:
Na pandemia, quando os profissionais de
saúde, baseados na ciência, criticam a conduta de
cidadãos(ães) que não usam máscaras para
evitarem a propagação do vírus Covid-19 fazem uma
crítica moral baseada em um juízo de:
Segundo Marilena Chauí (2000), quando a
conduta de um governante é imoral, manipuladora da
boa-fé alheia para seu próprio proveito, essa
liderança irá estabelecer um tipo de governo que
pode ser considerado:
Chauí (2000) observa que a ética exige que todo
cidadão compreenda a diferença entre atividade e
passividade, entendendo que sua conduta pode ser
ativa, sendo capaz de dialogar consigo mesmo e com
os outros sobre o sentido dos valores e dos fins
estabelecidos socialmente, recusando a violência
contra si e contra os outros. Essa conduta é contrária
à conduta do cidadão passivo, que se deixa governar
pela vontade do outro, abrindo mão de sua própria
consciência, vontade, liberdade e:
Fernando se reconhece como autor de suas
ações, avaliando os efeitos e consequências destas
sobre si e sobre os outros. Sendo responsável,
responde e assume as consequências de seus atos.
Por essa razão, é considerado um sujeito:
Para a construção de novas escolas, a
prefeitura de um município recebeu 10 projetos,
entre eles o projeto A.
O número máximo de maneiras diferentes de se
escolher três desses projetos, de modo que o projeto
A seja sempre um dos escolhidos é: