Radegunda, auditora fiscal, utilizou um automóvel que lhe estava confiado pel...

Radegunda, auditora fiscal, utilizou um automóvel que lhe estava confiado pela Administração pública para levar sua filha para a escola e, na volta, para fazer compras domésticas no supermercado, r...


Radegunda, auditora fiscal, utilizou um automóvel que lhe estava confiado pela Administração pública para levar sua filha para a escola e, na volta, para fazer compras domésticas no supermercado, restituindo em seguida o carro intacto e com o tanque de combustível completo. Na mais precisa terminologia técnica, com a posição doutrinária dominante é correto afirmar que houve

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  • Marcos de Castro
    Marcos de Castro
    31/12/1969 • 21:00
    Gabarito: b)

    De acordo com a legislação brasileira, o ato descrito configura o crime de peculato de uso, que está previsto no artigo 312, parágrafo 1º, do Código Penal.

    O peculato de uso ocorre quando o agente público utiliza em proveito próprio ou alheio, sem autorização, bens públicos que estão sob sua guarda em razão do cargo que ocupa. Nesse caso, Radegunda, ao utilizar o automóvel da Administração pública para interesses pessoais, comete o peculato de uso.

    No entanto, o peculato de uso é considerado um crime de menor potencial ofensivo e, por isso, é penalmente impunível. Isso significa que, apesar de configurar uma conduta criminosa, não há previsão de pena para esse tipo de crime, tornando-o impunível enquanto tal.
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