Hoje, muitos estudos vêm apresentando modelos para mensurar e avaliar treinamentos realizados nas organizações de trabalho,
tendo como foco tanto os conhecimentos transmitidos quanto as formas que as pessoas aprendem, sistematizam as informações,
se apropriam dos saberes, os empregam no cotidiano organizacional e os transferem.
(Inocente, 2006; Macedo, Lima & Fischer, 2007; Zerbini & Abbad, 2010.)
Hamblin (1978, p. 21. ) resume o conceito de avaliação de treinamento como “qualquer tentativa no sentido de obter informações
(realimentação) sobre os efeitos de um programa de treinamento e para determinar o valor do treinamento à luz dessas
informações”. A vista do exposto e, ainda, considerando um dos modelos mais consolidados para avaliação de programas de
treinamento, é o modelo dos quatro níveis, que avalia as reações; o aprendizado; a mudança de comportamento observável; e, os
resultados do treinamento. Sobre o nível de avaliação de “aprendizagem”, verifica-se que tal avaliação
✂️ a) possibilita a percepção de relevância por parte do treinando. ✂️ b) requer que o colaborador absorva o conhecimento transmitido, internalize e seja capaz de aplicar na prática. ✂️ c) visa mensurar de forma objetiva os resultados práticos de um programa de treinamento e o quanto ele impactou as rotinas
de trabalho. ✂️ d) verifica os resultados efetivos dos programas de treinamento, que, normalmente, devem ser medidos em contrapartida das
razões que motivaram a necessidade do treinamento.