Determinado laboratório farmacêutico produzia o remédio CDQQ
para diabetes com diversos e graves efeitos colaterais, todos
devidamente descritos na bula. No entanto, como era, sem
dúvidas, a melhor substância para controlar a glicemia dos
pacientes, muitos médicos o recomendavam.
Anos depois de sua inserção no mercado, sobreveio uma outra
droga, esta fabricada pelo concorrente, que tinha o mesmo
efeito, sem qualquer dos efeitos colaterais antes verificados pela
aplicação do CDQQ.
Nesse caso, é correto afirmar que o CDQQ:
✂️ a) deve ser considerado, desde seu lançamento, um produto
com periculosidade inerente e, por isso mesmo, tido por
defeituoso, porque não atende à legítima expectativa de
segurança dos consumidores; ✂️ b) era considerado um produto com periculosidade inerente,
mas não defeituoso, porque os riscos estavam descritos em
bula; no entanto, com o surgimento de um novo produto
melhor e que elimina os efeitos colaterais, passou a ser
considerado defeituoso; ✂️ c) deve ser considerado, desde seu lançamento, um produto
com periculosidade inerente, mas não defeituoso, porque os
riscos estavam descritos em bula; além disso, a introdução,
no mercado, de um novo produto melhor e que elimina os
efeitos colaterais, não o transforma em defeituoso; ✂️ d) deve ser considerado, desde seu lançamento, um produto
com periculosidade exagerada e, por isso mesmo, tido por
defeituoso, porque não atende à legítima expectativa de
segurança dos consumidores; ✂️ e) deve ser considerado, desde seu lançamento, um produto
com periculosidade exagerada, mas não defeituoso, porque
os riscos estavam descritos em bula; além disso, a introdução,
no mercado, de um novo produto melhor e que elimina os
efeitos colaterais, não o transforma em defeituoso.