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Na creche inclusiva onde atua, a monitora Laura percebe que algumas crianças evitam interagir com João, colega com deficiência intelectual, demonstrando resistência sutil e, às vezes, exclusão. Atenta aos princípios da inclusão e da ética da alteridade, Laura busca uma ação pedagógica que promova integração real e empatia, valorizando a singularidade de cada criança.

Diante desse contexto, assinale a estratégia mais transformadora e correta que a monitora pode adotar para fortalecer a aceitação, a colaboração e o respeito à diversidade no grupo.
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