Questões de Concursos
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Nada por aqui
Há mais ou menos dois anos, paciente do sexo masculino, com quarenta e um anos de idade, teve um acidente vascular encefálico (AVE) hemorrágico na região parietal. Sua pressão chegou a 235 mmHg × 110 mmHg, ficou em coma por três semanas e, quando acordou, relatou fraqueza generalizada no hemicorpo D, indicando uma sequela do AVE. Após sete meses da lesão, sua hipotonia foi substituída por uma forte espasticidade em membro superior direito (bíceps braquial e flexores do punho) e membro inferior direito (flexores plantares e quadríceps). Atualmente, sua principal queixa é dificuldade de deambulação e incapacidade de realizar atividades funcionais com o membro superior direito.
A respeito desse caso clínico, julgue os itens subsecutivos.
O fortalecimento muscular não é recomendado no caso em questão, porque aumenta a espasticidade e reforça movimentos anormais do paciente.Uma paciente de trinta e cinco anos de idade foi internada na UTI com histórico inicial de pneumonia seguida de quadro de sepse e síndrome de resposta inflamatória aguda (SARA), uso de corticoterapia e desmame difícil da ventilação mecânica invasiva. Embora se mantivesse colaborativa, a paciente foi acometida repentinamente por uma fraqueza muscular generalizada, simétrica, com acometimento maior dos músculos proximais, em relação aos distais, o que a levou a permanecer hipomóvel no leito e com grau de força muscular baixo. Na avaliação clínica, foram descartadas doenças do sistema nervoso central (SNC) ou do sistema nervoso periférico (SNP). Para acompanhamento desse caso clínico, o fisioterapeuta sugeriu a utilização da escala do MCR (Medical Research Council).
Considerando esse caso clínico, julgue os itens que se seguem.
Tanto o histórico de sepse e SARA como o uso intenso de corticoides são fatores de risco típicos para o surgimento do quadro neuromuscular da paciente.Uma paciente de cinquenta anos de idade, com 156 cm de altura, 78 kg de massa, profissão de atendente telefônica, queixou-se a um fisioterapeuta, durante uma visita domiciliar, de dores e formigamento em uma das mãos, na região palmar do polegar, no dedo indicador, no dedo médio e na metade radial do dedo anelar, há mais de um ano. Ela relatou, ainda, fraqueza para segurar objetos e despertares noturnos por conta da acentuação dos sintomas. Para aliviá-los, ela informou que agita o pulso e a mão acometidos de modo semelhante ao utilizado na agitação de um termômetro clínico.
Acerca desse caso clínico, julgue os itens seguintes.
O laser terapêutico de baixa intensidade contribuirá para reduzir ou eliminar a dor, bem como para aumentar a condutibilidade dos potenciais de ação nervosos e a força de preensão palmar da paciente.P.T.C., de 4 anos de idade, foi diagnosticada com mielomeningocele de nível torácico. Além disso, apresentava equinocavovaro grave e história de internação hospitalar para colocação da derivação ventrículo-peritoneal.
Considerando o caso clínico apresentado e os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Para a paciente em questão, é indicada a postura em pé, por meio do parapodium com mesa, o que possibilita a realização de atividades lúdicas e alimentares.Determinada paciente de 25 anos de idade iniciou sintomas de dor anterolateral nos joelhos de maneira insidiosa, inchaços esporádicos e crepitação em movimentos de estender o joelho, subir e descer escadas, além de limitação funcional para agachar. Ela relata dor grau 5 pela escala análogo-visual de dor. Tem como atividade física o spinning (bicicleta), mas interrompeu a prática do exercício pela dor. Nega lesões ou cirurgias prévias nos membros inferiores. Ao exame físico, também foram constatados pés planos e tornozelos valgos.
Com relação a esse caso clínico hipotético, julgue os itens a seguir.
No exame de imagem de ressonância nuclear magnética para diagnosticar essa lesão, espera-se encontrar uma inclinação e uma lateralização da patela em relação ao sulco troclear femoral, o que ocasiona um aumento da pressão na faceta lateral da patela e do côndilo femoral lateral, que justifica o local da dor descrito pela paciente.