No Brasil, foi somente na década de 1980 que diversos
setores da sociedade uniram forças para lutar pelo direito da
criança a uma educação de qualidade desde o nascimento.
O seu direito à educação só foi efetivamente reconhecido
com
. Acesso em: 24 set. 2024.A reforma empresarial implementada na educação brasileira
por meio de políticas de regulação do Estado tem como
finalidade">
Leia o texto a seguir.
Para o neoliberalismo, o parâmetro de funcionamento da sociedade é a própria organização “empresarial”, tomada como modelo racional de organização, apagando a historicidade das “instituições”, transformando-as em miniorganizações empresariais de prestação de serviços – saúde, educação, segurança, previdência etc.
Disponível em: <https://youtu.be/QDDVZsU2AvU>. Acesso em: 24 set. 2024.
A reforma empresarial implementada na educação brasileira por meio de políticas de regulação do Estado tem como finalidade
Para o neoliberalismo, o parâmetro de funcionamento da sociedade é a própria organização “empresarial”, tomada como modelo racional de organização, apagando a historicidade das “instituições”, transformando-as em miniorganizações empresariais de prestação de serviços – saúde, educação, segurança, previdência etc.
Disponível em: <https://youtu.be/QDDVZsU2AvU>. Acesso em: 24 set. 2024.
A reforma empresarial implementada na educação brasileira por meio de políticas de regulação do Estado tem como finalidade
A partir da perspectiva sócio-histórica e cultural, enxerga-se
a criança, sua infância e sua educação
A escola, como instituição social, estabelece um vínculo
ambíguo com a sociedade. É parte dela e, por isso, trabalha
para ela, ao mesmo tempo em que deve inventar,
transformar, inovar. Assim, a vida escolar deve estar
articulada com a vida social, de modo que a escola
Tendo em vista o contexto social e histórico, a tendência
pedagógica denominada “Pedagogia da alternância” está
adequada à
IFSE•
Texto 10
Formação do leitor na EPT
A formação do Clube de Leituras, que se reúne, de forma remota, uma vez por semana para conversar sobre os sentidos encontrados nos textos literários compartilhados, e fruto das indicações dos próprios participantes, mostrou-se uma maneira produtiva e afinada de aproximar jovens e literatura no contexto escolar, sugerindo ser este o caminho a ser trilhado rumo à formação de leitores, qual seja: aquele em que a escola concede atenção, respeito e espaço para as obras, autores e temáticas do universo de interesse dos alunos. Abdicar em algum momento da imposição de títulos, muitas vezes orientados pelo foco no estudo de gêneros e de traços distintivos das escolas literárias pode, de forma assertiva, promover um melhor aproveitamento do ensino de literatura.
A estratégia de abordar o trato com a literatura partindo dos interesses dos estudantes colabora com o que há de mais fundamental na formação de um leitor: a construção do hábito. O exercício regular de qualquer tipo de atividade adquire potência na construção de uma memória proposicional. Isso se dá também no que se refere à leitura. Mesmo considerando a realidade dos sujeitos que não costumam vivenciar experiências de leitura no seio familiar – como primeira instância na produção de valores culturais –, outras instâncias também podem exercer esse papel de produção de valores culturais socializadores, é o caso da escola e da mídia.
LINS, Laikui Cardoso; PINTO, João Rodrigues. Formação do leitor na EPT: um relato de experiência. Revista Labor, [S. l.], v. 1, n. 24, p. 149- 174, 2020. Disponível em:<http://periodicos.ufc.br/labor/article/view/60229>. Acesso em: 26 mai. 2024.
Laikui C. Lins e João R. Pinto, com vistas à formação
integral, apresentaram uma experiência que objetivou
construir práticas de leituras em simbiose com o valor do
trabalho. O Clube de Leituras mencionado no fragmento foi
criado para alunos do Instituto Federal Baiano no início da
pandemia do Coronavírus e, segundo é exposto no primeiro
parágrafo, mostrou
IFSE•
. Acesso
em: 24 mai. 2024. [Adaptado].
No texto, a autora assinala uma mudança de paradigma na
pedagogia: considerar as línguas, não como entidades
separadas, mas, sim, construções e práticas sociais que
pertencem a todo o repertório linguístico dos falantes.
Dentro desse novo paradigma, o termo “translenguaje” faz
referência">
Leia o texto a seguir.
Translenguaje: derribando barreras en el aula de lenguas extranjeras
Es normal que, cuando los docentes utilizan la L1 en el aula, sientan culpa, nervios y vergüenza. Este sentimiento recurrente entre los docentes de lengua extranjera puede llevarlos ocasionalmente a pensar que su dominio del idioma es insuficiente y que sus decisiones en el aula son erradas. Una pedagogía descolonial que realza las prácticas de enseñanza de los profesores de lenguas extranjeras se denomina translenguaje, permitiéndose usar más de un idioma simultáneamente. Esta pedagogía se refiere al uso de todo el repertorio lingüístico de los estudiantes para acompañar el aprendizaje de una lengua. Al tomar como punto de partida una perspectiva interna, la del individuo que aprende, el translenguaje resiste tendencias hegemónicas que intentan mantener a las lenguas separadas y desafía la creencia de que algunas lenguas son superiores a otras. Desde esta perspectiva, se valoriza lo que el aprendiz trae consigo y se entiende que el nuevo recurso lingüístico que está aprendiendo se suma a la totalidad.
DI VIRGILIO, Andrea. Translenguaje: derribando barreras en el aula de lenguas extranjeras. Revista Digital de Políticas Lingüísticas, ano 13, v. 13, nov. 2020. Disponível em:<https://revistas.unc.edu.ar/index.php/RDPL/article/view/31529>. Acesso em: 24 mai. 2024. [Adaptado].
No texto, a autora assinala uma mudança de paradigma na pedagogia: considerar as línguas, não como entidades separadas, mas, sim, construções e práticas sociais que pertencem a todo o repertório linguístico dos falantes. Dentro desse novo paradigma, o termo “translenguaje” faz referência
Translenguaje: derribando barreras en el aula de lenguas extranjeras
Es normal que, cuando los docentes utilizan la L1 en el aula, sientan culpa, nervios y vergüenza. Este sentimiento recurrente entre los docentes de lengua extranjera puede llevarlos ocasionalmente a pensar que su dominio del idioma es insuficiente y que sus decisiones en el aula son erradas. Una pedagogía descolonial que realza las prácticas de enseñanza de los profesores de lenguas extranjeras se denomina translenguaje, permitiéndose usar más de un idioma simultáneamente. Esta pedagogía se refiere al uso de todo el repertorio lingüístico de los estudiantes para acompañar el aprendizaje de una lengua. Al tomar como punto de partida una perspectiva interna, la del individuo que aprende, el translenguaje resiste tendencias hegemónicas que intentan mantener a las lenguas separadas y desafía la creencia de que algunas lenguas son superiores a otras. Desde esta perspectiva, se valoriza lo que el aprendiz trae consigo y se entiende que el nuevo recurso lingüístico que está aprendiendo se suma a la totalidad.
DI VIRGILIO, Andrea. Translenguaje: derribando barreras en el aula de lenguas extranjeras. Revista Digital de Políticas Lingüísticas, ano 13, v. 13, nov. 2020. Disponível em:<https://revistas.unc.edu.ar/index.php/RDPL/article/view/31529>. Acesso em: 24 mai. 2024. [Adaptado].
No texto, a autora assinala uma mudança de paradigma na pedagogia: considerar as línguas, não como entidades separadas, mas, sim, construções e práticas sociais que pertencem a todo o repertório linguístico dos falantes. Dentro desse novo paradigma, o termo “translenguaje” faz referência
No que se refere às teorias pós-críticas do currículo,
destacam-se a importância das diferentes formas culturais e
a oposição às estruturas ideológicas que privilegiam
culturas tradicionais dominantes. Para essa concepção de
currículo, é papel da escola