É correto afirmar que:
É correto afirmar que:
Um homem de 62 anos, hipertenso em uso de losartana e hidroclorotiazida, chega a seu polo de espuma densa referenciado pela unidade básica, com dor, edema, varizes e dermatite ocre em membros inferiores, já classificado como CEAP IV, com exame de doppler venoso mostrando safenas magnas e parvas dilatadas e insuficientes. É indicado para tratamento por espuma densa ecoguiada como rege o fluxo da instituição local. Apesar da conduta já determinada, o residente plantonista hipocraticamente colhe a história do paciente e o examina, descobrindo que, além de hipertenso, ele é diabético e tabagista e que suas dores são típicas de claudicação intermitente com uma distância de marcha não maior que 100 metros. Seus pulsos poplíteos e tibiais são diminuídos e os pediosos, ausentes.
Diante do quadro clínico em questão, é esperado que o residente:
A condição que NÃO se enquadraria nessa indicação seria:
Na patogenia dessa doença, temos uma resposta inflamatória crônica. Assinale a opção que apresenta seu principal evento patogênico.
Um paciente de 28 anos de idade encontra-se em investigação para aneurisma de aorta abdominal assintomático, descoberto durante exame médico de rotina. Na anamnese o paciente refere úlceras orais dolorosas de repetição e um episódio de úlcera genital.
Diante desses fatos, deve-se investigar o diagnóstico de:
Um paciente de 75 anos de idade, portador de hipertensão arterial sistêmica, diabete melito tipo II e dislipidemia, apresenta queixa de claudicação intermitente incapacitante de panturrilha direita. Durante a investigação, foi solicitado ecodoppler colorido arterial de membros inferiores, que demonstrou oclusão femoropoplítea direita, sem acometimento distal importante. Diante desses fatos, o médico assistente decidiu solicitar uma angiotomografia com contraste para programação de revascularização.
Para realização desse exame nesse perfil de paciente, devido ao risco de acidose lática, é preciso ficar atento ao uso de:
Um paciente, de 75 anos, ex-tabagista, diabético tipo II, dislipidêmico, hipertenso em controle adequado das comorbidades, foi operado de apendicite quando jovem e fez colecistectomia videolaparoscópica há quinze anos, endarterectomia carotídea direita há oito anos e angioplastia femoral direita e catarata bilateral há seis anos. Além disso, submeteu-se a revascularização miocárdica há quatro anos com uma ponte de safena para coronária direita e uma com mamária para coronária esquerda. Há seis meses, queixa-se de claudicação intermitente pior no membro inferior esquerdo, de início para 300 metros, agora 150 metros. Faz atividades físicas leves regulares desde que revascularizou o miocárdio, época em que também interrompeu o tabagismo. Traz claras as queixas de claudicação dos membros inferiores (mais à esquerda) e do membro superior esquerdo quando faz suas atividades com seu treinador pessoal, além de um desconforto ou dor precordiais também quando levanta os pesos de seu exercício com bíceps esquerdo ou sobe escadas na sua casa. Nega dispneia a esforços, edema ou nictúria.
Em vista do quadro desse paciente, é necessário investigar:
A endarterectomia, técnica aliada do cirurgião vascular, salva artérias em várias ocasiões.
O local da parede arterial em que se inicia a deposição de lipídeos, dando início ao processo da formação da placa, é: