Os trechos são copiados do texto jornalístico "Paulista se acha melhor que resto do Brasil por herança europeia e passado bandeirante, diz sociólogo" do site do jornal BBC News Brasil.

Identifique o trecho que apresenta erro de concordância verbal.
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e em relação à concordância nominal, assinale a alternativa correta.

Assinale a alternativa em que a concordância verbal está correta.

A frase em que a concordância está correta é:
Assinale a alternativa em que a concordância está correta de acordo com a norma-padrão.

Analise as sentenças a seguir e assinale aquela em que não ocorre desvio de concordância.

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e em relação à concordância verbal, assinale a alternativa correta.

TEXTO IV


No início dos anos 80, a humanidade teve que se adequar às novas posturas em nome de um mercado globalizado. Agora, acomoda-se aos critérios do mundo digitalizado para não se excluir da dança orquestrada pelos artífices da vida virtual. São regras e comportamentos assentados sem plebiscitos ou referendos. [...]

Deste modo, as pessoas adentram no universo da informática, em cujo seguimento, de forma instigadora, vende-se a ideia de facilitação, de encurtamento de distâncias, e de inclusão social […]. No caminho desses trilhos virtuais se estabelecem dependências, e as pessoas, apesar dos inúmeros amigos em suas redes sociais, estão sozinhas ao final de cada acesso e bate-papos. Essas certificam pesarosas, enfim, que as telas de computadores ou de celulares não lhes proporcionam aquilo que apenas outro humano poderia ceder-lhes, a exemplo do calor e afeição.

No modus vivendi da pressa e do estresse, enquanto marco da nova era, abre-se o leque para temáticas que vão desde os meandros da informática até a implantação de chips em humanos, sem embargo das nuvens que acondicionam informações digitais.

O diálogo, agora, se esvazia na perspectiva de humanos. Há um monólogo estabelecido com robôs ou inteligências artificiais, que vicejam superar homens, antes de servi-los, apesar da evidente colisão com o princípio da automação que recomenda que a máquina jamais supere humanos. Constata-se, todavia, que o contrário dessa premissa vai se assentando, na medida em que pais de família, superados por computadores, estão expostos na vala do desemprego. Nesse sentido, atesta-se a estruturação de uma sociedade de excluídos numa época que tanto se propugna por ações inclusivas. […]

FILHO, Zilmar Wolney Aires. Fragmentos. Disponível em: <https://www.direitonet.com.br/artigos/exibir/10633/Rastros-de-uma-nova-era-inteligencias-artificiais-reproducoes-assistidas-vidas-virtuais-chips-na-pele-e-fisica-quantica>. Acesso em: 18 jun. 2019.

Assinale a alternativa que analisa corretamente o uso do verbo em destaque na frase “Deste modo, as pessoas adentram no universo da informática, em cujo seguimento, de forma instigadora, vende-se a ideia de facilitação, de encurtamento de distâncias, e de inclusão social […]”.
Assinale a opção que não atende corretamente às regras de concordância nominal, de acordo com a norma culta:

Para responder à questão, leia o trecho do livro Casa-grande e senzala, de Gilberto Freyre.


Mas a casa-grande patriarcal não foi apenas fortaleza, capela, escola, oficina, santa casa, harém, convento de moças, hospedaria. Desempenhou outra função importante na economia brasileira: foi também banco. Dentro das suas grossas paredes, debaixo dos tijolos ou mosaicos, no chão, enterrava-se dinheiro, guardavam-se joias, ouro, valores. Às vezes guardavam-se joias nas capelas, enfeitando os santos. Daí Nossas Senhoras sobrecarregadas à baiana de teteias, balangandãs, corações, cavalinhos, cachorrinhos e correntes de ouro. Os ladrões, naqueles tempos piedosos, raramente ousavam entrar nas capelas e roubar os santos. É verdade que um roubou o esplendor e outras joias de São Benedito; mas sob o pretexto, ponderável para a época, de que “negro não devia ter luxo”. Com efeito, chegou a proibir-se, nos tempos coloniais, o uso de “ornatos de algum luxo” pelos negros.

Por segurança e precaução contra os corsários, contra os excessos demagógicos, contra as tendências comunistas dos indígenas e dos africanos, os grandes proprietários, nos seus zelos exagerados de privativismo, enterraram dentro de casa as joias e o ouro do mesmo modo que os mortos queridos. Os dois fortes motivos das casas-grandes acabarem sempre mal-assombradas com cadeiras de balanço se balançando sozinhas sobre tijolos soltos que de manhã ninguém encontra; com barulho de pratos e copos batendo de noite nos aparadores; com almas de senhores de engenho aparecendo aos parentes ou mesmo estranhos pedindo padres-nossos, ave-marias, gemendo lamentações, indicando lugares com botijas de dinheiro. Às vezes dinheiro dos outros, de que os senhores ilicitamente se haviam apoderado. Dinheiro que compadres, viúvas e até escravos lhes tinham entregue para guardar. Sucedeu muita dessa gente ficar sem os seus valores e acabar na miséria devido à esperteza ou à morte súbita do depositário. Houve senhores sem escrúpulos que, aceitando valores para guardar, fingiram-se depois de estranhos e desentendidos: “Você está maluco? Deu-me lá alguma cousa para guardar?”

Muito dinheiro enterrado sumiu-se misteriosamente. Joaquim Nabuco, criado por sua madrinha na casa-grande de Maçangana, morreu sem saber que destino tomara a ourama para ele reunida pela boa senhora; e provavelmente enterrada em algum desvão de parede. […] Em várias casas-grandes da Bahia, de Olinda, de Pernambuco se têm encontrado, em demolições ou escavações, botijas de dinheiro. Na que foi dos Pires d’Ávila ou Pires de Carvalho, na Bahia, achou-se, num recanto de parede, “verdadeira fortuna em moedas de ouro”. Noutras casas-grandes só se têm desencavado do chão ossos de escravos, justiçados pelos senhores e mandados enterrar no quintal, ou dentro de casa, à revelia das autoridades. Conta-se que o visconde de Suaçuna, na sua casa-grande de Pombal, mandou enterrar no jardim mais de um negro supliciado por ordem de sua justiça patriarcal. Não é de admirar. Eram senhores, os das casas-grandes, que mandavam matar os próprios filhos. Um desses patriarcas, Pedro Vieira, já avô, por descobrir que o filho mantinha relações com a mucama de sua predileção, mandou matá-lo pelo irmão mais velho.

(In: Silviano Santiago (coord.). Intérpretes do Brasil, 2000.)

Ao se transpor a frase “Às vezes guardavam-se joias nas capelas, enfeitando os santos.” (1° parágrafo) para a voz passiva analítica, o termo sublinhado assume a seguinte forma:
Assinale a alternativa em que a concordância está correta.

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Satisfação com pequenas coisas traz bem-estar profundo, segundo cientistas


Procure alegria nas pequenas coisas. Este conselho popular existe há muito tempo. Mas existe realmente algum benefício nesta prática?


Segundo a ciência, há, sim, algum benefício em saborear momentos rápidos de alegria − também conhecidos como "microalegrias".


Seja saboreando uma xícara de café, realizando um ato de gentileza ou assistindo a um vídeo engraçado, encontrar alegria nas pequenas coisas, além de trazer benefícios temporários, segundo pesquisas, é um investimento no bem-estar a longo prazo.


No nível fisiológico, microalegrias melhoram nosso nervo vago. Isto é importante, pois o nervo vago é responsável pelo sistema de piloto automático do nosso corpo, que regula processos sobre os quais não temos que pensar − como a frequência cardíaca, a digestão e a respiração. O nervo vago também está ligado a transtornos de humor e ansiedade e à regulação do estresse, portanto, quanto mais estimulado, melhor.


A nível social, emoções positivas aprimoram os relacionamentos e levam a uma conexão momentânea entre pessoas que auxilia a saúde e aumenta a esperança de vida.


Experimentar emoções positivas não só ajuda na felicidade momentânea, como nos ajuda a desenvolver qualidades como otimismo, protegendo-nos contra sofrimento e problemas de saúde mental no futuro.


Mesmo o envolvimento em apenas algumas microalegrias diárias contribui para a felicidade momentânea e ajuda a desenvolver a nossa autorregulação. Esta é a nossa capacidade de administrar impulsos para atingir um objetivo ou estabelecer um hábito.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/czqqne9dg12o.adaptado.

A nível social, emoções positivas aprimoram os relacionamentos e levam a uma conexão momentânea entre pessoas que auxilia a saúde e "aumenta" a esperança de vida.
O verbo destacado, nesta frase, concorda com o vocábulo:
Em qual das alternativas todas as regras das normas de concordância não foram respeitadas?
Observe a concordância nominal nas frases abaixo.

1. A juíza considerou culpada a moça e o menino.
2. A juíza considerou culpado o menino e a moça.
3. A juíza considerou culpados o menino e a moça.

Assinale a alternativa que indica todas as frases corretas quanto a concordância nominal.

O texto a seguir é parte de uma entrevista dada a um jornal de grande circulação, cujo assunto era o nível de educação no Brasil.

"Segundo Claudia, isso se dá, principalmente, porque grande parte opta pela educação técnica com intenção secundária, e o torna uma espécie de "cursinho pré-vestibular".

(BARONE, Isabelle. Existe salvação fora da universidade? In:

Gazeta do Povo, ano 101 nº 31.994, 22 a 28 jun 2019, p. 35)

Há no texto da entrevista um problema de concordância. Marque, entre as alternativas abaixo, aquela que corrige o problema citado.

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) decidiu, nesta sexta-feira (19), manter a proibição no Brasil da fabricação, venda, importação e propaganda dos cigarros eletrônicos, conhecidos como "vapes". Também ficam proibidos o transporte e armazenamento dos dispositivos. Parece óbvio que a utilização desses dispositivos é extremamente prejudicial à saúde. [Texto adaptado]
Disponível em: https://noticias.uol.com.br/saude/ultimasnoticias/redacao/2024/04/19/anvisa-debate-cigarro-eletronico-vapes.htm

Assinale a alternativa que justifica corretamente a concordância nominal no último período do texto sobre proibição de cigarros eletrônicos.
Em qual das alternativas a concordância verbal foi feita INCORRETAMENTE?
Conforme a NORMA CULTA da Língua Portuguesa, assinale a alternativa em que a concordância nominal está correta.
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