Sobre a relação entre cardiopatia e gravidez, avalie as
afirmações abaixo: I. Mulheres com cardiopatia congênita podem ter um
aumento no risco de complicações durante a gravidez devido
à sobrecarga hemodinâmica adicional. II. Mulheres com cardiopatia adquirida, como valvulopatias,
geralmente não enfrentam riscos aumentados durante a
gravidez, desde que a função cardíaca seja preservada.
III. Mulheres com cardiomiopatia hipertrófica têm um risco
aumentado de complicações durante a gravidez devido ao
aumento da demanda cardíaca e ao risco de arritmias.
IV. As mulheres com síndrome de Marfan são aconselhadas a
evitar a gravidez devido ao risco de dissecção aórtica durante
o período gestacional.
Quais das afirmações acima são VERDADEIRAS?
Em relação a infecções congênitas, assinale a alternativa
que relaciona corretamente o agente etiológico com a
soroprevalência média em gestantes brasileiras.
Define-se incontinência urinária como perda involuntária de qualquer volume de urina. Além da uretra, é possível haver
extravasamento de urina de fontes extrauretrais, como fístulas ou malformações congênitas do trato urinário inferior.
A função normal do trato urinário requer integração dos sistemas nervosos central e periférico. Sabe-se que o sistema
nervoso periférico contém as seguintes divisões: somática e autonômica. Sobre a inervação do trato urinário, assinale
a afirmativa INCORRETA.
Uma paciente de 27 anos, nuligesta, com 14 semanas de
gestação, procura atendimento para sua primeira consulta de
pré-natal. Ela está preocupada pois seu exame de glicose veio
alterado (98 mg/dL).
Com base nesse resultado, é correto afirmar que:
Gestante de 12 semanas, primigesta, sem registro vacinal de tétano e sem comprovação de sorologias anteriores, comparece para a primeira consulta de pré-natal. Considerando as recomendações do Ministério da Saúde (Caderneta da Gestante 2023 e protocolos do Programa Nacional de Imunizações - PNI), é CORRETO afirmar que compete ao médico:
Uma paciente grávida foi levada a um pronto-socorro apresentando convulsões e ficou internada.
Ao ser examinada, apresentava edema e pressão arterial de 210/160 mmHg. Alguns outros exames laboratoriais foram pedidos: proteinúria = 3,0 g/24 horas; dosagem de AST = 35 U/L; e dosagem de ALT = 38 U/L.
Concluiu-se que a referida paciente apresenta uma condição específica da gestação (ainda não totalmente explicada), que provavelmente a levou à fase convulsiva. Essa condição é:
O atendimento de emergência à gestante tem
suas particularidades. Em relação à parada
cardiorrespiratória na gestante, assinale a
alternativa incorreta.
Uma paciente de 23 anos tem queixa de irregularidade menstrual
de longa data. Relata que, desde a primeira menstruação, tem
intervalo de 50 a 60 dias entre os ciclos e períodos de
amenorreia. No último ano, estava em final de faculdade e
ganhou muito peso em função de estresse e sedentarismo. Ao
exame, apresenta bom estado geral, IMC 31 kg/m2
, presença de
acne em face e dorso e escurecimento de região de dobras.
Frente a esse cenário, a principal hipótese é:
Em relação à previsibilidade de uma gestante
desenvolver Doença Hipertensiva Específica da
Gestação (DHEG), assinale a alternativa que
apresenta testes preditivos que possam indicar
tal doença.
Uma mulher de 27 anos apresenta quadro clínico de ciclos
menstruais irregulares, chegando a ficar mais de 90 dias sem
menstruar, associado a queixas de acne e queda de cabelos de
longa data. Ao exame, apresenta peso de 90,1 kg, 158 cm de
altura e avaliação pela escala de Ferriman-Gallwey de 12 pontos.
Os exames complementares registraram ultrassonografia
transvaginal evidenciando ovário direito com volume 13 mL e
presença de 21 folículos antrais inferiores a 10 mm e ovário
esquerdo com volume 11 mL e presença de 29 folículos antrais
inferiores a 10 mm, dosagem de FSH 5,6 UI/L, LH 12,2UI/L. TSH
2,4 mUI/L, prolactina 18,0 ng/mL, cortisol salivar noturno < 0,2
mcg/mL, SDHEA 205,0 mcg/dL e 17-OH-progesterona 28,0 ng/dL.
Considerando as informações acima, o diagnóstico mais provável é:
O linfogranuloma venéreo (LGV), também conhecido por linfogranuloma inguinal, mula, bubão ou doença de Nicolas-Favre, se caracteriza pelo aparecimento de lesão genital (lesão primária) de curta duração e que se apresenta como
ulceração (ferida) ou pápula, como agente etiológico a Chlamydia trachomatis L1, L2 e L3. Sobre o tratamento do linfogranuloma venéreo, assinale a afirmativa INCORRETA.
Na avaliação de sofrimento fetal, são usadas cinco categorias para avaliação do perfil biofísico. Assinale a alternativa que não é avaliada na ultrassonografia.
Vulvovaginite é um tipo de inflamação que afeta, ao mesmo
tempo, a vagina e a vulva (a parte externa da região genital
feminina), causando inchaço, corrimento e dor ao urinar. Apesar
de não ser causada somente pela atividade sexual, a
vulvovaginite é mais comum em pacientes que já têm vida sexual
ativa, uma vez que a troca de fluídos sexuais aumenta as chances
de contato com bactérias e fungos que podem causar inflamação
e irritação no local.
A vulvovaginite pode ser causada, por exemplo, pelo contato com
vírus, bactérias e fungos diversos, mas a paciente também pode
vir a desenvolver a vulvovaginite devido ao uso de pomadas,
cremes, sabonetes e lubrificantes que acabam por irritar a região
genital e, também, por mudanças hormonais, especialmente em
crianças e adolescentes na puberdade ou mulheres na
menopausa, e por desequilíbrios temporários na flora vaginal da
paciente.
Em relação ao tema, analise a descrição a seguir: Seus sinais e sintomas característicos consistem em corrimento
vaginal intenso, amarelo-esverdeado, por vezes acinzentado,
bolhoso e espumoso, acompanhado de odor fétido e prurido
eventual, que pode constituir reação alérgica à afecção. Em caso
de inflamação intensa, o corrimento aumenta e pode haver
sinusiorragia e dispareunia. Também podem ocorrer edema
vulvar e sintomas urinários, como disúria.
Assinale a opção que apresenta essa patologia.