De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e em relação à acentuação, assinale a alternativa correta.
A mão humana: sofisticação biológica e o desafio da inteligência artificial


A mão humana é uma das partes do corpo mais surpreendentemente sofisticadas e fisiologicamente intrincadas. Ela tem mais de trinta músculos, vinte e sete articulações e uma rede de ligamentos e tendões que proporcionam vinte e sete eixos de movimento. Há mais de dezessete mil receptores de toque e terminações nervosas somente na palma da mão. Esses recursos permitem que nossas mãos executem uma variedade impressionante de tarefas altamente complexas por meio de uma ampla gama de movimentos diferentes.

Até mesmo pegar algo tão simples como uma caneta, e movê-la por nossos dedos até adotar uma posição para escrever envolve uma integração perfeita entre o corpo e o cérebro. As tarefas manuais que realizamos sem pensar exigem uma combinação refinada de controle motor e resposta sensorial, desde abrir uma porta até tocar piano.

Os avanços na inteligência artificial dão início a uma geração de máquinas que chegam perto de corresponder à destreza humana. Próteses inteligentes podem antecipar e refinar os movimentos.

Os robôs de colheita de frutas macias são capazes de colher um morango em um campo e colocá-lo delicadamente em uma caixinha com outras frutas sem amassá-las. Os robôs guiados por visão conseguem até mesmo extrair cuidadosamente resíduos nucleares de reatores. Mas será que eles podem realmente competir com as incríveis capacidades da mão humana?



https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce8y137mz3xo.adaptado.
Até mesmo pegar algo tão simples como uma caneta, e movê-la por nossos dedos e adotar uma posição para escrever envolve uma integração perfeita entre o corpo e o cérebro.

De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:
Discrepâncias no volante


Minha esposa é um espetáculo no volante. Não tenho como me comparar com ela. Beatriz é capaz de ir de ré por muitas quadras. Estaciona em lugares apertados e improváveis. Não dá voltas à toa. Não tem medo da plateia no meio-fio.

Curiosamente, ela precisou fazer três vezes o exame de direção para obter a CNH. Foi reprovada nas duas primeiras tentativas por algumas distrações das quais ela nunca ficou sabendo. Pode ter sido qualquer detalhe − um amigo, Rodrigo, esqueceu de fechar o visor do capacete na moto e repetiu a prova.

Eu sou um motorista medíocre, não do tipo que acumula 40 pontos de infrações por ano, mas dirijo com limitações. Não me engano achando que velocidade é virtude. Eu me estendo na barra da direção como um gafanhoto, como se estivesse em carro-choque. Freio de modo abrupto no sinal vermelho.

Pois é, espantosamente, passei de primeira no exame de direção. A vida nem sempre é justa. Há justificativas racionais para o desequilíbrio, ou para a minha sorte azarada, ou para o seu azar sortudo.

Existe o impacto da quantidade de aulas práticas. Eu fiz o mínimo de aulas previsto: 20. Como acabei aprovado de cara, eu me acomodei no básico. Beatriz realizou 40 aulas, num investimento maior de prevenção.

A diferença etária também pesa. Fui tirar a carteira aos 25 anos, ela aos 18 anos. Não consegui internalizar o carro como a extensão do meu corpo. Quanto mais cedo você aprende a dirigir, mais apurado será o senso de proporção e de pertencimento mecânico.

Beatriz já entrou no universo das rodas com a idade mínima. O retrovisor é parte natural do seu globo ocular. Ela não hesita, conhece os dispositivos eletrônicos por impulso automático. Não sofre nenhum distanciamento com o para-brisa. Suas decisões são intuitivas e orgânicas.

Não se trata, portanto, de nenhum demérito ser reprovado no exame de direção. É tão somente resultado do nervosismo paralisante. Talvez a reincidência seja um feliz aperfeiçoamento, e você possa assim se tornar o melhor motorista da família.


Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado


https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2025/1/10/discre pancias-no-volante
Considerando a palavra "plateia" no trecho "Não tem medo da plateia no meio-fio" e as regras estabelecidas pelo Novo Acordo Ortográfico, assinale a alternativa correta sobre a grafia e acentuação da palavra.
Vianda: entre o feijão e a etimologia
(Marcelo Módolo e Henrique Braga)

Há palavras que nunca circularam amplamente pelo País, mas que seguem firmes e ativas em certos cantos do mapa. “Vianda” é um caso assim. No Rio Grande do Sul, ela está nos cardápios, nos almoços de trabalho e designa, com naturalidade, a marmita, seja a simples do dia a dia ou aquela de alumínio, com divisórias caprichadas para separar os alimentos – impedindo que o intrépido feijão se espalhe sem ser autorizado. Mais do que um regionalismo resistente, “vianda” carrega algo de identidade. E aí vem a pergunta: como uma palavra tão localizada conseguiu permanecer tão presente?

Uma pista importante está na própria história da palavra. Embora a origem remota esteja no latim vulgar vivanda, “aquilo que serve para viver”, o termo evoluiu no francês antigo para viande, com o sentido geral de “comida”. A partir daí – ou paralelamente, por via direta do latim – chegou ao espanhol como vianda, significando alimento preparado. É bastante provável, inclusive, que tenha sido por meio do espanhol – e não do português padrão – que o termo entrou e se enraizou no vocabulário gaúcho.

No cotidiano gaúcho, “vianda” não é apenas uma palavra que resiste – é um termo ativo, incorporado ao dia a dia de quem prepara, leva e consome comida feita em casa. Refere-se à refeição completa, com sustança: arroz, feijão, carne, farofa, salada, ovo – o que couber na marmita. Não tem afetação nem verniz gourmet. Ao contrário: é palavra direta, popular, útil.

Esse uso está tão sedimentado que aparece até em recados de restaurante. Em uma visita a Gramado, um destes articulistas encontrou a seguinte mensagem colada à parede: “Viandas apenas com carne serão cobradas à parte”. A frase é simples,mas diz muito. Ali, “vianda” já não nomeava apenas o conteúdo alimentar, mas também o recipiente – a marmita – por um processo de metonímia, bastante comum nas línguas naturais, em que o conteúdo passa a ser representado pelo continente. Isso ajuda a entender a vitalidade do termo: se antes vianda era só o que se comia, agora é também – talvez, principalmente – o modo de transportar o alimento, o gesto de levar, de conservar, de cuidar da própria refeição.

Esse tipo de transformação – quando uma palavra se desloca de um significado para outro sem perder sua base cultural – é um dos modos mais sutis e eficientes de uma língua seguir respirando.

Não deixa de ser simbólico que “vianda” venha, ainda que de longe, de vivĕre – o verbo latino para “viver”. É uma palavra que, desde a origem, está associada ao essencial – ao ato de manter-se vivo. E, ainda hoje, guarda esse núcleo de sentido. Quando alguém diz que vai levar a vianda, está dizendo que carrega o que lhe mantém em pé. Que prepara, com as próprias mãos ou com o cuidado de alguém próximo, o alimento que lhe acompanhará no meio do caminho. É linguagem do cotidiano, mas também linguagem da resistência. (https://jornal.usp.br/artigos/vianda-entre-o-feijao-e a-etimologia/, com adaptações)

As palavras “País”, “daí”, “gaúcho” e “útil” são acentuadas graficamente de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica.
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e em relação à acentuação, assinale a alternativa correta.
Terebentina


Vi recentemente uma frase que dizia: "As perguntas são mais importantes que as respostas". A princípio, isso me pareceu estranho, pois costumamos buscar respostas. No entanto, refletindo mais tarde, percebi a profundidade dessa ideia.

Lembrei de uma história contada por Rolando Boldrin sobre um homem que, ao seguir um conselho sem questionar, acabou causando a morte de seu cavalo. Outra situação ilustrativa foi um brasileiro em Portugal, que pediu um táxi para um restaurante no domingo, sem saber que o local estaria fechado.

Essas histórias reforçam a importância de formular boas perguntas. Recordo também de um trabalho acadêmico, onde meu orientador insistiu na formulação correta da questão-chave antes de avançar. Isso tornou o processo mais claro e eficaz.

Percebi que muitas vezes temos respostas prontas para perguntas mal formuladas ou inexistentes. Precisamos refletir mais sobre o porquê antes do quê. Saber perguntar é essencial para viver bem.

Concluo com uma reflexão do filósofo Lévi-Strauss a este respeito:

"Sábio não é aquele que responde às perguntas, mas quem as coloca."

Antonio Carlos Sarmento - Texto Adaptado



https://cronicaseagudas.com/2024/07/28/terebentina/
Com base nas novas regras de acentuação do Acordo Ortográfico de 1990, a palavra "ideia", presente no trecho "isso me pareceu estranho, pois costumamos buscar respostas. No entanto, refletindo mais tarde, percebi a profundidade dessa ideia", perdeu o acento gráfico. Qual é a explicação para essa mudança?

Farmácia literária

Imagine chegar ao consultório ou ao hospital com um incômodo qualquer e sair de lá com a prescrição de uma terapia intensiva de George Orwell, seguida de pílulas de Fernando Pessoa, emplastros de Victor Hugo e doses generosas de Monteiro Lobato. Você não leu errado: uma boa história ajuda a aliviar depressão, ansiedade e outros problemas que atingem a cabeça e o resto do organismo.

Quem garante esse poder medicamentoso das ficções são as inglesas Ella Berthoud e Susan Elderkin, que acabam de publicar no Brasil Farmácia Literária (Verus). Redigida no estilo de manual médico, a obra reúne cerca de 200 males divididos em ordem alfabética. Para cada um, há dicas de leituras.

As autoras se conheceram enquanto estudavam literatura na Universidade de Cambridge. Entre um debate sobre um romance e outro, viraram amigas e criaram um serviço de biblioterapia, em que apontam exemplares para indivíduos que procuram assistência. “O termo biblioterapia vem do grego e significa a cura por meio dos livros”, ressalta Ella.

O método é tão sério que virou política de saúde pública no Reino Unido. Desde 2013, pacientes com doenças psiquiátricas recebem indicações do que devem ler direto do especialista. Da mesma maneira que vão à drogaria comprar remédios, eles levam o receituário à biblioteca e tomam emprestados os volumes aconselhados.

A iniciativa britânica foi implementada com base numa série de pesquisas recentes que avaliaram o papel das palavras no bem-estar. Uma experiência realizada na Universidade New School, nos Estados Unidos, mostrou que pessoas com o hábito de reservar um tempo às letras costumam ter maior empatia, ou seja, uma capacidade ampliada de entender e se colocar no lugar do próximo. Outra pesquisa da também americana Universidade Harvard apontou que leitores ávidos são mais sociáveis e abertos para conversar.

E olha que estamos falando de ficção mesmo. No novo livro não vemos gêneros comoautoajuda ou biografia. “Eles já tinham o seu espaço, enquanto as ficções eram um recurso pouco utilizado. É difícil lembrar-se de uma condição que não tenha sido retratada em alguma narrativa”, esclarece Susan.

As autoras acreditam que é possível tirar lições valiosas do que fazer e do que evitar a partir da trajetória de heróis e vilões. “Ler sobre personagens que experimentaram ou sentiram as mesmas coisas que vivencio agora auxilia, inspira e apresenta perspectivas distintas”, completa.

As sugestões percorrem praticamente todas as épocas e movimentos literários da humanidade. A obra mais antiga que integra o livro é a epopeia ‘O Asno de Ouro’, assinada pelo romano Lúcio Apuleio, no século II, que serve de fármaco para exagero na autoconfiança. Há também os moderníssimos ‘Reparação’, do inglês Ian McEwan (solução para excesso de mentira), e ‘1Q84’, do japonês Haruki Murakami (potente para as situações em que o amor simplesmente termina).

Disponível em 20 países, cada edição de Farmácia Literária é adaptada para a cultura local, com a inclusão de verbetes e de literatos nacionais. “Nós precisamos contemplar as obras que formaram e moldaram o ideal daquela nação para que nosso ofício faça sentido”, conta Ella. No caso do Brasil, foram inseridos os principais textos de Machado de Assis, Guimarães Rosa e Milton Hatoum, que fazem companhia aos portugueses Eça de Queirós e José Saramago.

(Rosa Maria Miguel Fontes. Jornalista e Escritora. Disponível em: http://blogs.uai.com.br/contaumahistoria/farmaci a-literaria/. Abril de 2017. Com adaptações.)

Conforme a norma-padrão da Língua Portuguesa e a vigência do Novo Acordo Ortográfico, assinale a afirmativa que apresenta ERRO quanto à acentuação gráfica.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Vida sem filtro

Em casa, ouvi um barulho de água e encontrei a cozinha inundada. O aparelho de filtrar água estava vazando. Fechei o registro e contatei a assistência técnica, que explicou que o reservatório principal havia rompido devido à pressão excessiva. Bebi água mineral por dois dias até a substituição com um redutor de pressão.

No início, a saída de água tornou-se lenta, mas logo percebi que era uma pausa necessária, aproveitando a lentidão para apreciar a beleza da água. Era como se eu usasse um micro-ondas e tivesse mudado para um forno a gás... Refleti sobre a velocidade de nossos dias e a necessidade de "redutores de pressão" em nossa vida para apreciá-la melhor.

A tecnologia nos proporciona conveniência, mas também nos rouba tempo com sua incessante demanda de atenção. Precisamos encontrar um equilíbrio entre aproveitar suas facilidades sem perder o "reservo" principal: nossas próprias vidas.

Antonio Carlos Sarmento - Texto Adaptado


https://cronicaseagudas.com/2024/10/27/vida-sem-filtro/
No trecho "No início, a saída de água tornou-se lenta, mas logo percebi que era uma pausa necessária, aproveitando a lentidão para apreciar a beleza da água", a palavra "saída" é acentuada por:

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Satisfação com pequenas coisas traz bem-estar profundo, segundo cientistas


Procure alegria nas pequenas coisas. Este conselho popular existe há muito tempo. Mas existe realmente algum benefício nesta prática?


Segundo a ciência, há, sim, algum benefício em saborear momentos rápidos de alegria − também conhecidos como "microalegrias".


Seja saboreando uma xícara de café, realizando um ato de gentileza ou assistindo a um vídeo engraçado, encontrar alegria nas pequenas coisas, além de trazer benefícios temporários, segundo pesquisas, é um investimento no bem-estar a longo prazo.


No nível fisiológico, microalegrias melhoram nosso nervo vago. Isto é importante, pois o nervo vago é responsável pelo sistema de piloto automático do nosso corpo, que regula processos sobre os quais não temos que pensar − como a frequência cardíaca, a digestão e a respiração. O nervo vago também está ligado a transtornos de humor e ansiedade e à regulação do estresse, portanto, quanto mais estimulado, melhor.


A nível social, emoções positivas aprimoram os relacionamentos e levam a uma conexão momentânea entre pessoas que auxilia a saúde e aumenta a esperança de vida.


Experimentar emoções positivas não só ajuda na felicidade momentânea, como nos ajuda a desenvolver qualidades como otimismo, protegendo-nos contra sofrimento e problemas de saúde mental no futuro.


Mesmo o envolvimento em apenas algumas microalegrias diárias contribui para a felicidade momentânea e ajuda a desenvolver a nossa autorregulação. Esta é a nossa capacidade de administrar impulsos para atingir um objetivo ou estabelecer um hábito.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/czqqne9dg12o.adaptado.

"Segundo a ciência, há, sim, algum benefício em saborear momentos rápidos de alegria − também conhecidos como microalegrias."
Assinale a alternativa correta de acordo com as regras de acentuação gráfica.
Ensino a distância no Brasil é uma pseudodemocratização, afirma professor da USP


A recente regulamentação do ensino a distância (EaD) no país traz avanços, mas ainda não garante a qualidade necessária na formação universitária. O professor Daniel Cara, da Universidade de São Paulo (USP), ressalta que, embora a nova norma ajude a organizar o setor, ainda prioriza o lucro em vez da formação de qualidade.


Cara argumenta que a educação de qualidade deve ser predominantemente presencial. Ele destaca que cursos como medicina, enfermagem, odontologia e licenciaturas necessitam de interação constante entre alunos, professores e práticas. A nova legislação limita o ensino remoto em áreas como saúde, psicologia e direito, exigindo que ao menos 20% das aulas sejam presenciais ou síncronas. Para o professor, esse é um avanço modesto, dado que anteriormente muitos cursos não exigiam aulas ao vivo.


Ele expressa preocupação com a chamada democratização do ensino. Apesar de reconhecer que o EaD ampliou o acesso ao ensino superior, alerta que isso ocorreu em detrimento da qualidade das formações. Para Cara, muitos estudantes optam por EaD por necessidade, principalmente aqueles de contextos de vulnerabilidade, onde um diploma significa uma oportunidade no mercado de trabalho. No entanto, ele observa que muitos acabam enfrentando dificuldades após a conclusão do curso, em vez de encontrar melhores oportunidades.


Cara também aponta que, embora haja exemplos de alunos bem-sucedidos em cursos a distância, esses casos são a exceção. Ele critica a valorização excessiva do certificado em detrimento do aprendizado efetivo.


Além disso, o professor destaca o papel das instituições privadas na deterioração da qualidade do ensino superior. Segundo ele, muitas dessas instituições priorizam o lucro e não têm compromisso com a educação, resultando em um crescimento desordenado do setor. Ele afirmou que a nova regulamentação é um passo na direção certa, pois estabelece critérios mínimos para o funcionamento dos cursos EaD e exige que as instituições ofereçam infraestruturas adequadas, como polos presenciais com professores.


Outra importante mudança foi a criação da categoria de cursos semipresenciais, que devem ter pelo menos 70% da carga horária presencial. O educador acredita que essa alteração pode impactar as margens de lucro das instituições, enviando um recado claro: a expansão do ensino deve ser feita de forma mais equilibrada, priorizando a qualidade.


Cara afirma que é necessário um controle mais rigoroso das instituições privadas de ensino superior e considera que essa nova legislação é apenas o primeiro passo. Ele vê a educação superior como fundamental para o desenvolvimento do país e espera que as instituições cumpram o papel de oferecer a educação que o povo merece.


Fonte: Ensino à distância no Brasil é uma pseudodemocratização, afirma professor da USP | Folha do Noroeste
Assinale a alternativa cuja palavra seja paroxítona:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Levanta o braço

Ela teve um dia muito agitado na firma. Foram muitos contatos, vendas, contratos, cobranças... Enfim, ela havia pulado mais que pipoca em óleo quente.

Quando chegou em casa, foi direto dar banho nos garotinhos. Em um determinado momento, ela falou para um dos meninos, que, como qualquer criança da idade dele, só queria brincar embaixo do chuveiro:

− Lucas! Para quieto! Eu quero dar banho em você. Vamos, meu filho, ajuda a mamãe! Eu ainda tenho que fazer a janta. Levanta o braço para eu lavar o escritório.

O garotinho parou de brincar, olhou para a mãe e perguntou:

− Lavar o quê, mãe?


Edilson Rodrigues Silva - Texto adaptado

https://tudoportugues.com/cronicas-curtas-para-sala-de-aula/#google_v ignette
Com base nas regras de acentuação gráfica da Língua Portuguesa, assinale a alternativa que explica corretamente a razão do acento nas seguintes palavras do texto: só, você, óleo e escritório.
Por que tantos adultos tomam remédio para tratar TDAH?


Apesar do aumento da consciência em relação ao TDAH nas últimas duas décadas, a realidade é que muitas pessoas, especialmente mulheres e indivíduos de grupos étnicos minoritários, não recebem diagnóstico de TDAH durante a infância.

Ao contrário da depressão ou ansiedade, diagnosticar o TDAH em fase adulta é uma tarefa complexa. O processo de diagnóstico, seja em crianças ou não, requer, em primeiro lugar, a identificação de traços que se assemelham ao TDAH. Esses traços precisam ser graves e persistentes o suficiente para impactar negativamente a capacidade de a pessoa ter uma vida saudável e funcional.

Um indivíduo comum pode apresentar alguns sintomas que lembram o TDAH, o que torna desafiador distinguir entre características semelhantes ao TDAH - como esquecer chaves, manter uma mesa desorganizada ou ter a mente vagando durante tarefas monótonas - e um transtorno médico que requer diagnóstico.

Uma vez que não existe um teste objetivo para diagnosticar o TDAH, os médicos frequentemente realizam entrevistas estruturadas com os pacientes, coletam informações de familiares por meio de escalas de avaliação e analisam registros clínicos para chegar a um diagnóstico preciso.

Os desafios no diagnóstico também são notados por profissionais de saúde mental, incluindo psiquiatras, devido às semelhanças do TDAH com outras condições. Curiosamente, a dificuldade de concentração é o segundo sintoma mais comum em todos os distúrbios psiquiátricos.

A complexidade é ainda maior porque o TDAH é um fator de risco para várias condições com as quais compartilha características. Por exemplo, a constante exposição a feedbacks negativos pode levar adultos com TDAH a desenvolverem sintomas secundários de depressão e ansiedade.

O diagnóstico preciso exige um profissional de saúde habilidoso e bem treinado, disposto a investir o tempo necessário para coletar minuciosamente o histórico do paciente. Considerando as circunstâncias da pandemia, embora haja alguns fatores evidentes, ainda não está claro o quanto eles têm contribuído para o aumento nas prescrições de estimulantes.

No ano de 2021, os EUA ainda estavam no ápice da pandemia. As pessoas enfrentavam perdas de emprego, desafios financeiros e as complexidades do trabalho remoto, enquanto equilibravam responsabilidades como a educação online de seus filhos. Insegurança e incerteza eram sentimentos generalizados, com muitas famílias lamentando a perda de entes queridos.

A pandemia impactou a todos, mas as evidências sugerem que as mulheres foram afetadas de maneira mais intensa. Isso possivelmente levou a um aumento proporcional na busca por tratamentos estimulantes para auxiliar na adaptação às exigências do cotidiano.

Adicionalmente, com restrições em espaços recreativos presenciais, as pessoas passaram a investir mais tempo nas plataformas digitais. Em 2021, o conceito de "neurodiversidade" ganhou força nas discussões online sobre justiça social. Esse termo, que não possui conotação médica, aborda a vasta gama de processos cerebrais que diferem do padrão convencional.

Na mesma época, a hashtag #ADHD se tornou uma tendência relevante no TikTok, com relatos divertidos sobre perdas de objetos, procrastinação e características do TDAH. Entretanto, mesmo com a proliferação de conteúdo online relacionado ao TDAH, uma pesquisa conduzida no Canadá classificou os vídeos do TikTok com a hashtag #ADHD em categorias baseadas em precisão e utilidade. O achado foi notável: a maioria dos vídeos era imprecisa. Somente 21% das postagens ofereciam informações corretas e úteis.

Dessa forma, em meio à comunidade online em crescimento, muitas pessoas recentemente diagnosticadas com TDAH não estão, de fato, sofrendo desta condição. Pesquisas mostram que outros confundiram TDAH com transtornos surpreendentemente comuns, como leves problemas de atenção que não atingem o nível de gravidade para serem considerados TDAH.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3g8d5pj08go. Adaptado.


Apesar do aumento da consciência em relação ao TDAH nas últimas duas décadas, a realidade é que muitas pessoas, especialmente mulheres e indivíduos de grupos étnicos minoritários, não recebem diagnóstico de TDAH durante a infância.

De acordo com as regras de acentuação gráfica, é CORRETO afirmar que:
Texto I
'Ser bom ou mau é escolha': confira entrevista com o filósofo e professor Mario Sergio Cortella

Por Patrícia Santos Dumont - Em 05/12/2019

Quem é você? Justo, generoso ou intolerante e ganancioso? Tem mais vícios ou virtudes? Costuma ser bom o tempo todo ou às vezes se pega fazendo pequenas maldades? Já parou para refletir sobre os próprios comportamentos e o que o levou a tê-los: circunstâncias da vida ou escolhas que fez? Sobre isso e as possibilidades de sermos “anjos ou demônios” bati um papo – descontraído, apesar do tema – com o filósofo, professor e escritor Mario Sergio Cortella.

Patrícia - Como se deu a concepção de “Nem Anjos Nem Demônios”, seu livro com a Monja Coen?
Cortella - Tenho outros livros, nessa coleção, sobre ética, política, sobre moral, esperança. Mas nunca tinha colocado num diálogo mais direto alguém com a marca da filosofia ocidental, da religiosidade ocidental, como eu, e alguém ligado à concepção oriental asiática, caso da Monja. Juntamos essas duas formas mais usuais de entendimento sobre essa temática para trazer um debate mais forte sobre o que acontece no cotidiano, a necessidade de pensar a vida como escolha. A noção do bem e do mal como resultado de decisões e não como fatalidades.

Ser bom ou ser mau, portanto, não tem a ver com as circunstâncias da vida? Não somos o que somos levados a ser? São escolhas? Essa ideia de que as escolhas feitas são sem alternativa não é uma percepção que a gente possa ter. A ideia de liberdade de escolha que temos é o que se chama de livre arbítrio. Quando alguém é movido por circunstâncias opressivas e tem uma reação a isso, até o campo da legislação criminal ou penal admite como sendo um atenuante. Mas, no conjunto das vezes, não é a circunstância que gere. Para mim, não é a ocasião que faz o ladrão. A ocasião apenas o revela. A decisão de ser ladrão ou não é anterior à ocasião. Há milhares de pessoas que encontram ocasião todos os dias, de desviar, de ter uma conduta negativa, e não o são. Portanto, a ocasião apenas permite que a pessoa se mostre naquilo que decidiu ser.

Patrícia - Na primeira página do livro, vocês falam sobre vícios e virtudes, que seriam qualidades negativas e positivas, certo? Podemos, então, dizer que tudo bem ter vícios, já que também são qualidades?
Cortella - Sim. Eles existem na sua contraposição. Nós não elogiamos os vícios, apenas admitimos a existência deles. O fato de a gente ter doenças não significa que isso se sobreponha à nossa forma desejada de saúde. Por isso, a constatação da existência dos vícios apenas nos deixa em estado de alerta. Apenas sei que eles existem e que são possíveis em outras pessoas e também em mim. Neste sentido, admitir a presença de vícios é saber que nossa humanidade conta com essa condição, mas que não podemos, em nome da ideia de que errar é humano, justificar qualquer erro porque uma parte grande deles são escolhas. Não está tudo bem, então, em ser “mau” de vez em quando? Isso não nos ajudaria a levar a vida com mais leveza, mantendo um certo equilíbrio?

Não, não está tudo bem. É preciso não se acomodar com a ideia porque quando se diz nem anjos nem demônios não se está dizendo tanto faz, está se fazendo um alerta. O alerta é: nós podemos ser angelicais ou demoníacos. Cuidado! Ser angelical, isto é, ser alguém que se move pela bondade, é algo desejável. Ser alguém que se move pela maldade é uma possibilidade também. Ser anjo ou demônio é uma escolha.

Mas não traria mais leveza para nossa existência se a gente tivesse a permissão, talvez, de em alguns momentos tender mais para um do que para outro extremo?

Olha, poderia até tornar a vida mais emocionada, mas não há necessidade disso. Nós, humanos, temos uma coisa, até um sinal de inteligência nas espécies, que são os jogos, nossa capacidade lúdica. Quando você vê uma partida de futebol, uma disputa dentro de quadra, quando você tem um grupo jogando truco, existe ali a possibilidade de vencer o outro, de brincar com ele. O jogo é exatamente essa possibilidade do exercício eventual de algumas coisas que não são só angelicais. Eu, por exemplo, sou jogador de truco, um jogo que tem por finalidade brincar com o adversário, tripudiar, fingir que se tem uma carta. Na vida, eu não faria isso. Mas no truco eu posso. Então, sim, há momentos em que essa permissão vem à tona. Onde pode? No teatro, no cinema, na música, no jogo. A gente sabe que a brincadeira é séria, mas é brincadeira.

Nem todo mundo é bom ou mau o tempo todo. Mas muitos de nós buscam ser mais bons do que maus. É da natureza humana?

Em grande medida, nós desejamos primeiro a ideia de bondade que supere a maldade. Quando ninguém escapa de fazê-lo e quando a pessoa não é alguém marcada por algum tipo de desvio psiquiátrico, em grande medida preferimos a bondade à maldade porque ela nos faz ser aceitos, há uma solidariedade maior em relação à convivência. Isso também nos leva a receber de volta mais situações de bondade. Há pessoas que caminham numa trajetória da maldade como sendo sua escolha mais expressiva, mas são as que consideramos moralmente adoentadas, com algum tipo de desvio psiquiátrico ou com uma perspectiva de existência em que só consegue se glorificar na maldade. Ainda assim, o número de pessoas que têm essa perspectiva é muito reduzido, do contrário, nossa vida em comunidade já teria se rompido há muito tempo. O que não significa que a gente não tem em nós essa postura angelical como sendo uma escolha, e também a demoníaca como possibilidade. (...)

Disponível em https://www.hojeemdia.com.br/plural/ser-bom-ou-mau-%C3%A9-escolha-confira-com-o-fil%C3%B3sofo-e-professor-mario-sergio-cortella-1.760617.
Sobre a acentuação das palavras destacadas nas orações a seguir, considere o excerto abaixo:
- “Nós, humanos, temos uma coisa, até um sinal de inteligência nas espécies, que são os jogos, nossa capacidade lúdica.
Assinale a alternativa correta.
Casos Caninos: Quatro Amores


Atendendo a um pedido da minha avó, levei uma velha tia solteirona de São Paulo ao sul da Bahia. Ela era infeliz e detestava tudo. Durante a viagem, reclamou incessantemente do carro, do motorista e de tudo ao redor.

Ao chegar, fui à praia sozinho e encontrei um cachorro branco e peludo que se aproximou de mim. Minha tia insultou o animal, mas eu o tratei carinhosamente.

O cachorro, como se entendesse meus desejos, urinou nas coisas da minha tia, que ficou furiosa. Mais tarde, o cachorro voltou com outros dois cães, causando mais confusão. Um senhor apareceu, trazendo os itens roubados pelos cães e se desculpando. Ele tratou minha tia com gentileza e conseguiu fazê-la sorrir.

Para resumir a história, a tia acabou se casando com o homem. Um ano depois eu fui visitá-la naquela praia. Ela estava irreconhecível: sorria o tempo todo, não se queixava de nada e dividia alegremente sua cama de casada com os três cachorros, que se alternavam em seu colo e que ao lado do marido eram os quatro amores de sua vida.


André C S Masini - Texto Adaptado


https://www.casadacultura.org/andre_masini/artigos/2004/Fev/cs_canin os_4amores.html
Assinale a alternativa que apresenta a justificativa correta da acentuação da palavra AVÓ em "Atendendo a um pedido da minha AVÓ, levei uma velha tia solteirona de São Paulo ao sul da Bahia":

O Código de Defesa do Consumidor não se preocupou em conceituar positivamente o instituto da publicidade até porque não é esta sua função primordial. Assim, por não tratar diretamente de uma definição do que seja publicidade, o estudioso do Direito do Consumidor deve, primeiramente, buscar o conceito deste complexo instituto fora dos limites do direito. O legislador, entretanto, tratou de legislar de forma negativa o conceito de publicidade, haja vista que determinou definições legais sobre o que seja publicidade enganosa e abusiva em seu artigo 37 e parágrafos, fazendo entender que os anúncios que não se coadunem com estes dispositivos possam ser vistos como legais, por inexistência de proibição específica. Conforme disposto nos parágrafos 1º e 2º do artigo 37 do Código de Defesa do Consumidor, é considerada publicidade enganosa qualquer modalidade de informação ou comunicação de caráter publicitário que seja inteira ou parcialmente falsa, ou, por qualquer outro modo, capaz de induzir a erro o consumidor sobre a natureza, característica, qualidade, quantidade, propriedade, origem, preço ou quaisquer outros dados sobre produtos e serviços.

A publicidade é toda atividade intermediária entre o processo de venda e compra de bens para obtenção de um maior número vendas através de um chamamento vinculado por qualquer meio de comunicação com conteúdo comercial. Ela é considerada abusiva quando gera discriminação, provoca violência, explora o medo e a superstição do consumidor, aproveita da inocência da criança, desrespeita valores ambientais e induz a comportamentos prejudiciais — saúde e — segurança. A regra legal do artigo 30, do Código de Defesa do Consumidor, não deixa dúvidas de que “toda informação ou publicidade, suficientemente veiculada por qualquer forma ou meio de comunicação…” deve obedecer — diretrizes legais ali contidas.

Relacionado entre os direitos básicos do consumidor, definidos no artigo 6°, III, do Código de Defesa do Consumidor, está o direito à informação, verdadeira preocupação dos elaboradores da lei, visto que os danoseminentes de uma oferta publicitária mal elaborada são de ordem irreparável para os consumidores e, algumas vezes, para o próprio fornecedor. O artigo 30, do Código de Defesa do Consumidor, veio enfatizar e transformar em princípio a obrigatoriedade de informações que devem ser propostas pelo fornecedor que deseja contratar, não sendo admitido que uma informação publicitária ou uma oferta veiculada pelo sistema de envio de mensagens pela internet não possa ser submetido ao crivo da Legislação Consumerista.

As informações vinculadas pelas mensagens de massa não solicitadas devem seguir o disposto no artigo 31, do Código de Defesa do Consumidor, e trazer informações corretas, claras, precisas, ostensivas e em língua portuguesa sobre suas características, qualidade, quantidade, composição, preço, garantia e prazos de validade. Caso a mensagem de massa não solicitada não cumpra tais requisitos, poderá ser incluída entre as práticas de publicidade abusiva ou enganosa e sujeitar o fornecedor às sanções previstas para esta atividade, conforme disposto no artigo 37 e parágrafos do Código de Defesa do Consumidor.

Em regra, as mensagens de massa não solicitadas são enviadas pela internet e algumas através de telefonia celular. Neste segundo caso, especificamente, deve-se aplicar o disposto no artigo 33, pois isto ocorre através de verdadeira oferta por telefone, devendo o fornecedor disponibilizar em sua publicidade o nome do fabricante e seu endereço. Além disso, o Código de Defesa do Consumidor proíbe a promoção de publicidade enganosa ou abusiva e prevê pena de três meses a um ano de prisão e multa para quem incorrer na prática. O ideal é que a publicidade feita em panfletos, anúncios em jornais, revistas, rádios ou emissoras de TV seja clara, objetiva e que tenha veracidade. O fornecedor, na publicidade de seus produtos ou serviços, manterá em seu poder, para informação aos interessados, os dados fáticos, técnicos e científicos para provar a veracidade das publicidades, devendo cumprir tudo o que foi anunciado.

(Disponível em: http://estadodedireito.com.br/publicidade-e-oferta-no-codigo-de-defesa-do-consumidor/. Acesso em: 10/06/2019. Com adaptações.)

As palavras “violência” (2º§) e “língua” (4º§) são classificadas, correta e respectivamente, como:
Mochilas mais leves

Envelhecer tem suas vantagens, uma delas é desiludir-se, como dizem os orientais. Desiludir-se, apesar da conotação negativa, é libertador. Embora a palavra tenha tomado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade, faz um bem danado. Sentamos calmamente e descartamos ilusões: conceitos ultrapassados, preconceitos, lembranças e mágoas inúteis. Livrar-se dessas pedras do caminho nos torna mais leves e tolerantes.

Muitos sexagenários compartilham dessa visão, enquanto outros mantem suas mochilas cheias de pedras, construindo fortalezas sombrias e rancorosas. A TV e a publicidade, que hoje direcionam as nossas decisões, contribuem para essa carga, promovendo uma falsa felicidade baseada em juventude eterna. A busca obsessiva por uma vida saudável em todas as idades é exaustiva. Claro que sexo é vida, mas também é vida acordar preguiçosamente na segunda-feira, pegar um ônibus ou cortar as unhas.

Ser feliz não exige saltar de paraquedas ou possuir um off-road 4x4. Continuamos vivendo minuto a minuto, desde o nascimento até o fim. Para mim, viver é tudo isso, não apenas o que a moda, novelas ou publicidade ditam. As maiores ilusões são as pedras em nossos sapatos, até que tomamos coragem e pisamos na vida real, livres delas.


Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/mochilas-mais-lev es-1.3293334
No trecho:
Muitos sexagenários compartilham dessa visão, enquanto outros mantem suas mochilas cheias de pedras, construindo fortalezas sombrias e rancorosas.
Sobre o uso da acentuação gráfica na palavra "sexagenários", é correto afirmar que:
A respeito da acentuação gráfica de certas palavras, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) As palavras “capítulo”, “lâmpada” e “Mossoró” devem, obrigatoriamente, receber acento gráfico.
( ) As palavras “baú” e “país” são acentuadas pela mesma regra.
( ) As palavras “heroico” e “feiura” não devem ser acentuadas, assim como “ideia”.
A importância do lazer para nossa saúde e bem−estar


O lazer é uma área que vem crescendo em estudos e em investimentos também.

É uma ideia advinda dos fins do século XIX e iníciodo XX, quando momentos de trabalho e de lazer puderam ser aliados. Uma grande indústria em torno das atividades de lazer é construída a cada dia que passa, mas o fato é que ter momentos de lazer contribui para a qualidade de vida e, principalmente, para a saúde.

A preocupação com o trabalho e com a correria do dia a dia faz com que muitos imaginem que momentos delazer são somente quando realmente saímos da rotina,viajamos, mas eles podem estar em todos os momentos do dia a dia.

Para alguns, ele pode ser um descanso, uma mera válvula de escape, e para outros ele pode ser momento de construir boas relações, de adquirir conhecimento, fazer alguma coisa diferente.

O fato é que combater o estresse físico, mental e psicológico se alia à boa saúde. As atividades de lazer sãoformas de divertimento, descanso ou desenvolvimento quepodem trazer inúmeros benefícios, não só para sua saúde física, como para sua saúde mental e psicológica, que são tão importantes quanto a saúde física.


Temporada Livre. Adaptado.
Considerando−se a concordância verbal, assinalar a alternativa CORRETA.
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