Em relação ao instrumental Parecer Social, é correto afirmar:
Qual é a principal preocupação da biossegurança em relação aos resíduos biológicos?
No mundo inteiro, muitas mulheres sofrem abusos, desrespeito e maus-tratos durante o parto nas instituições de saúde. Tal tratamento não apenas viola os direitos das mulheres ao cuidado respeitoso, mas também ameaça o direito à vida, à saúde, à integridade física e à não-discriminação (OMS,2014). São categorias de desrespeito e abuso relacionados à assistência obstétrica:
Segundo a Lei Nº 8.080/1990, compreende-se pela Medida Socioeducativa – Internação:

Escorrendo


Aos 5 anos de idade o mundo é esmagadoramente mais forte do que a gente. (Aos 30 também, mas aprendemos umas manhas que, se não anulam a desproporção, ao menos disfarçam nossa pequenez.)

A ignorância não é uma bênção, é uma condenação: compreender a origem dos nossos incômodos faz uma grande diferença. Mas como, com tão poucas palavras ao nosso dispor? Palavras são ferramentas que usamos para desmontar o mundo e remontá-lo dentro da nossa cabeça. Sem as ferramentas precisas, ficamos a espanar parafusos com pontas de facas, a destruir porcas com alicates.

Com 2 anos, meu nariz escorria sem parar na sala de aula. Eu não sabia assoar, nem sequer sabia que existia isto: assoar. Apenas enxugava o que descia na manga do uniforme, conformado, até ficar com o nariz assado.

Lembro-me bem da sensação da meia sendo comida pela galocha enquanto eu andava. A cada passo, ela ia se engorovinhando mais e mais na frente do pé, faltando no calcanhar, e eu aceitava o infortúnio como se fosse uma praga rogada pelos deuses, uma sina. Não passava pela minha cabeça trocar de meia, desistir da galocha, pedir ajuda aos adultos: a vida era assim, não havia o que fazer.

Numas férias, meu pai apareceu antes do combinado para pegar minha irmã e eu na casa dos meus avós. Durante 400 quilômetros, falou que existiam pessoas boas e pessoas más, que aconteciam coisas que a gente não conseguia entender, que mesmo as pessoas más podiam fazer coisas boas e as pessoas boas, coisas más. Já quase chegando a São Paulo, contou que nosso vizinho, de 6 anos, tinha levado um tiro. Naquela noite, enquanto as crianças da rua brincavam – mais quietas do que o habitual, sob um véu inominável –, um dos garotos disse: “Bem feito! Ele é muito chato”.

Hoje, penso que pode ter sido sua maneira de lidar com uma realidade esmagadoramente mais forte do que ele. Meu vizinho, felizmente, sobreviveu. Nossa ingenuidade é que não: ficou ali, estirada entre amendoeiras e paralelepípedos, sendo iluminada pela lâmpada intermitente de mercúrio, depois que todas as crianças voltaram para suas casas.



Fonte: Crônica de Antônio Prata. Escorrendo. Disponível em: https://novaescola.org.br/arquivo/vem-que-eu-teconto/pdf/escorrendo.pdf



A caracterização do texto “Escorrendo” como crônica ocorre porque:

Escorrendo


Aos 5 anos de idade o mundo é esmagadoramente mais forte do que a gente. (Aos 30 também, mas aprendemos umas manhas que, se não anulam a desproporção, ao menos disfarçam nossa pequenez.)

A ignorância não é uma bênção, é uma condenação: compreender a origem dos nossos incômodos faz uma grande diferença. Mas como, com tão poucas palavras ao nosso dispor? Palavras são ferramentas que usamos para desmontar o mundo e remontá-lo dentro da nossa cabeça. Sem as ferramentas precisas, ficamos a espanar parafusos com pontas de facas, a destruir porcas com alicates.

Com 2 anos, meu nariz escorria sem parar na sala de aula. Eu não sabia assoar, nem sequer sabia que existia isto: assoar. Apenas enxugava o que descia na manga do uniforme, conformado, até ficar com o nariz assado.

Lembro-me bem da sensação da meia sendo comida pela galocha enquanto eu andava. A cada passo, ela ia se engorovinhando mais e mais na frente do pé, faltando no calcanhar, e eu aceitava o infortúnio como se fosse uma praga rogada pelos deuses, uma sina. Não passava pela minha cabeça trocar de meia, desistir da galocha, pedir ajuda aos adultos: a vida era assim, não havia o que fazer.

Numas férias, meu pai apareceu antes do combinado para pegar minha irmã e eu na casa dos meus avós. Durante 400 quilômetros, falou que existiam pessoas boas e pessoas más, que aconteciam coisas que a gente não conseguia entender, que mesmo as pessoas más podiam fazer coisas boas e as pessoas boas, coisas más. Já quase chegando a São Paulo, contou que nosso vizinho, de 6 anos, tinha levado um tiro. Naquela noite, enquanto as crianças da rua brincavam – mais quietas do que o habitual, sob um véu inominável –, um dos garotos disse: “Bem feito! Ele é muito chato”.

Hoje, penso que pode ter sido sua maneira de lidar com uma realidade esmagadoramente mais forte do que ele. Meu vizinho, felizmente, sobreviveu. Nossa ingenuidade é que não: ficou ali, estirada entre amendoeiras e paralelepípedos, sendo iluminada pela lâmpada intermitente de mercúrio, depois que todas as crianças voltaram para suas casas.



Fonte: Crônica de Antônio Prata. Escorrendo. Disponível em: https://novaescola.org.br/arquivo/vem-que-eu-teconto/pdf/escorrendo.pdf



Há, no texto, termos utilizados em um sentido claramente conotativo, figurado, também chamado de sentido metafórico ou simbólico. Qual termo não possui esse sentido?
Entre as opções a seguir, qual é identificada como um fator de risco para o desenvolvimento de abuso de substâncias entre adolescentes?
Analise as seguintes afirmativas sobre o adolescente e o trabalho.

I – O trabalho durante a adolescência pode promover o desenvolvimento de habilidades importantes, como responsabilidade e gestão do tempo.
II – A legislação brasileira proíbe qualquer forma de trabalho para menores de 16 anos, exceto na condição de aprendiz, a partir dos 14 anos.
III – O envolvimento em atividades de trabalho pode ter sempre um impacto negativo no desempenho acadêmico dos adolescentes.
IV – O trabalho antes dos 18 anos é amplamente incentivado no Brasil como forma de promover a autonomia financeira dos jovens.
V – Experiências de trabalho durante a adolescência estão associadas exclusivamente a consequências negativas, como estresse e exploração.

Estão corretas as afirmativas:
Aponte a alternativa que apresenta a estrutura obrigatória na formulação de um laudo psicológico:
A doença de Chagas, causada pelo parasita _______________ e transmitida principalmente pelo inseto vetor conhecido como barbeiro, é uma das principais doenças negligenciadas no Brasil. Estima-se que cerca de 6 milhões de pessoas estejam infectadas no país. O parasita causador da doença que completa a lacuna é:
O quadro clínico da Esofagite eosinofílica varia de acordo com a faixa etária do paciente. Diferentemente das crianças, em adultos, entre os sintomas mais comuns, está:
Indique qual dos movimentos abaixo acontece no plano sagital de movimento.
Podemos afirmar que a pulsação do ápice do coração é chamada:
Acerca da epidemiologia do câncer de pulmão no Brasil, assinale a alternativa correta.
Durante o trabalho a 04 mãos, quando se executa procedimentos no arco inferior, o operador destro assume uma posição de trabalho de 12 horas e o Auxiliar deverá assumir:
A segurança do trabalho é fundamental para prevenir acidentes e garantir a saúde ocupacional dos trabalhadores e apresenta como objetivos:
Quais são os princípios básicos da biossegurança em um laboratório?

I. Identificar e avaliar os riscos.
II. Implementar medidas de controle de riscos.
III. Fornecer treinamento adequado aos funcionários.
IV. Manter registros detalhados das experiências.
Uma das técnicas padronizadas para o exame físico obstétrico é a detecção de edema realizando a compressão manual, por alguns segundos, nos seguintes locais:
Qual dos seguintes exames é mais indicado para avaliar a integridade funcional dos nervos sensoriais em pacientes com suspeita de esclerose Múltipla?
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