O sinal indicativo da crase é obrigatório, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, na palavra destacada em:
     Os aviões, estou convencida, são as melhores
salas de leitura da modernidade — até me pergunto se
têm me dado mais prazer como viajante ou como leitora.
Ali ninguém nos interrompe, cessam as solicitações
doméstico/profissionais, o telefone não toca e, na maior
parte do tempo, não há sequer um panorama capaz de
nos distrair. Além disso, a consciência está tranquila,
porque só o fato de estarmos no avião já representa o
cumprimento de um dever. Enfim, no avião a leitura
recupera seu status de direito sagrado.
     Pois bem, estava eu recentemente acima das
nuvens, em pleno usufruto desse direito. Lia uma pequena
antologia de literatura fantástica. Cinco contos sobre
casas mal-assombradas. E me encontrava bem no meio
de um conto [...] quando o avião aterrissou. Resisti o quanto
pude, fui a última a levantar, mas não houve jeito, tive
que fechar o livro e deixar a personagem trancada num
quarto enquanto o terrível fantasma esmurrava a porta.
     Era uma viagem de trabalho, a minha. Tinha
compromisso. Mas atravessei o saguão do aeroporto
ainda com aquela angústia gerada pelo conto, olhei o
relógio, fiz o cálculo e vi que sim, era possível. Então
sentei em uma das tantas poltronas, e bastou-me abrir
o livro onde o tinha deixado para, em meio à gente toda
que ia e vinha, em meio ao burburinho e aos chamados
do alto-falante, voltar ao escuro silêncio do quarto
assombrado, em que atrás da porta um fantasma
esmurrava e esmurrava.
     Quando acabei a leitura e emergi outra vez no
aeroporto, estava duplamente feliz. Feliz por ter acabado
a história, por ruminar essa sensação de coisa feita
que a leitura nos dá — não de coisa feita por outro e
meramente partilhada, mas realizada, como se nós
mesmos tivéssemos desenhado de um só traço um ovo
ou um círculo. E feliz porque confirmava que, apesar
do olhar profissional crítico, analítico, quase frio com que
hoje em dia me aproximo de um texto, apesar de ter
marcado aquele conto com várias observações técnicas,
eu conservava intacto o verdadeiro prazer da leitura.

COLASANTI, Marina. Fragatas para terras distantes. (com adaptações).
Das palavras abaixo, a única que se grafa com s é

Sobre as características da auditoria, analise as informações a seguir.

I - A auditoria interna não avalia os controles internos, e a auditoria externa os elabora, modifica e implanta na empresa auditada.

II - A auditoria independente deverá ser exercida somente por contador, registrado no Conselho Regional de Contabilidade.

III - A auditoria interna é dependente da empresa, e a auditoria externa deve realizar testes nos controles internos e modificá-los, quando necessário.

IV - A principal característica da auditoria interna é a independência, ou seja, não possui vínculo com a empresa.

Está correto APENAS o que se afirma em

Dentre as desvantagens do elevado grau de centralização de autoridade está a

     Os aviões, estou convencida, são as melhores
salas de leitura da modernidade — até me pergunto se
têm me dado mais prazer como viajante ou como leitora.
Ali ninguém nos interrompe, cessam as solicitações
doméstico/profissionais, o telefone não toca e, na maior
parte do tempo, não há sequer um panorama capaz de
nos distrair. Além disso, a consciência está tranquila,
porque só o fato de estarmos no avião já representa o
cumprimento de um dever. Enfim, no avião a leitura
recupera seu status de direito sagrado.
     Pois bem, estava eu recentemente acima das
nuvens, em pleno usufruto desse direito. Lia uma pequena
antologia de literatura fantástica. Cinco contos sobre
casas mal-assombradas. E me encontrava bem no meio
de um conto [...] quando o avião aterrissou. Resisti o quanto
pude, fui a última a levantar, mas não houve jeito, tive
que fechar o livro e deixar a personagem trancada num
quarto enquanto o terrível fantasma esmurrava a porta.
     Era uma viagem de trabalho, a minha. Tinha
compromisso. Mas atravessei o saguão do aeroporto
ainda com aquela angústia gerada pelo conto, olhei o
relógio, fiz o cálculo e vi que sim, era possível. Então
sentei em uma das tantas poltronas, e bastou-me abrir
o livro onde o tinha deixado para, em meio à gente toda
que ia e vinha, em meio ao burburinho e aos chamados
do alto-falante, voltar ao escuro silêncio do quarto
assombrado, em que atrás da porta um fantasma
esmurrava e esmurrava.
     Quando acabei a leitura e emergi outra vez no
aeroporto, estava duplamente feliz. Feliz por ter acabado
a história, por ruminar essa sensação de coisa feita
que a leitura nos dá — não de coisa feita por outro e
meramente partilhada, mas realizada, como se nós
mesmos tivéssemos desenhado de um só traço um ovo
ou um círculo. E feliz porque confirmava que, apesar
do olhar profissional crítico, analítico, quase frio com que
hoje em dia me aproximo de um texto, apesar de ter
marcado aquele conto com várias observações técnicas,
eu conservava intacto o verdadeiro prazer da leitura.

COLASANTI, Marina. Fragatas para terras distantes. (com adaptações).
No saguão de uma área de embarque, uma passageira se deparou com o seguinte aviso:

ÁREA PARA________
REVISTAS E JORNAIS

A passageira ficou confusa quanto à correção da forma verbal que completaria a frase. Após muito raciocinar, concluiu que a forma correta é:

Os rios Araguaia e Tocantins se destacam na hidrografia brasileira. Acerca desses rios, afirma-se que:

I – a bacia formada por eles interliga-se ao ecossistema amazônico;

II – no Tocantins está localizada Tucuruí, a maior hidrelétrica totalmente brasileira;

III – o sentido do fluxo de suas águas é norte-sul.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):

Em 1924, a Western Eletric Company, situada em Chicago, no bairro de Hawthorne, contratou uma equipe de pesquisadores da Universidade de Harvard comandados por Elton Mayo, para investigar a influência das condições físicas de trabalho na produtividade e na eficiência dos trabalhadores.

A partir dessa experiência de Hawthorne, os pesquisadores concluíram que

A tabela abaixo apresenta a previsão do tempo para a cidade de Rio Claro, de 25 de fevereiro a 2 de março de 2009.



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     Os aviões, estou convencida, são as melhores
salas de leitura da modernidade — até me pergunto se
têm me dado mais prazer como viajante ou como leitora.
Ali ninguém nos interrompe, cessam as solicitações
doméstico/profissionais, o telefone não toca e, na maior
parte do tempo, não há sequer um panorama capaz de
nos distrair. Além disso, a consciência está tranquila,
porque só o fato de estarmos no avião já representa o
cumprimento de um dever. Enfim, no avião a leitura
recupera seu status de direito sagrado.
     Pois bem, estava eu recentemente acima das
nuvens, em pleno usufruto desse direito. Lia uma pequena
antologia de literatura fantástica. Cinco contos sobre
casas mal-assombradas. E me encontrava bem no meio
de um conto [...] quando o avião aterrissou. Resisti o quanto
pude, fui a última a levantar, mas não houve jeito, tive
que fechar o livro e deixar a personagem trancada num
quarto enquanto o terrível fantasma esmurrava a porta.
     Era uma viagem de trabalho, a minha. Tinha
compromisso. Mas atravessei o saguão do aeroporto
ainda com aquela angústia gerada pelo conto, olhei o
relógio, fiz o cálculo e vi que sim, era possível. Então
sentei em uma das tantas poltronas, e bastou-me abrir
o livro onde o tinha deixado para, em meio à gente toda
que ia e vinha, em meio ao burburinho e aos chamados
do alto-falante, voltar ao escuro silêncio do quarto
assombrado, em que atrás da porta um fantasma
esmurrava e esmurrava.
     Quando acabei a leitura e emergi outra vez no
aeroporto, estava duplamente feliz. Feliz por ter acabado
a história, por ruminar essa sensação de coisa feita
que a leitura nos dá — não de coisa feita por outro e
meramente partilhada, mas realizada, como se nós
mesmos tivéssemos desenhado de um só traço um ovo
ou um círculo. E feliz porque confirmava que, apesar
do olhar profissional crítico, analítico, quase frio com que
hoje em dia me aproximo de um texto, apesar de ter
marcado aquele conto com várias observações técnicas,
eu conservava intacto o verdadeiro prazer da leitura.

COLASANTI, Marina. Fragatas para terras distantes. (com adaptações).
Para Marina Colasanti os aviões "são as melhores salas de leitura da modernidade" (L. 1-2) porque

José se comprometeu com a entrega de um relatório, no prazo de 10 dias, com determinadas especificações de qualidade, e cuja elaboração depende da colaboração de dois funcionários. No desempenho de suas atividades, esses dados representam

     Os aviões, estou convencida, são as melhores
salas de leitura da modernidade — até me pergunto se
têm me dado mais prazer como viajante ou como leitora.
Ali ninguém nos interrompe, cessam as solicitações
doméstico/profissionais, o telefone não toca e, na maior
parte do tempo, não há sequer um panorama capaz de
nos distrair. Além disso, a consciência está tranquila,
porque só o fato de estarmos no avião já representa o
cumprimento de um dever. Enfim, no avião a leitura
recupera seu status de direito sagrado.
     Pois bem, estava eu recentemente acima das
nuvens, em pleno usufruto desse direito. Lia uma pequena
antologia de literatura fantástica. Cinco contos sobre
casas mal-assombradas. E me encontrava bem no meio
de um conto [...] quando o avião aterrissou. Resisti o quanto
pude, fui a última a levantar, mas não houve jeito, tive
que fechar o livro e deixar a personagem trancada num
quarto enquanto o terrível fantasma esmurrava a porta.
     Era uma viagem de trabalho, a minha. Tinha
compromisso. Mas atravessei o saguão do aeroporto
ainda com aquela angústia gerada pelo conto, olhei o
relógio, fiz o cálculo e vi que sim, era possível. Então
sentei em uma das tantas poltronas, e bastou-me abrir
o livro onde o tinha deixado para, em meio à gente toda
que ia e vinha, em meio ao burburinho e aos chamados
do alto-falante, voltar ao escuro silêncio do quarto
assombrado, em que atrás da porta um fantasma
esmurrava e esmurrava.
     Quando acabei a leitura e emergi outra vez no
aeroporto, estava duplamente feliz. Feliz por ter acabado
a história, por ruminar essa sensação de coisa feita
que a leitura nos dá — não de coisa feita por outro e
meramente partilhada, mas realizada, como se nós
mesmos tivéssemos desenhado de um só traço um ovo
ou um círculo. E feliz porque confirmava que, apesar
do olhar profissional crítico, analítico, quase frio com que
hoje em dia me aproximo de um texto, apesar de ter
marcado aquele conto com várias observações técnicas,
eu conservava intacto o verdadeiro prazer da leitura.

COLASANTI, Marina. Fragatas para terras distantes. (com adaptações).
No último parágrafo do texto, Marina Colasanti

Imagem 018.jpg

Considerando os dados oferecidos no quadro acima, a referência correta, de acordo com a NBR 6023, da ABNT, é

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Analise o trecho a seguir, transcrito de um fascículo da Revista Brasileira de Estatística.

Imagem 017.jpg

Compare o trecho com as recomendações abaixo, avaliando a correção das mesmas.

I - As citações indiretas de diversos documentos de vários autores, mencionados simultaneamente, devem ser separadas por vírgula, em ordem alfabética.

II - As citações diretas, no texto, com mais de três linhas devem ser destacadas com recuo de 4 cm da margem esquerda, com letra menor que a do texto utilizado e sem as aspas.

III - As supressões devem ser indicadas por reticências entre colchetes.

IV - A chamada pelo sobrenome do autor, entre parênteses, deve ser em maiúsculas.

V - O número da página onde ocorreu o trecho transcrito deve ser precedido pela abreviação de página (p.), seguida de espaço.

VI - O uso do ponto final após as citações deve atender às regras gramaticais.

Considerando que as normas da Revista estabelecem que as citações de referências no texto devem estar de acordo com as normas da ABNT, as falhas que escaparam ao controle do revisor estão indicadas APENAS em

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