Uma das funções subjacentes ao processo de formação e desenvolvimento de coleções é a função de desbastamento.
Essa função pressupõe tomadas de decisão específicas, tais como a:No âmbito de bancos de dados distribuídos, seja T uma transação distribuída que deve ser efetivada (commited) segundo o protocolo de compromissamento de duas fases (two-phase commit). Sobre esse assunto, assinale a afirmativa INCORRETA.
O que é uma virtude
O que é uma virtude? É uma força que age, ou
que pode agir. Assim a virtude de um remédio é tratar, a
virtude de uma faca é cortar... e a virtude de um homem?
Se todo ser possui seu poder específico,
perguntemo-nos qual é a excelência própria do homem.
Aristóteles respondia que é o que o distingue dos animais,
ou seja, a vida racional. Mas a razão não basta:
também é necessário o desejo, a educação, o hábito, a
memória... O desejo de um homem não é o de um
animal, nem os desejos de um homem educado são os
de um selvagem ou de um ignorante. Toda virtude é, pois,
histórica, como toda humanidade, e ambas, no homem
virtuoso, sempre coincidem: a virtude de um homem é o
que o faz humano, ou antes, é o poder específico que
tem o homem de afirmar sua excelência própria, isto é,
sua humanidade.
A virtude é uma maneira de ser, mas adquirida e
duradoura; é nossa maneira de ser e agir humanamente,
nossa capacidade de agir bem.
“Não há nada mais belo e mais legítimo do que o
homem agir bem e devidamente”, diz Montaigne.
A virtude é uma disposição adquirida de fazer o
bem. É preciso dizer mais, ela é o próprio bem, em
espírito e em verdade. Não o Bem absoluto, não o Bem
em si, que bastaria conhecer. O bem não é para se
contemplar, é para se fazer.
Assim é a virtude: é o esforço para se portar bem
na relação consigo e com os outros.
A virtude pode ser ensinada, mais pelo exemplo,
do que pelos livros. Mas, por que ler a seu respeito?
Para tentar compreender o que deveríamos fazer ou
ser, e medir com isso, pelo menos intelectualmente, o
caminho que daí nos separa de sua realização.
SPONVILLE, André Comte. O pequeno tratado das grandes
virtudes. Ed. Martins Fontes. 1999 (Fragmentos do Preâmbulo)
De acordo com a legislação que regula o Sistema Financeiro Nacional, NÃO constitui elemento essencial à caracterização da condição de instituição financeira a atividade de
Normalmente, as contas de Passivo, por representarem obrigação de pagar, são geradas por despesas ou por gastos que mais tarde se transformarão em despesas. Entretanto, existem algumas contas passivas que, após algum tempo, se transformam em receitas. Dentre as contas abaixo, aponte aquela que poderá se transformar em receita
Três pessoas, X, Y e Z, terminaram empatadas em uma competição de um programa de auditório. A produção do programa decide, então, premiar os três ou nenhum deles, dependendo exclusivamente da sorte. Para cada pessoa, é oferecida uma urna com bolinhas idênticas, numeradas de 1 a 5. A pessoa X tira de sua urna uma bolinha com número x, a pessoa Y tira de sua urna uma bolinha com o número y, e a pessoa Z tira de sua urna uma bolinha com o número z. As três pessoas ganham o prêmio se xy + z for par, e todos perdem caso contrário.
Sabendo que x = 3, qual a probabilidade de eles ganha- rem o prêmio?
O que é uma virtude
O que é uma virtude? É uma força que age, ou
que pode agir. Assim a virtude de um remédio é tratar, a
virtude de uma faca é cortar... e a virtude de um homem?
Se todo ser possui seu poder específico,
perguntemo-nos qual é a excelência própria do homem.
Aristóteles respondia que é o que o distingue dos animais,
ou seja, a vida racional. Mas a razão não basta:
também é necessário o desejo, a educação, o hábito, a
memória... O desejo de um homem não é o de um
animal, nem os desejos de um homem educado são os
de um selvagem ou de um ignorante. Toda virtude é, pois,
histórica, como toda humanidade, e ambas, no homem
virtuoso, sempre coincidem: a virtude de um homem é o
que o faz humano, ou antes, é o poder específico que
tem o homem de afirmar sua excelência própria, isto é,
sua humanidade.
A virtude é uma maneira de ser, mas adquirida e
duradoura; é nossa maneira de ser e agir humanamente,
nossa capacidade de agir bem.
“Não há nada mais belo e mais legítimo do que o
homem agir bem e devidamente”, diz Montaigne.
A virtude é uma disposição adquirida de fazer o
bem. É preciso dizer mais, ela é o próprio bem, em
espírito e em verdade. Não o Bem absoluto, não o Bem
em si, que bastaria conhecer. O bem não é para se
contemplar, é para se fazer.
Assim é a virtude: é o esforço para se portar bem
na relação consigo e com os outros.
A virtude pode ser ensinada, mais pelo exemplo,
do que pelos livros. Mas, por que ler a seu respeito?
Para tentar compreender o que deveríamos fazer ou
ser, e medir com isso, pelo menos intelectualmente, o
caminho que daí nos separa de sua realização.
SPONVILLE, André Comte. O pequeno tratado das grandes
virtudes. Ed. Martins Fontes. 1999 (Fragmentos do Preâmbulo)
A Indústria de Aparelhos Físicos BXL Ltda. entregou, em 15/05/2012, seis aparelhos para atividades físicas adquiridos pela Academia HJL BOA FORMA Ltda. no valor total de R$ 6.600,00. Foi acordada entre as partes a emissão, em 09/05/2012, de uma nota promissória no aludido valor total da operação, assinada pelo representante legal da Academia HJL BOA FORMA Ltda., Sr. A. S., com data de vencimento para o dia 15/06/2012. Ademais, consta na referida nota promissória aval parcial no valor de R$ 3.300,00 concedido pelo Sr. A. C. na qualidade de pessoa física. O título preenche todas as formalidades previstas em lei e, apesar de tê-lo sido apresentado para pagamento pelo credor originário, no dia do vencimento da obrigação, o devedor principal quedou-se inerte.
Com base na legislação cambiária em vigor, o devedor principal está obrigado ao pagamento da referida nota promissória?
Segundo a CEPAL (Comissão Econômica para a América Latina), vários problemas justificavam um esforço de industrialização baseado em proteção aduaneira e ações estatais na América Latina. Marque a opção que NÃO foi considerada um desses problemas.
A figura abaixo mostra as curvas do modelo IS/LM definindo o equilíbrio de renda e de juros de uma economia.
Analisando a figura, conclui-se que há uma situação de
Considere uma nota promissória de valor nominal N e termo de 2 anos, emitida no dia de hoje.
Qual deve ser a taxa aproximada de desconto mensal, a ser paga daqui a seis meses, para que o valor de resgate seja a metade do valor nominal, considerando o desconto racional simples?
Os relatórios mensais do IBGE sobre produção industrial, resultados da balança comercial ou taxas de desemprego chegam de forma técnica e fria ao jornalista que será responsável por transformar aquela linguagem estatística em texto jornalístico.
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Em uma reunião de coordenação de projetos, ao analisar o projeto de instalações prediais de água, você verificou que faltou identificar na legenda a válvula posicionada acima da bomba de recalque na tubulação que a liga ao reservatório superior. Ela deve ser identificada na legenda como válvula de
A renda líquida enviada ao exterior (RLEE) de determinado país é positiva.
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Na conta de transações correntes do balanço de pagamentos do país, entre outros itens, registram-se as(os)
Para sempre
Você eu não sei, mas o meu plano é viver para
sempre. Reconheço que o sucesso do plano não depende
só de mim, mas tenho feito a minha parte. Cortei o pudim
de laranja, dirijo com cuidado, procuro não provocar
impulsos assassinos nos leitores além do necessário para
me manter honesto, não vôo de ultraleve e não assovio
para mulher de delegado. Está certo, o único exercício
físico que faço é soprar o saxofone, e assim mesmo não
todas as notas, mas acho que estou contribuindo
razoavelmente para a minha própria eternidade.
E sempre que leio sobre experiências como essa da
célula-mãe com a qual, um dia, construirão artérias novas
para a gente por encomenda, fico reconfortado: a ciência
também está fazendo a sua parte no meu plano. Já
calculei que, se conseguir agüentar por mais 65 anos,
poderei ser refeito em laboratório dos pés à cabeça. Incluindo
o tecido erétil. Onde será que a gente se inscreve?
A vida eterna nos trará problemas, no entanto, e
não vamos nem falar no pesadelo que será para os sistemas
previdenciários. A finitude sempre foi uma angústia
humana, mas também um consolo, pois nos desobriga
de entender a razão da existência. A idéia religiosa da
vida depois da morte é duplamente atraente porque nos
dá a eternidade sem a perplexidade, já que é difícil imaginar
que as indagações metafísicas continuarão do outro
lado. Lá, estaremos na presença do Pai, reintegrados
numa situação familiar de idílica inocência, definida como
a desnecessidade de maiores explicações. Não teremos
de especular sobre como tudo isto vai acabar porque tudo
isto nunca vai acabar. Já na eternidade sem precisar morrer
a angústia da finitude é substituída pela angústia da
incompreensão infinita. Estaremos nesta ridícula bola magnética,
com nossos tecidos renovados, olhando para as
estrelas e perguntando como e por que - para sempre.
Não interessa. Vou batalhar por mais 65. Quem
nos assegura que neurônios desenvolvidos em
laboratório não virão com todas as respostas?
VERÍSSIMO, Luís Fernando. O Globo. Rio de Janeiro, 27 nov. 2001.
Para sempre
Você eu não sei, mas o meu plano é viver para
sempre. Reconheço que o sucesso do plano não depende
só de mim, mas tenho feito a minha parte. Cortei o pudim
de laranja, dirijo com cuidado, procuro não provocar
impulsos assassinos nos leitores além do necessário para
me manter honesto, não vôo de ultraleve e não assovio
para mulher de delegado. Está certo, o único exercício
físico que faço é soprar o saxofone, e assim mesmo não
todas as notas, mas acho que estou contribuindo
razoavelmente para a minha própria eternidade.
E sempre que leio sobre experiências como essa da
célula-mãe com a qual, um dia, construirão artérias novas
para a gente por encomenda, fico reconfortado: a ciência
também está fazendo a sua parte no meu plano. Já
calculei que, se conseguir agüentar por mais 65 anos,
poderei ser refeito em laboratório dos pés à cabeça. Incluindo
o tecido erétil. Onde será que a gente se inscreve?
A vida eterna nos trará problemas, no entanto, e
não vamos nem falar no pesadelo que será para os sistemas
previdenciários. A finitude sempre foi uma angústia
humana, mas também um consolo, pois nos desobriga
de entender a razão da existência. A idéia religiosa da
vida depois da morte é duplamente atraente porque nos
dá a eternidade sem a perplexidade, já que é difícil imaginar
que as indagações metafísicas continuarão do outro
lado. Lá, estaremos na presença do Pai, reintegrados
numa situação familiar de idílica inocência, definida como
a desnecessidade de maiores explicações. Não teremos
de especular sobre como tudo isto vai acabar porque tudo
isto nunca vai acabar. Já na eternidade sem precisar morrer
a angústia da finitude é substituída pela angústia da
incompreensão infinita. Estaremos nesta ridícula bola magnética,
com nossos tecidos renovados, olhando para as
estrelas e perguntando como e por que - para sempre.
Não interessa. Vou batalhar por mais 65. Quem
nos assegura que neurônios desenvolvidos em
laboratório não virão com todas as respostas?
VERÍSSIMO, Luís Fernando. O Globo. Rio de Janeiro, 27 nov. 2001.