(URCA/2022.2) Marque a opção que correlaciona corretamente o nome do composto químico com a respectiva fórmula molecular:
(URCA/2022.2) Sobre o ponto de compensação fótico, analise as afirmações abaixo e em seguida assinale a alternativa correta:
I. Sob determinada intensidade luminosa, as taxas de fotossíntese e de respiração se equivalem, de modo que a planta realiza trocas gasosas com o ambiente, isso por que todo o gás oxigênio liberado na fotossíntese é utilizado na respiração e todo gás carbônico produzido na respiração é utilizado na fotossíntese. II. Para crescer, as plantas precisam receber, durante algumas horas por dia, intensidade de luz superior à de seu ponto de compensação fótico; caso contrário, não haverá matéria orgânica disponível para o crescimento. III. O ponto de compensação fótico varia nas diferentes espécies de plantas. Espécies com pontos de compensação elevados só conseguem viver em locais de alta luminosidade, sendo por isso chamadas de plantas ombrófilas. IV. Espécies com pontos de compensação fóticos mais baixos necessitam de intensidades menores de luz e podem viver em ambientes sombreados, sendo por isso chamadas de plantas heliófilas.

(URCA/2022.2) Sobre as aves ssinale a alternativa incorreta:
(URCA/2022.2) Com relação ao processo conhecido como crossing-over, podemos afirmar que:
(URCA/2022.2) Leia a matéria publicada no Jornal Folha de São Paulo:
Recife proíbe homenagens a torturadores e violadores de direitos humanos- Lei vale para denominação de ruas, prédios, monumentos e totens públicos: Uma nova lei proíbe homenagens a violadores de direitos humanos, torturadores e escravocratas no Recife. A sanção foi feita pelo prefeito João Campos (PSB) na terça-feira (26). O projeto é de autoria da vereadora Dani Portela (PSOL) e tinha sido aprovado pela Câmara Municipal em junho. De acordo com a nova lei, estão proibidas homenagens a agentes sociais individuais ou coletivos que possuem ligação direta com a ordem escravista, as práticas de tortura e a ditadura militar, cujos nomes estejam presentes no relatório final da Comissão Nacional da Verdade, e agentes do Estado condenados por violações aos direitos humanos. A regra vale para denominação de ruas, prédios, monumentos,bustos, estátuas e totens públicos. "Essa lei é importante para que não possamos seguir reproduzindo violências daqui para frente. Entender o que aconteceu no nosso passado é fundamental para não termos que revivê-lo no futuro", afirma a vereadora Dani Portela. A nova lei já está em vigor desde a publicação no Diário Oficial do Município, na terça (26). (Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2022/07/recife-proibe-homenagens-a-torturadores-e-violadores-de-direitos-humanos.shtml).
Segundo o cientista político brasileiro, Jairo Marconi Nicolau, em 1º de abril de 1964, um golpe de Estado, promovido por uma coalizão de militares e setores da elite política, afastou o presidente João Goulart e assumiu o poder no país. Chegava ao fim o regime iniciado em fins de 1945 e que, pela primeira vez na história brasileira, havia combinado a realização de eleições regulares e competitivas com alta taxa de incorporação de adultos ao processo eleitoral. Dentre todos os 17 Atos Institucionais baixados durante a vigência do Regime Civil Militar destaca-se a ampliação do número de vagas em escolas públicas no Brasil.
I. A memória coletiva de uma sociedade não pode exaltar indivíduos ou práticas responsáveis por ações equivocadas no passado, especialmente quando essas ações feriram o direito de liberdade dos cidadãos. II. O número ampliado de vagas ofertadas durante o Regime Civil Militar estava relacionado ao cumprimento de metas políticas sem acompanhar o padrão de qualidade, resultando em uma grande massa de analfabetismo funcional. III. A proibição do uso de nomes de torturadores e violadores de direitos humanos do passado no tempo presente representa o cerceamento do direito da liberdade de expressão, condiciona o coletivo a uma perspectiva única da história. IV. O Ato Institucional número 5, AI-5, baixado em 13 de dezembro de 1968, durante o governo do general Costa e Silva, foi a expressão mais branda da ditadura militar brasileira.
Marque a alternativa CORRETA:

Texto 4

There are 30 million slaves in the world. 60,000 only in the U.S.

We think of slavery as a practice of the past, an image from Roman colonies or 18th-century American plantations, but the practice of enslaving human beings as property still exists. There are 29.8 million people living as slaves right now, according to a comprehensive new report issued by the Australia-based Walk Free Foundation.
This is not some softened, by-modernstandards definition of slavery. These 30 million people are living as forced laborers, forced prostitutes, child soldiers, child brides in forced marriages and, in all ways that matter, as pieces of property, chattel in the servitude of absolute ownership. Walk Free investigated 162 countries and found slaves in every single one. But thepractice is far worse in some countries than others.
The country where you are most likely to be enslaved is Mauritania. Although this vast West African nation has tried three times to outlaw slavery within its borders, it remains so common that it is nearly normal. The report estimates that four percent of Mauritania is enslaved – one out of every 25 people. (The aid group SOS Slavery, using a broader definition of slavery, estimated several years ago that as many as 20 percent of Mauritanians might be enslaved.)

From:https://goo.gl/UFx8ZT. Accessed on 11/07/2018
De acordo com o Texto 4, em que país a escravidão parece ser normal?
Determine o menor inteiro positivo N com a seguinte propriedade: N deixa resto 3 quando dividido por 5 e, deixa resto maior possível na divisão por 7 .

IS A VEGAN DIET HEALTHY?


By Mary Lynch


As a registered nutritionist, the question “Is the vegan diet healthy?” is one I get all the time, especially at this time of year.

Frustratingly, the answer is that it depends as much on what you eat as with any other diet. Someone living purely on ready salted crisps or chips, for example, would be technically following a vegan diet, but it would in no way be healthy.

However, research shows that there are potential benefits to a vegan diet. A recent study indicated that the average vegan diet is higher in vitamin C and fibre, and lower in saturated fat than one containing meat. In addition, statistics show that vegans have a lower BMI (height-to-weight ratio) than meat eaters – in other words, they are skinnier.

You see, a diet without any meat or dairy products is likely to contain a lot less saturated fat, which is related to increased cholesterol levels and increased risk of heart disease. We also know that fat contains more calories per gram than other foods, and so vegans may consume fewer calories as a result. Finally, a vegan diet is generally thought to contain more cereals, fruits, vegetables, nuts and seeds than a non¬vegan diet.

Sounds great right? Not quite. In terms of micronutrients, a vegan diet is actually more susceptible to being nutritionally poor. A vegan diet is naturally low in calcium, vitamin D, iron, vitamin B12, zinc and omega-3 fatty acids. Therefore, if you follow a vegan diet it is essential that you get enough of these nutrients through specific vegan food sources – and may even need to take additional supplements. We have many recipes suitable for vegans that can help, just check out our vegan section. In our features we also have this traditional hummus recipe, which contains tahini – a good source of calcium, zinc and iron, which are all micronutrients hard to get a hold of on a vegan diet.

So there you have it: going vegan does not necessarily mean you are going to be healthier. In fact, I think that much of the improvement in diets among vegans is a result of education rather than going meat free. In other words, if someone chooses to go vegan they are more likely to care about what they are eating and therefore are more likely to educate themselves on the types of foods they should and should not be eating.


From: https://goo.gl/AwDYY7. Accessed on 03/22/2017.

According to the text, it is right to say that:
A história da república romana, por mais de dois séculos após a sua fundação, consistiu quase totalmente em guerras. Dentre as mudanças que se seguiram à destruição da Monarquia, merece destaque corretamente:
O Herbário Caririense Dardaro de Andrade – Lima, da Universidade Regional do Cariri – URCA, guarda coleções de plantas importantíssimas para o conhecimento da nossa biodiversidade vegetal. O herbário coleta e identifica espécies vegetais do Nordeste brasileiro especialmente do Estado do Ceará. Mantém o apoio a pesquisadores nacionais e internacionais através da identificação de material botânico. Para uma planta ser introduzida no acervo de um herbário, é recomendado que esteja identificada até o nível de espécie, obedecendo às regras de taxonomia e à nomenclatura botânica. A opção abaixo que contém o nome da espécie escrito corretamente é:

En América Latina, los jóvenes que ni estudian ni trabajan son comúnmente llamados “ninis”. Uno de cada cinco jóvenes del continente, representando más de 20 millones de personas entre 15 y 24 años de edad, vive en estas condiciones. Además, el problema de los ninis ha demostrado ser muy persistente. A pesar del buen desempeño económico de la región durante la primera década del siglo, con altas tasas de crecimiento y una reducción significativa de la pobreza y la desigualdad, la proporción de ninis descendió sólo marginalmente, mientras que el número total de ninis aumentó.

Fonte: www.medigraphic.org.mx

Segundo a ideia principal do fragmento anterior, podemos afirmar que os ninis:
(URCA/2022.2) Leia a letra da música Pra não dizer que não falei de flores, do músico compositor brasileiro, Geraldo Vandré:
Caminhando e cantando e seguindo a canção Somos todos iguais, braços dados ou não Nas escolas, nas ruas, campos, construções Caminhando e cantando e seguindo a canção
Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Pelos campos há fome em grandes plantações Pelas ruas marchando indecisos cordões Ainda fazem da flor seu mais forte refrão E acreditam nas flores vencendo o canhão

Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Há soldados armados, amados ou não Quase todos perdidos de armas na mão Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição De morrer pela pátria e viver sem razão

Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Nas escolas, nas ruas, campos, construções Somos todos soldados, armados ou não Caminhando e cantando e seguindo a canção Somos todos iguais, braços dados ou não

Os amores na mente, as flores no chão A certeza na frente, a história na mão Caminhando e cantando e seguindo a canção Aprendendo e ensinando uma nova lição

Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer Vem, vamos embora...

( Compositores: Dias Geraldo Pedrosa de Araujo © Editora E Imp. Musical Fermata Do Brasil)

O historiador brasileiro Marcos Napolitano, escreveu que "Na segunda metade dos anos 1960, Millôr Fernandes cunhou uma frase que expressa a estranha situação da cultura e das artes no Brasil entre 1964 e 1968: ´Se continuarem permitindo peças como Liberdade, Liberdade, vamos acabar caindo em uma democracia’. O artista se referia à peça teatral de sua autoria, junto com Flávio Rangel, grande sucesso de 1965, que era uma grande colagem de falas sobre a democracia e a liberdade, dos gregos antigos aos contemporâneos." (Marcos Napolitano, No entanto é preciso cantar, in. 1964: História do Regime Militar no Brasil, 2015, p. 97).

Depois de estabelecer relação com a letra da música e o fragmento do texto de Marcos Napolitano, marque a alternativa correta:

No dia 04 de abril de 2017, portanto, 15 dias antes da data que se comemora no Brasil o Dia do Índio, o Deputado Jair Bolsonaro em palestra no Clube Hebraico na Zona Sul do Rio de janeiro faz a seguinte fala: “Não vai ter um centímetro demarcado para reserva indígena ou para quilombola.”


A fala do parlamentar foi entendida para muitos como preconceituosa. Identifique nas assertivas abaixo, fatores que expliquem porque não devemos assumir atitudes preconceituosas ou de indiferença em relação as comunidades indígenas.

As afirmativas abaixo se referem ao Conhecimento Geográfico. Assinale a alternativa correta:

I. A Geografia escolar possibilita compreender as relações sociais, econômicas, culturais, que acontecem no espaço, além de procurar desenvolver a consciência do papel de sujeito transformador do espaço geográfico.

II. Ratzel, em seu livro: Antropogeografia – fundamentos da aplicação da Geografia à História (1882); definiu “o objeto geográfico como estudo da influência que as condições naturais exercem sobre a humanidade”. Atuando, primeiramente na fisiologia e na psicologia dos indivíduos e, depois, essa mesma natureza influenciaria na constituição social, através dos recursos do meio, no qual a sociedade está localizada.

III. A Geografia Crítica considera o conceito de espaço geográfico como o método meramente descritivo dos dados estatísticos onde os relatos de viajantes, missionários e alguns estudiosos comprometem a veracidade das informações, o que provoca uma grandecrítica aos livros didáticos que não permitem uma ampla discussão dos temas em sala de aula.

Se Z é um número complexo satisfazendo |z + 6| ≤ 4 podemos garantir que o maior valor de |z + 2| 2 é:
Nudez

A filha tentava convencer a mãe a ir a praia e a velha resistia: estava muito idosa e gorda para vestir maiô.
— Mas, mamãe, eu já vi de maiô, na praia, muitas senhoras mais velhas e mais gordas do que você!
E a velha, suavemente:
— Eu tambem já vi. Por isso mesmo é que não vou.
Para mim, o critério dessa velha é o critério certo em matéria de nudez. O que é feio se esconde. Um moço, uma moça, no esplendor da juventude, seus belos corpos podem se mostrar praticamente desnudos, de biquíni, de sunga, de cavado: assim tão enxutos, rijos e tostados, chegam a ser castos. Predomina a impressão de beleza e saúde sobre a sugestão erótica. E, depois, sabe-se que aquela floração é tão transitória! Deixem que os jovens fruam o instante passageiro, que usem e mostrem os corpos na sua hora de flor, antes que chegue a hora da semente e do declínio.
Afirmam os nudistas, com perfeita lógica, que, todo o mundo andando nu, a nudez acostuma e deixa de escandalizar: Sim, acredito que num campo de nudistas se acabe vivendo com a mesma naturalidade que numa sala de família. Aliás, quem convive com índios sabe disso: o hábito torna a nudez invisível.
O que eu tenho contra os nudistas é a exibição obrigatória da feiura humana, o seu despojamento total, a miséria fisiológica sem um véu que a disfarce. O ridículo, a falta de dignidade de todo o mundo nu.
Certa amiga minha que, numa praia da Noruega, de repente se viu dentro de um grande bando de gente nua, diz que o seu choque primeiro não foi o da vergonha, foi o do grotesco. As pelancas, os babados, os rins flácidos, os joelhos grossos. A velhota magra com seus ossinhos de frango assado, a quarentona de busto murchinho, o senhor ruivo de barriga redonda, braços e canelas tão finos e peludos que, se tivesse mais duas pernas, seria igual a uma aranha. A matrona obesa e o seu esposo idem e o par de jovens rechonchudos, de mãos dadas como dois porquinhos enamorados. A seca donzela machona de coxas de cavalete, e a falsa Vênus de cintura grossa, com o falso atleta de torso enorme e pernas curtas. Da tribo toda, praticamente só se salvavam os adolescentes e as crianças.
A humanidade nua é feia, não há dúvida. E por isso mesmo a gente se oculta debaixo da roupa. Talvez mais do que para o defender do frio, a roupa se inventou para encobrir o corpo e lhe dar dignidade. O que é bonito se mostra, o que é feio se esconde, é a lei de todas as culturas humanas. Nada mais triste do que a deterioração do que foi belo. Ninguém usa no dedo um anel sem a pedra, ninguém bota na sala um ramo de flores murchas.

(Fonte: Rachel de Queiroz. As Menininhas e outras crônicas. RJ: J. Olympio, 1976.)
Observe o fragmento a seguir e marque a alternativa em que o texto não apresente ideias similares aos termos em destaque: “Deixem que os jovens fruam o instante passageiro, que usem e mostrem os corpos na sua hora de flor, antes que chegue a hora da semente e do declínio.”
(URCA/2022.2) Após um rigoroso processo seletivo, um grupo formado por 7 homens e 4 mulheres atingiu os requisitos exigidos por uma determinada empresa para fins de contratação. Porém a empresa irá contratar apenas 6 dos 11 candidatos aptos, sendo que, destes 6, pelo menos duas devem ser mulheres. De quantos modos a empresa pode escolher este grupo de 6 pessoas?
O Retículo Endoplasmático Não Granuloso é responsável pela síntese de ácidos graxos, de fosfolipídios e de esteróides.
PORQUE
O Retículo Endoplasmático Rugoso tem por função a síntese de proteínas, que ocorre nos ribossomos aderidos à sua superfície externa, especialmente nas células do fígado, onde atua sobre toxinas, álcool e outras drogas, inativando-as e facilitando sua eliminação.

Analisando as afirmações acima, conclui-se que:
’Marching towards starvation’: UN warns of hell on earth if Ukraine
war goes on

Dozens of countries risk protests, riots and political violence this year as food prices surge around the world, the head of the food-aid branch of the United Nations has warned. Speaking in Ethiopia’s capital, Addis Ababa, on Thursday, David Beasley, director of the UN World Food Programme (WFP), said the world faced "frightening"shortages that could destabilise countries that depend on wheat exports from Ukraine and Russia.

"Even before the Ukraine crisis, we were facing an unprecedented global food crisis because of Covid and fuel price increases," said Beasley. "Then, we thought it couldn’t get any worse, but this war has been devastating." Ukraine grows enough food every year to feed 400 million people. It produces 42% of the world’s sunflower oil, 16% of its maize and 9% of its wheat. Somalia relies on Ukraine and Russia for all of its wheat imports, while Egypt gets 80% of its grain from the two countries.

The WFP sources 40% of the wheat for its emergency food-relief programmes from Ukraine and, after its operating costs rose by $70m (£58m) a month, it has been forced to halve rations in several countries. Citing increases in the price of shipping, fertiliser and fuel as key factors - due to Covid-19, the climate crisis and the Ukraine war - Beasley said the number of people suffering from "chronic hunger" had risen from 650 million to 810 million in the past five years.

Adapted from: https://www.theguardian.com/global-development/2022/jun/17/united-nations-wfp-hell-on-earth-ukraine-war-russia.
Accessed on 07/10/2022

(URCA/2022.2) De acordo com o texto, a crise alimentar no mundo tem como causa
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