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Nada por aqui
No dia 04 de abril de 2017, portanto, 15 dias antes da data que se comemora no Brasil o Dia do Índio, o Deputado Jair Bolsonaro em palestra no Clube Hebraico na Zona Sul do Rio de janeiro faz a seguinte fala: “Não vai ter um centímetro demarcado para reserva indígena ou para quilombola.”
A fala do parlamentar foi entendida para muitos como preconceituosa. Identifique nas assertivas abaixo, fatores que expliquem porque não devemos assumir atitudes preconceituosas ou de indiferença em relação as comunidades indígenas.
Divulgação Científica: Biologia, Tecnologia e Cidadania
Em certas regiões da África, a frequência de um alelo que causa a anemia falciforme (ou siclemia) tornou-se muito alta. Esse alelo produz uma hemoglobina anormal. Os indivíduos homozigotos que possuem esses dois alelos apresentam anemia e problemas circulatórios que podem ser fatais. Os heterozigotos (indivíduos com um alelo que condiciona a anemia e outro alelo normal) ou não tem a doença ou têm em forma branda, sem prejuízos à sobrevivência. Além disso, eles são resistentes à malária, doença comum nessa região da África, provocada pela protozoário plasmódio, que parasita o fígado e as hemácias, causando a destruição dessas células. Os heterozigotos são resistentes porque os parasitas consomem o oxigênio da hemácia infectada, o que facilita a aglutinação da hemoglobina e promove a formação de hemácias em meia – lua, característica da doença. Essas hemácias com má – formação serão destruídas pelo baço antes que o parasita complete seu desenvolvimento. Assim, os indivíduos heterozigotos têm vantagens sobre as pessoas sem alelos para a anemia falciforme, pois estas podem contrair a doença, e sobre os portadores de alelos para a anemia falciforme em homozigose, pois eles morrem cedo. A sobrevivência dos heterozigotos garante, naquelas regiões africanas, uma frequência maior de indivíduos heterozigotos do que em regiões onde não há malária. Dessa forma, poder-se-ia esperar que, uma vez erradicada a malária, a frequência do alelo para a anemia diminuísse. Porém, apesar do uso de inseticidas e de outras medidas, a erradicação total da malária nas regiões endêmicas é muito difícil. Um estudo mostrou que a frequência do alelo para a anemia falciforme na população dos Estados Unidos vinda de regiões malarígenas da África diminuiu para 4,2%. A maioria dessa população emigrou das regiões malarígenas da África ocidental há cerca de trezentos anos, e nessas regiões a frequência do alelo é de 12%. Portanto, a mudança de ambiente exerceu uma influência sobre o alelo para a anemia falciforme e diminuiu sua frequência na população
(LINHARES, S; GEWANDSZNAJDER, H. P. Biologia Hoje. Volume 3. 3 ed. São Paulo: Ática, 2016).
O texto acima trata de uma:
Leia com atenção o texto abaixo:
“Podemos afirmar que é a expressão do meio, ou seja, do ambiente natural e da cultura de uma sociedade; resulta dos usos das técnicas desenvolvidas em cada período, da arquitetura, das atividades econômicas e das características presentes nesse meio”.
(MARTINS; BIGOTTO e VITIELLO: 2010. Vol. I).
Essa afirmativa se refere, corretamente, à:
Há um consenso entre os historiadores de que entre as civilizações europeias da Antiguidade, a grega legou elementos essenciais para constituição do mundo ocidental tal qual o vivenciamos hoje. Assim, podemos corretamente assinalar sobre esta sociedade que:
O conflito neste País nasceu do embate entre as forças leais ao Presidente Bashar Al-Assad e os rebeldes que são contra a permanência dele no poder. Em 2011, seguindo o exemplo de outros países árabes, os habitantes protestaram contra o líder autoritário. A reação do governo foi imediata e violenta e muitos moradores pegaram em armas. Foi o início da guerra civil n(o)a:
IS A VEGAN DIET HEALTHY?
By Mary Lynch
As a registered nutritionist, the question “Is the vegan diet healthy?” is one I get all the time, especially at this time of year.
Frustratingly, the answer is that it depends as much on what you eat as with any other diet. Someone living purely on ready salted crisps or chips, for example, would be technically following a vegan diet, but it would in no way be healthy.
However, research shows that there are potential benefits to a vegan diet. A recent study indicated that the average vegan diet is higher in vitamin C and fibre, and lower in saturated fat than one containing meat. In addition, statistics show that vegans have a lower BMI (height-to-weight ratio) than meat eaters – in other words, they are skinnier.
You see, a diet without any meat or dairy products is likely to contain a lot less saturated fat, which is related to increased cholesterol levels and increased risk of heart disease. We also know that fat contains more calories per gram than other foods, and so vegans may consume fewer calories as a result. Finally, a vegan diet is generally thought to contain more cereals, fruits, vegetables, nuts and seeds than a non¬vegan diet.
Sounds great right? Not quite. In terms of micronutrients, a vegan diet is actually more susceptible to being nutritionally poor. A vegan diet is naturally low in calcium, vitamin D, iron, vitamin B12, zinc and omega-3 fatty acids. Therefore, if you follow a vegan diet it is essential that you get enough of these nutrients through specific vegan food sources – and may even need to take additional supplements. We have many recipes suitable for vegans that can help, just check out our vegan section. In our features we also have this traditional hummus recipe, which contains tahini – a good source of calcium, zinc and iron, which are all micronutrients hard to get a hold of on a vegan diet.
So there you have it: going vegan does not necessarily mean you are going to be healthier. In fact, I think that much of the improvement in diets among vegans is a result of education rather than going meat free. In other words, if someone chooses to go vegan they are more likely to care about what they are eating and therefore are more likely to educate themselves on the types of foods they should and should not be eating.
From: https://goo.gl/AwDYY7. Accessed on 03/22/2017.
The suffix –y in the words healthy (1st paragraph) and fatty (5th paragraph) gives the idea of: