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Por que ler Literatura?
Vamos, primeiramente, adotar como princípio que a Literatura é uma forma de arte, assim como a música, a pintura, a dança, a escultura e a arquitetura.
Há algo, porém, que a diferencia das demais manifestações artísticas. A Literatura nos permite, pela interação com o texto através do qual ela se manifesta, tomar contato com o vasto conjunto de experiências acumuladas pelo ser humano ao longo de sua trajetória. Sem que seja preciso vivê-las novamente.
Toda forma de arte apresenta um determinado conhecimento. Mas esta apresentação é feita de modo particularizado: o artista transpõe para um quadro, para uma música, para um livro, sua visão pessoal sobre determinada experiência ou acontecimento.
Dessa forma, observando as manifestações artísticas, temos condições de recuperar conhecimentos mais abstratos e sutis do que aqueles apresentados pelas ciências. Podemos, por exemplo, experimentar diferentes sensações ou estados de ânimo ou reconhecer que uma determinada obra expressa uma fantasia de seu autor...
Nesse sentido, apreciar a arte significa lidar com aquilo que nos caracteriza como seres humanos: nossos sentimentos e dúvidas, emoções e perplexidades; enfim, todas as particularidades relativas ao fato de estarmos vivos. A arte, inclusivamente a arte literária, pode ser considerada, então, como um espelho muito especial, porque, além de nos mostrar a face do artista, permite-nos vislumbrar o cenário no qual produziu sua obra: a sociedade em que viveu.
Maria Luíza Abaurre et alli. Português, Língua e Literatura. São Paulo: Moderna, 2000. p. 311-312. Adaptado.
Não é característica de HAS secundária:
A potenciometria se baseia na medida do potencial de células eletroquímicas, sem o consumo apreciável de corrente.
Aponte, entre os termos abaixo, o único que não está relacionado ao estudo dos métodos potenciométricos.
Sobre trombose e anticoagulação, assinale a alternativa incorreta.
ue ler Literatura?
Vamos, primeiramente, adotar como princípio que a Literatura é uma forma de arte, assim como a música, a pintura, a dança, a escultura e a arquitetura.
Há algo, porém, que a diferencia das demais manifestações artísticas. A Literatura nos permite, pela interação com o texto através do qual ela se manifesta, tomar contato com o vasto conjunto de experiências acumuladas pelo ser humano ao longo de sua trajetória. Sem que seja preciso vivê-las novamente.
Toda forma de arte apresenta um determinado conhecimento. Mas esta apresentação é feita de modo particularizado: o artista transpõe para um quadro, para uma música, para um livro, sua visão pessoal sobre determinada experiência ou acontecimento.
Dessa forma, observando as manifestações artísticas, temos condições de recuperar conhecimentos mais abstratos e sutis do que aqueles apresentados pelas ciências. Podemos, por exemplo, experimentar diferentes sensações ou estados de ânimo ou reconhecer que uma determinada obra expressa uma fantasia de seu autor...
Nesse sentido, apreciar a arte significa lidar com aquilo que nos caracteriza como seres humanos: nossos sentimentos e dúvidas, emoções e perplexidades; enfim, todas as particularidades relativas ao fato de estarmos vivos. A arte, inclusivamente a arte literária, pode ser considerada, então, como um espelho muito especial, porque, além de nos mostrar a face do artista, permite-nos vislumbrar o cenário no qual produziu sua obra: a sociedade em que viveu.
Maria Luíza Abaurre et alli. Português, Língua e Literatura. São Paulo: Moderna, 2000. p. 311-312. Adaptado.
Há oito dias, uma paciente M.S.V. com idade de 83 anos apresentou infarto agudo do miocárdio (IAM) com elevação do ST-T em V2 a V4. Contudo, não foi administrada terapêutica trombolítica porque há quatro meses antes da admissão a paciente apresentara quadro de acidente vascular encefálico. A paciente recusou cateterismo cardíaco. A mesma foi tratada com aspirina, heparina, clopidogrel, sinvastatina, metoprolol e lisinopril. M.S.V. respondeu bem ao tratamento e sua dor torácica cessou. O ECG, mais recente, apresenta ondas Q nas derivações anteriores. Ela está livre de dor desde o primeiro dia de hospitalização e hemodinamicamente estável, sem qualquer arritmia. O ecocardiograma realizado no quarto dia de hospitalização demonstrou hipocinesia anterior e uma fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) de 35%. O filho de seu médico chegou, após longo período de formação médica fora da cidade, e recomendou cateterismo cardíaco com possibilidade de intervenção coronária percutânea (ICP). O cateterismo cardíaco e a ICP reduzirá a morbidade e mortalidade?
“Português é muito difícil”.
Essa afirmação preconceituosa é prima-irmã da ideia de que “brasileiro não sabe português”. Como o nosso ensino da língua sempre se baseou na norma gramatical literária de Portugal, as regras que aprendemos na escola, em boa parte, não correspondem à língua que realmente falamos e escrevemos no Brasil.
Por isso, achamos que “português é uma língua difícil”: temos de fixar regras que não significam nada para nós. No dia em que nosso ensino se concentrar no uso real, vivo e verdadeiro da língua portuguesa do Brasil, é bem provável que ninguém continue a pensar assim. Todo falante nativo de uma língua sabe essa língua. Saber uma língua, na concepção científica da linguística moderna, significa conhecer intuitivamente e empregar com facilidade e naturalidade as regras básicas de seu funcionamento.
Está provado e comprovado que uma criança, por volta dos 7 anos de idade, já domina perfeitamente as regras gramaticais de sua língua. O que ela não conhece são sutilezas e irregularidades no uso dessas regras, que só a leitura e o estudo podem lhe dar. Nenhuma criança brasileira dessa idade vai dizer, por exemplo: “Uma meninos chegou aqui amanhã”. (...)
Se tantas pessoas inteligentes e cultas continuam achando que “não sabem português” ou que “português é muito difícil”, é porque o uso da língua foi transformado numa ciência esotérica, numa doutrina cabalística que somente alguns iluminados conseguem dominar completamente. (...)
No fundo, a ideia de que “português é muito difícil” serve como um dos instrumentos de manutenção do status quo das classes sociais prestigiadas.
É lamentável que a imagem da língua tenha sido empobrecida e reduzida a uma nomenclatura confusa e a exercícios descontextualizados, práticas que se revelam irrelevantes para, de fato, levar alguém a se valer dos muitos recursos que a língua oferece.
Marcos Bagno. Preconceito linguístico. São Paulo: Parábola, 2015. p. 57-63. Adaptado.


No trecho, podem ser identificadas, respectivamente, as seguintes relações semânticas:
Acerca das Doenças Pulmonares Obstrutivas Crônicas (DPOC), analise as proposições abaixo.
1) Segundo a Organização Mundial de Saúde, a DPOC é um estado patológico caracterizado por limitação do fluxo de ar, que não é totalmente reversível.
2) A fibrose cística, a bronquiectasia e a asma são atualmente classificadas como distúrbios pulmonares crônicos e não mais como DPOC.
3) Na DPOC, a limitação do fluxo de ar é progressiva e está associada a uma resposta inflamatória normal nos pulmões para partículas ou gases nocivos.
4) No enfisema pulmonar, o comprometimento da troca de gases resulta da destruição das paredes hiperdistendidas dos alvéolos.
Estão corretas, apenas: