Questões de Concursos

selecione os filtros para encontrar suas questões de concursos e clique no botão abaixo para filtrar e resolver.

Publicidade
We do not know how art began any more than we know how language started. If we take art to mean such activities as building temples and houses, making pictures and sculptures, or weaving patterns, there is no people in all the world without art. If, on the other hand, we mean by art some kind of beautiful luxury, something to enjoy in museums and exhibitions or something special to use as a precious decoration in the best parlour, we must realize that this use of the word is a very recent development. We can best understand this difference if we think of architecture. There is scarcely any building in the world which was not erected for a particular purpose. Those who use these buildings as places of worship or entertainment, or as dwellings, judge them first and foremost by standards of utility. But apart from this, they may like or dislike the design or the proportions of the structure, and appreciate the efforts of the good architect to make it not only practical but right. In the past the attitude to paintings and statues was often similar. They were not thought of as mere works of art but as objects which had a definite function.

Similarly, we are not likely to understand the art of the past if we are quite ignorant of the aims it had to serve. The further we go back in history, the more definite but also the more strange are the aims which art was supposed to serve. The same applies if we leave towns and cities and go to the peasants or, better still, if we travel to the peoples whose ways of life still resemble the conditions in which our remote ancestors lived. Among them there is no difference between building and image-making as far as usefulness is concerned. Their huts are there to shelter them from rain, wind and sunshine and the spirits which produce them; images are made to protect them against other powers which are, to them, as real as the forces of nature. Pictures and statues, in other words, are used to work magic.

E. H. Gombrich. The story of art.
New York, Phaidon, 2024. 16th ed. p. 9-10 (adapted).

Based on the previous text, its ideas and its linguistic aspects, judge the following item.

In the first paragraph, the author states that, in the past, no buildings were built without a practical purpose or reason.

Em muitas partes do mundo, a maioria dos utilizadores do inglês como língua franca é formada por não nativos que não dominam a gramática padrão e aspectos do seu léxico e de sua pronúncia. Conceber o inglês como o idioma da globalização na sua função de língua franca desestabiliza conceitos reducionistas que sempre limitaram língua a padrões subjetivos. As características do inglês como língua franca, potencialmente, contestam as questões mitológicas da pronúncia correta e desorganiza, entre vários aspectos, a ideia estapafúrdia de uma suposta hierarquia cultural.

Denise Scheyerl, Kelly Barros e Diogo Oliveira do Espírito Santo.
A perspectiva intercultural para o ensino de línguas:
propostas e desafios, 2014 (com adaptações).

No que se refere à interculturalidade e às suas relações com o ensino de língua inglesa, julgue o próximo item.

Incentivar a busca por um sotaque específico que corresponda ao padrão hegemônico da língua inglesa adotado em determinado país é a abordagem ideal para alcançar o sucesso da dimensão intercultural no ensino de língua inglesa.

Em muitas partes do mundo, a maioria dos utilizadores do inglês como língua franca é formada por não nativos que não dominam a gramática padrão e aspectos do seu léxico e de sua pronúncia. Conceber o inglês como o idioma da globalização na sua função de língua franca desestabiliza conceitos reducionistas que sempre limitaram língua a padrões subjetivos. As características do inglês como língua franca, potencialmente, contestam as questões mitológicas da pronúncia correta e desorganiza, entre vários aspectos, a ideia estapafúrdia de uma suposta hierarquia cultural.

Denise Scheyerl, Kelly Barros e Diogo Oliveira do Espírito Santo.
A perspectiva intercultural para o ensino de línguas:
propostas e desafios, 2014 (com adaptações).

No que se refere à interculturalidade e às suas relações com o ensino de língua inglesa, julgue o próximo item.

O fato de haver uma quantidade significativa de falantes de inglês que não conhecem as regras da norma padrão prejudica o caráter intercultural do inglês como língua franca.

Em muitas partes do mundo, a maioria dos utilizadores do inglês como língua franca é formada por não nativos que não dominam a gramática padrão e aspectos do seu léxico e de sua pronúncia. Conceber o inglês como o idioma da globalização na sua função de língua franca desestabiliza conceitos reducionistas que sempre limitaram língua a padrões subjetivos. As características do inglês como língua franca, potencialmente, contestam as questões mitológicas da pronúncia correta e desorganiza, entre vários aspectos, a ideia estapafúrdia de uma suposta hierarquia cultural.

Denise Scheyerl, Kelly Barros e Diogo Oliveira do Espírito Santo.
A perspectiva intercultural para o ensino de línguas:
propostas e desafios, 2014 (com adaptações).

No que se refere à interculturalidade e às suas relações com o ensino de língua inglesa, julgue o próximo item.

Uma abordagem de ensino de inglês que considere seu status de língua franca pode ajudar a desmistificar a noção de que certas culturas são superiores a outras.

O hábito de buscar referências na língua materna pode ser uma das principais armadilhas no aprendizado de um novo idioma. Embora a língua inglesa esteja presente em boa parte do mundo por meio da Internet, dos livros, dos filmes e das séries, para muitas pessoas a compreensão do idioma ainda é um bicho de sete cabeças. Por esse motivo, é comum ouvir queixas durante as aulas como “não consigo aprender inglês” ou “inglês não é para mim”.

A diferença da língua materna é o que mais causa dificuldade para os estudantes lusófonos, principalmente pelo fato de a principal origem do português ser o latim e a do inglês ser o anglo-saxão. Essa disparidade causa impactos no som, na escrita e na estrutura do idioma. Pela mistura do anglo-saxão com outros idiomas e culturas, o inglês difere-se do português não apenas na escrita, mas também na pronúncia. Se desprender do habitual idioma materno e precisar falar palavras de uma outra forma é uma dificuldade recorrente entre os estudantes.

Internet:<rubyacademy.com.br> (com adaptações).

Considerando os aspectos suscitados pelo texto precedente no que concerne à aquisição de língua inglesa por pessoas lusófonas, julgue o próximo item.

Lusofalantes podem usar artigos de forma incorreta ao falar inglês porque em português é mais frequente o uso de artigos definidos ou indefinidos antes de substantivos.

No que concerne à prática pedagógica do ensino da língua inglesa e às metodologias ativas, julgue o próximo item.

Metodologias baseadas na resolução de problemas são exemplos de métodos ativos que incentivam o pensamento crítico no ensino da língua inglesa.

Com base na Lei n.º 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência – LBI), julgue o próximo item, relativo à inclusão escolar.
A LBI define como símbolo nacional de identificação de pessoas com deficiências ocultas o cordão de fita com desenhos de girassóis.
Girls play outside in nature less than boys do, even at the age of two, according to the first national survey of play among preschool-age children in Britain. While researchers expect to see older children socialised to particular gender roles, they were shocked to see similar patterns of behaviour starting to emerge at such a young age. They fear it could have long-term implications for girls’ health, as girls are less physically active as they get older and are more likely than boys to have difficulties with their mental health.

The study also found that preschool-age children from a minority ethnic background play less outdoors than their white counterparts, and children in urban areas play less outdoors than those in rural areas. “The results highlight inequalities in play even in the youngest age group, which may exacerbate existing inequalities in health,” the report concluded.

The research surveyed more than 1,100 parents and carers of children aged two, three and four. They found that preschool children spent approximately four hours a day at play, of which one hour and 45 minutes was spent playing outdoors, mainly in back gardens at home. Away from home, children played in playgrounds and green spaces, with the most adventurous play usually associated with indoor play centres.

“The popularity of these play centers is growing,” the report said. “This may be driven by indoor play centres providing adventurous play experiences that overcome some of the barriers to outdoor adventurous play such as traffic, weather and safety concerns.”

Sally Weale. Girls play outside less than boys even at two years old, UK survey reveals.
In: The Guardian. Internet:<theguardian.com> (adapted).

According to the preceding text, judge the following item.

The text presents specific numbers that prove the difference between young boys and girls as to playing outside.

A partir do processo de classificação dos documentos, julgue os seguintes itens.
Os documentos podem ser classificados segundo o gênero e a natureza do assunto, levando-se em conta suas características, sua forma e seu conteúdo.
Com base na Lei n.º 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência – LBI), julgue o próximo item, relativo à inclusão escolar.
Incumbe ao poder público assegurar a oferta de profissionais apoio escolar ao estudante com deficiência.
Com base na Lei n.º 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência – LBI), julgue o próximo item, relativo à inclusão escolar.
A oferta de profissionais de apoio escolar apenas é obrigatória no ensino fundamental.
Global issues, global education, and transcultural learning all take two conditions of a globalizing world as their point of departure: (1) all social, cultural, economic, and ecological issues are increasingly interconnected and there is no such thing as an isolated, merely local issue; (2) globalization and hybridization affect all cultures and cultural phenomena. There are no pure, homogeneous, unchanging elements of culture, and this affects the life of all individuals and social groups. Global learning takes on a transcultural perspective and aims to enable learners to effectively acquire a foreign or second language while empowering them with the knowledge, skills and commitment required by world citizens to solve global problems. Here, local problems, challenges, and solutions are always seen as inextricably intertwined with global issues.

Michael Meyer, Laurenz Volkmann, and Nancy Grimm.
Teaching English. Narr: Tübigen, 2022. p. 163 (adapted).

Based on the ideas presented in the previous text, judge the item that follow.

It is correct to infer from the text that teaching English as a foreign language should be limited to dealing with problems happening in English-speaking countries.

Com base na Lei n.º 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência – LBI), julgue o próximo item, relativo à inclusão escolar.
De acordo com a LBI, cabe ao profissional de apoio escolar ajudar o estudante com deficiência nas atividades de alimentação, higiene e locomoção na escola.
A abordagem lexical (lexical approach) se distingue por conferir ao léxico a posição de elemento central no processo de ensino-aprendizagem de uma língua estrangeira. De fato, esse elemento da língua tem um alto valor, uma vez que perpassa as quatro habilidades linguísticas, configurando-se em fator determinante para a comunicação.

Internet:<teses.usp.br/tese> (com adaptações).

Acerca da abordagem lexical no âmbito do ensino de língua inglesa, julgue o item que se segue.

Adota a abordagem lexical o professor que utiliza listas extensas de sinônimos e antônimos para cada palavra, esperando que os alunos dominem o vocabulário através da memorização dessas listas.

Com base na Lei n.º 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência – LBI), julgue o próximo item, relativo à inclusão escolar.
De acordo com a LBI, o profissional de apoio escolar e o acompanhante do estudante com deficiência exercem o mesmo papel.
Em muitas partes do mundo, a maioria dos utilizadores do inglês como língua franca é formada por não nativos que não dominam a gramática padrão e aspectos do seu léxico e de sua pronúncia. Conceber o inglês como o idioma da globalização na sua função de língua franca desestabiliza conceitos reducionistas que sempre limitaram língua a padrões subjetivos. As características do inglês como língua franca, potencialmente, contestam as questões mitológicas da pronúncia correta e desorganiza, entre vários aspectos, a ideia estapafúrdia de uma suposta hierarquia cultural.

Denise Scheyerl, Kelly Barros e Diogo Oliveira do Espírito Santo.
A perspectiva intercultural para o ensino de línguas:
propostas e desafios, 2014 (com adaptações).

No que se refere à interculturalidade e às suas relações com o ensino de língua inglesa, julgue o próximo item.

Propor discussões em sala de aula nas quais os alunos tracem, em língua inglesa, comparações entre costumes alimentares locais e de outras regiões do mundo é um exemplo de atividade que enfoca a interculturalidade no ensino de inglês.

As origens teóricas da perspectiva reflexiva sobre a prática remontam a John Dewey, que, na década de 30 do século passado, definiu ação reflexiva como o exame ativo, voluntário, persistente e rigoroso de nossas crenças e ações, à luz dos fundamentos que as sustentam e das consequências a que conduzem. Ao caracterizar a reflexão como uma forma especializada de pensar, Dewey a diferencia do ato de rotina, que, embora fundamental ao ser humano, é guiado por impulso, hábito, tradição ou submissão à autoridade. A reflexão, ao contrário, baseia-se na vontade, no pensamento, em atitudes de questionamento e curiosidade.

Rosane Rocha Pessoa. A reflexão interativa
como instrumento de desenvolvimento profissional: um estudo com professores
de inglês da escola pública, 2002 (com adaptações).

Acerca da abordagem reflexiva no ensino de língua inglesa, julgue o seguinte item.

Nas aulas de língua inglesa, a ação reflexiva é construída a partir da repetição de métodos pré-elaborados para avaliar competências linguísticas dos estudantes.

Página 5
Publicidade