FAU•
Se eu ________ sair de casa, com certeza iria ao cinema hoje a noite.
Trabalhadores morrem dentro de tubulação de esgoto no interior de SP
Dois homens, de 49 e 52 anos, morreram enquanto faziam um trabalho dentro de uma tubulação da rede de água e esgoto da cidade de Mogi Guaçu (SP), na tarde da última sexta-feira (4).
Ambos estavam no local para trabalhar no desentupimento de uma tubulação de efluentes, de acordo com o Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto de Mogi Guaçu (Samae). Uma das vítimas passou mal e, ao tentar ajudá-la, o outro homem caiu de uma altura de seis metros.
Segundo informações do Corpo de Bombeiros de São Paulo, a solicitação de emergência foi feita às 16h17, e quatro viaturas e um helicóptero atuaram na ocorrência. Os óbitos foram constatados ainda no local e a equipe dos Bombeiros realizou a retirada dos corpos.
Em nota à CNN, a prefeitura de Mogi Guaçu confirmou, por meio do Samae, o falecimento de dois servidores na tarde de sexta, na região do bairro de Jardim Vitória. Há registro do caso como morte suspeita na Delegacia Seccional de Mogi Guaçu, que solicitou perícia ao local.
“As circunstâncias e causas do incidente serão apuradas pelas autoridades competentes”, disse o Samae. “O Samae se solidariza com familiares, com quem está em contato, e ressalta que oferecerá a eles todo suporte necessário neste momento tão difícil”, finalizou.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/trabalhadores-morremdentro-de-tubulacao-de-esgoto-no-interior-de-sp/
I- Os amortecedores têm como função absorver os impactos e vibrações do solo, propiciando que as molas não oscilem em sentidos para cima ou para baixo continuamente, absorvendo a energia acumulada nas molas. II- Durante uma manutenção, caso os amortecedores apresentem características úmidas com óleo em sua superfície externa, este necessita da sua substituição, pois o mesmo apresenta vazamento do óleo no interior do cilindro, sobrecarregando as molas helicoidais e não funcionando corretamente para absorção do impacto ao solo. III- Os amortecedores servem para garantir que o carro ganhe maior rigidez em relação ao solo, dissipando em energia potencial na relação pneu solo. IV- As molas helicoidais servem para estabilizar as irregularidades do solo na carroceria e ocupantes do veículo, garantindo assim uma condução mais estável do veículo, não deixando o automóvel com características de rigidez, além disso, elas atuam como acumuladores de energia.
É CORRETO o que se afirma em:
I- Válvula que controla o fluido de arrefecimento no interior do bloco do motor, com abertura e fechamento da passagem do líquido de arrefecimento, a qual garante a temperatura otimizada de trabalho do bloco do motor. II- O trocador de calor utilizado para resfriar o fluido quente durante a abertura e fechamento da válvula termostática é o radiador automotivo. III- Quando ocorre o travamento na válvula termostática, caso esteja na posição fechada, o motor fica superaquecido podendo ocorrer a fundição do bloco do motor. IV- A causa do travamento da válvula termostática se dá pelo o uso de aditivos de líquidos de arrefecimento para radiadores.
É CORRETO o que se afirma em:
IVIN•
Leia o texto a seguir:
Rubem Alves
... é uma das maiores fontes de alegria. Claro, há uns livros chatos. Não os leiam. Borges dizia que, se há tantos livros deliciosos de serem lidos, por que gastar tempo lendo um livro que não dá prazer? Na leitura fazemos turismo sem sair de casa gastando menos dinheiro e sem correr os riscos das viagens. O Shogun me levou para uma viagem ao Japão do século XVI, em meio aos ferozes samurais e às sutilezas do amor nipônico e das cerimônias de chá. Cem anos de solidão, que reli faz alguns meses, me produziu espantos e ataques de riso. Achei que o Gabriel García Márquez deveria estar sob o efeito de algum alucinógeno quando o escreveu. A poesia do Alberto Caeiro me ensina a ver, me faz criança e fico parecido com árvores e regatos. Também o Mário Quintana. E o Manoel de Barros. E o Solte os cachorros, da Adélia. No momento estou em meio à leitura do livro Na berma de nenhuma estrada, de Mia Couto (Editorial Ndjira), escritor moçambicano. Berma: nunca havia lido ou ouvido essa palavra. O dicionário me disse que “berma” é um “caminho estreito à beira de fossos”. Contos curtíssimos de três páginas. Mia Couto se parece com o Manoel de Barros, vai descobrindo jeitos diferentes de dizer. E o leitor vai vivendo experiências que não viveu e se espantando o tempo todo.
Adaptado de: Alves, Rubem. Ostra feliz não faz pérola / Rubem Alves. – São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2008.
FAU•
1.(__) Macacões de proteção química são utilizados em ambientes onde há contato direto e prolongado com substâncias químicas perigosas como óleos e graxas.
2.(__) Óculos de segurança protegem os olhos de partículas metálicas, faíscas, líquidos corrosivos e outros materiais perigosos. São cruciais especialmente durante o uso de ferramentas elétricas ou ao manusear produtos químicos.
3.(__) Protetores faciais são usados para proteger o rosto todo contra respingos de substâncias químicas, impactos de objetos grandes e calor excessivo, especialmente quando trabalhando com solda.
A sequência CORRETA é:
Leia o texto a seguir:
Rubem Alves
... é uma das maiores fontes de alegria. Claro, há uns livros chatos. Não os leiam. Borges dizia que, se há tantos livros deliciosos de serem lidos, por que gastar tempo lendo um livro que não dá prazer? Na leitura fazemos turismo sem sair de casa gastando menos dinheiro e sem correr os riscos das viagens. O Shogun me levou para uma viagem ao Japão do século XVI, em meio aos ferozes samurais e às sutilezas do amor nipônico e das cerimônias de chá. Cem anos de solidão, que reli faz alguns meses, me produziu espantos e ataques de riso. Achei que o Gabriel García Márquez deveria estar sob o efeito de algum alucinógeno quando o escreveu. A poesia do Alberto Caeiro me ensina a ver, me faz criança e fico parecido com árvores e regatos. Também o Mário Quintana. E o Manoel de Barros. E o Solte os cachorros, da Adélia. No momento estou em meio à leitura do livro Na berma de nenhuma estrada, de Mia Couto (Editorial Ndjira), escritor moçambicano. Berma: nunca havia lido ou ouvido essa palavra. O dicionário me disse que “berma” é um “caminho estreito à beira de fossos”. Contos curtíssimos de três páginas. Mia Couto se parece com o Manoel de Barros, vai descobrindo jeitos diferentes de dizer. E o leitor vai vivendo experiências que não viveu e se espantando o tempo todo.
Adaptado de: Alves, Rubem. Ostra feliz não faz pérola / Rubem Alves. – São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2008.