Em relação ao Incentivo à Qualificação, previsto na lei n. 11.091/2005 (dispõe sobre a estruturação do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação, no âmbito das Instituições Federais de Ensino vinculadas ao Ministério da Educação, e dá outras providências), é CORRETO afirmar que:
Preceitua a Resolução 46/2025 (dispõe sobre o Regimento Geral do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais - IFMG) que as instâncias internas de apoio à governança do IFMG compreendem, EXCETO:
Com base na Constituição Federal de 1988, sobre as disposições em que o servidor público da administração direta, autárquica e fundacional, exerce mandato eletivo, assinale a alternativa CORRETA:
Conforme o Regimento Geral do IFMG, Resolução nº 46 de 05/11/2025, a Procuradoria Federal é órgão de execução da Advocacia-Geral da União (AGU) junto ao IFMG e vinculada administrativamente ao IFMG-Reitoria, sendo responsável pela representação judicial e extrajudicial da Instituição, bem como pelo desempenho das funções de consultoria e assessoramento jurídico. Analise as assertivas abaixo.
I – Assessorar e orientar o(a) Reitor(a), Pró-Reitores(as), Diretores Sistêmicos e demais dirigentes das unidades descentralizadas do IFMG, de modo a assegurar segurança jurídica aos atos administrativos. II – Exercer atividades de consultoria e assessoramento jurídico em matérias afetas à gestão institucional, em consonância com a legislação vigente e as orientações da AGU; III – Emitir pareceres, notas técnicas, informações jurídicas e demais manifestações em processos e procedimentos que demandem análise jurídica, incluindo licitações, contratos, convênios, processos administrativos disciplinares, atos de gestão de pessoas e demais matérias de interesse do IFMG.
De acordo com o Estatuto Geral do IFMG, Resolução Nº 45 de 05 de novembro de 2025, no que se refere a natureza e finalidades da instituição, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa INCORRETA:
Paciente de 62 anos, fototipo II, com história de exposição solar crônica, apresenta três lesões cutâneas distintas:
Lesão A: pápula perolada em região nasal, com telangiectasias e crescimento lento. Lesão B: placa eritematosa, endurecida, com superfície descamativa e áreas de ulceração em dorso da mão. Lesão C: lesão pigmentada no dorso, assimétrica, com bordas irregulares e múltiplas tonalidades.
Com base nas características clínicas apresentadas, assinale a alternativa correta:
Paciente de 68 anos, portador de DPOC e insuficiência renal crônica, é admitido na enfermaria com quadro de pneumonia adquirida na comunidade, apresentando febre, tosse produtiva e dispneia. Ao exame: FR 28 irpm, saturação de 90% em ar ambiente, estertores à base direita.
Foi iniciada a antibioticoterapia empírica com ceftriaxone associada a macrolídeo. Após 72 horas, o paciente apresenta melhora clínica significativa, afebril e com redução da dispneia. Hemoculturas negativas e sem identificação de patógeno específico. Com base nos princípios da antibioticoterapia racional, qual a conduta mais adequada neste momento?
Paciente de 58 anos, sexo masculino, comparece à emergência com queixa de dor torácica de início súbito há 3 horas, associada a dispneia e sensação de fraqueza. Refere episódio de tontura ao levantar-se.
Ao Exame físico: PA: 98x62 mmHg; FC: 118 bpm ; FR: 28 irpm; SpO₂: 89% em ar ambiente; Ausculta pulmonar sem alterações significativas; Turgência jugular discreta.
Antecedentes pessoais:
Hipertensão arterial
Diabetes mellitus tipo 2
Tabagismo (25 maços/ano)
Cirurgia ortopédica há 2 semanas
Exames realizados na admissão:
ECG: taquicardia sinusal
Troponina: discretamente elevada
Gasometria: hipoxemia
Considerando os diagnósticos diferenciais, qual a hipóteses diagnóstica mais provável?
Paciente de 58 anos, sexo masculino, comparece à emergência com queixa de dor torácica de início súbito há 3 horas, associada a dispneia e sensação de fraqueza. Refere episódio de tontura ao levantar-se.
Ao Exame físico: PA: 98x62 mmHg; FC: 118 bpm ; FR: 28 irpm; SpO₂: 89% em ar ambiente; Ausculta pulmonar sem alterações significativas; Turgência jugular discreta.
Antecedentes pessoais:
Hipertensão arterial
Diabetes mellitus tipo 2
Tabagismo (25 maços/ano)
Cirurgia ortopédica há 2 semanas
Exames realizados na admissão:
ECG: taquicardia sinusal
Troponina: discretamente elevada
Gasometria: hipoxemia
Qual o exame mais adequado para confirmação diagnóstica?
Caso clínico: Mulher de 71 anos, hipertensa há 15 anos, procura atendimento referindo cansaço e dispneia ao subir um lance de escada e ao realizar tarefas domésticas leves. Nega dispneia em repouso. Relata que há 3 semanas passou a dormir com 2 travesseiros para evitar sensação de sufocamento ao deitar. Ao exame físico: FC 94 bpm, PA 162/98 mmHg. Ausculta pulmonar com crepitações finas em bases bilaterais. Ausculta cardíaca com B3 audível. Jugulares ingurgitadas a 45°, com refluxo hepatojugular positivo. Edema de tornozelos bilateral com cacifo 1+. Radiografia de tórax: índice cardiotorácico de 0,58.
Assinale a alternativa que indica corretamente a classe funcional (NYHA) desta paciente e dois critérios maiores de Framingham presentes no caso:
Caso clínico: Jovem de 20 anos, asmático em uso de budesonida + formoterol, é atendido no pronto-socorro com crise de broncoespasmo há 3 horas. Ao exame: consciente e orientado, agitado, fala frases curtas com interrupções frequentes. FR 30 irpm, FC 118 bpm, SpO₂ 92% em ar ambiente. Uso de musculatura acessória intercostal e supraclavicular. Peak flow 42% do previsto. Ausência de cianose e sem alteração do nível de consciência.
Considerando o conjunto dos achados clínicos, a classificação desta crise e a conduta inicial correta são, respectivamente:
Caso Clínico: Homem de 67 anos, tabagista de 50 anos-maço, portador de DPOC grave em uso de tiotrópio e formoterol, é trazido ao pronto-socorro com piora progressiva da dispneia há 2 dias, aumento do volume e purulência do escarro. Ao exame: consciente, orientado, com dificuldade para falar frases completas. FR 28 irpm, FC 108 bpm, SpO₂ 82% em ar ambiente. Uso de musculatura acessória. Ausculta pulmonar com sibilos difusos e redução do murmúrio vesicular. Recebe oxigênio suplementar por cateter nasal a 5 L/min, evoluindo com SpO₂ 97%. Gasometria arterial colhida após 30 minutos de oxigenioterapia evidenciou: pH 7,28 (VR: 7,35–7,45); PaCO₂ 72 mmHg (VR: 35–45 mmHg); PaO₂ 68 mmHg (VR: 80–100 mmHg); HCO₃⁻ 32 mEq/L (VR: 22–26 mEq/L).
Considerando a gasometria e o quadro clínico, a interpretação correta e a conduta mais adequada são:
Caso clínico: Homem de 61 anos, hipertenso e diabético, em acompanhamento nefrológico por DRC estágio G4 há 2 anos. Assintomático. Nunca recebeu orientação dietética para fósforo nem reposição de vitamina D. Exames laboratoriais: TFG estimada 23 mL/min/1,73m² (VR: > 60); fósforo sérico 6,6 mg/dL (VR: 2,5–4,5); cálcio total 8,0 mg/dL (VR: 8,5 10,5); PTH intacto 410 pg/mL (VR: 10–65); vitamina D 25-OH 9 ng/mL (VR: 30–100); fosfatase alcalina 98 U/L (VR: até 120).
Considerando o diagnóstico e a hierarquia de intervenções, qual é a interpretação correta do quadro e a próxima etapa mais adequada no manejo?
Caso clínico: Homem de 32 anos, previamente hígido, procura atendimento por aumento indolor de linfonodos cervicais há 3 meses, achado que motivou a consulta. Refere febre de 38,2°C sem foco identificado, sudorese noturna intensa e perda de 8 kg nos últimos 4 meses. Ao exame: linfonodos cervicais bilaterais de 3–4 cm, indolores, endurecidos e não aderidos, representando o achado clínico predominante. Baço palpável a 4 cm do rebordo costal. Sem hepatomegalia. Exames laboratoriais: hemoglobina 10,2 g/dL, leucócitos 11.800/mm³ com diferencial sem linfocitose, plaquetas 98.000/mm³; VHS 88 mm/h; LDH 680 U/L (VR: até 250); cálcio sérico 9,1 mg/dL (VR: 8,5–10,5); ECA 28 U/L (VR: 8–52). Tomografia de tórax e abdome: massa mediastinal anterior de 4 cm, linfonodos cervicais e axilares bilaterais de até 4 cm como achado predominante, esplenomegalia homogênea, sem linfonodomegalia retroperitoneal.
Considerando o quadro clínico, laboratorial e de imagem, qual alternativa apresenta o diagnóstico mais provável e o resultado do exame confirmatório compatível com os achados descritos?
Caso clínico: Mulher de 28 anos com diagnóstico de LES há 2 anos, em uso de hidroxicloroquina e prednisona 10 mg/dia. Retorna ao ambulatório com artrite em mãos e punhos, rash malar intenso e úlceras orais há 3 semanas, sugestivos de reativação da doença. O médico decide aumentar a prednisona para 60 mg/dia. Após 10 dias, a paciente é trazida pela família por comportamento bizarro, alucinações auditivas e delírios persecutórios de início abrupto. Nega uso de substâncias. Ao exame: orientada, sem déficit focal, sem rigidez de nuca, sem movimentos anormais e sem instabilidade autonômica. Exames laboratoriais: hemograma com leucopenia (3.200/mm³); complemento C3 28 mg/dL (VR: 90–180); C4 6 mg/dL (VR: 16–47); anti-dsDNA 1:640 (VR: negativo); proteína C reativa 0,4 mg/dL (VR: até 0,5).
Considerando o quadro clínico e laboratorial, qual é o diagnóstico mais provável e a conduta mais adequada?
Caso clínico: Homem de 38 anos com Diabetes Mellitus Tipo 1 (DM1) há 18 anos, em uso de insulina basal-bolus. Nos últimos 6 meses refere náuseas frequentes, vômitos pós-prandiais, saciedade precoce e sensação de plenitude gástrica. Relata episódios recorrentes de hipoglicemia nas 2 horas após as refeições, seguidos de hiperglicemia tardia 3–4 horas depois, apesar de manter a mesma dose de insulina. Nega diarreia, esteatorréia ou perda de peso significativa. Ao exame: sem dor à palpação abdominal, sem massa palpável. Endoscopia digestiva alta realizada há 3 meses: mucosa gástrica e duodenal de aspecto normal, sem úlceras ou lesões; presença de resíduo alimentar em estômago após 12 horas de jejum. HbA1c 9,8%.
Considerando o diagnóstico e o impacto no controle glicêmico, qual é a interpretação correta do quadro e a conduta mais adequada?
Caso clínico: Homem de 62 anos com DM2 há 10 anos, hipertenso e dislipidêmico, com histórico de infarto agudo do miocárdio há 2 anos. Em uso de metformina 2g/dia, sinvastatina, enalapril e AAS. Retorna ao ambulatório com HbA1c 8,4% (meta < 7%). Peso 88 kg, IMC 30,2 kg/m², TFG estimada 64 mL/min/1,73m². Nega episódios de hipoglicemia. Exame físico sem alterações além de obesidade grau I.
Considerando o perfil do paciente, qual é a conduta mais adequada para intensificação terapêutica com benefício cardiovascular estabelecido?
Caso clínico: Homem de 54 anos, obeso, hipertenso em uso de hidroclorotiazida, procura o pronto-socorro com dor intensa em joelho direito há 18 horas, de início súbito, com edema, calor e rubor locais. Refere episódio semelhante no hálux direito há 6 meses, que resolveu espontaneamente. Nega trauma e infecção recente. Temperatura axilar 37,4°C. Urato sérico 9,2 mg/dL (VR: até 6,8 mg/dL). PCR 3,2 mg/dL (VR: até 0,5 mg/dL). Leucócitos 11.200/mm³. Diante da suspeita de artrite séptica, foi realizada artrocentese e iniciado antibiótico empírico. O líquido sinovial apresentou: aspecto turvo, leucócitos 28.000/mm³ com predomínio de neutrófilos, cristais em forma de agulha com birrefringência negativa à microscopia polarizada, coloração de Gram sem microrganismos identificados. A cultura retornou negativa após 72 horas.
Com esses resultados disponíveis, qual é a interpretação correta e a conduta mais adequada neste momento?