Entre as espécies utilizadas para a produção de biodiesel, cita-se a mamona (Ricinus communis L.).
A situação atual dessa cultura no Brasil é que
I. É ______________ a entrada de pessoas estranhas neste local.
II. Segue _______ a cópia do documento.
Em que instrumento de gestão territorial é necessário o uso do SIG?
De acordo com a Resolução CONAMA 237, de 19 de dezembro de 1997, o nome dado ao ato administrativo pelo qual o órgão ambiental competente estabelece as condições, restrições e medidas de controle ambiental que deverão ser obedecidas pelo empreendedor, pessoa física ou jurídica, para localizar, instalar, ampliar e operar empreendimentos ou atividades utilizadoras dos recursos ambientais consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras ou aquelas que, sob qualquer forma, possam causar degradação ambiental, é:
Embora a água seja o recurso mais abundante do planeta, a sua deficiência no solo é um dos principais fatores que reduzem a produtividade das culturas. A esse respeito considere as afirmativas abaixo, julgando-as falsas (F) ou verdadeiras (V).
( ) O déficit hídrico apresenta vários efeitos sobre o crescimento das plantas, sendo um deles a limitação na expansão foliar, que pode ser vantajosa por reduzir a superfície transpirante; porém, reduz a fotossíntese total da folha.
( ) Plantas sob déficit hídrico, em geral, apresentam aumento na concentração do ácido abscísico, hormônio importante na indução do fechamento estomático.
( ) Em milho, o período reprodutivo é a fase em que a planta é menos sensível ao déficit hídrico.
( ) Algumas plantas exibem ajustamento osmótico quando submetidas a déficit hídrico no solo. Isto envolve redução no conteúdo de solutos celulares, incluindo açúcares, ácidos orgânicos, aminoácidos e íons inorgânicos.
Assinale a opção que apresenta a sequência correta, de cima para baixo
I. Entrevistou-se várias pessoas.
II. Necessita-se de funcionários experientes.
III. Tratam-se de problemas complexos.
A concordância está correta em
Essa afirmação refere-se à
ESPP•
A notícia da canonização do padre José de Anchieta, feita de maneira justa pelo Papa Francisco, é um reconhecimento histórico de um homem que deu a sua vida pelos valores e princípios do Evangelho, tão importantes no início do processo de miscigenação cultural de nossa nação. A sua visão missionária vai além de seu tempo, deixando um legado religioso e cultural para a História do Brasil, ainda hoje reconhecido por muitos intelectuais e historiadores de nosso país. É difícil, em poucas palavras, expressar a riqueza desse legado, sobretudo quando este se estende desde o campo da literatura, da poesia, da antropologia e dramaturgia, chegando até os primórdios da biogeografia brasileira.
Sem nenhuma intenção de proselitismo, não podemos deixar de reconhecer a grande contribuição deste homem, considerado um ícone da evangelização nos primórdios das raízes de nossa brasilidade. Estar ligado à fundação das duas maiores cidades do país, São Paulo e Rio de Janeiro, não é algo trivial, pois isto supõe capacidade de dialogar, de aceitar diferenças, de ser inovador, de romper barreiras religiosas e culturais, de integrar culturas distintas e, extraordinariamente, de entregar sua vida por uma causa mais nobre, sem pretensões de poder, benefício próprio ou ambições econômicas. A maneira como Anchieta viveu e morreu aqui em nosso país é um testemunho inquestionável de alguém que procurou trabalhar e gastar a sua vida com gratuidade e simplicidade, sempre defendendo aqueles que sofriam os efeitos nefastos do processo colonizador, como os povos indígenas na sua época.
Além deste árduo trabalho de inculturação da fé, a sua contribuição literária foi fundamental, lançando as bases da arte da poesia lírica e épica no Brasil, além dos sermões, cartas e uma gramática tupi-guarani, a língua mais falada naquela época na costa do país.
Junto com outros que procuraram narrar em cartas os aspectos etnológicos, etológicos e históricos no início do processo de colonização, como Pero Vaz de Caminha, Pedro Lopes de Souza, Hans Staden, André Thévet, Jean de Léry, Pedro de Magalhães Gândavo, entre outros, a carta escrita por José de Anchieta em 1560, documento pouco conhecido pelos brasileiros, tem um papel relevante para os primórdios da chamada biogeografia brasileira. Neste relato pré-biogeográfico, aparece a riqueza e o uso da biodiversidade pelos povos nativos, revelando também aspectos etológicos de alguns animais. O que chama a atenção é a preocupação de Anchieta em mostrar a visão integradora do homem com a fauna e com a flora, agregando informações sobre os fenômenos climáticos. A sua maneira holística de olhar a realidade antropológica, etnológica, teológica e ambiental integradamente é, sem dúvida, uma referência para o nosso mundo atual, carente de uma visão mais sistêmica da realidade socioambiental.
Ao canonizar o padre Anchieta, o Papa Francisco foi além dos milagres baseados apenas nas curas e nas graças alcançadas, mostrando que é preciso ver também o legado e a contribuição cultural que uma pessoa deixa na história de um país, sendo sempre estímulo às futuras gerações.Que o exemplo do Santo José de Anchieta nos estimule a buscar sempre a abertura e o diálogo com as diferentes culturas e religiões que fazem parte de nossa brasilidade, exercendo a solidariedade entre os povos, e mostrando o quanto temos que conhecer e aprender com esta rica biodiversidade de nosso país, mesmo sabendo que a mesma se encontra cada vez mais vulnerável pela exploração e destruição de nossos ecossistemas.
(SIQUEIRA, J. Carlos de. O Globo , 02/04/2014, p.17.)
Das alterações feitas na redação do trecho acima, aquela em que foi mantido o sentido original do texto é:
Um aspecto importante para o desenvolvimento de culturas anuais é a época de semeadura, pois além de proporcionar obtenção de maiores rendimentos, atende às exigências climáticas das espécies cultivadas. Assim é correto afirmar:
O manejo da irrigação em culturas nada mais é do que estabelecer o momento correto de aplicar água e a sua respectiva lâmina (quando e quanto aplicar). Vários critérios podem ser adotados para o manejo da irrigação. Para isso, faz-se necessário o conhecimento de alguns conceitos.
De acordo com o texto acima analise os itens abaixo:
I. Capacidade de campo (CC) é a quantidade de água retida pelo solo após a drenagem ter ocorrido ou cessado em um solo previamente saturado por chuva ou irrigação;
II. Ponto de murcha permanente (PMP) é o conteúdo de água no solo retido a um componente matricial do potencial de água tão elevado, em valor absoluto, tal que a maioria das plantas não consegue extrair água do solo e entra em murcha, porém, após a irrigação a murcha torna-se reversível;
III. Turno de Rega ou de Irrigação (TI) - é o intervalo de tempo (geralmente em dias) entre duas irrigações sucessivas, sendo esse o tempo necessário para que a cultura consuma, através da evapotranspiração, a água facilmente disponível no solo na profundidade efetiva do sistema radicular;
IV. Evapotranspiração da cultura (ETc) - é a evapotranspiração real de qualquer cultura, calculada somente no estádio reprodutivo, em que a demanda por água é maior, podendo estar sofrendo ou não limitação hídrica ou outro fator que impeça a sua taxa potencial;
Assinale a alternativa correta.