A prática de uma boa iluminação para locais de trabalho deve fornecer uma boa visualização da tarefa para que elas sejam realizadas facilmente, com conforto visual e atendendo aos requisitos de segurança. Assim pode-se afirmar que:
UFPI•
A Lei 8.112/90 institui o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias, inclusive as em regime especial, e das fundações públicas federais. De acordo com a lei, servidor é a pessoa legalmente investida em cargo público. Diante destas premissas e de acordo com a Lei 8.112/90, é CORRETO afirmar que:
UFPI•
A Lei 8.112/90 traz, em seu bojo, os direitos e vantagens do servidor público federal. A lei estabelece, pois, regras a respeito do vencimento e da remuneração dos servidores públicos, ao tempo em que elenca as vantagens ao tratar das indenizações, gratificações e adicionais. De acordo com o previsto na lei a esse respeito, é INCORRETO afirmar que:
UFPI•
Quando aborda e trata do processo administrativo disciplinar, a Lei 8.112/90 estabelece que a autoridade que tiver ciência de irregularidade no serviço público é obrigada a promover a sua apuração imediata, mediante sindicância ou processo administrativo disciplinar, assegurada ao acusado ampla defesa e que o inquérito administrativo obedecerá ao princípio do contraditório, assegurada ao acusado ampla defesa, com a utilização dos meios e recursos admitidos em direito. Diante do que está posto a este respeito na mencionada lei, é INCORRETO afirmar que:
Para cada tipo de estrutura, são caracterizados os tipos de esforços internos e as direções dos seus deslocamentos e rotações. Sobre esses esforços, pode-se afirmar:
UFPI•
Crisaldina Rosa da Silva, servidora pública federal estável, foi demitida em razão de processo administrativo disciplinar. Não se conformando com a decisão administrativa, Crisaldina recorreu ao Poder Judiciário. Quatro (4) anos após sua demissão, Crisaldina obteve na Justiça decisão definitiva de invalidação de sua demissão e, portanto, favorável a sua reinvestidura no cargo que ocupava no serviço público. Nesse caso, a Lei 8.112/90:
Um dos aspectos da sustentabilidade urbana é o emprego da infraestrutura verde. Sobre ela, pode-se afirmar, EXCETO:
TEXTO II
VACINAS, PARA QUE AS QUERO?
O mecanismo que torna esses imunológicos mais duradouros ou não ainda segue sem resposta. Mas ninguém deveria duvidar de seu poderoso efeito protetor.
01 Em um momento em que os menos avisados suspeitam das vacinas, as autoridades em saúde pública
02 e imunologia apresentam dados mostrando que, na realidade, as vacinas precisam, sim, ser inoculadas com
03 mais frequência. Esse é o teor do artigo ‘Quanto tempo duram as vacinas?’, assinado pelo escritor e roteirista
04 norte-americano Jon Cohen e publicado na prestigiosa revista Science, em abril de 2019. Nele, Cohen indaga,
05 entre outros assuntos, por que o efeito protetor das vacinas contra a gripe dura tão pouco (em média, depois de
06 90 dias, a proteção começa a cair) e em outras, como as da varíola e da febre amarela, a ação é bem mais
07 prolongada.
08 Alguns especialistas argumentam que certos vírus sofrem altas taxas de mutação e geram novos clones,
09 que, por serem ligeiramente diferentes dos originais, não seriam reconhecidos pelas células do sistema imune.
10 Mas, a coisa não é tão simples assim.
11 Ao estudar a caxumba (que ainda afeta os humanos), por exemplo, os epidemiologistas descobriram
12 que a recorrência da doença acontece com mais frequência em uma determinada faixa etária (entre 18 e 29 anos
13 de idade). Se a reinfecção dependesse apenas de mutações, todas as idades deveriam ser igualmente afetadas.
14 Assim, o enigma perdura.
15 No entanto, o consenso entre os imunologistas especializados em vacinas é que, de fato, precisamos
16 de mais exposição aos agentes infecciosos ou às próprias vacinas. Em outras palavras, no caso da gripe,
17 teríamos que tomar doses seguidas da vacina a fim de aumentar seu efeito protetor. Em razão desses achados,
18 os pesquisadores chegaram até a criticar a decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) de recomendar
19 que a vacina contra a febre amarela devesse ser inoculada apenas uma vez, isto é, seria uma vacina vitalícia.
20 A necessidade da exposição constante aos agentes infecciosos vai de encontro à hipótese do biólogo
21 norte-americano Jared Diamond que, em seu livro Armas, germes e aço, defende a ideia de que, ao longo da
22 história, o sucesso dos conquistadores se deveu, em parte, ao fato de eles serem originalmente cosmopolitas e,
23 dessa maneira, terem adquirido resistência imunológica aos agentes infecciosos da época. Mesmo resistentes,
24 seriam portadores desses agentes, o que manteria a memória imunológica. Já os conquistados, grupo formado
25 por populações menores, sucumbiriam ao confronto por não serem capazes de se defender tanto dos invasores
26 humanos quanto daqueles microscópicos.
27 Outro aspecto interessante desse tema é fruto da biotecnologia recente. A vacina contra o papiloma
28 vírus humano (HPV), que, aparentemente, deu certo, é constituída de um agente imunogênico que não é o vírus
29 propriamente dito, mas, sim, o que os pesquisadores chamam de partículas semelhantes aos vírus (virus like
30 particles, VLPs).
31 Os VLPs podem ser considerados vírus artificiais, ou seja, contêm a capa de proteína dos vírus, mas
32 não o material genético, que, em geral, é formado por ácidos nucleicos (DNA ou RNA). Desse modo, os VLPs
33 não são infecciosos. Alguns deles ocorrem naturalmente, mas também podem ser sintetizados no laboratório, e
34 é aí que repousa a grande esperança tanto contra os vírus quanto contra alguns tipos de câncer cuja ocorrência
35 foi correlacionada a infecções virais prévias, como o caso do câncer de útero.
36 Embora o avanço nessa área seja promissor, o mecanismo que torna uma vacina mais duradoura ou
37 não ainda segue sem resposta. Como afirma Cohen em seu artigo, “essa é uma pergunta de um milhão de
38 dólares!” (aproximadamente, o valor do prêmio Nobel).
39 A despeito disso, ninguém deveria duvidar do poder das vacinas. Muito pelo contrário. A tendência atual
40 no tratamento de doenças crônicas, como o câncer e a artrite reumatoide, é a imunoterapia. Um dia, quem sabe,
41 teremos vacinas contra todos esses males.
http://cienciahoje.org.br/artigo/vacinas-para-que-as-quero/ Acesso: 15/06/2019.
No trecho, “Cohen indaga, entre outros assuntos, por que o efeito protetor das vacinas contra a gripe dura tão pouco” (linhas 04 e 05), em relação à expressão “por que”, é CORRETO afirmar que:
Para se projetar as vias para um loteamento ou a expansão de uma área urbanizada, devem-se levar em consideração as definições de cada via, tendo em vista o fim a que se destina, bem como o espaço geográfico em que se situa. Desta forma, pode-se afirmar:
O governo federal instituiu a estratégia nacional de disseminação da metodologia BIM, a Estratégia BIM Brasil. O Decreto nº 9.377, de 17 de maio de 2018, instituiu de maneira oficial a estratégia. Sobre a metodologia BIM, podese afirmar:
De acordo com a NBR 13532/1995, a elaboração do projeto de arquitetura deve ser orientada em cada uma das suas etapas, por: informações de referências a utilizar; informações técnicas a produzir e documentos técnicos a apresentar. Na etapa referente ao Estudo Preliminar, pode-se afirmar que uma das informações de referência a utilizar é:
De acordo com o disposto na norma de desempenho NBR 15575/2013, podem-se ter dependências que não têm exigências mínimas de iluminância natural, entre as quais:
O Código de Ética e Disciplina do Conselho de Arquitetura e Urbanismo, embora suas normas devam ser consideradas como um todo coordenado e harmônico, estão estruturadas em uma hierarquia de subordinação relativa, em 3 (três) classes respectivamente distintas: princípios, regras e recomendações. Em relação às obrigações para com o Interesse Público, é considerado como regra:
TEXTO II
VACINAS, PARA QUE AS QUERO?
O mecanismo que torna esses imunológicos mais duradouros ou não ainda segue sem resposta. Mas ninguém deveria duvidar de seu poderoso efeito protetor.
01 Em um momento em que os menos avisados suspeitam das vacinas, as autoridades em saúde pública
02 e imunologia apresentam dados mostrando que, na realidade, as vacinas precisam, sim, ser inoculadas com
03 mais frequência. Esse é o teor do artigo ‘Quanto tempo duram as vacinas?’, assinado pelo escritor e roteirista
04 norte-americano Jon Cohen e publicado na prestigiosa revista Science, em abril de 2019. Nele, Cohen indaga,
05 entre outros assuntos, por que o efeito protetor das vacinas contra a gripe dura tão pouco (em média, depois de
06 90 dias, a proteção começa a cair) e em outras, como as da varíola e da febre amarela, a ação é bem mais
07 prolongada.
08 Alguns especialistas argumentam que certos vírus sofrem altas taxas de mutação e geram novos clones,
09 que, por serem ligeiramente diferentes dos originais, não seriam reconhecidos pelas células do sistema imune.
10 Mas, a coisa não é tão simples assim.
11 Ao estudar a caxumba (que ainda afeta os humanos), por exemplo, os epidemiologistas descobriram
12 que a recorrência da doença acontece com mais frequência em uma determinada faixa etária (entre 18 e 29 anos
13 de idade). Se a reinfecção dependesse apenas de mutações, todas as idades deveriam ser igualmente afetadas.
14 Assim, o enigma perdura.
15 No entanto, o consenso entre os imunologistas especializados em vacinas é que, de fato, precisamos
16 de mais exposição aos agentes infecciosos ou às próprias vacinas. Em outras palavras, no caso da gripe,
17 teríamos que tomar doses seguidas da vacina a fim de aumentar seu efeito protetor. Em razão desses achados,
18 os pesquisadores chegaram até a criticar a decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) de recomendar
19 que a vacina contra a febre amarela devesse ser inoculada apenas uma vez, isto é, seria uma vacina vitalícia.
20 A necessidade da exposição constante aos agentes infecciosos vai de encontro à hipótese do biólogo
21 norte-americano Jared Diamond que, em seu livro Armas, germes e aço, defende a ideia de que, ao longo da
22 história, o sucesso dos conquistadores se deveu, em parte, ao fato de eles serem originalmente cosmopolitas e,
23 dessa maneira, terem adquirido resistência imunológica aos agentes infecciosos da época. Mesmo resistentes,
24 seriam portadores desses agentes, o que manteria a memória imunológica. Já os conquistados, grupo formado
25 por populações menores, sucumbiriam ao confronto por não serem capazes de se defender tanto dos invasores
26 humanos quanto daqueles microscópicos.
27 Outro aspecto interessante desse tema é fruto da biotecnologia recente. A vacina contra o papiloma
28 vírus humano (HPV), que, aparentemente, deu certo, é constituída de um agente imunogênico que não é o vírus
29 propriamente dito, mas, sim, o que os pesquisadores chamam de partículas semelhantes aos vírus (virus like
30 particles, VLPs).
31 Os VLPs podem ser considerados vírus artificiais, ou seja, contêm a capa de proteína dos vírus, mas
32 não o material genético, que, em geral, é formado por ácidos nucleicos (DNA ou RNA). Desse modo, os VLPs
33 não são infecciosos. Alguns deles ocorrem naturalmente, mas também podem ser sintetizados no laboratório, e
34 é aí que repousa a grande esperança tanto contra os vírus quanto contra alguns tipos de câncer cuja ocorrência
35 foi correlacionada a infecções virais prévias, como o caso do câncer de útero.
36 Embora o avanço nessa área seja promissor, o mecanismo que torna uma vacina mais duradoura ou
37 não ainda segue sem resposta. Como afirma Cohen em seu artigo, “essa é uma pergunta de um milhão de
38 dólares!” (aproximadamente, o valor do prêmio Nobel).
39 A despeito disso, ninguém deveria duvidar do poder das vacinas. Muito pelo contrário. A tendência atual
40 no tratamento de doenças crônicas, como o câncer e a artrite reumatoide, é a imunoterapia. Um dia, quem sabe,
41 teremos vacinas contra todos esses males.
http://cienciahoje.org.br/artigo/vacinas-para-que-as-quero/ Acesso: 15/06/2019.
As palavras “inoculadas” (linha 02) e “sucumbiriam” (linha 25) têm sentido, respectivamente, de:
TEXTO II
VACINAS, PARA QUE AS QUERO?
O mecanismo que torna esses imunológicos mais duradouros ou não ainda segue sem resposta. Mas ninguém deveria duvidar de seu poderoso efeito protetor.
01 Em um momento em que os menos avisados suspeitam das vacinas, as autoridades em saúde pública
02 e imunologia apresentam dados mostrando que, na realidade, as vacinas precisam, sim, ser inoculadas com
03 mais frequência. Esse é o teor do artigo ‘Quanto tempo duram as vacinas?’, assinado pelo escritor e roteirista
04 norte-americano Jon Cohen e publicado na prestigiosa revista Science, em abril de 2019. Nele, Cohen indaga,
05 entre outros assuntos, por que o efeito protetor das vacinas contra a gripe dura tão pouco (em média, depois de
06 90 dias, a proteção começa a cair) e em outras, como as da varíola e da febre amarela, a ação é bem mais
07 prolongada.
08 Alguns especialistas argumentam que certos vírus sofrem altas taxas de mutação e geram novos clones,
09 que, por serem ligeiramente diferentes dos originais, não seriam reconhecidos pelas células do sistema imune.
10 Mas, a coisa não é tão simples assim.
11 Ao estudar a caxumba (que ainda afeta os humanos), por exemplo, os epidemiologistas descobriram
12 que a recorrência da doença acontece com mais frequência em uma determinada faixa etária (entre 18 e 29 anos
13 de idade). Se a reinfecção dependesse apenas de mutações, todas as idades deveriam ser igualmente afetadas.
14 Assim, o enigma perdura.
15 No entanto, o consenso entre os imunologistas especializados em vacinas é que, de fato, precisamos
16 de mais exposição aos agentes infecciosos ou às próprias vacinas. Em outras palavras, no caso da gripe,
17 teríamos que tomar doses seguidas da vacina a fim de aumentar seu efeito protetor. Em razão desses achados,
18 os pesquisadores chegaram até a criticar a decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) de recomendar
19 que a vacina contra a febre amarela devesse ser inoculada apenas uma vez, isto é, seria uma vacina vitalícia.
20 A necessidade da exposição constante aos agentes infecciosos vai de encontro à hipótese do biólogo
21 norte-americano Jared Diamond que, em seu livro Armas, germes e aço, defende a ideia de que, ao longo da
22 história, o sucesso dos conquistadores se deveu, em parte, ao fato de eles serem originalmente cosmopolitas e,
23 dessa maneira, terem adquirido resistência imunológica aos agentes infecciosos da época. Mesmo resistentes,
24 seriam portadores desses agentes, o que manteria a memória imunológica. Já os conquistados, grupo formado
25 por populações menores, sucumbiriam ao confronto por não serem capazes de se defender tanto dos invasores
26 humanos quanto daqueles microscópicos.
27 Outro aspecto interessante desse tema é fruto da biotecnologia recente. A vacina contra o papiloma
28 vírus humano (HPV), que, aparentemente, deu certo, é constituída de um agente imunogênico que não é o vírus
29 propriamente dito, mas, sim, o que os pesquisadores chamam de partículas semelhantes aos vírus (virus like
30 particles, VLPs).
31 Os VLPs podem ser considerados vírus artificiais, ou seja, contêm a capa de proteína dos vírus, mas
32 não o material genético, que, em geral, é formado por ácidos nucleicos (DNA ou RNA). Desse modo, os VLPs
33 não são infecciosos. Alguns deles ocorrem naturalmente, mas também podem ser sintetizados no laboratório, e
34 é aí que repousa a grande esperança tanto contra os vírus quanto contra alguns tipos de câncer cuja ocorrência
35 foi correlacionada a infecções virais prévias, como o caso do câncer de útero.
36 Embora o avanço nessa área seja promissor, o mecanismo que torna uma vacina mais duradoura ou
37 não ainda segue sem resposta. Como afirma Cohen em seu artigo, “essa é uma pergunta de um milhão de
38 dólares!” (aproximadamente, o valor do prêmio Nobel).
39 A despeito disso, ninguém deveria duvidar do poder das vacinas. Muito pelo contrário. A tendência atual
40 no tratamento de doenças crônicas, como o câncer e a artrite reumatoide, é a imunoterapia. Um dia, quem sabe,
41 teremos vacinas contra todos esses males.
http://cienciahoje.org.br/artigo/vacinas-para-que-as-quero/ Acesso: 15/06/2019.
Analise as afirmações a seguir, assinalando V para as assertivas verdadeiras e F para as assertivas falsas. Em seguida, marque a opção CORRETA.
( ) O título do texto II “Vacinas, para que as quero?”, de antemão, traz o posicionamento do autor a respeito da imunização por vacinas, aderindo este ao pensamento de que o ser humano não precisa da exposição a agentes infecciosos por meio das vacinas.
( ) Cohem questiona a efetividade da imunização por vacinas em seu artigo a partir da pergunta “quanto tempo duram as vacinas?”, para isso o autor utiliza como argumento a duração da proteção oferecida pela vacina da gripe, cerca de noventa dias.
( ) A OMS contraria a opinião de imunologistas especializados em vacinas ao recomendar que a vacina contra a febre amarela seja vitalícia.
( ) A ideia de que a exposição aos agentes infecciosos ou às vacinas deve ser elevada, defendida por especialistas da área de imunologia, vai ao encontro da hipótese construída pelo biólogo Jared Diamond.
( ) Cohem afirma que a resposta para a pergunta “Qual o mecanismo que torna uma vacina mais duradoura” é de um milhão de dólares, aproximadamente o mesmo valor pago ao prêmio Nobel, logo, quem descobrir a resposta para tal pergunta ganhará o prêmio Nobel.
Os corredores devem ser dimensionados de acordo com o fluxo de pessoas, assegurando uma faixa livre de barreiras ou obstáculos. As larguras mínimas para corredores em edificações e equipamentos urbanos são:
UFPI•
Em se tratando das penalidades impostas ao servidor publico federal que descumpre as normas disciplinares positivadas na Lei 8.112/90, é INCORRETO afirmar que:
Dentre das decisões relacionadas às diretrizes para o desenvolvimento de um projeto arquitetônico, uma das principais é o custo da construção, e em relação a este, a decisão de desenvolver uma edificação térrea ou em pavimentos. Sobre esse aspecto, é CORRETO afirmar que os elementos que incidem de forma crescente no custo da edificação são:
O As Built é uma atividade técnica essencial para orientar eventuais intervenções corretivas futuras e/ou ampliações. Sobre a documentação as As Built, pode-se afirmar
Com a construção de um novo auditório para uma Universidade no desenvolvimento do projeto arquitetônico, deverão ser previstos, na área destinada ao público, espaços reservados para Pessoas em Cadeiras de Rodas (PCR), assentos para Pessoas com Mobilidade Reduzida (PMR) ou Pessoas com Deficiência (PcD) e assentos para Pessoas Obesas (PO) que deverão ser distribuídos pelo recinto, recomendando-se que seja nos diferentes setores. Assim, para um auditório com 325 lugares, deve-se ter: