Texto I
Quanto mais nos vemos no espelho, mais dificuldade
temos, como brasileiros, de achar um foco para
nossa imagem. Pelo menos, nossa imagem como povo.
(...)
Nossa identidade é assunto polêmico desde tempos
remotos. Quando o escritor Mário de Andrade deu
vida ao espevitado e contraditório personagem
Macunaíma, em 1928, nosso herói sem nenhum caráter
já andava desesperadamente à procura dela. Ele sabia
que havia algo de brasileiro no ar e foi buscar indícios
desses traços na riqueza da cultura popular. (...) No final
dos anos 80, o antropólogo Darcy Ribeiro continuava indagando:
“E não seria esta alegria – além da mestiçagem
alvoroçada, da espantosa uniformidade cultural e do brutal
desgarramento classista – uma das características
distintivas dos brasileiros? Seria a compensação dialética
à que o povo se dá da vida azarosa, famélica e triste que
lhe impõem?”
Ninguém ainda respondeu a contento à questão.
O historiador Sérgio Buarque de Holanda, em Raízes do
Brasil (1936), foi buscar na origem portuguesa os traços
que fazem do brasileiro um brasileiro: o estilo cordial,
hospitaleiro, pacato e resignado, em um povo que herdou
a bagunça lusa. Mas será que todo brasileiro vê essa
imagem no espelho? Ser apenas o povo do futebol, do
samba e das mais belas mulheres do mundo basta?
Aliás, será que somos isso mesmo? (...)
SCAVONE, Míriam. In: Porto Seguro Brasil. Conteúdo fornecido e produzido pela Editora Abril S.A. (SP).
O período “Quanto mais nos vemos no espelho, mais dificuldade
temos, como brasileiros, de achar um foco para nossa
imagem.’’(l.1-3), no Texto I, caracteriza-se pela idéia de:
Texto I
Quanto mais nos vemos no espelho, mais dificuldade
temos, como brasileiros, de achar um foco para
nossa imagem. Pelo menos, nossa imagem como povo.
(...)
Nossa identidade é assunto polêmico desde tempos
remotos. Quando o escritor Mário de Andrade deu
vida ao espevitado e contraditório personagem
Macunaíma, em 1928, nosso herói sem nenhum caráter
já andava desesperadamente à procura dela. Ele sabia
que havia algo de brasileiro no ar e foi buscar indícios
desses traços na riqueza da cultura popular. (...) No final
dos anos 80, o antropólogo Darcy Ribeiro continuava indagando:
“E não seria esta alegria – além da mestiçagem
alvoroçada, da espantosa uniformidade cultural e do brutal
desgarramento classista – uma das características
distintivas dos brasileiros? Seria a compensação dialética
à que o povo se dá da vida azarosa, famélica e triste que
lhe impõem?”
Ninguém ainda respondeu a contento à questão.
O historiador Sérgio Buarque de Holanda, em Raízes do
Brasil (1936), foi buscar na origem portuguesa os traços
que fazem do brasileiro um brasileiro: o estilo cordial,
hospitaleiro, pacato e resignado, em um povo que herdou
a bagunça lusa. Mas será que todo brasileiro vê essa
imagem no espelho? Ser apenas o povo do futebol, do
samba e das mais belas mulheres do mundo basta?
Aliás, será que somos isso mesmo? (...)
SCAVONE, Míriam. In: Porto Seguro Brasil. Conteúdo fornecido e produzido pela Editora Abril S.A. (SP).
Na passagem do Texto I “... deu vida ao espevitado e contraditório
personagem ...” (l. 6-7), a palavra em destaque pode
ser substituída, sem alteração de sentido, por:
(
João é um perigoso e influente traficante do Rio de Janeiro
que acaba sendo preso em flagrante por Mário, tendo sido
posteriormente interrogado por Antônio. Por temerem represálias,
Mário e Antônio não se identificaram a João no momento
da sua prisão e do seu interrogatório policial, respectivamente.
Entretanto, João indaga à Autoridade Policial a
respeito da identificação dos responsáveis por sua prisão e
por seu interrogatório. Nesse caso, a Autoridade Policial:
Assinale a opção que apresenta um arranjo de vários discos
rígidos, formado para aumentar a taxa de transferência e a
confiabilidade dos dados armazenados nos discos rígidos.
A hierarquia administrativa pressupõe o exercício de determinados
poderes e faculdades pelo superior hierárquico, tais
como dar ordens ao subordinado e controlar sua atividade,
podendo, em regra, avocar atribuições e delegar-lhe competências.
Nesse sentido, em que situação se admite uma
relação tipicamente hierárquica?
A Constituição do Estado do Rio de Janeiro estabelece que
o Servidor Policial deverá, ao abordar qualquer cidadão no
cumprimento de suas funções, em primeiro lugar, identificar-se
e indicar:
I – imputabilidade;
II – potencial consciência sobre a ilicitude do fato;
III – exigibilidade de conduta diversa;
IV – culpa ou dolo;
V – conduta comisssiva.
Segundo a concepção finalista, constituem os elementos da
culpabilidade:
O botão “Disposição do texto” da barra de ferramentas Figura
do Microsoft Word 2000 permite definir a disposição do
texto em um objeto. A disposição do texto afeta a forma
como o objeto é posicionado na página e a sua relação com
o texto no corpo de um documento. Uma disposição que
NÃO pode ser definida através deste botão é:
Texto I
Quanto mais nos vemos no espelho, mais dificuldade
temos, como brasileiros, de achar um foco para
nossa imagem. Pelo menos, nossa imagem como povo.
(...)
Nossa identidade é assunto polêmico desde tempos
remotos. Quando o escritor Mário de Andrade deu
vida ao espevitado e contraditório personagem
Macunaíma, em 1928, nosso herói sem nenhum caráter
já andava desesperadamente à procura dela. Ele sabia
que havia algo de brasileiro no ar e foi buscar indícios
desses traços na riqueza da cultura popular. (...) No final
dos anos 80, o antropólogo Darcy Ribeiro continuava indagando:
“E não seria esta alegria – além da mestiçagem
alvoroçada, da espantosa uniformidade cultural e do brutal
desgarramento classista – uma das características
distintivas dos brasileiros? Seria a compensação dialética
à que o povo se dá da vida azarosa, famélica e triste que
lhe impõem?”
Ninguém ainda respondeu a contento à questão.
O historiador Sérgio Buarque de Holanda, em Raízes do
Brasil (1936), foi buscar na origem portuguesa os traços
que fazem do brasileiro um brasileiro: o estilo cordial,
hospitaleiro, pacato e resignado, em um povo que herdou
a bagunça lusa. Mas será que todo brasileiro vê essa
imagem no espelho? Ser apenas o povo do futebol, do
samba e das mais belas mulheres do mundo basta?
Aliás, será que somos isso mesmo? (...)
SCAVONE, Míriam. In: Porto Seguro Brasil. Conteúdo fornecido e produzido pela Editora Abril S.A. (SP).
A respeito da temática do Texto I, é correto afirmar que se
trata da: