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Dois carros, logo após uma colisão frontal, movem-se juntos com uma velocidade final de 3,5 km/h. Sabendo-se que o carro mais rápido e pesado estava com o dobro da velocidade do outro e possuía dois terços a mais de massa, a sua velocidade inicial em km/h, vale:
A primeira constituição republicana do Brasil foi promulgada pelo presidente Deodoro da Fonseca, em 1891. Acerca dessa carta constitucional, assinale a alternativa INCORRETA.
Leia o texto a seguir para responder a questão

Um humano sai em busca de um mamute, persegue-o durante o dia, arma a emboscada e, depois de inúmeras tentativas, consegue matá-lo e abocanhar seu quinhão de carne.
Em seguida, exausto, volta para casa com o firme propósito de deitar e rolar no tapete com o filho, contar historinhas repetitivas e ignorar a bronca merecida do pimpolho, pois, afinal, trata-se de um pai/mãe ausente o dia todo.
Antes de dormir, ainda se verá no espelho com um olhar de feroz reprovação pela falta de tempo e de pique para a ginástica, para o sexo e para a vida social.
Bem-vindo à geração cem por cento, que acredita que pode e deve dar conta de tudo e de fazer escolhas que não impliquem perdas.
Uma aluna comentou esse fenômeno sabiamente: "Escolha sua perda!". Sim, é disso que se trata. Uma ínfima parcela da população pode se dar ao luxo de não ter que caçar seu mamute diariamente. Além disso, temos outras aspirações, que nos fazem mais do que caçadores, que nos fazem humanos.
Ainda assim, somos assombrados pela ideia de que nossos filhos serão traumatizados pela nossa ausência. Aqui funciona a lógica de que pai e mãe são oxigênio, de que qualquer outro adulto cuidando deles será fatal. [...]
Nossos filhos viverão em média 4 a 5 décadas mais do que nós -ou seja, os deixaremos órfãos, na melhor das hipóteses. Ausência fundamental que marca o sentido da parentalidade, pois acarreta criar sujeitos rumo à autonomia.
[...]
Há, ainda, outras ausências, menos radicais do que a morte, com as quais devemos aprender a lidar. Ausentamonos trabalhando, amando outras pessoas, amando outras coisas e amando a nós mesmos. [...] Ninguém merece ser tudo para um pai ou uma mãe. Por outro lado, nenhum adulto merece criar uma criança sem ajuda, sem respiro, tendo que gostar de brincar por obrigação. [...]
A tarefa parental é imensa e vitalícia. Será exercida por quem assumir essa responsabilidade radical, não cabendo aqui fazer diferença entre homens e mulheres, pais e mães. Quem tomar para si essa missão só poderá cumpri-la a partir de suas escolhas e consequentes perdas, sem fazer da parentalidade um poço de ressentimento e culpas, cuja conta quem paga são os filhos.
Então, façamos a lição de casa. O que realmente é possível para cada família específica, para além de um mundo fantasioso no qual os pais se dedicariam integralmente aos filhos como se isso fosse bom para as crianças? Perguntemo-nos também o que é desejável para nós, pois a presença ressentida não passa desapercebida aos pequenos.
Ao deixá-los com outros, sejam familiares ou profissionais, cabe assumir essa escolha, não valendo controlar à distância avós, babás e professores, o que é enlouquecedor. Enfim, escolha sua perda e aprenda a se ausentar.
(Folha de São Paulo, VERA IACONELLI, 10 set. 2017, com adaptações).
São considerados desdobramentos da vinda da Família Real portuguesa ao Brasil, exceto:
From the sentence “mobile phones have only been popular since the 1990s", it is possible to understand that:
Can our technological connectedness trump the risks of our biological and geographic connectedness? That’s one reason Nathan Wolfe has pushed GVF (Globe Viral Forecasting) to pioneer what he calls digital epidemiology, which uses the resources of the Internet to make predictive sense of the viral chatter picked up in the field. He and his team are setting up a bioinformatics strategy that could mine data from Internet searches and social media to pinpoint new outbreaks as they dawn – and potentially predict which newly discovered viruses might pose real threats to humanity. That work is culminating in a project called Epidemic IQ that will, Wolfe hopes, provide the ability to predict new pandemics the way the CIA might predict a terrorist attack.
Current global disease control efforts focus largely on attempting to stop pandemics after they have already emerged. This fire brigade approach, which generally involves drugs, vaccines, and behavioral change, has severe limitations. Just as we discovered in the 1960s that it is better to prevent heart attacks than try to treat them, we realize that it’s better to stop pandemics before they spread and that effort should increasingly be focused on viral forecasting and pandemic prevention.
“We’re finally beginning to understand why pandemics happen instead of just reacting to them”, Wolfe says. What’s needed is a global effort to scale up that kind of proactive work to ensure that every hot spot has surveillance running for new pathogens in animals and in human beings and that it has its own GVF-type group to do the work. Viruses don’t respect borders – whether between nations or between species – and in a world where airlines act like bloodlines, global health is only as strong as its weakest link. We got lucky with the relatively weak swine-flu pandemic in 2009, but history tells us our luck won’t last. “We sit here dodging bullets left and right, assuming we have an invisible shield”, says Wolfe. “But you can’t dodge bullets forever.”

WALSH, Bryan.Virus hunter. Disponível em: <content.time.com/time/subscriber/l>. Acesso em: mai. 2018. Adaptado.
Fill in the parentheses with T (True) or F (False). Considering the strategy set up by Nathan Wolfe and his team to handle the problem of pandemics, it’s correct to say that they aim to
( ) ignore the next pandemics before it happens. ( ) make the most of the Internet resources so as to better deal with them. ( ) detect potential lethal viruses at their source. ( ) disregard any information gotten through social media.
The correct sequence, from top to bottom, is
The expression in bold in the sentence “But you can’t dodge bullets forever.” means that you can’t

Os termos desertificação e arenização possuem distinções em relação ao conceito e às características, embora ambos sejam fenômenos geomorfológicos, que provocam alterações no solo.



Nesse contexto, pode-se afirmar:

Considere-se seis questões, numeradas de 1 a 6, que foram elaboradas para serem aplicadas em uma seleção de monitores para uma Reserva Ambiental.Pode-se estimar que, se cada candidato sortear duas dessas questões, aleatoriamente, para resolver, então a probabilidade de elas serem consecutivas é de, aproximadamente,
Considere as matrizes A = [ aij ]4x5 , B = [ bij ] 5x9 e C = [ cij ], com C = AB. Podemos concluir que a matriz C
Em um grupo de turistas brasileiros, 27% falam alemão, 85% falam inglês e 25% falam esses dois idiomas.
Conclui-se então, que o número de turistas que não fala inglês é igual a k vezes o número de turistas que fala inglês e que não fala alemão. O valor de k é
Can our technological connectedness trump the risks of our biological and geographic connectedness? That’s one reason Nathan Wolfe has pushed GVF (Globe Viral Forecasting) to pioneer what he calls digital epidemiology, which uses the resources of the Internet to make predictive sense of the viral chatter picked up in the field. He and his team are setting up a bioinformatics strategy that could mine data from Internet searches and social media to pinpoint new outbreaks as they dawn – and potentially predict which newly discovered viruses might pose real threats to humanity. That work is culminating in a project called Epidemic IQ that will, Wolfe hopes, provide the ability to predict new pandemics the way the CIA might predict a terrorist attack.
Current global disease control efforts focus largely on attempting to stop pandemics after they have already emerged. This fire brigade approach, which generally involves drugs, vaccines, and behavioral change, has severe limitations. Just as we discovered in the 1960s that it is better to prevent heart attacks than try to treat them, we realize that it’s better to stop pandemics before they spread and that effort should increasingly be focused on viral forecasting and pandemic prevention.
“We’re finally beginning to understand why pandemics happen instead of just reacting to them”, Wolfe says. What’s needed is a global effort to scale up that kind of proactive work to ensure that every hot spot has surveillance running for new pathogens in animals and in human beings and that it has its own GVF-type group to do the work. Viruses don’t respect borders – whether between nations or between species – and in a world where airlines act like bloodlines, global health is only as strong as its weakest link. We got lucky with the relatively weak swine-flu pandemic in 2009, but history tells us our luck won’t last. “We sit here dodging bullets left and right, assuming we have an invisible shield”, says Wolfe. “But you can’t dodge bullets forever.”

WALSH, Bryan.Virus hunter. Disponível em: <content.time.com/time/subscriber/l>. Acesso em: mai. 2018. Adaptado.
The text says that, when dealing with pandemics nowadays, public health officials try to
Leia o texto abaixo e responda a questão.

Texto I

What Are Human Rights?

While some dictionaries define the word right as ―a privilege,‖ when used in the context of ―human rights,‖ we are talking about something more basic.

Every person is entitled to certain fundamental rights, simply by the fact of being human. These are called ―human rights‖ rather than a privilege (which can be taken away at someone’s whim).

They are "rights" because they are things you are allowed to be, to do or to have. These rights are there for your protection against people who might want to harm or hurt you.They are also there to help us get along with each other and live in peace.

Many people know something about their rights. Generally they know they have the right to food and a safe place to stay.They know they have a right to be paid for the work they do. But there are many other rights.

When human rights are not well known by people, abuses such as discrimination, intolerance, injustice, oppression and slavery can arise.

Born out of the atrocities and enormous loss of life during World War II, the United Nations Universal Declaration of Human Rights was signed in 1948 to provide a common understanding of what everyone’s rights are. It forms the basis for a world built on freedom, justice and peace.

Fonte: Disponível em < https://www.youthforhumanrights.org/what-are-human-rights/ >. Acesso em: 17 de setembro de 2019. (Adaptado)


Glossário:

Entitled to: direito a
Taken away: retirado
Whim: capricho
Allowed: permitido
Get along: se dar bem
Arise: surgir
Born out: nascida
A ideia central do texto compreende:
Leia o texto abaixo e responda a questão.

Texto I

What Are Human Rights?

While some dictionaries define the word right as ―a privilege,‖ when used in the context of ―human rights,‖ we are talking about something more basic.

Every person is entitled to certain fundamental rights, simply by the fact of being human. These are called ―human rights‖ rather than a privilege (which can be taken away at someone’s whim).

They are "rights" because they are things you are allowed to be, to do or to have. These rights are there for your protection against people who might want to harm or hurt you.They are also there to help us get along with each other and live in peace.

Many people know something about their rights. Generally they know they have the right to food and a safe place to stay.They know they have a right to be paid for the work they do. But there are many other rights.

When human rights are not well known by people, abuses such as discrimination, intolerance, injustice, oppression and slavery can arise.

Born out of the atrocities and enormous loss of life during World War II, the United Nations Universal Declaration of Human Rights was signed in 1948 to provide a common understanding of what everyone’s rights are. It forms the basis for a world built on freedom, justice and peace.

Fonte: Disponível em < https://www.youthforhumanrights.org/what-are-human-rights/ >. Acesso em: 17 de setembro de 2019. (Adaptado)


Glossário:

Entitled to: direito a
Taken away: retirado
Whim: capricho
Allowed: permitido
Get along: se dar bem
Arise: surgir
Born out: nascida
De acordo com o texto, é INCORRETO afirmar sobre a Declaração Universal dos Direitos Humanos:
O sequenciamento do genoma das novas variantes do SARS-CoV-2 fornece informações essenciais para os estudos epidemiológicos sobre a pandemia de Covid-19. Esse tipo de abordagem também pode ser aplicado como um modelo didático para facilitar a compreensão da biologia evolutiva, ocorrendo por mecanismos de
Muitos ácidos, incluindo o ácido cianídrico, HCN, não reagem completamente em água, sendo, portanto, um ácido fraco. A água e o HCN reagem e produzem um sistema ácido-base conjugado. Sobre esse sistema, é CORRETO afirmar:
Testes de segurança e conforto são comuns na fase de desenvolvimento tecnológico de veículos automotores. O teste de conforto garante que a aceleração máxima do veículo não ultrapasse o valor de 1/10 da aceleração da gravidade (g). Durante o teste, o veículo partiu do repouso e manteve a aceleração máxima permitida percorrendo uma distância de 50 metros em linha reta.
Considerando g = 10 m/s² , o módulo da variação de velocidade, em m/s, nesse teste foi de
[...] A Idade Média ocidental não é programada. Nasce de uma aculturação na qual se confundem pouco a pouco os usos e costumes greco-romanos com os dos ‘bárbaros’. Nasce também da confrontação com o Islam. Na origem, de fato, nada predispunha o Império do Ocidente – que englobava a África do Norte – a se tornar ‘europeu’. Da conquista muçulmana na Espanha (século VIII) até a hegemonia otomana nos Bálcãs (século XIV), o Ocidente não se concebe em si mesmo como entidade geopolítica. Estrutura-se apenas por sua existência diante de um mundo que se mostra hostil [...]. LE GOFF, Jacques. Em busca da Idade Média. Conversas com Jean-Maurice de Montremy. Tradução de Marcos de Castro. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2006, p. 222. A Idade Média é resultado de um processo longo de transformações que ocorrem no ocidente europeu. Assinale a alternativa que apresenta de forma incorreta uma das causas que antecederam a Idade Média.
Leia o texto II para responder a questão.

Texto II

Marketing sonhático

Produtos com ingredientes orgânicos e fabricados respeitando as tradições locais tendem a ganhar pontos. Por isso, um número crescente de empresas exagera um tantinho na hora de se "vender". A fabricante carioca de sucos Do Bem, criada em 2007, publica verdadeiros manifestos em suas caixinhas.

A Do Bem não usa açúcar, corantes ou conservantes para fazer uma "bebida verdadeira". Um desses manifestos diz que suas laranjas, "colhidas fresquinhas todos os dias, vêm da fazenda do senhor Francesco do interior de São Paulo, um esconderijo tão secreto que nem o Capitão Nascimento poderia descobrir".

Os sucos custam cerca de 10% mais do que os da concorrência. Mas as laranjas não são tão especiais assim. Na verdade, quem fornece o suco para a Do Bem não é seu Francesco, que jamais existiu, mas empresas como a Brasil Citrus, que vende o mesmo produto para as marcas próprias de supermercados.

Em nota, a empresa disse que não comenta a política de fornecedores e que o personagem Francesco é "inspirado em pessoas reais". Até grandes empresas estão enveredando para esse marketing mais, digamos, sonhático. A Coca-Cola, por exemplo, lançou em 2011 no Brasil um suco chamado Limão & Nada.

A promessa, a julgar pelo nome, era que aquele fosse um suco natural de limão. Mas a bebida tinha outros ingredientes na formulação, açúcar entre eles, e acabou saindo de linha no ano passado [2013]. A Coca-Cola diz, em nota, que os ingredientes eram informados na embalagem e que o nome não pretendia confundir o consumidor.

Nos Estados Unidos, uma reportagem desmascarou dezenas de destilarias de uísque ditas artesanais. Algumas delas, criadas há poucos anos, vendiam bebidas envelhecidas 15 anos, o que chamou a atenção de consumidores mais desconfiados. Descobriu-se que mais de 40 marcas compravam uísque de um mesmo fornecedor, a fábrica MGP, uma das maiores do país, localizada no estado de Indiana.

Entre as desmascaradas está a Breaker Bourbon, que afirmava produzir sua bebida numa destilaria nas montanhas douradas da costa californiana. "Todo mundo tem uma história boa e verdadeira para contar. As empresas não precisam ser desonestas com seus clientes", diz Mauricio Mota, sócio da agência de conteúdo The Alchemists.

Para o publicitário Washington Olivetto, presidente da WMcCann, que ajudou na criação da Diletto, "um lindo produto merece uma linda história". Se a história for verdadeira, tanto melhor.

Fonte: Adaptado de: Leal, Ana Luiza. Toda empresa quer ter uma boa história. Algumas são mentira.
Revista Exame, 23/10/14.
Acesso em: 23/10/17.
Disponível em: https://exame.abril.com.br/revista-exame/marketing-ou-mentira/
Com base na leitura do texto II, é correto concluir que:
Leia o texto III para responder à questão

Texto III

Declaração

1. Nós, chefes de Estado e de Governo e altos representantes, reunidos na sede das Nações Unidas em Nova York de 25 a 27 de setembro de 2015 no momento em que a Organização comemora seu septuagésimo aniversário, decidimos hoje sobre os novos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável Globais.

2. Em nome dos povos que servimos, nós adotamos uma decisão histórica sobre um conjunto de objetivos e metas universais e transformadoras que é abrangente, de longo alcance e centrado nas pessoas. Comprometemo-nos a trabalhar incansavelmente para a plena implementação dessa agenda em 2030. Reconhecemos que a erradicação da pobreza em todas as suas formas e dimensões, incluindo a pobreza extrema, é o maior desafio global e um requisito indispensável para o desenvolvimento sustentável. Estamos empenhados em alcançar o desenvolvimento sustentável nas suas três dimensões – econômica, social e ambiental – de forma equilibrada e integrada. Também vamos dar continuidade às conquistas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio e buscar atingir suas metas inacabadas.

3. Nós resolvemos, entre agora e 2030, acabar com a pobreza e a fome em todos os lugares; combater as desigualdades dentro e entre os países; construir sociedades pacíficas, justas e inclusivas; proteger os direitos humanos e promover a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres e meninas; e assegurar a proteção duradoura do planeta e seus recursos naturais. Resolvemos também criar condições para um crescimento sustentável, inclusivo e economicamente sustentado, prosperidade compartilhada e trabalho decente para todos, tendo em conta os diferentes níveis de desenvolvimento e capacidades nacionais.

4. Ao embarcarmos nessa grande jornada coletiva, comprometemo-nos que ninguém será deixado para trás. Reconhecendo a dignidade da pessoa humana como fundamental, queremos ver os objetivos e metas cumpridos para todas as nações e povos e para todos os segmentos da sociedade. E faremos o possível para alcançar, em primeiro lugar, aqueles que ficaram mais para trás. (...)

Traduzido pelo Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), última edição em 13 de outubro de 2015. Acesse este documento em inglês em http://bit.ly/2030agenda

Fonte: Disponível em < https://nacoesunidas.org/pos2015/agenda2030/>. Acesso em 28 de abril de 2019. Adaptado.
O uso da primeira pessoa do plural no texto III tem como efeito de sentido:
Analisando os personagens centrais dos romances “Dom Casmurro”, de Machado de Assis, e “São Bernardo”, de Graciliano Ramos, é CORRETO afirmar que:
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