Questões de Concursos

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OLIVEIRA (2008) fala da influência do consumo que a sociedade atribuiu para o mundo das crianças:
Para Sarmento e Pinto (1997), os estudos de Ariès têm o mérito de ter proporcionado a consciência de que aquilo que parecia um fenômeno natural e universal era afinal o resultado de uma construção das sociedades moderna e contemporânea. Para eles:
Em seu livro “Por amor e por força, rotinas na educação infantil”, Maria Carmen Silveira Barbosa define a rotina da infância como:
Vygotsky afirma que as características ou elementos fundamentais da brincadeira são:
No tocante à Educação Básica, são incumbências prescritas pela LDB aos Municípios:
A Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, que dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente, explicita no Art. 2º o entendimento do que considera criança e adolescente em termos efetivo de lei pelas idades:
Alguns educadores e pesquisadores têm voltado sua atenção para a organização dos espaços para o cuidado e educação, também, de bebês. Para ROSSETTI-FERREIRA (2007):
Para Mantoan, numa perspectiva inclusiva e de uma escola de qualidade, os professores:

Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (2010: 29), as Instituições de Educação Infantil devem criar procedimentos para acompanhar o trabalho pedagógico e para a avaliação do desenvolvimento das crianças, sem objetivo de seleção, promoção ou classificação, garantindo:

I - a não retenção das crianças.

II - a observação crítica e criativa das atividades, das brincadeiras e interações das crianças no cotidiano.

III - utilização de múltiplos registros realizados por adultos e crianças.

IV - documentação específica que permita às famílias conhecer o trabalho da instituição junto às crianças e os processos de desenvolvimento e aprendizagem da criança na Educação Infantil.

V – a continuidade dos processos de aprendizagens por meio da criação de estratégias adequadas aos diferentes momentos de transição vividos pela criança.

Sobre as afirmações acima, é correto dizer que:

Gabriel Junqueira (2008), ao tratar sobre o planejamento, o organiza como parte cheia e parte vazia. Para o autor:
É a concepção por meio da qual produzo este outro olhar sobre seleção e articulação de conteúdos em educação infantil que, por sua vez, provoca a releitura e a ressignificação do conceito de linguagem, de conteúdo programático, do papel do professor e da concepção de criança de zero a seis anos.
Se referindo ao fato de muitas professoras serem chamadas de tias, Paulo Freire argumenta:

As rotinas foram analisadas por Maria Carmen Barbosa (2000), contribuindo com uma leitura crítica sobre as mesmas. A pesquisadora afirma que:

I - é a partir da sua contextualização e análise que se pode conhecê-las, ampliá-las para produção de novos sentidos, e questiona o que são mesmo rotinas ou horários, o emprego do tempo, a sequência de ações, o trabalho dos adultos e das crianças, o plano diário, a rotina diária, a jornada.

II - independentemente da denominação dada, a rotina provém da possibilidade de construir a concepção de educação e cuidado e, até mesmo, ser utilizada como cartão de visita nas instituições para apresentação aos pais em suas propostas de trabalho.

III - a rotina também é um mecanismo para padronização de comportamento e configura subjetividades infantis, possibilitando a objetivação da criança. Através de atividades simples e rotineiras, as crianças tornam-se alvo de estratégias de controle e avaliação, de modo que cada uma é conhecida e classificada cada vez mais aos olhos da pedagogia.

Sobre as afirmações acima, é correto dizer que:

Para Sônia Kramer pensar uma proposta pedagógica para a infância pressupõe:
Steinberg (2004) e outros autores ligados aos Estudos Culturais contemporâneos vêm apontando para uma poderosa política cultural em que marcadores identitários de gênero são encontrados em diferentes artefatos da cultura infantil, como em músicas, brincadeiras, brinquedos e literatura. Desta forma, é correto afirmar que:
Para Gabriel Junqueira é um conjunto articulado de situações de aprendizagem selecionadas pelo professor – e, muitas vezes, com a participação das crianças nessa seleção –, cujo objetivo é abordar – desenvolver, problematizar; responder, devolver às crianças, de forma organizada – o tema-assunto-conteúdo-linguagem que, naquele momento da vida de um grupo, as crianças “querem porque precisam” saber mais do que qualquer outro.
Organizar o cotidiano das crianças na Escola Infantil para BARBOSA e HORN, 2001, precisa levar em conta:
Para Hannah Arendt (1996), embora a qualificação profissional seja indispensável para o exercício da autoridade docente na sala de aula, a qualificação, por maior que seja, nunca engendra por si só autoridade. Nesta ótica, defende que:
É tarefa dos educadores organizar o espaço e o tempo das escolas infantis, sempre levando em conta o objetivo de proporcionar o desenvolvimento das crianças. Maria Carmen Silveira Barbosa e Maria da Graça Souza Horn pesquisam a organização do espaço e do tempo na escola infantil e afirmam:
É o conjunto de profissionais da educação, professores, orientadores educacionais, diretores, vice-diretores e coordenadores pedagógicos, das unidades escolares e dos demais órgãos, que compõem a estrutura da SME, desempenham atividades docentes ou de suporte pedagógico à docência com vistas a alcançar os objetivos da educação:
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