How to Exercise While Sítting At Your Computer

Is your work stressing you out? Is your work making you fat? Of course, it is. If you are in a relationship with your work like me (I hate the word "workaholic") , then maybe you are also dealing with some relationship issues like stress and weight gain. Every person who has a desk job does not need to indulge in a tub of ice-cream after a particularly stressful day at work to gain the pounds. In fact, the downside of being a way too dedicated employee is that it will make you fat! The stress to perform plus the inactivity of a desk job will definitely increase your waist size. What's more, you will become lethargic once four hours of inactivity can seriously send your metabolism leveis to an all-time low. If you think that a 30 minute walk every day is enough cardio activity in a week to maintain your metabolism, you are wrong! Yes, I was surprised too! The mathematics of this is that when you perform any cardio activity, it elevates your metabolism rate for a span of time, but not the entire day. Because the rest of the day you are sitting idle on your chair without much activity, the 30 minute walk is not enough, nor is the 1-hour intense workout. What you need to do to keep yourself from pilling on the pounds is to keep your metabolism rate high all day long. For that, you need to break the no physical activity routine from 9 to 5 by exercising while sitting at your desk!

Here are simple exercises that take 5 minutes of your day and prevent you from feeling stiff.

A) Neck: To stretch your neck, slowly flex your head forward and backward, side to side and look right and left. This can be done almost any time to lessen tension and strain. Never roll your head around your neck— this could cause damage to the joints of the neck.

B) Shoulders: Roll your shoulders forward around 10 times, then backward. This helps release the tension off your shoulders.

C) Wrists: Roll your wrists regularly, around every hour or so. Roll the wrists 10 times clockwise, then 10 times counterclockwise. This will help minimize the potential for getting carpal tunnel syndrome if you spend a lot of time typing.

D) Ankles: Roll your ankles regularly. As with your wrists, roll the ankles in a clockwise motion three times, then counterclockwise. This helps improve blood circulation, and prevents that tingling feeling you can get when blood circulation is cut off, also known as "pins and needles".

(Adapted from http://www.buzzle.com and http://www.wikihow.com)

According to the text, which alternative is correct?
TEXTO II
O reinado do celular

De alto a baixo da pirâmide social, quase todas aspessoas que eu conheço possuem celular. É realmente umgrande quebra-galho. Quando estamos na rua e precisamos darum recado, é só sacar o aparelhinho da bolsa e resolver aquestão, caso não dê pra esperar chegar em casa. Pra isso —e só pra isso — serve o telefone móvel, na minha inocenteopinião.
Ao contrário da maioria das mulheres, nunca fui fanáticapor telefone, incluindo o fixo. Uso com muitocomedimento para resolver assuntos de trabalho, combinarencontros, cumprimentar alguém, essas coisas relativamenterápidas. Fazer visita por telefone é algo para o qual nãotenho a menor paciência. Por celular, muito menos.Considero-o um excelente resolvedor de pendências e nadamais .
Logo, você pode imaginar meu espanto ao constatar comoessa engenhoca se transformou no símbolo da neurose urbana.Outro dia fui assistir a um show. Minutos antes de começar,o lobby do teatro estava repleto de pessoas falando aocelular. "Vou ter que desligar, o espetáculo vai começaragora". Era como se todos estivessem se despedindo antes deembarcar para a lua. Ao término do show, as luzes do teatromal tinham acendido quando todos voltaram a ligar seuscelulares e instantaneamente se puseram a discar Para quem?Para quê? Para contar sobre o show para os amigos, parasaber o saldo no banco, para o tele-horóscopo?? Nunca vitamanha urgência em se comunicar à distância. Conversarentre si, com o sujeito ao lado, quase ninguém conversava,
O celular deixou de ser uma necessidade para virar umaansiedade. E toda ânsia nos mantém reféns, Quando vejoalguém checando suas mensagens a todo minuto e fazendoligações triviais em público, não imagino estar diante deuma pessoa ocupada e poderosa, e sim de uma pessoa rendida:alguém que não possui mais controle sobre seu tempo, alguémque não consegue mais ficar em silêncio e em privacidade. Edeixar celular em cima de mesa de restaurante, só perdoo seo cara estiver com a mãe no leito de morte e for ligeiramentesurdo.
Isso tudo me ocorreu enquanto lia o livro infantil Omenino que queria ser celular, de Marcelo Pires, comilustrações de Roberto Lautert, Conta a história de umgarotinho que não suporta mais a falta de comunicação com opai e a mãe, já que ambos não conseguem desligar o celularnem por um instante, nem no fim de semana - levam o celularaté para o banheiro. O menino não tem vez. Aí a ideia: seele fosse um celular, receberia muito mais atenção.
Não é história da carochinha, isso rola pra valer.Adultos e adolescentes estão virando dependentes de umaparelho telefônico e desenvolvendo uma nova fobia: medo deser esquecido. E dá-lhe falar a toda hora, por qualquermotivo, numa esquizofrenia considerada, ora, ora, moderna.
Os celulares estão cada dia menores e mais fininhos.Mas são eles que estão botando muita gente na palma da mão.

(MEDEIROS, Martha. O reinado do celular. In:____ . MontanhaRussa; Coisas da vida; Feliz por nada. Porto Alegre, RS: L&PM,2013. p. 369-370.).
Qual a estratégia argumentativa utilizada pela autora, no 3º parágrafo, para defender sua tese?
Baseei on the text below, answer question.

Top Tips for Safe Travei

The world isn ’ t dangerous or unsafe. Quite theopposite. There are some desperate places and people, evenin your home town, but these are a minority. In fact, you'remore likely to get into trouble at home than travelling ifyou follow these common sense tips on your trips:

1) Scan ali your major documents. Scan your traveidocuments and email them to yourself - that way yourdocuments won't go missing even if your bags do.

2) Get travei Insurance. This is mainly for healthcosts if you get ill or injured while abroad. Hospital costscan quickly get into the tens of thousands of dollars, evenfor a minor injury.

3) Get vaccinated. Visit your doctor before you leaveto get ali the relevant vaccinations/immunizations for thedestinations you're visiting, and to learn what healthprecautions you should follow.

(Adapted from http://www.lonelyplanet.com)
According to the text, which statement is correct ?
Sandro é o dono de uma empresa de segurança que tem como empregados Alberto, Thìaqo, Robson e Rodrigo. Sandro deve realizar pagamento aos seus empregados totalizando um valor de vinte mil reais. Alberto, Thiago, Robson e Rodrigo recebem pagamentos com valor mínimo de dois mìl, dois mll, três mil e quatro mil reais, respectivamente. Considerando que cada pagamento realizado aos empregados é múltiplo de um mil reals, assinale a opção que apresenta a quantidade de maneiras distintas que a distribuição do pagamento de vinte mil reais aos funcionários pode ser realizada.
Analise as informações a seguir.

Por suas condições físicas, o Brasil possui inúmeras bacias hidrográficas, muitas das quais aproveitadas como fonte de produção energética, fator imprescindível ao incremento socioeconômico nacional.

Sobre as principais bacias hidrográficas brasileiras, são feitas as afirmativas a seguir.

I - Localizada integralmente no território nacional, a Bacia Amazônica, cujo potencial hidroelétrico é pouco explorado em função da sua natureza tipicamente de planície, acaba por dificultar o desenvolvimento regional.

II - A Bacia do Tocantins-Araguaia, considerada a maior bacia genuinamente brasileira, ocupando quase 9% das terras do país, possui grande importância na geração de energia, destacando-se a usina hidrelétrica de Tucuruí.

III- Inserida totalmente em território nacional, a Bacia do São Francisco, tipicamente planáltica, pouco contribui para a produção energética regional, uma vez que atravessa o semi árido, sendo suas águas destinadas ã irrigação de lavouras de subsistência.

IV - Com grande participação junto a produção hidroenergética nacional, a Bacia do Paraná também se destaca por possuir uma importante hidrovia, a Tietê-Paraná, que é uma importante via de escoamento de uma das mais produtivas regiões agrícolas do país.

Assinale a opção correta.


Para pessoas de opinião


Você me dirá que uma das coisas que mais preza é sua opinião. Prezá-la é considerado virtude. Fulano? É uma pessoa de opinião”. É preciso força e decisão para “ter opinião". Não é fácil.

Você me dirá, ainda, do que é capaz de fazer para defender a própria opinião. Ter opinião é tão importante que há até um direito dos mais sagrados, o direito à opinião, ultimamente, aliás, bastante afetado, pois vivemos tempos de ampliação do delito de opinião. Ter opinião, em vez de ser considerado um estágio preliminar da convicção, passa a ser ameaçador.

Mas sem contrariar a força com que você defende as próprias opiniões e, sobretudo, defendendo o seu inalienável direito de tê-las, eu lhe proporei pensar sobre se a opinião é uma instância realmente profunda ou se é, tão-somente, uma das primeiras reações que se tem diante dos acontecimentos.

Será a opinião uma reação profunda ou superficial? Ouso afirmar que, quase sempre, é das mais superficiais.

Opinião é reação, e expressa um sentimento ou julgamento. Ao reagir, o sentimento realiza uma síntese do que e como somos. Esta síntese aparece na forma pela qual reagimos. A primeira reação é reveiadora do sentimento com que julgamos a vida, o mundo, as pessoas. Quase sempre a opinião surge nessa etapa inicial, patamar superficial do nosso ser. Somos um repositório de primeiras impressões!

Pode-se, efetivamente, garantir que nossas opiniões são fruto de meditação? Ou de conhecimento sedimentado? Positivamente, não. Quem responder sinceramente, vai concluir que tem muito mais opiniões do que coisas que sabe ou conhece. Qualquer conhecimento profundo não leva à opinião; leva à análise, à convicção, à dúvida ou à evidência, e nenhuma dessas quatro instâncias tem a ver com a opinião.

Quem (se) reparar com cuidado, verificará o quanto é levado a opinar, vale dizer, reagir, sentir, julgar, diante dos variados temas. Somos um aluvião de opiniões. Defendemo-nos de analisar, tendo opinião; preservamonos do perigoso e trabalhoso mister de pensar, tendo logo uma opinião.

É mais fácil ter opinião do que dúvida. Opinião traz adeptos e dividendos pessoais de prestígio, respeitabilidade, aura de coragem ou heroísmo.

As opiniões são uma espécie de fabricação em série de idéias sempre iguais, saídas do modelo pelo qual vemos o mundo, e nos faz enfocar a realidade segundo um eterno subjetivismo. Por isso a opinião quase nunca é o reflexo das variadas componentes do real. É eco a repetir a experiência anterior, diante de cada caso novo. A opinião nos defende da complexidade do real, logo, é maneira de impedir a criatividade do homem.

Na origem latina, opinar tem um sentido ambíguo. É muito mais conjecturar do que afirmar. A palavra chega a ter, nos seus vários sentidos, o de disfarçar. A origem do termo é mais fiel ao seu significado do que a tradução que hoje se ihe dá.

Opinar não significa saber nem conhecer. Opinar significa ter uma opinião a respeito de algo, isto é, uma impressão sujeita a retificações, a correções, a mudanças permanentes. O sentido essencial de opinar é conjecturar, ou seja, supor uma realidade para poder discuti-la e, assim, melhor conhecê-la.

No entanto, nos ofendemos se contrariam a nossa opinião; vivemos em busca do respeito à “nossa opinião". E, mais grave e frequente, vivemos a sofrer por causa da opinião ou de opiniões dos outros sem saber que a opinião de alguém é o resultado das manifestações (reações) mais superficiais e fáceis do seu espírito.

A opinião é instância superficial, exercício de dúvida e de conhecimento disfarçado em certeza ou afirmação, uma conjetura em forma de assertiva. É mais a expressão de um sentimento do que a conciliação deste com o conhecimento e a verdade. A partir do momento em que sabemos de tudo isso, temos obrigatoriamente que deixar de dar tanta importância à opinião alheia e à própria. É preciso, sempre, submetê-las ao crivo da permanência, do tempo, da análise, do conhecimento, da vivência, da experimentação em situações diferentes, em estados de espírito diversos, para, só então, considerá-la significativa, válida, profunda.

Qual de nós está disposto a aceitar que a própria opinião, embora válida e respeitável, é uma forma superficial de manifestação? Quem está disposto a se dar ao trabalho de atribuir à opinião sua verdadeira função, que é nobiiíssima: a de ser trânsito, passagem, via, para a Convicção, para a Análise, para Dúvida e para a Evidência - os quatro elementos que compõem a verdade?

Esta é a minha opinião...

TÁVOLA, Artur da. Alguém que já não fui. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985.

Leia o trecho a seguir:

“[...] eu ihe proporei pensar sobre se a opinião é uma instância realmente profunda ou se é, tão somente, uma das primeiras reações que se tem diante dos acontecimentos.” (3°§)

Em que opção a palavra destacada desempenha a mesma função morfossintática que as palavras sublinhadas no trecho acima?

Calculando-se o volume de uma esfera circunscrita a um cone equilátero cujo raio da base mede √3 cm, obtém-se

Do Diário do Imperador


Acabo de ler o Diário do Imperador D. Pedro II, escrito exatamente há um sécuio. Por essas pequenas anotações, pode-se acompanhar um ano da sua vida, amostra suficiente das dificuldades com que o Brasil tem lutado sempre para entrar no bom caminho, para melancolia e desânimo de seus mais devotados servidores.

Assim mesmo se exprimiu o Imperador: "Muitas coisas me desgostam; mas não posso logo remediá-las e isso me aflige profundamente. Se ao menos eu pudesse fazer constar geralmente como penso! Mas pra quê - se tão poucos acreditariam nos embaraços que encontro para que eu faça o que julgo acertado! Há muita falta de zelo, e o amor da pátria só é uma palavra - para a maior parte!"

A respeito de certo boato que se espalhara, comenta, com desgosto: "Tudo inventam; e triste política é a que vive de semelhantes embustes quando tantos meios honestos havia de fazer oposição; mas para isso é necessário estudar as necessidades da Nação - e onde está o zelo?"

(A palavra ZELO ocorre numerosas vezes neste diário: é essa "dedicação ardente", essa "diligência", que o Imperador não encontra na maior parte dos que, no entanto, por função, estão encarregados dos problemas nacionais. E isso lhe causa sofrimento.)

Os moços de hoje deviam ler estas palavras, e entendê-las: "Na educação da mocidade é que sobretudo confio para regeneração da pátria. Gritam que se não pode chegar ao poder senão fazendo oposição como a fazem; mas, quando no poder, não sofrem do mal que fomentaram? A imprensa é inteiramente livre, como julgo deva ser, e na Câmara e no Senado a oposição tem representantes; mas que fazem estes pela maior parte?"

Os homens públicos também deveríam meditar sobre esta passagem: "...Mas tudo custa a fazer em nossa terra e a instabilidade de ministério não dá tempo aos ministros para iniciarem, depois do necessário estudo, as medidas mais urgentes. É preciso trabalhar, e vejo que não se fala quase senão em política, que é, as mais das vezes, guerra entre interesses individuais."

Há neste pequeno diário, de um ano e cinco dias, variadas observações sobre agricultura, teatro, ciência, educação; impressões de visitas a diferentes estabelecimentos educacionais e industriais; breves apontamentos sobre ministros e personalidades do tempo. Terminada a leitura, parece-nos que estamos na mesma, que o século não passou; apenas as pessoas mudaram de nome. E o Imperador, há cem anos, escrevendo: "A falta de zelo; a falta de sentimento do dever é nosso primeiro defeito moral. Força é contudo aceitar suas consequências, procurando, aliás, destruir esse mal que nos vai tornando tão fracos.”

D. Pedro II deixou fama de sabedoria, e comparandose as modestas (mas importantíssimas) observações de seu diário com a verborragia demagógica de que ainda somos vítimas, e dos males que a acompanham, compreende-se que muita gente desesperada até pense em tornar-se monarquista.

Mas convém não esquecer estas palavras do próprio Imperador: “Nasci para consagrar-me às letras e às ciências; e, a ocupar posição política, preferiría a de presidente da República ou ministro à de Imperador".

Sejamos, pois, republicanos, democratas, estudiosos, honestos, justiceiros, e cultivemos o ZELO de bem servir à pátria, aos homens, às instituições. Neste particular, estamos com um século de atraso.

MEIRELES, Cecília. Escolha o seu sonho. São Paulo: Global, 2016 (Texto adaptado)

Para pessoas de opinião

Você me dirá que uma das coisas que mais preza é
sua opinião. Prezá-la é considerado virtude. Fulano? É
uma pessoa de opinião”. É preciso força e decisão para
“ter opinião". Não é fácil.
Você me dirá, ainda, do que é capaz de fazer para
defender a própria opinião. Ter opinião é tão importante
que há até um direito dos mais sagrados, o direito à
opinião, ultimamente, aliás, bastante afetado, pois vivemos
tempos de ampliação do delito de opinião. Ter opinião, em
vez de ser considerado um estágio preliminar da
convicção, passa a ser ameaçador.
Mas sem contrariar a força com que você defende as
próprias opiniões e, sobretudo, defendendo o seu
inalienável direito de tê-las, eu lhe proporei pensar sobre
se a opinião é uma instância realmente profunda ou se é,
tão-somente, uma das primeiras reações que se tem
diante dos acontecimentos.
Será a opinião uma reação profunda ou superficial?
Ouso afirmar que, quase sempre, é das mais superficiais.
Opinião é reação, e expressa um sentimento ou
julgamento. Ao reagir, o sentimento realiza uma síntese do
que e como somos. Esta síntese aparece na forma pela
qual reagimos. A primeira reação é reveiadora do
sentimento com que julgamos a vida, o mundo, as
pessoas. Quase sempre a opinião surge nessa etapa
inicial, patamar superficial do nosso ser. Somos um
repositório de primeiras impressões!
Pode-se, efetivamente, garantir que nossas opiniões
são fruto de meditação? Ou de conhecimento
sedimentado? Positivamente, não. Quem responder
sinceramente, vai concluir que tem muito mais opiniões do
que coisas que sabe ou conhece. Qualquer conhecimento
profundo não leva à opinião; leva à análise, à convicção, à
dúvida ou à evidência, e nenhuma dessas quatro
instâncias tem a ver com a opinião.
Quem (se) reparar com cuidado, verificará o quanto é
levado a opinar, vale dizer, reagir, sentir, julgar, diante dos
variados temas. Somos um aluvião de opiniões.
Defendemo-nos de analisar, tendo opinião; preservamonos
do perigoso e trabalhoso mister de pensar, tendo logo
uma opinião.
É mais fácil ter opinião do que dúvida. Opinião traz
adeptos e dividendos pessoais de prestígio,
respeitabilidade, aura de coragem ou heroísmo.
As opiniões são uma espécie de fabricação em série
de idéias sempre iguais, saídas do modelo pelo qual
vemos o mundo, e nos faz enfocar a realidade segundo
um eterno subjetivismo. Por isso a opinião quase nunca é
o reflexo das variadas componentes do real. É eco a
repetir a experiência anterior, diante de cada caso novo. A
opinião nos defende da complexidade do real, logo, é
maneira de impedir a criatividade do homem.
Na origem latina, opinar tem um sentido ambíguo. É
muito mais conjecturar do que afirmar. A palavra chega a
ter, nos seus vários sentidos, o de disfarçar. A origem do
termo é mais fiel ao seu significado do que a tradução que
hoje se ihe dá.
Opinar não significa saber nem conhecer. Opinar
significa ter uma opinião a respeito de algo, isto é, uma
impressão sujeita a retificações, a correções, a mudanças
permanentes. O sentido essencial de opinar é conjecturar,
ou seja, supor uma realidade para poder discuti-la e,
assim, melhor conhecê-la.
No entanto, nos ofendemos se contrariam a nossa
opinião; vivemos em busca do respeito à “nossa opinião".
E, mais grave e frequente, vivemos a sofrer por causa da
opinião ou de opiniões dos outros sem saber que a opinião
de alguém é o resultado das manifestações (reações)
mais superficiais e fáceis do seu espírito.
A opinião é instância superficial, exercício de dúvida e
de conhecimento disfarçado em certeza ou afirmação,
uma conjetura em forma de assertiva. É mais a expressão
de um sentimento do que a conciliação deste com o
conhecimento e a verdade. A partir do momento em que
sabemos de tudo isso, temos obrigatoriamente que deixar
de dar tanta importância à opinião alheia e à própria. É
preciso, sempre, submetê-las ao crivo da permanência, do
tempo, da análise, do conhecimento, da vivência, da
experimentação em situações diferentes, em estados de
espírito diversos, para, só então, considerá-la significativa,
válida, profunda.
Qual de nós está disposto a aceitar que a própria
opinião, embora válida e respeitável, é uma forma
superficial de manifestação? Quem está disposto a se dar
ao trabalho de atribuir à opinião sua verdadeira função,
que é nobiiíssima: a de ser trânsito, passagem, via, para a
Convicção, para a Análise, para Dúvida e para a Evidência
- os quatro elementos que compõem a verdade?
Esta é a minha opinião...
TÁVOLA, Artur da. Alguém que já não fui. Rio de Janeiro: Nova Fronteira,
1985.

Leia o fragmento a seguir.

“A imprensa é inteiramente livre, como julgo deva ser [...]." (5°§)

No trecho sublinhado, ocorre uma omissão de que tipo de palavra?

TEXTO 2


Leia o texto abaixo e responda a questão


Começam a pipocar alguns debates sobre as consequências de se passar tanto tempo conectado à internet. Já se fala em "saturação social", inspirado pelo recente depoimento de um jornalista do "The New York Times" que afirmou que sua produtividade no trabalho estava caindo por causa do tempo consumido por Facebook, Twitter e agregados , e que se vê hoje diante da escolha entre cortar seus passeios de bicicleta ou "alguns desses hábitos digitais que estão me comendo vivo".

Antropofagia virtual. O Brasil, pra variar, está atrasado (aqui, dois terços dos usuários ainda atualizam seus perfis semanalmente), pois no resto do mundo já começa a ser articulado um movimento de desaceleração dessa tara por conexão: hotéis europeus prometem quartos sem wi-fi como garantia de férias tranquilas, empresas americanas desenvolvem programas de softwares que restringem o acesso a web, e na Ásia crescem os centros de recuperação de viciados em internet. Tudo isso por uma simples razão: existir é uma coisa, viver é outra.

Penso, logo existo. Descartes teria que reavaliar esse seu cogitor ergo sum, pois as pessoas trocaram o verbo pensar por postar. Posto, logo existo.

Tão preocupadas em existir para os outros, as pessoas estão perdendo um tempo valioso em que poderiam estar vivendo, ou seja, namorando, indo à praia, trabalhando, viajando, lendo, estudando, cercados não por milhares de seguidores, mas por umas poucas dezenas de amigos. Isso não pode ter se tornado tão obsoleto.

Claro que muitos usam as redes sociais como uma forma de aproximação, de resgate e de compartilhamento - numa boa. Se a pessoa está no controle do seu tempo e não troca o virtual pelo real, está fazendo bom uso da ferramenta. Mas não tem sido a regra. Adolescentes deixam de ir a um parque para ficarem, trancafiados em seus quartos, numa solidão disfarçada de socialização. Isso acontece dentro da minha casa também, com minhas filhas, e não adianta me descabelar, elas são frutos da sua época, os amigos se comunicam assim, e nem batendo com um gato morto na cabeça delas pra fazê-las entender que a vida está lá fora. Lá fora!! Não me interessa que elas existam pra Tati, pra Rô, pro Cauê. Quero que elas vivam.

O grau de envolvimento delas com a internet ainda é mediano e controlado, mas tem sido agudo entre muito jovens sem noção, que se deixam fotografar portando armas, fazendo sexo, mostrando o resultado de suas pichações, num exibicionismo triste, pobre,desvirtuado. São garotos e garotas que não se sentem com a existência comprovada, e para isso se valem de bizarrices na esperança de deixarem de ser "ninguém" para se tornarem "alguém", mesmo que alguém medíocre.

Casos avulsos, extremos, mas estão ai, ao nosso redor. Gente que não percebe a diferença entre existir e viver. Não entendem que é preferível viver, mesmo que discretamente, do que existir de mentirinha para 17.870 que não estão nem ai.

(MEDEIROS, Martha. Posto, logo existo. Revista O Globo, 25 ma r . 2012, p . 26)

Em que opção, de acordo com a norma padrão, o verbo destacado também permite o uso da ênclíse?

Based on the text below, answer the question.


Why Join the Navy?

In the Navy, you' 11 find there' s much more to be gained than a regular paycheck. In fact, the Navy experience can shape your future through outstanding financial benefits, unparalleled career potential, and the lifestyle of freedom and personal growth that you've been waiting for.

(I) _______

Launch your future in any of dozens of dynamic career and j ob areas - each with excellent opportunities to earn promotions by advancing through the ranks.

(II) ________

Report to work in a dif f erent time zone or a dif f erent hemisphere. Take on lif e as a world traveler. Experience people and places that most others simply canft . And see firsthand the positive impact you'11 make - for yourseif, your country and the world at large.

(III) _______

Do it all while earning competitive pay, generous vacation time and other special bonuses that make the difference between getting ahead and just getting by.

(IV) _______

The Navy has a strong interest in the long-term health of its Sailors and their families, which means that outstanding benefits are standard - for both you and your family, including full coverage from some of the nation's most talented professionals.

(V) _______

Think about it . As long as you have the drive to make a difference in the world - and in your own life - there will be a place for you in America's Navy. Enlist now!

(Adapted from http://www.navy.com/joining/why-join.html

Considering the text, what do the expressions "getting ahead" and "getting by" mean in this extract?

" [...] and other special bonuses that make the difference between "getting ahead" and just getting by".

PART 1: READING COMPREHENSION

The War at Home: The Struggle for Veterans to Find Jobs

In today's tough and competitive job market, it can be challenging for any adult to land a decent job. Though education can definitely improve outcomes, sometimes it's not just abont the degree. Experience can also play a major role in helping people find jobs. Yet in some cases, if you do not have the right kind of experience, this may be of little help. Just ask one of the many college-educated military veterans who serve their country only to return to find a job market that will treat them as rookies.

Army veteran John Lee Dumas said he had zero anxieties about finding a job after graduating college and had been told that his military experience would give him a leg up on other candidates. But things did not turn out that way.

"I quickly found out that I was lumped together with recent college grads for entry-level positions, and that an employee that had two years' experience at a job in a similar industry was considered way more qualified than I was despite my four years as an officer in the army", Dumas said.

When Dumas did find work, he said it was difficult to acclimate to the civilian Office environment.

"I often found that my peers and above had a hard time dealing with my direct approach and attitude about tackling problems head on, often asking for forgiveness rather than permission", he said.

One issue is that veterans are too modest when it comes to stating their accomplishments in the military.

"For some reason, I've had veterans not tell me about their awards and honors, but it should all be listed - from commander' s coins to medals of honor," Hurwitz said.

Navy veteran Tom Graves, who has a career in world force development helping companies understand the benefits of hiring skilled and experienced military veterans, agreed.

(Adapted from http://www.onlinecollege.org)

Considering the text, which word can replace "despite" in this extract: "[...] despite my four years of experience [...]"?

PART 1: READING COMPREHENSION

The War at Home: The Struggle for Veterans to Find Jobs

In today's tough and competitive job market, it can be challenging for any adult to land a decent job. Though education can definitely improve outcomes, sometimes it's not just abont the degree. Experience can also play a major role in helping people find jobs. Yet in some cases, if you do not have the right kind of experience, this may be of little help. Just ask one of the many college-educated military veterans who serve their country only to return to find a job market that will treat them as rookies.

Army veteran John Lee Dumas said he had zero anxieties about finding a job after graduating college and had been told that his military experience would give him a leg up on other candidates. But things did not turn out that way.

"I quickly found out that I was lumped together with recent college grads for entry-level positions, and that an employee that had two years' experience at a job in a similar industry was considered way more qualified than I was despite my four years as an officer in the army", Dumas said.

When Dumas did find work, he said it was difficult to acclimate to the civilian Office environment.

"I often found that my peers and above had a hard time dealing with my direct approach and attitude about tackling problems head on, often asking for forgiveness rather than permission", he said.

One issue is that veterans are too modest when it comes to stating their accomplishments in the military.

"For some reason, I've had veterans not tell me about their awards and honors, but it should all be listed - from commander' s coins to medals of honor," Hurwitz said.

Navy veteran Tom Graves, who has a career in world force development helping companies understand the benefits of hiring skilled and experienced military veterans, agreed.

(Adapted from http://www.onlinecollege.org)

Considering the text, what does the word "skilled" mean in this extract?

" [...] the benefits of hiring skilled and experienced military veterans [...]."

ABCD é um quadrado de lado L. Sejam K a semicircunferência, traçada internamente ao quadrado, com diâmetro CD, e T a semicircunferência tangente ao lado AB em A e tangente à K. Nessas condições, o raio da semicircunferência T será
Demorou muito tempo para que a descoberta da equipe alemã do Centro para Pesquisa de Íons Pesados, liderada por Sigurd Hofmann, fosse reconhecida oficialmente pela União Internacional de Química Pura e Aplicada (IUPAC, em inglês). Após mais de uma década de seu descobrimento, o elemento de número atômico 112, de nome temporário (ou unúmbio, que em latim quer dizer 112), foi aceito oficialmente na tabela periódica. É que sua existência teve que ser confirmada de maneira independente: até agora apenas quatro átomos foram observados, isso porque além de superpesado ele é muito instável: existe por apenas alguns milionésimos de segundo e depois se desfaz.

Fonte http: / /noticias.terra.com.br/ciencia/ interna/0, , OI3818860- EI238,00.html (Texto adaptado)

Com base nas informações contidas no texto analise as seguintes proposições e classifique-as com F (falso) ou V (verdadeiro) , assinalando a opção correta.

( ) Este novo elemento químico de número atômico 112 será classificado como um elemento de transição.

( ) O elemento químico de número atômico 112 pertence ao período 7 e à coluna 12 ou 2B da classificação periódica dos elementos.

( ) Considerando ser 277 o número de massa de seu isótopo mais estável, esta espécie apresenta 165 prótons e 112 neutrons em seu núcleo.

( ) A 25°C e pressão de 1 atm, seu estado físico deverá ser gasoso.

Assinale a opção que apresenta a sequencia correta de resultados da classificação das afirmações.
Which is the correct alternative to complete the dialogue?
Susan: What did George ask you yesterday?
Sandy: He asked me ______________________ .
A União Ibérica foi um importante estímulo à expansão territorial portuguesa sobre o território que legalmente pertencia à Espanha, segundo o Tratado de Tordesilhas. Com isso, aconteceram vários conflitos entre os dois países e foram necessários alguns tratados de limites para que as novas fronteiras se definissem. Sobre os tratados de limites que definiram o território brasileiro, pode-se afirmar que:

Helpinq at a hospital

Every year many young peopie finish school and then take a year off before they start work or go to college. Some of them go to other countries and work as volunteers. Volunteers give their time to help people. For example, they work in schools or hospitais, orthey help with conservation.

Mike Coleman is 19 and______________in Omaha, Nebraska, in the United States. He wants to become a teacher but now he ______________ in Namibia. He's working in a hospital near Katima Mulilo. He says, " I'm working with the doctors and nurses here to help sick peopie. I'm not a doctor but I can do a lot of things to help. For example, I help carry peopie who can't walk. Sometimes I go to villages in the mobile hospital, too. There aren't many doctors here so they need help from peopie like me. I don't get any money, but that's OK, l'm not here for the money.”

"I'm staying here for two months, and I'm living in a small house with five other volunteers. The work is hard and the days are long, but I'm enjoying my life here. I'm learning a lot about life in Southern África and about myself! When I finish the two months' work, I want to travel in and around Namibia for three weeks. For example, I want to see the animais in the Okavango Delta in Botswana."

http://vyre-legacy-access.cambridge.org

Read the fragment from the text.

“When I finish the two months' work, I want to travel in and around Namibia for three weeks.” (lines 19, 20 and 21)

Because it is a plan, it is possible to rewrite the sentence substituting the underlined part for:

a equação K2x - Kx - K2 - 2K - 8 + 12x, na variável x, é impossível. Sabe-se que a equação na variável y dada por3ay+ a -114y/2 = 17b+2/2admite infinitas soluções. Calcule o valorde ab +K/4,e assinale a opção correta.
Campeonato do desperdício
No campeonato do desperdício, somos campeões em várias modalidades. Algumas de que nos orgulhamos e outras de que nem tanto. Meu amigo Adamastor, antropólogo das horas vagas, não me deu as causas primeiras de nossa primazia, mas forneceu-me uma lista em que somos imbatíveis. Claro, das modalidades que "nem tanto".
Vocês já ouviram falar em lixo rico? Somos os campeões. Nosso lixo faria a fartura de um Haiti. Com o que jogamos fora e que poderia ser aproveitado, poder-se-ia alimentar muito mais do que a população do Haiti. Há pesquisas do assunto e cálculos exatos que "nem tanto". Somos um país pobre com mania de rico. E nosso lixo é mais rico do que o lixo dos países ricos. Meu falecido pai costumava dizer: rico raspa o queijo com as costas da faca; remediado corta uma casca bem fininha; pobre, contudo, arranca uma lasca imensa do queijo. Meu pai dizia, e tenho a impressão que meu pai era um homem preconceituoso, mas em termos de manuseio dos alimentos nacionais, arrancamos uma lasca imensa do queijo, ah, sim, arrancamos.
Outra modalidade em que somos campeões absolutos, o desperdício do transporte. Ninguém no mundo consegue, tanto quanto nós, jogar grãos nas estradas. Não viajo pouco e me considero testemunha ocular. A Anhanguera, por exemplo, tem verdadeiras plantações de soja em suas margens. Quando pego uma traseira de caminhão e aquela chuva de grãos me assusta, penso rápido e fico calmo: faz parte da competição e temos de ser campeões.
Na construção civil o desperdício chega a ser escandaloso. Um dia o Adamastor, antropólogo das horas vagas, me veio com uma folha de jornal onde se liam estatísticas indecentes. Com o que se joga fora de material (do mais bruto ao mais sofisticado) , o Brasil poderia construir todos os estádios que a FIFA exige e ainda poderia exportar cidades para o mundo.
Antigamente, este que vos atormenta, levava um litro lavado para trocar por outro cheio de leite. Você, caro leitor, talvez nem tenha notícia disso. Mas era assim. Agora, compra-se o leite e sua embalagem internamente aluminizada para jogá-la no lixo. Quanto de nosso petróleo vai para o lixo em forma de sacos plásticos? Vocês já ouviram falar que o petróleo é um recurso inesgotável? Claro que não! Mas sente algum remorso ao jogar os sacos trazidos do supermercado no lixo? Claro que não. Nossa cultura de mosaico nos tirou a capacidade de ligar os fenômenos entre si.
E o que desperdiçamos de talentos, de esforço educacional? São advogados atendendo em balcão de banco, engenheiros vendendo cachorro-quente nas avenidas de São Paulo, são gênios que se desperdiçam diariamente como se fossem recursos, eles também, inesgotáveis. No dia em que a gente precisar, vai lá e pega. No dia em que a genteprecisar, pode não existir mais. Não importa, vivemos no melhor dos mundos, segundo a opinião do Adamastor, o gigante, plagiando um tal de Dr. Pangloss, que ironizava um tal de Leibniz.BRAFF, Menalton.

Em www.cartacapital.com.br - Acesso em 14 jan., 2013 - adaptado.

Dr.Pangloss - personagem de Cândido, de Voltaire. Caracteriza-se pelo extremo otimismo.
Leibniz - Autor da teoria de que nada acontece ao acaso. Estamos no melhor dos mundos possíveis, o ser só é, só existe, porque é o melhor possível. Adamastor, o- gigante - personificação do Cabo das Tormentas, em Os Lusíadas, do escritor português Luiz Vaz de Camões,
Dentre as opções a seguir, em qual se percebe um tom irônico?
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