Para Borgianni (2013) um dos desafios para o trabalho do assistente social no interior das instituições do sociojurídico, é o fato de o “jurídico” configurar-se como o(a):
Alcir é um assistente social que está iniciando o seu trabalho em um hospital público de grande porte. Sua chefia imediata solicita que ele paneje uma ação social para estabelecer benefícios a serem concedidos aos usuários.

Considerando a direção social da profissão e a legislação referente à política de saúde no Brasil, Alcir deve considerar prioritariamente o(a):
Refletindo sobre o trabalho do assistente social no âmbito do direito, Borgianni (2013) explicita que “(...) o trabalho do assistente social na área sociojurídica é aquele que se desenvolve não só no interior das instituições estatais que formam o sistema de justiça (...), o aparato estatal militar e de segurança pública, (...)”.

É, também, o trabalho que:
Na análise de Yazbek (2009), na década de 1990, o Serviço Social é enredado por uma série de transformações societárias.

Tais transformações apresentam novas manifestações da “questão social” e se expressam:
Borgianni (2013) analisa a tendência, cada vez maior, da sociedade civil organizada de cobrar judicialmente que o Poder Executivo cumpra com o seu dever de implementar ações previstas nas legislações orçamentárias que destinam recursos às políticas sociais de proteção à infância e adolescência, a deficientes, à velhice, contra a violência doméstica etc., notadamente no que concerne a indivíduos e grupos vulnerabilizados.

O fenômeno revelado por essa tendência é a(o):
Iamamoto (2008), ao estudar a gênese e o desenvolvimento do serviço social no Brasil, afirma que a profissão reproduz, pela mesma atividade, interesses contrapostos que convivem em tensão − demandas do capital e do trabalho − e só pode fortalecer um ou outro polo pela mediação de seu oposto.

Daí decorre o caráter contraditório da profissão, que está associado ao(à):
Bernadete, de 65 anos, foi encaminhada à equipe de Serviço Social do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) para saber sobre a sua aposentadoria. Durante o atendimento, a assistente social verificou que Bernadete, apesar de ter o tempo de contribuição necessário para aposentadoria por idade, não possui qualidade de segurada, e, portanto, não teria direito à aposentadoria.

Com base no entendimento do Estatuto da Pessoa Idosa inerente à Previdência Social, é correto afirmar que:
A tendência hegemônica do Serviço Social considera que a análise da profissão na reprodução das relações sociais deve partir da apreensão do seu significado histórico e da sua inserção na sociedade, posto que a gênese do serviço social relaciona-se medularmente na e a partir da divisão social do trabalho.

Essa concepção identifica, como princípio que rege a estruturação das relações sociais na sociedade, o(a):
Os moradores do bairro de Patos apresentam relatos de perdas ocasionadas pela cheia do rio que corta o bairro. De acordo com relatos, a enchente produziu inúmeros desastres, levando o prefeito da cidade a decretar estado de calamidade pública. Segundo a Lei Orgânica da Assistência Social, as provisões suplementares e provisórias que integram organicamente as garantias do Sistema Único de Assistência Social (Suas) e são prestadas aos cidadãos em casos de calamidade pública são entendidas como benefícios:
Foi solicitada a Camilo, que trabalha na área sociojurídica, a confecção de um documemto que reflita uma avaliação, exame ou vistoria para a formação de um juízo sobre tomada de decisão judicial. Para tanto, o assistente social deve fazer uso dos instrumentos e técnicas pertinentes ao exercício da profissão, além de pesquisa documental e bibliográfica necessárias para análise, interpretação e elaboração desse documento.

Trata-se de um(a):
A questão técnico-instrumental é um dos pontos de tensão no debate e no exercício profissional hoje em dia. Muito se deve à autonomia dada a esse aspecto do trabalho profissional, alçado em outras ocasiões ao patamar de metodologia da intervenção profissional. O debate atual sobre a instrumentalidade, capitaneado por Guerra (1995), aponta, no entanto, para uma outra direção.

Para essa autora, a instrumentalidade adquire o sentido de:
Ana, assistente social do Cras Margarida, foi convidada a realizar uma reunião com os usuários atendidos na Clínica da Família. O objetivo da reunião era explicar sobre o acesso a direitos e benefícios voltados a pessoas com deficiência. Ana não aceitou o convite, alegando que os usuários da saúde não são os mesmos da assistência social.

No que se refere aos usuários da política de assistência social, segundo a PNAS, é correto afirmar que se trata: