Esse tipo de adubo tem como função:
I – Os direitos humanos fundamentais de segunda dimensão são chamados de direitos de cunho negativo por exigirem do Estado uma abstenção consistente na não-intervenção, por parte deste, na esfera privada do indivíduo.
II – Segundo melhor doutrina, os direitos humanos podem ser fracionados ou divididos se disso resultar uma melhor proteção para os mesmos.
III – A Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948 prevê apenas direitos, não estabelecendo nenhum órgão jurisdicional internacional com a finalidade de garantir a eficácia dos princípios e direitos nela previstos.
IV – De acordo com a Constituição do Estado de Minas Gerais, é assegurado ao presidiário o direito a acesso a notícia divulgada fora do ambiente carcerário.
São VERDADEIRAS as assertivas:
Leia o trecho a seguir.
“Existem inúmeras medidas de combate às enchentes.”
Considerando a análise sintática desse período, é correto afirmar que o
A propriedade do código genético que está ligada a esse fato é:
Esse asfixiamento é causado, sobretudo:
A chave automática é um dispositivo muito útil na prevenção de incêndios elétricos, uma vez que “desarma” (abre o circuito) quando a corrente elétrica que a atravessa é superior a um dado valor nominal.
Considere que, em uma residência, um chuveiro que era ligado à tensão de 110 V será agora ligado em uma tensão de 220 V. A potência desse chuveiro quando ligado em 110 V em uma dada posição de temperatura é de 4,4 kW.
Sendo a resistência constante para qualquer tensão aplicada e a chave automática ligada a esse chuveiro tendo um valor nominal de 50 A, ao ser ligada a essa nova tensão elétrica, a chave automática
Leonardo da Vinci
Known as the greatest artist in the history of mankind, Leonardo da Vinci was also a great philosopher and scientist. Leonardo is the most influential figure in the Italian Renaissance and he is considered to be an inventive multi-genius.
Leonardo was born in 1452 in Vinci, Italy, as the child of Piero da Vinci, a notary, and Caterina, a country girl. He stayed with his father’s family and they moved to Florence when he was just 12. At the age of 14, Leonardo started out his artist’s apprenticeship at the studio of Andrea del Verrocchio (1435-1488), an Italian sculptor, goldsmith and painter.
The art of painting made Leonardo knowledgeable about anatomy and perspective. In addition to painting, Verrocchio’s studio also offered technical and mechanical arts and sculpture. Leonardo had developed an interest in architecture so he went on to study engineering.
After a decade of highly original work as an artist, Leonardo wrote to several wealthy men to help finance his projects. The Duke of Milan, Ludovico Sforza (1452-1508), accepted his offer as Leonardo told him that he could design war weapons like guns and mines, and also structures like collapsible bridges. He lived in Milan with the Duke from 1482 to 1508, reportedly creating very innovational war machines. He also did painting and sculpture, as well as urban planning for large-scale water projects. There, he also wrote about making a telescope to view the moon.
Available at: < http://www.famousscientists.org/leonardo-da-vinci> (Edited).
econômica. Ao contrário, tratava-se de uma forma de salvar o capitalismo de suas próprias contradições e adaptálo às novas condições sociais”.
(KOSHIBA, Luiz. História: origens, estruturas e processos. Ed. Atual. p.420)
Dentre as medidas às quais o governo norte-americano recorreu para combater a Crise de 1929, podemos citar, EXCETO:
O que você faria se pudesse decidir sobre a cor dos olhos de seu filho, seu tipo físico ou até mesmo sua aptidão para determinada profissão? Escolhas ainda inviáveis tecnicamente, mas que já suscitam profundas reflexões éticas, fazem parte dos tópicos levantados pela geneticista Mayana Zatz em seu livro GenÉtica: escolhas que nossos avós não faziam, lançado [...] pela Editora Globo.
Coordenadora do Centro de Estudos do Genoma Humano, na Universidade de São Paulo (CEGH/USP), Zatz foi uma das pioneiras no uso de técnicas de biologia molecular para o estudo de genes humanos no Brasil. A geneticista também esteve à frente do debate no Supremo Tribunal Federal em defesa do uso de embriões humanos em pesquisas com células-tronco.
Por meio de uma escrita apaixonada, a pesquisadora elege temas atuais relacionados à biotecnologia e expõe conflituosos casos que vivenciou ao longo de sua trajetória. De linguagem acessível e envolvente, o livro é permeado por referências a filmes, livros de divulgação científica, notícias de grande destaque e artigos científicos.
Ao oferecer à população serviços de detecção de doenças com base genética no CEGH, a pesquisadora se defronta diariamente com dilemas que não têm uma resposta simples e correta. Os testes genéticos podem, por exemplo, revelar não apenas que o paciente é portador de doença grave, mas também que o seu suposto pai não é seu progenitor.
O médico, então, se vê diante de uma encruzilhada: contar ou não contar sobre a falsa paternidade ao paciente, uma vez que esse resultado não lhe foi solicitado? Como não há um respaldo legal para esse tipo de situação, a decisão fica a cargo da equipe médica.
No livro, Zatz critica essa falta de mecanismos legais para proteger os pacientes envolvidos em testes genéticos no Brasil. “A informação genética faz parte de nossa individualidade e deve ser tratada como qualquer outro tipo de informação pessoal”, defende. Um dos riscos de esses dados se tornarem públicos está na possibilidade de eles serem usados indevidamente por companhias de seguro de saúde e de vida.
Informar, apoiar e ajudar a interpretar os testes genéticos junto ao paciente é tarefa de uma equipe interdisciplinar, que deve contar com geneticistas, psicólogos e médicos, e faz parte do chamado aconselhamento genético. Apesar do nome, “o geneticista não aconselha, ele deve apenas cuidar para que as possibilidades de escolha de seus pacientes sejam informadas e esclarecidas”.
A geneticista recorda no livro a história noticiada em maio de 2011 de um casal que teve trigêmeas após tratamento de fertilização in vitro e quis, após o nascimento, ficar apenas com duas filhas. “Dois é suficiente, três é demais?”, questiona a pesquisadora.
O caso também serve de alerta para a questão da gravidez múltipla, comum na reprodução assistida devido à implantação de muitos pré-embriões no útero da mulher. Essa condição aumenta o risco de nascimentos prematuros e de recém-nascidos com problemas intelectuais e de saúde em geral.
Zatz relata ainda que, nos próximos anos, será possível sequenciar genomas individuais por apenas mil dólares. Se à primeira vista a notícia soa como um avanço, a pesquisadora alerta para o excesso de confiança depositado no material genético como única forma de determinar as características futuras do indivíduo.
O livro deixa mais perguntas que respostas e nos faz refletir sobre a importância da discussão mais ampla sobre decisões que já vêm sendo tomadas no dia a dia, mas que ainda se encontram no limbo da legislação.
Nesse sentido, um último alerta da pesquisadora: “Enquanto as questões éticas são pensadas e discutidas depois de anunciadas as novas descobertas, o comércio anda sempre na frente”. Nem sempre a favor dos mais afetados.
REZNIK, Gabriela. Genes no banco dos réus. Ciência Hoje. Disponível em: .
[Fragmento] Acesso em: 2 fev. 2016. (Adaptação)
I. abre debate envolvendo escolhas baseadas em informações genéticas e técnicas viabilizadas pela biotecnologia.
II. alerta para o grande risco de nascimentos prematuros e outros problemas de saúde decorrentes da gravidez múltipla.
III. explicita a legislação destinada a proteger pacientes no Brasil e a tratar de questões éticas no campo da genética.
IV. expõe que nem no futuro será possível sequenciar genomas individuais, por isso diz que é preciso ter muita cautela.
Estão corretas as afirmativas
Assinale a alternativa que apresenta o nome do movimento, organizado pelos intelectuais Ascânio Lopes, Guilhermino César, Francisco Inácio Peixoto e Enrique de Resende, dentre outros, que, com um discurso irreverente, despolarizou a discussão modernista das metrópoles para o interior.
Leonardo da Vinci
Known as the greatest artist in the history of mankind, Leonardo da Vinci was also a great philosopher and scientist. Leonardo is the most influential figure in the Italian Renaissance and he is considered to be an inventive multi-genius.
Leonardo was born in 1452 in Vinci, Italy, as the child of Piero da Vinci, a notary, and Caterina, a country girl. He stayed with his father’s family and they moved to Florence when he was just 12. At the age of 14, Leonardo started out his artist’s apprenticeship at the studio of Andrea del Verrocchio (1435-1488), an Italian sculptor, goldsmith and painter.
The art of painting made Leonardo knowledgeable about anatomy and perspective. In addition to painting, Verrocchio’s studio also offered technical and mechanical arts and sculpture. Leonardo had developed an interest in architecture so he went on to study engineering.
After a decade of highly original work as an artist, Leonardo wrote to several wealthy men to help finance his projects. The Duke of Milan, Ludovico Sforza (1452-1508), accepted his offer as Leonardo told him that he could design war weapons like guns and mines, and also structures like collapsible bridges. He lived in Milan with the Duke from 1482 to 1508, reportedly creating very innovational war machines. He also did painting and sculpture, as well as urban planning for large-scale water projects. There, he also wrote about making a telescope to view the moon.
Available at: < http://www.famousscientists.org/leonardo-da-vinci> (Edited).
