Questões de Concursos
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Nada por aqui
Julgue o item seguinte, relativos à política nacional de atenção às urgências e à rede de atenção às urgências derivadas dessa política.
Fundamentada em dados nacionais, a política nacional de atenção às urgências não considera as diferenças regionais de perfis epidemiológicos.
No que se refere ao SUS, julgue o item subsequente.
Um acontecimento determinante que influenciou a criação do SUS foi a Conferência Nacional de Reforma da Psiquiatria, realizada em 1986, em Brasília.
O termo qualidade é um conceito plural, complexo e polissêmico que pode ser analisado sob diversas perspectivas. No cenário educacional, esse termo tem ganhado espaço principalmente a partir das perspectivas de avaliação adotadas nos últimos anos.
Acerca desse assunto, julgue os itens que se seguem.
É consenso entre os estudiosos brasileiros que, para promover melhorias na qualidade da educação brasileira, é preciso garantir boa formação inicial dos professores; atrair profissionais capacitados para a carreira docente; construir espaços públicos reflexivos; e valorizar o predomínio da racionalidade técnica.Uma mulher de cinquenta anos de idade relata ter sofrido uma lesão nervosa periférica decorrente de um acidente com uma porta de vidro que ocasionou um corte profundo na região próxima do punho. Na avaliação fisioterapêutica, foi observado que a paciente apresenta déficits motores para realizar a extensão do punho e a extensão das articulações metacarpofalangeanas do segundo ao quinto dedos, além da abdução e da extensão do polegar.
A respeito do caso clínico descrito, julgue os itens a seguir.
A deformidade de mão em garra é comum nesse tipo de lesão.Considerando as disposições do Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, julgue o item subsequente.
Devem ser registradas no prontuário do paciente apenas as informações inerentes e indispensáveis ao processo de cuidar, de forma objetiva, cronológica, legível e sem rasuras.
Médicos estrangeiros
João Medeiros Filho*
Mais uma vez em pauta a discussão em torno da importação de
médicos estrangeiros ou formados no exterior. Não poderíamos
nos abster de reiterar nosso posicionamento sobre matéria tão
relevante. Hoje somos mais de 380 mil médicos no País, o que
nos coloca na 5ª colocação no mundo, em números absolutos.
Temos 197 escolas,perdendo apenas para a Índia(1,2 bilhão de
hab.), superando a China( 1,3 bilhão de hab.) e os Estados Unidos
que detêm, respectivamente, 150 e 134 faculdades.
Nossa pequenina Paraíba, com uma população de cerca de 3,8
milhões de almas, conta com 6 escolas médicas e, pelo menos,
mais 2 em fase de implantação – um recorde, com certeza.
Formam–se por ano, aproximadamente, 16500 esculápios no Brasil
e 500 a 600,em nosso meio.Como se não bastasse, a Presidente
Dilma Rousseff anunciou recentemente a intenção de criar mais
4500 vagas anuais para medicina.
Será que precisamos trazer profissionais do exterior?E como seria
a revalidação de diploma desses profissionais, via decreto?Faltam
médicos em nosso meio? .
Não existe ainda um consenso em relação ao número ideal de
médicos/ habitante. Pesquisa realizada pelo CFM/CREMESP
evidenciou que no Brasil tal coeficiente é de 1,95/1000, o que nos
remete ao patamar de diversos países de 1º. mundo, a exemplo do
Canadá e dos Estados Unidos.Temos, sim, má distribuição dos
profissionais, que se concentram nas grandes cidades e capitais,
por falta de políticas públicas que priorizem a interiorização do médico.
Em João Pessoa, onde pontificam mais de 3000 esculápios, a
relação é de 4/1000, o dobro da média nacional; no entanto, mais
de 15% das equipes da ESF não dispõem de médicos, devido a
diversos fatores, entre os quais,a falta de condições adequadas
de trabalho e de segurança, a fragilidade do vínculo trabalhista e
a baixa remuneração. Não é importando médicos que vamos
corrigir tal distorção.
Não cultivamos a xenofobia, mas defendemos a revalidação dos
diplomas estrangeiros nos moldes do REVALIDA, que é aplicado
anualmente pelo MEC. Precisamos, sim, garantir a qualificação
profissional daqueles que pretendem atuar em nosso País, em
defesa da população menos favorecida, para que não incorramos
no erro de oferecer uma assistência médica pobre, de 2ª categoria,
para o pobre.
Considere as orações abaixo.
I. A maioria das pessoas que trabalham na empresa está satisfeita.
II. Devem haver outros meios para se resolver este problema.
A concordância está correta em