São aplicações maliciosas caracterizadas por multiplicar-se e espalharem-se automaticamente em redes de computadores, assim como alterar seu próprio conteúdo para não serem identificadas.
A Política Nacional de Mobilidade Urbana, instituída por lei federal,
I. O processo unificado de desenvolvimento de software é o conjunto de atividades necessárias para transformar requisitos do usuário em um sistema de software, baseado em componentes.
II. Os aspectos que distinguem o processo unificado são capturados em três conceitos chaves: direcionado a casos de uso; iterativo e incremental; com foco em desempenho.
III. Há vários benefícios em se adotar um processo iterativo controlado, entre os quais podemos destacar a redução dos riscos envolvendo custos a um único incremento.
IV. O final de uma fase é marcado por um ponto de verificação. Um dos propósitos destes pontos de verificação é que permitem a monitoração do progresso dos trabalhos.
Atenção: As questões de números 1 a 8 referem-se ao texto seguinte.
Prazer sem humilhação
O poeta Ferreira Gullar disse há tempos uma frase que
gosta de repetir: "A crase não existe para humilhar ninguém".
Entenda-se: há normas gramaticais cuja razão de ser é emprestar
clareza ao discurso escrito, valendo como ferramentas úteis
e não como instrumentos de tortura ou depreciação de alguém.
Acho que o sentido dessa frase pode ampliar-se: "A arte
não existe para humilhar ninguém", entendendo-se com isso
que os artistas existem para estimular e desenvolver nossa
sensibilidade e inteligência do mundo, e não para produzir obras
que separem e hierarquizem as pessoas. Para ficarmos no
terreno da música: penso que todos devem escolher ouvir o que
gostam, não aquilo que alguém determina. Mas há aqui um
ponto crucial, que vale a pena discutir: estamos mesmo em
condições de escolher livremente as músicas de que gostamos?
Para haver escolha real, é preciso haver opções reais.
Cada vez que um carro passa com o som altíssimo de graves
repetidos praticamente sem variação, num ritmo mecânico e
hipnótico, é o caso de se perguntar: houve aí uma escolha?
Quem alardeia os infernais decibéis de seu som motorizado
pela cidade teve a chance de ouvir muitos outros gêneros
musicais? Conhece muitos outros ritmos, as canções de outros
países, os compositores de outras épocas, as tendências da
música brasileira, os incontáveis estilos musicais já inventados
e frequentados? Ou se limita a comprar no mercado o que está
vendendo na prateleira dos sucessos, alimentando o círculo
vicioso e enganoso do "vende porque é bom, é bom porque
vende"?
Não digo que A é melhor que B, ou que X é superior a
todas as letras do alfabeto; digo que é importante buscar
conhecer todas as letras para escolher. Nada contra quem
escolhe um "batidão" se já ouviu música clássica, desde que
tenha tido realmente a oportunidade de ouvir e escolher
compositores clássicos que lhe digam algo. Não acho que é
preciso escolher, por exemplo, entre os grandes Pixinguinha e
Bach, entre Tom Jobim e Beethoven, entre um forró e a música
eletrônica das baladas, entre a música dançante e a que
convida a uma audição mais serena; acho apenas que temos o
direito de ouvir tudo isso antes de escolher. A boa música, a
boa arte, esteja onde estiver, também não existe para humilhar
ninguém.
(João Cláudio Figueira, inédito)
O autor da crônica se reporta ao emprego da crase, ao sentido da arte em geral e ao da música clássica em particular. A tese que articula esses três casos e justifica o título da crônica é a seguinte:
Em comunicação de dados, as redes de computadores podem ser definidas como estruturas físicas e lógicas que permitem que dois ou mais computadores possam compartilhar suas informações entre si.
O equipamento utilizado em uma rede para interligar os computadores, atuando na camada de enlace do modelo OSI, armazenando em sua tabela interna os endereços MAC e portas de todos os hosts que estão transmitindo e recebendo informações, é chamado de:
Analise:
I. Segurança física está associada à proteção de recursos através de controles como guardas, iluminação e detectores de movimento.
II. Controle de acesso através de usuário e senha específicos em um determinado software aplicativo pode ser caracterizado como um controle físico.
III. A segurança física está associada ao ambiente e a segurança lógica aos programas.
IV. A segurança lógica deve ocorrer após a segurança física, através de softwares e protocolos.
São corretas as afirmações:
Déficit no Saldo de Transações Correntes .............. 70.697
Superávit no Saldo de Transferências Unilaterais ... .. 1.458
Déficit no Saldo de Rendas .................................... 30.326
Déficit no Saldo de Serviços .................................. 39.357
Com base nestas informações, é correto afirmar que o valor do saldo comercial no período foi equivalente, em milhões de dólares americanos, a
Analise:
I. Registros importantes devem ser protegidos contra perda, destruição e falsificação, de acordo com os requisitos regulamentares, estatutários, contratuais e do negócio;
II. Os planos de continuidade do negócio devem ser testados e atualizados regularmente, de forma a assegurar sua permanente atualização e efetividade;
III. Deve ser desenvolvida e implementada uma política para o uso de controles criptográficos para a proteção da informação.
IV. Devem ser identificados os eventos que podem causar interrupções aos processos de negócio, junto à probabilidade e impacto de tais interrupções e as conseqüências para a segurança de informação;
Quanto aos controles relacionados à gestão da continuidade do negócio, marque a opção correta:
Acerca do sistema administrativo brasileiro, é CORRETO afirmar:
Considere a seguinte afirmação: "a lei que permite o mais, permite o menos; a que proíbe o menos proíbe o mais". São elas exemplos de interpretação legal
Atenção: As questões de números 1 a 8 referem-se ao texto
seguinte.
Prazer sem humilhação
O poeta Ferreira Gullar disse há tempos uma frase que
gosta de repetir: ?A crase não existe para humilhar ninguém".
Entenda-se: há normas gramaticais cuja razão de ser é emprestar
clareza ao discurso escrito, valendo como ferramentas úteis
e não como instrumentos de tortura ou depreciação de alguém.
Acho que o sentido dessa frase pode ampliar-se: ?A arte
não existe para humilhar ninguém", entendendo-se com isso
que os artistas existem para estimular e desenvolver nossa
sensibilidade e inteligência do mundo, e não para produzir obras
que separem e hierarquizem as pessoas. Para ficarmos no
terreno da música: penso que todos devem escolher ouvir o que
gostam, não aquilo que alguém determina. Mas há aqui um
ponto crucial, que vale a pena discutir: estamos mesmo em
condições de escolher livremente as músicas de que gostamos?
Para haver escolha real, é preciso haver opções reais.
Cada vez que um carro passa com o som altíssimo de graves
repetidos praticamente sem variação, num ritmo mecânico e
hipnótico, é o caso de se perguntar: houve aí uma escolha?
Quem alardeia os infernais decibéis de seu som motorizado
pela cidade teve a chance de ouvir muitos outros gêneros
musicais? Conhece muitos outros ritmos, as canções de outros
países, os compositores de outras épocas, as tendências da
música brasileira, os incontáveis estilos musicais já inventados
e frequentados? Ou se limita a comprar no mercado o que está
vendendo na prateleira dos sucessos, alimentando o círculo
vicioso e enganoso do ?vende porque é bom, é bom porque
vende"?
Não digo que A é melhor que B, ou que X é superior a
todas as letras do alfabeto; digo que é importante buscar
conhecer todas as letras para escolher. Nada contra quem
escolhe um ?batidão" se já ouviu música clássica, desde que
tenha tido realmente a oportunidade de ouvir e escolher
compositores clássicos que lhe digam algo. Não acho que é
preciso escolher, por exemplo, entre os grandes Pixinguinha e
Bach, entre Tom Jobim e Beethoven, entre um forró e a música
eletrônica das baladas, entre a música dançante e a que
convida a uma audição mais serena; acho apenas que temos o
direito de ouvir tudo isso antes de escolher. A boa música, a
boa arte, esteja onde estiver, também não existe para humilhar
ninguém.
(João Cláudio Figueira, inédito)
Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento em: