os itens de 46 a 50.
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os itens de 46 a 50.
A cultura organizacional trata do conjunto de valores, hábitos e condutas adotados pelos membros de uma organização e que necessitam estar escritos para que sejam aceitos por todos os envolvidos.
O exercício pleno da liderança depende da ocupação de cargo de chefia pelo líder.
I. “Documento separado do dossiê de registro, que oferece todas as informações detalhadas sobre características do plasma humano total utilizado como material de partida e/ou matéria-prima para a fabricação de frações intermediárias.”
II. “Processo de fabricação em uma planta durante o qual são separados/purificados os componentes do plasma por vários métodos físicos e químicos.”
As afirmativas se referem, respectivamente, a:
pelo enriquecimento de diversos investidores nos últimos anos.
O preço das ações e o volume de recursos aplicados aumentaram
vertiginosamente e pessoas que jamais aplicariam seus recursos
em renda variável foram convencidas pela alta expectativa de
ganho. Acerca desse tema, julgue os itens a seguir.
I. As decisões de investimento podem ser de curto prazo, quando estabelecem os investimentos em caixa; ou estratégicas de longo prazo, quando há investimentos em instalações físicas para alteração da capacidade, por exemplo.
II. As decisões de financiamento ou fontes de recurso podem ocorrer apenas sobre recursos de terceiros.
III. As decisões operacionais ocorrem na definição do mix de comercialização e na política de preços impactando a receita, bem como no esforço para a geração de resultados pelas diversas funções da empresa.
Está correto o que se afirma apenas em
seus procedimentos, julgue os itens a seguir.
Quando o professor tenta ensinar o que ele próprio não domina
O linguista Sírio Possenti, professor da Unicamp, reproduziu semana passada em seu Facebook a chamada de uma dessas páginas de português que pululam na internet: “16 palavras em português que todo mundo erra o plural”.
Comentário de Possenti, preciso: “Pessoas querem ensinar português ‘correto’ mas não conseguem formular o enunciado segundo as regras que defendem (ou defenderiam)”. Convém explicar.
A língua padrão que as páginas de português buscam ensinar obrigaria o redator a escrever “palavras cujo plural todo mundo erra”. Ou quem sabe, mexendo mais na frase para evitar o já raro cujo, “casos de palavras em que todo mundo erra o plural”.
A forma que usou, com o “que” introduzindo a oração subordinada, chama-se “relativa cortadora” – por cortar a preposição – e é consagrada na linguagem oral: todo mundo diz “o sabor que eu gosto”, mesmo que ao escrever use o padrão “o sabor de que eu gosto”.
O problema com o caso apontado por Possenti não é tanto a gramática, mas a desconexão de forma e conteúdo – a pretensão do instrutor de impor um código que ele próprio demonstra não dominar.
No discurso midiático sobre a língua, isso é mato. Muitas vezes o normativismo mais intransigente é apregoado por quem não consegue nem pagar a taxa de inscrição no clube. “Português é o que nossa página fala sobre!”
Mesmo assim, o episódio de agora me deixou pensativo. E se o problema do conservadorismo que não está à altura de si mesmo for além das páginas de português? Poderia ser essa uma constante cultural em nosso paisão mal letrado, descalço e fascinado por trajes a rigor? Só um levantamento amplo poderia confirmar a tese. Seguem dois casos restritos, mas factuais.
Em abril de 2022, o então presidente do Superior Tribunal Militar (STM), general Luís Carlos Gomes Mattos, submeteu a gramática a sevícias severas ao protestar contra a revelação, pelo historiador Carlos Fico, de áudios em que o STM debatia casos de tortura durante a ditadura de 1964.
“Somos abissolutamente (sic) transparente (sic) nos nossos julgamento (sic)”, disse o general. “Então aquilo aí (sic), a gente já sabe os motivos do porquê (sic) que isso tem acontecendo (sic) agora, nesses últimos dias aí, seguidamente, por várias direções, querendo atingir Forças Armadas...”
Gomes Mattos enfatizou ainda a importância de cuidar “da disciplina, da hierarquia que são nossos pilares (das) nossas Forças Armadas”. Mas disciplina e hierarquia não deveriam ser princípios organizadores da linguagem também? Que conservadorismo é esse?
No início de fevereiro, o reitor da USP publicou uma nota em resposta a uma coluna em que Conrado Hübner Mendes fazia críticas ao STF. Frisando o fato evidente de que a coluna de Mendes expressava a opinião de Mendes, não da USP, Carlos Gilberto Carlotti Junior escreveu que “a liberdade de cátedra se trata de prerrogativa exclusiva dos docentes”.
Sim, é verdade que a expressão impessoal “tratar-se de” tem sido usada por aí com sujeito, como se fosse um “ser” de gravata-borboleta. Trata-se de mais um caso de hipercorreção, fenômeno que nasce do cruzamento da insegurança linguística com nossas velhas bacharelices.
Não é menos verdadeiro que a norma culta do português (ainda?) condena com firmeza esse uso, o que torna digna de nota sua presença num comunicado público emitido pelo mais alto escalão da universidade mais importante do país.
(RODRIGUES, SÉRGIO. Quando o professor tenta ensinar o que ele próprio não domina. Jornal Folha de S. Paulo, 2024.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: janeiro de 2025. Adaptado.)
subseqüentes.
organizações.
organizações.
1. Transformador de potência.
2. Disjuntor.
3. Barra coletora.
4. Relé de proteção.
5. Banco de capacitores.
( ) Garante o controle de tensão e a compensação de reativos no sistema elétrico.
( ) Permite a interrupção de correntes de falha para proteger o sistema elétrico.
( ) Dispositivo responsável por aumentar ou reduzir tensões no sistema de transmissão.
( ) Elemento utilizado para redistribuir energia entre os diversos alimentadores em subestações.
( ) Equipamento que detecta condições anormais no sistema e comanda dispositivos de proteção.
A sequência está correta em