Questões de Concursos

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Analise as afirmativas a seguir.

I. A transparência, no âmbito da administração pública, é alcançada por meio de transparência ativa, que é a divulgação de dados por iniciativa do próprio setor público, quando são tornadas públicas informações, independente de requerimento, utilizando principalmente a internet e por meio de transparência passiva, que é a disponibilização de informações públicas em atendimento a demandas específicas de uma pessoa física ou jurídica, seja de forma presencial ou eletrônica.
II. A princípio, todas as informações produzidas ou custodiadas por entidades públicas são sigilosas e, portanto, inacessíveis a alguns cidadãos, ressalvadas as hipóteses legalmente estabelecidas.
III. As informações produzidas ou em poder dos órgãos e entidades públicas, observado o seu teor e em razão de sua imprescindibilidade à segurança da sociedade ou do Estado, poderão ser classificadas como públicas, acessíveis, restritas, inacessíveis, secretas e ultrassecretas.
IV. Para a classificação da informação em determinado grau de sigilo, deverá ser observado o interesse público da informação e utilizado o critério menos restritivo possível, considerando gravidade do risco ou dano à segurança da sociedade e do Estado; e, ainda, o prazo máximo de restrição de acesso ou o evento que defina seu termo final.

A promoção da transparência e do acesso à informação é considerada medida indispensável para o fortalecimento da democracia e para a melhoria da gestão pública. Uma correta interpretação da Lei Federal nº 12.527/2011 – Lei de Acesso à Informação, possibilita concluir que está correto o que se afirma apenas em
A videoconferência é uma tecnologia utilizada na Internet para
transmissão em tempo real de áudio e vídeo entre interlocutores.
Com relação à videoconferência e seus protocolos, julgue os itens
que se seguem.

Tanto o codec G.711 como o G.723.1, que fazem o tratamento de multicast, são utilizados no H323.
Uma máquina automática de produção de sorvete, com
4 componentes principais, — A, B, C e D — tem uma taxa de
falhas dos seus componentes de 0,00045 falha por hora. A
confiabilidade individual específica de cada componente é:
componente A: 0,85; componente B: 0,98; componente C: 0,96;
componente D: 0,97. A linha de produção de sorvetes tem um
programa de manutenção preventiva.
Acerca da gestão de falhas, julgue os itens a seguir, tendo como
referência a situação acima apresentada.
Para se reduzir a probabilidade de falhas, deve-se implantar um sistema de manutenção corretiva.
Os cordéis e as notícias: a rede e o fio que nos unem

Ao aproximar as narrativas rimadas dos cordéis às notícias que vemos publicadas
nas redes sociais, pude atestar que sempre estivemos em busca de histórias.


Era uma vez, num tempo não tão distante, um lugar onde as pessoas se acotovelavam diante de uma fileira de folhas soltas, penduradas em um varal. Era a feira da cidade. Ou a praça pública onde as pessoas se reuniam costumeiramente. Curiosas e ávidas por uma boa história, elas queriam saber das novidades, do que acontecia ali perto e lá longe, em um lugar desconhecido, que sabiam existir mesmo sem nunca terem visto. Assim nasceram os cordéis, histórias e notícias soltas balançando ao sabor do vento, impressas em tipos cuidadosamente organizados para prender o leitor àquela narrativa e fazer com que, na semana seguinte, lá estivesse ele de novo, em busca de se conectar com o mundo.

Corta para o século XXI. Alguém está diante de uma tela de luz azulada e clica de um quadro para outro em busca das notícias, que também estão soltas, e ainda permanecem sendo produzidas cuidadosamente para que, no minuto seguinte, a pessoa busque por mais e mais informações sobre aquele tema. Ou se perca nos quadrados, clicando em atalhos a ponto de esquecer qual foi o fio da meada. Como podemos observar, o cordão que nos une continua sendo um só: as histórias. Reais ou imaginárias, fatos ou ficção, informação ou fake news, estamos em busca de conexão, razão e sentido para entendermos o que acontece, e principalmente, o que nos acontece.

Essas reflexões fizeram parte do meu cotidiano durante os últimos quatro anos, tempo em que me dediquei à pesquisa sobre cordéis brasileiros, paixão que herdei de meu pai, sertanejo amante de uma boa peleja. Elas originaram a obra “Heróis e heroínas do cordel”, meu novo livro, que acabou de sair pela Companhia das Letrinhas. Em busca das histórias ancestrais que arrebataram meu pai e muitas gerações antes (e depois) dele, me deparei com muitos relatos de que eram os cordéis que representavam “...para as classes pobres (...) o que hoje é mais ou menos a internet para todos nós”, como diz o grande artista e pesquisador da cultura popular Antônio da Nóbrega no posfácio do livro. Juntei as pontas do meu traçado como pesquisadora, unindo as histórias de tradição oral, foco da minha pesquisa, ao jornalismo, ofício que escolhi seguir há mais de 30 anos.

“Vendidos nas feiras livres/ Pendurados num cordão/ Esses livretos viraram/ O jornal da região/ Levando conhecimento/ Àquela população”, diz o famoso cordelista Moreirade Acopiara, autor de mais de 100 cordéis, em seu “Beabá dos cordéis”. Da morte de Getúlio Vargas às façanhas de Lampião, chegando até à Covid-19, é possível encontrar o registro da História do Brasil e do mundo nos livretos, que hoje fazem parte do nosso patrimônio cultural. Em 2018, o Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) declarou a literatura de cordel como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro, o mais justo reconhecimento à literatura que ajudou a moldar a formação literária de tantos brasileiros como Ariano Suassuna, Manuel Bandeira, Guimarães Rosa e Graciliano Ramos, por exemplo. Essas narrativas, primorosamente construídas em seis versos com sete sílabas, como a maioria dos cordéis ancestrais foi escrita, contam bem mais do que os fatos ocorridos no país, revelam sobre o nosso povo, sobre a maneira como vemos, lemos e construímos as nossas histórias.

Ao aproximar as narrativas rimadas dos cordéis às notícias que vemos publicadas nas redes sociais, que usam os vídeos, dancinhas e memes como recursos imagéticos para nos colocar no centro da história, pude atestar que sempre estivemos em busca da mesma matéria: a narrativa que emociona, inquieta, horroriza, faz pensar. A história que impacta, que revela nossas facetas e nos conta como somos semelhantes, mesmo quando escolhemos contar a nossa história sob o ponto de vista que nos interessa e nos favorece.

E por que escolhi as histórias que tratam de heróis e heroínas? Não bastasse que elas sejam a grande matriz de todas as histórias, como diz o mitólogo Joseph Campbell, observei que as nossas notícias seguem na primeira página quando narram feitos extraordinários, para o bem e para o mal. O cotidiano e suas pequenezas que servem de mote e inspiração aos cronistas acabam ocupando as páginas internas, e não ascendem às manchetes por serem próximas demais das nossas miudezas como seres humanos. Queremos outras experiências, que nos levem a outros mundos e nos apresentem outras possibilidades e realidades. Como num videogame, queremos ser muitos e fazer diversas escolhas, e por isso já estamos aguardando ansiosamente o metaverso, porque a realidade não tem sido nada, nada encantadora. Descobrir beleza no meio da pandemia, sabemos por experiência própria, não é nada mágico...

Ao me deparar com a guerra de narrativas nas redes sociais, olho para as belíssimas e emocionantes pelejas do cordel – que hoje se manifestam com a mesma força e brilhantismo nos SLAMs – e me pergunto onde se escondeu o encanto da verdadeira guerra das palavras que transforma. Talvez estejamos em guerra conosco mesmos, e nessa babel de vozes, nos demos conta de que perdemos as nossas, e então, tomamos emprestado narrativas alheias (no sentido literal, que alienam mesmo).

Os cordéis deram voz aos nossos antepassados, que nunca se calaram mesmo sendo analfabetos, muito pelo contrário, se empoderaram de suas histórias como um motor de expressão. Penso que talvez tenhamos de nos enxergar como heróis e heroínas que estamos resistindo a esses tempos em que somos empanturrados de narrativas que nos calam e nos distraem do nosso verdadeiro propósito,que é seguir entendendo as razões pelas quais estamos aqui, ajudando uns aos outros a enfrentar nossas batalhas. O cordão que nos une é feito dessa teia que devemos tecer juntos, como raça humana. São essas histórias que precisamos ler, escrever, curtir, contar e compartilhar.


(ALVES, Januária Cristina. Os cordéis e as notícias: a rede e o fio que nos unem. Nexo, 2021. Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2021/Os-cord%C3%A9is-eas-not%C3%ADcias-a-rede-e-o-fio-que-nos-unem. Acesso em: 02/11/2021. Adaptado.)
A autora estabelece comparações entre cordéis e notícias veiculadas nas redes sociais. No entanto, é possível apontar uma diferença marcante entre os dois gêneros no que diz respeito:
Os cordéis e as notícias: a rede e o fio que nos unem

Ao aproximar as narrativas rimadas dos cordéis às notícias que vemos publicadas
nas redes sociais, pude atestar que sempre estivemos em busca de histórias.


Era uma vez, num tempo não tão distante, um lugar onde as pessoas se acotovelavam diante de uma fileira de folhas soltas, penduradas em um varal. Era a feira da cidade. Ou a praça pública onde as pessoas se reuniam costumeiramente. Curiosas e ávidas por uma boa história, elas queriam saber das novidades, do que acontecia ali perto e lá longe, em um lugar desconhecido, que sabiam existir mesmo sem nunca terem visto. Assim nasceram os cordéis, histórias e notícias soltas balançando ao sabor do vento, impressas em tipos cuidadosamente organizados para prender o leitor àquela narrativa e fazer com que, na semana seguinte, lá estivesse ele de novo, em busca de se conectar com o mundo.

Corta para o século XXI. Alguém está diante de uma tela de luz azulada e clica de um quadro para outro em busca das notícias, que também estão soltas, e ainda permanecem sendo produzidas cuidadosamente para que, no minuto seguinte, a pessoa busque por mais e mais informações sobre aquele tema. Ou se perca nos quadrados, clicando em atalhos a ponto de esquecer qual foi o fio da meada. Como podemos observar, o cordão que nos une continua sendo um só: as histórias. Reais ou imaginárias, fatos ou ficção, informação ou fake news, estamos em busca de conexão, razão e sentido para entendermos o que acontece, e principalmente, o que nos acontece.

Essas reflexões fizeram parte do meu cotidiano durante os últimos quatro anos, tempo em que me dediquei à pesquisa sobre cordéis brasileiros, paixão que herdei de meu pai, sertanejo amante de uma boa peleja. Elas originaram a obra “Heróis e heroínas do cordel”, meu novo livro, que acabou de sair pela Companhia das Letrinhas. Em busca das histórias ancestrais que arrebataram meu pai e muitas gerações antes (e depois) dele, me deparei com muitos relatos de que eram os cordéis que representavam “...para as classes pobres (...) o que hoje é mais ou menos a internet para todos nós”, como diz o grande artista e pesquisador da cultura popular Antônio da Nóbrega no posfácio do livro. Juntei as pontas do meu traçado como pesquisadora, unindo as histórias de tradição oral, foco da minha pesquisa, ao jornalismo, ofício que escolhi seguir há mais de 30 anos.

“Vendidos nas feiras livres/ Pendurados num cordão/ Esses livretos viraram/ O jornal da região/ Levando conhecimento/ Àquela população”, diz o famoso cordelista Moreirade Acopiara, autor de mais de 100 cordéis, em seu “Beabá dos cordéis”. Da morte de Getúlio Vargas às façanhas de Lampião, chegando até à Covid-19, é possível encontrar o registro da História do Brasil e do mundo nos livretos, que hoje fazem parte do nosso patrimônio cultural. Em 2018, o Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) declarou a literatura de cordel como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro, o mais justo reconhecimento à literatura que ajudou a moldar a formação literária de tantos brasileiros como Ariano Suassuna, Manuel Bandeira, Guimarães Rosa e Graciliano Ramos, por exemplo. Essas narrativas, primorosamente construídas em seis versos com sete sílabas, como a maioria dos cordéis ancestrais foi escrita, contam bem mais do que os fatos ocorridos no país, revelam sobre o nosso povo, sobre a maneira como vemos, lemos e construímos as nossas histórias.

Ao aproximar as narrativas rimadas dos cordéis às notícias que vemos publicadas nas redes sociais, que usam os vídeos, dancinhas e memes como recursos imagéticos para nos colocar no centro da história, pude atestar que sempre estivemos em busca da mesma matéria: a narrativa que emociona, inquieta, horroriza, faz pensar. A história que impacta, que revela nossas facetas e nos conta como somos semelhantes, mesmo quando escolhemos contar a nossa história sob o ponto de vista que nos interessa e nos favorece.

E por que escolhi as histórias que tratam de heróis e heroínas? Não bastasse que elas sejam a grande matriz de todas as histórias, como diz o mitólogo Joseph Campbell, observei que as nossas notícias seguem na primeira página quando narram feitos extraordinários, para o bem e para o mal. O cotidiano e suas pequenezas que servem de mote e inspiração aos cronistas acabam ocupando as páginas internas, e não ascendem às manchetes por serem próximas demais das nossas miudezas como seres humanos. Queremos outras experiências, que nos levem a outros mundos e nos apresentem outras possibilidades e realidades. Como num videogame, queremos ser muitos e fazer diversas escolhas, e por isso já estamos aguardando ansiosamente o metaverso, porque a realidade não tem sido nada, nada encantadora. Descobrir beleza no meio da pandemia, sabemos por experiência própria, não é nada mágico...

Ao me deparar com a guerra de narrativas nas redes sociais, olho para as belíssimas e emocionantes pelejas do cordel – que hoje se manifestam com a mesma força e brilhantismo nos SLAMs – e me pergunto onde se escondeu o encanto da verdadeira guerra das palavras que transforma. Talvez estejamos em guerra conosco mesmos, e nessa babel de vozes, nos demos conta de que perdemos as nossas, e então, tomamos emprestado narrativas alheias (no sentido literal, que alienam mesmo).

Os cordéis deram voz aos nossos antepassados, que nunca se calaram mesmo sendo analfabetos, muito pelo contrário, se empoderaram de suas histórias como um motor de expressão. Penso que talvez tenhamos de nos enxergar como heróis e heroínas que estamos resistindo a esses tempos em que somos empanturrados de narrativas que nos calam e nos distraem do nosso verdadeiro propósito,que é seguir entendendo as razões pelas quais estamos aqui, ajudando uns aos outros a enfrentar nossas batalhas. O cordão que nos une é feito dessa teia que devemos tecer juntos, como raça humana. São essas histórias que precisamos ler, escrever, curtir, contar e compartilhar.


(ALVES, Januária Cristina. Os cordéis e as notícias: a rede e o fio que nos unem. Nexo, 2021. Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2021/Os-cord%C3%A9is-eas-not%C3%ADcias-a-rede-e-o-fio-que-nos-unem. Acesso em: 02/11/2021. Adaptado.)
Apesar de constituírem gêneros textuais distintos, cordel e notícia se enquadram, predominantemente, na categoria tipológica dos textos:
Com referência à Política Nacional de Sangue, Componentes e
Hemoderivados (PNSCH) e ao Sistema Nacional de Sangue,
Componentes e Derivados (SINASAN), julgue os seguintes
itens.

O SINASAN coordena e controla a utilização de hemoderivados importados ou produzidos no país, estabelecendo regras que atendam os interesses e as necessidades nacionais, bem como a defesa da produção brasileira, enquanto a fiscalização da utilização de hemoderivados compete aos órgãos especializados em vigilância sanitária.
Maria é servidora pública e atua na área de logística farmacêutica. Na empresa pública que atua, a servidora está buscando otimizar seu planejamento e gestão de estoques para reduzir custos e melhorar o atendimento ao cliente. Durante uma análise, ela identificou que alguns produtos possuem alta rotatividade, enquanto outros têm demanda incerta e sazonal. Para lidar com essas características, a empresa considera implementar uma estratégia de estoque. Com base no caso hipotético apresentado, qual das estratégias a seguir é a mais adequada para lidar com produtos de demanda incerta e sazonal?
Uma empresa de porte, decididamente organizada, apresenta uma estrutura de administração de materiais com políticas e procedimentos claramente definidos. Diante do exposto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Periodicamente, a empresa deve efetuar contagens físicas de seus itens de estoque e produtos em processo para verificar, dentre outras, as discrepâncias em valor entre o estoque físico e o contábil.
( ) Os inventários rotativos são efetuados ao final do exercício; abrangem todos os itens de estoque de uma só vez. São operações de duração relativamente prolongada que, por incluir quantidade elevada de itens, impossibilitam as reconciliações, análise das causas de divergências e, consequentemente, ajustes na profundidade.
( ) Os inventários gerais visam distribuir as contagens ao longo do ano com maior frequência; porém, concentrada cada mês em menor quantidade de itens. Deve reduzir a duração unitária da operação, oferecendo melhores condições de análise das causas de ajustes para um maior controle.
( ) O inventário rotativo é composto pelos seguintes grupos: grupo 1; grupo 2; e, grupo 3.
( ) Um bom planejamento e preparação para o inventário é imprescindível para a obtenção de resultados favoráveis.

A sequência está correta em
Em redes de comunicação é comum o uso de roteadores para
interligação de duas ou mais redes. Considerando o uso de
roteadores e suas funcionalidades em redes de comunicação,
julgue os itens subseqüentes.

Um roteador com três interfaces de rede terá somente três rotas em sua tabela de roteamento.
Vera Giangrande, relações públicas que foi ombudsman de um
grande grupo empresarial brasileiro, em Em defesa do
consumidor
estabeleceu quatro modos de o ombudsman levar em
consideração as necessidades do consumidor: o reativo, em que
analisa e se manifesta em relação ao que lhe chega ao
conhecimento; o ativo, em que sai em campo e avalia
minuciosamente as condições e características dos produtos e
serviços oferecidos por sua empresa; o pró-ativo, em que procura
os consumidores para ouvi-los a respeito dos produtos e serviços
da organização; e o interativo, em que convida os consumidores
a debaterem sobre o que esperam da organização e de seus
produtos no futuro.

Julgue os itens que se seguem, tendo como referência texto
acima.

Convidar o consumidor a debater sobre a organização é demagogia.
Qualquer tipo de alteração pode reduzir a eficácia geral das máquinas e/ou equipamentos. Portanto, é importante para a empresa obter uma boa estratégia de manutenção.O objetivo principal da manutenção dos equipamentos é manter as suas funcionalidades, minimizando, assim, as suas falhas. De acordo com a Portaria nº 158/2016, do Ministério da Saúde, o serviço de hemoterapia deverá dispor de programa de manutenção de equipamentos preventiva e de calibração. Em relação ao programa de manutenção, assinale a afirmativa correta.
A biossegurança é definida como um conjunto de ações voltadas para: prevenção, minimização e/ou eliminação de riscos, que podem comprometer a saúde do homem, dos animais, bem como o meio ambiente. O material biológico recebe uma classificação de risco; dependendo dessa classificação de risco do material biológico a ser transportado, se acontecer dela se encontrar avariada ou com vazamento, o responsável pelo acondicionamento, transporte ou abertura da embalagem de material biológico deverá, EXCETO:
Determinada empresa adquiriu empréstimo no valor de R$ 30.000,00. Considere que o valor de R$ 10.000,00 foi dado de entrada; o valor restante financiado será pago após dois meses em uma única parcela; e, a taxa de juros corresponde a 5% a.m. De acordo com tais informações e sabendo que a operação foi realizada por capitalização simples, qual valor a empresa deverá pagar ao final dos dois meses?
A respeito de um sistema de cabeamento estruturado (SCE), julgue o item a seguir.
É apropriado utilizar conector RJ45 e cabo UTP como mídia padrão para transmissão de dados em um SCE.
A respeito de um sistema de cabeamento estruturado (SCE), julgue o item a seguir.
Um SCE permite a ligação a uma rede dos componentes: servidores, estações, impressoras, telefones, switches,hubs e roteadores.
A matemática financeira é uma ferramenta que influencia
diretamente os registros contábeis das empresas. Acerca desse
assunto, julgue os itens subseqüentes.
Ao incorporar o valor dos juros ao empréstimo principal há um débito em despesa de juros e um crédito em empréstimos a pagar. No pagamento do empréstimo, já considerada a incorporação dos juros ao principal, o registro correto é a débito de despesas de juros e de empréstimos a pagar e a crédito de disponível.
A respeito do direito do trabalho, julgue os itens a seguintes.

Um policial militar, que execute, para uma empresa privada, serviços de segurança nos horários em que estiver de folga na corporação, não pode pleitear o vínculo empregatício com a empresa, pois não atende ao critério da exclusividade caracterizador do contrato de trabalho.
Com relação a tributos, julgue os itens a seguir.
Se uma empresa adquirir um bem e protelar, por determinado tempo, sua instalação ou colocação em uso, não poderá deduzir da base de cálculo do imposto sobre a renda de pessoas jurídicas a quota de depreciação do referido bem entre o momento de aquisição e o de instalação ou colocação em uso.
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