Atenção: As questões de números 16 a 20 baseiam-se no
texto apresentado abaixo.

Em todo o mundo, há 175 milhões de pessoas vivendo e
trabalhando fora do país em que nasceram. A maior parte desse
contingente é de imigrantes de países pobres em busca de
melhores empregos no Primeiro Mundo. Outro êxodo, mais
discreto mas igualmente intenso, percorre um caminho diferente.
É formado por cidadãos do mundo próspero que vão viver
em outros países. Emprego e qualidade de vida estão no topo
dessa migração.
Uma semelhança entre os dois fluxos é a de que ambos
se dirigem sobretudo aos países ricos. O número de americanos
que vivem fora dos Estados Unidos cresceu; a cada ano
aumenta o número de franceses que moram no exterior; Inglaterra
e Alemanha, que nas últimas décadas foram inundadas
por levas de imigrantes, bateram recentemente o recorde histórico
em emigração. Desde a II Guerra não se viam tantos
alemães de mudança para o exterior. No ano passado,a
quantidade foi equivalente à que saía do país no fim do século
XIX
? época das grandes migrações, quando 44 milhões de
pessoas fugiram da pobreza na Europa, em busca de oportunidades
no Novo Mundo.
Um dos tipos que caracteriza os novos migrantes, que
saem de países ricos, é o de profissionais que encontram no
exterior oportunidade de investir na carreira, se possível
conciliando trabalho com qualidade de vida. A globalização da
economia é o principal catalisador dessa tendência.

(Adaptado de José Eduardo Barella, Veja, 14 de setembro de
2005, p. 100)

Sempre há profissionais dispostos ...... trabalhar em lugares distantes, especialmente em atividades ligadas ...... áreas de ciência e tecnologia, se ...... essas atividades estiver associada a qualidade de vida.

As lacunas estão corretamente preenchidas, respectivamente, por

A arquitetura multicamadas divide-se em três camadas lógicas. São elas:

Objeto que se constitui parcialmente ou é definido em termos de si próprio. Nesse contexto, um tipo especial de procedimento (algoritmo) será utilizado, algumas vezes, para a solução de alguns problemas. Esse procedimento é denominado:

As tabelas são compostas de linhas, dentro das quais são colocadas células que são responsáveis pelo controle do conteúdo envolvido pela tabela. A tag TH é responsável por

No que tange às modalidades de licitação, a concorrência é obrigatória, entre outros, para a

As questões de números 1 a 10 baseiam-se no texto apresentado abaixo.

A história mostra que o emprego aumenta quando a produtividade se eleva. Por outro lado, uma empresa que perde produtividade deixa de competir, destruindo empregos. O impacto das inovações sobre o nível de emprego depende também, e muito, da educação. De um modo geral, as novas tecnologias demandam trabalhadores mais qualificados. Mesmo quando o trabalhador perde o emprego, a educação facilita a conquista e a readaptação em um novo posto de trabalho. No Brasil, a força de trabalho tem, em média, 4,5 anos de escolaridade. Isso é insuficiente para a absorção e bom uso das novas tecnologias. O país deu grandes passos no campo quantitativo e hoje 97% das crianças em idade escolar estão matriculadas. Mas, se o sucesso no uso de novas tecnologias está relacionado diretamente com o número de anos que o trabalhador passa na escola, ele depende também da qualidade da educação recebida. Em face da precariedade do ensino, as empresas investem no treinamento de seus funcionários. Mas, normalmente, são selecionados os candidatos a emprego que já têm uma boa educação (de nível médio ou superior), o que aumenta a desigualdade entre quem pôde freqüentar uma boa escola e quem não pôde. Em suma, para se avaliar o impacto da modernização tecnológica não basta registrar a destruição de emprego que geralmente ocorre nos locais onde se adotam novos métodos. É preciso examinar os seus vários efeitos na redução de preços, melhoria de produtividade, expansão da demanda, aumento de investimentos e geração de novos empregos. No mundo atual, não há a menor possibilidade de as empresas competirem e gerarem empregos sem incorporar os avanços tecnológicos. No Brasil, o que mais falta, no momento, é uma educação de boa qualidade.
(Adaptado de O Estado de S.Paulo,dez/2001)

...as empresas investem no treinamento de seus funcionários.
O mesmo complemento exigido pelo verbo assinalado na frase acima está em:

À medida que se avança pelo modelo ocorre uma iteração e o software evolui para estágios superiores, normalmente com aumento da complexidade. Cada iteração está provida das atividades determinadas pelos quadrantes planejamento, avaliação de alternativas e riscos, desenvolvimento do software e avaliação do cliente. No ciclo de vida de desenvolvimento de software, trata-se da propriedade do modelo

A abordagem da saúde como fenômeno coletivo constitui o foco da epidemiologia, que tem como objeto

A empresa Figueira S.A. ao estabelecer as taxas de depreciação optou por adotar as taxas fiscais, ainda que soubesse que seus ativos teriam vida útil econômica substancialmente diferente. Procedeu dessa forma para aumentar a depreciação do período, realizando assim menos pagamento de dividendos. Pode-se afirmar que a empresa NÃO atendeu ao princípio/pressuposto da

A Odontologia apresenta, atualmente, uma tendência de ser enquadrada como uma atividade com obrigação de resultado previamente definido, em virtude de haver

Considere as assertivas a seguir:
Para explicar os fenômenos relativos ao processo saúde-doença é preciso utilizar saberes que não vão além da dimensão social desses fenômenos
porque
a epidemiologia constitui um campo de conhecimentos e práticas que transcende a própria área da saúde, abrangendo conhecimentos produzidos no âmbito da economia, sociologia, antropologia e história.
É correto afirmar:

A casa onde Júnior reside com a sua família e é proprietário foi penhorada e arrematada em leilão judicial em execução de reclamação trabalhista da empresa X ocorrido há três dias. Júnior não é parte no processo e pretende interpor Embargos de Terceiro. Neste caso, considerando que não ocorreu a assinatura da respectiva carta de arrematação, Júnior

Na elaboração da Demonstração do Valor Adicionado (DVA) são identificados como Valor Adicionado Recebido Em Transferência:

Atenção: As questões de números 11 a 20 referem–se ao texto

seguinte.

Falamos o idioma de Cabral?

Se é que Cabral gritou alguma coisa quando avistou o

monte Pascoal, certamente não foi "terra ã vishta", assim, com

o "a" abafado e o "s" chiado que associamos ao sotaque

português. No século XVI, nossos primos lusos não engoliam

vogais nem chiavam nas consoantes – essas modas surgiram

no século XVII. Cabral teria berrado um "a" bem aberto e dito

"vista" com o "s" sibilante igual ao dos paulistas de hoje. Na

verdade, nós, brasileiros, mantivemos sons que viraram arcaísmos

empoeirados para os portugueses.

Mas, se há semelhanças entre a língua do Brasil de hoje

e o português antigo, há ainda mais diferenças. Boa parte delas

é devida ao tráfico de escravos, que trouxe ao Brasil um número

imenso de negros que não falavam português. "Já no século

XVI, a maioria da população da Bahia era africana", diz Rosa

Virgínia Matos, lingüista da Universidade Federal da Bahia.

"Toda essa gente aprendeu a língua de ouvido, sem escola",

afirma. Na ausência da educação formal, a mistura de idiomas

torna–se comum e traços de um impregnam o outro. "Assim os

negros deixaram marcas definitivas", diz Rosa.

Também no século XVI, começaram a surgir diferenças

regionais no português do Brasil. Num pólo estavam as áreas

costeiras, onde os índios foram dizimados e se multiplicaram os

escravos africanos. No outro, o interior, persistiam as raízes

indígenas. À mistura dessas influências vieram se somar as

imigrações, que geraram diferentes sotaques.

Mas o grande momento de constituição de uma língua

"brasileira" foi o século XVIII, quando se explorou ouro em

Minas Gerais. "Lá surgiu a primeira célula do português brasileiro",

diz Marlos Pessoa, da Universidade Federal de Pernambuco.

A riqueza atraiu gente de toda parte – portugueses,

bandeirantes paulistas, escravos que saíam de moinhos de

cana e nordestinos. Ali, a língua começou a uniformizar–se e a

exportar traços comuns para o Brasil inteiro pelas rotas

comerciais que a exploração do ouro criou.

(Super Interessante. Almanaque de férias 2003 . São

Paulo, Abril, 2003, pp. 50–51)

Há falta ou ocorrência indevida do sinal de crase em:

O princípio que possui como propósito tentar corrigir desigualdades, criando uma superioridade jurídica em favor do empregado diante da sua condição de hipossuficiente é especificamente o princípio da

Atenção: As questões de números 1 a 10 referem-se ao texto
seguinte.

Caso de injustiça

Quando adolescente, o poeta Carlos Drummond de
Andrade foi expulso do colégio onde estudava. A razão alegada:
"insubordinação mental". O fato: o jovem ganhara uma nota
muito alta numa redação de Português, mas o professor, ao lhe
devolver o texto avaliado, disse-lhe que ele talvez não a
merecesse. O rapaz insistiu, então, para que lhe fosse atribuída
uma nota conforme seu merecimento. O caso foi levado ao
diretor da escola, que optou pela medida extrema. Confessa o
poeta que esse incidente da juventude levou-o a desacreditar
por completo, e em definitivo, da justiça dos homens.
Está evidente que a tal da "insubordinação mental" do
rapaz não foi um desrespeito, mas uma reação legítima à
restrição estapafúrdia do professor quanto ao mérito que este
mesmo, livremente, já consignara. O mestre agiu com a
pequenez dos falsos benevolentes, que gostam detransformar
em favor pessoal o reconhecimento do mérito alheio.
Protestando contra isso, movido por justa indignação, o jovem
discípulo deu ao mestre uma clara lição de ética: reclamou pelo
que era o mais justo. Em vez de envergonhar-se, o professor
respondeu com a truculência dos autoritários, que é o reduto da
falta de razão. E acabou expondo o seu aluno à experiência
corrosiva da injustiça, que gera ceticismo e ressentimento.
A "insubordinação mental", nesse caso, bem poderia ter
sido entendida como uma legítima manifestação de amorpróprio,
que não pode e não deve subordinar-se à
agressividade dos caprichos alheios. Além disso, aquela
expressão deixa subentendido o mérito que haveria numa
"subordinação mental", ou seja, na completa rendição de uma
consciência a outra. O que se pode esperar de quem se rege
pela cartilha da completa subserviência moral e intelectual? Não
foi contra esta que o jovem se rebelou? Por que aceitaria ele
deixar-se premiar por umanota alta a que não fizesse jus?
Muitas vezes um fato que parece ser menor ganha uma
enorme proporção. Todos já sentimos, nos detalhes de situações
supostamente irrelevantes, o peso de uma grande injustiça.
A questão do que é ou do que não é justo, longe de ser
tão-somente um problema dos filósofos ou dos juristas, traduzse
nas experiências mais rotineiras. O caso do jovem poeta
ilustra bem esse gosto amargo que fica em nossa boca, cada
vez que somos punidos por invocar o princípio ético da justiça.

(Saulo de Albuquerque)

É adequado o emprego do elemento sublinhado na frase:

Atenção: As questões de números 11 a 20 referem–se ao texto

seguinte.

Falamos o idioma de Cabral?

Se é que Cabral gritou alguma coisa quando avistou o

monte Pascoal, certamente não foi "terra ã vishta", assim, com

o "a" abafado e o "s" chiado que associamos ao sotaque

português. No século XVI, nossos primos lusos não engoliam

vogais nem chiavam nas consoantes – essas modas surgiram

no século XVII. Cabral teria berrado um "a" bem aberto e dito

"vista" com o "s" sibilante igual ao dos paulistas de hoje. Na

verdade, nós, brasileiros, mantivemos sons que viraram arcaísmos

empoeirados para os portugueses.

Mas, se há semelhanças entre a língua do Brasil de hoje

e o português antigo, há ainda mais diferenças. Boa parte delas

é devida ao tráfico de escravos, que trouxe ao Brasil um número

imenso de negros que não falavam português. "Já no século

XVI, a maioria da população da Bahia era africana", diz Rosa

Virgínia Matos, lingüista da Universidade Federal da Bahia.

"Toda essa gente aprendeu a língua de ouvido, sem escola",

afirma. Na ausência da educação formal, a mistura de idiomas

torna–se comum e traços de um impregnam o outro. "Assim os

negros deixaram marcas definitivas", diz Rosa.

Também no século XVI, começaram a surgir diferenças

regionais no português do Brasil. Num pólo estavam as áreas

costeiras, onde os índios foram dizimados e se multiplicaram os

escravos africanos. No outro, o interior, persistiam as raízes

indígenas. À mistura dessas influências vieram se somar as

imigrações, que geraram diferentes sotaques.

Mas o grande momento de constituição de uma língua

"brasileira" foi o século XVIII, quando se explorou ouro em

Minas Gerais. "Lá surgiu a primeira célula do português brasileiro",

diz Marlos Pessoa, da Universidade Federal de Pernambuco.

A riqueza atraiu gente de toda parte – portugueses,

bandeirantes paulistas, escravos que saíam de moinhos de

cana e nordestinos. Ali, a língua começou a uniformizar–se e a

exportar traços comuns para o Brasil inteiro pelas rotas

comerciais que a exploração do ouro criou.

(Super Interessante. Almanaque de férias 2003 . São

Paulo, Abril, 2003, pp. 50–51)

Considere as seguintes afirmações:
I. Atualmente, alguns sons que produzimos ao falar o português do Brasil não mais se produzem na língua falada pelos portugueses.
II. Escravos africanos e índios influenciaram, na mesma proporção e nas mesmas regiões, o falar do português brasileiro.
III. Apenas com a educação formal é que se constituiu o que se pode chamar de língua "brasileira".
Em relação ao texto, está correto APENAS o que se afirma em

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