Publicidade|Remover
[Maquiavel] elogia a República romana como tendo sido a mais perfeita forma de governo e um verdadeiro Estado unido pelo espírito público de seus cidadãos; no entanto, numa época como a sua, seria necessário um líder que utilizasse a força como princípio, tese que desenvolve em O Príncipe.

(Teresa Aline Pereira de Queiroz. O Renascimento, 1995.)

A obra O Príncipe foi escrita por Maquiavel em 1513 e publicada em 1532. Nela, o pensador florentino
O esterco de galinha contém fezes e excretas nitrogenadas, que podem ser utilizadas para adubar o solo. As plantas cultivadas nesse solo não são diretamente beneficiadas pelo esterco porque as substâncias orgânicas contidas nele passam primeiramente pela
Em águas naturais, a acidez mineral pode ser formada através da oxidação de sulfetos, como indica a equação química a seguir:
2FeS2 + 7O2 + 2H2O2FeSO4 + 2H2SO4
Em uma amostra de água retirada de um rio, foi encontrada uma concentração de FeSO4 igual a 0,02 mol/L. Nesse rio, a massa de FeS2 dissolvida por litro de água era igual a
A combinação dos elementos Ca e Br forma uma substância solúvel em água, de fórmula __________. Uma solução aquosa dessa substância é classificada como _____________de eletricidade.
As lacunas do texto devem ser preenchidas por:
Na orelha humana encontram-se os ossículos martelo, bigorna e estribo, que são essenciais ao fenômeno da audição. Essas estruturas ficam localizadas na orelha __________, apresentam células derivadas do tecido____________ e são ricas em ___________ .
Assinale a alternativa que preenche as lacunas do texto.
A leishmaniose visceral humana é uma doença que afeta o baço e o fígado, provocando problemas imunológicos e quadros hemorrágicos. Em casos mais graves, pode causar a morte. Uma pessoa pode adquirir essa doença quando
Os dados honestos P e Q possuem seis e oito faces, respectivamente. As faces de P estão numeradas com –2, –1, 0, 1, 2 e 3. As faces de Q estão numeradas com –4, –3, –2, –1, 0, 1, 2 e 3. Lançando-se P e Q simultânea e aleatoriamente, a probabilidade de que a soma dos números obtidos seja maior que –1 é de
Uma das questões ainda não respondidas pela Ciência é sobre a origem dos vírus, se teriam surgido antes ou depois das primeiras células procariontes. Os pesquisadores apontam evidências e apresentam argumentos em favor de cada uma das hipóteses, mas ainda não há resposta definitiva sobre o tema. Em uma discussão entre dois alunos sobre qual dos micro-organismos surgiu primeiro no mundo, bactérias ou vírus, cinco argumentos foram apresentados. Destes, o mais correto, de acordo com os conhecimentos acerca desses micro-organismos, é:
Ao se aproximar de um aeroporto, um avião se deslocava horizontalmente com velocidade de 115 m/s. Ao tocar a pista, cinco minutos depois da aproximação, sua velocidade horizontal era 70 m/s. O módulo da aceleração escalar média horizontal a que o avião ficou sujeito nesse trecho foi
Leia o trecho do romance Triste fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto, para responder à questão.

Quaresma viveu lá, no manicômio, resignadamente, conversando com os seus companheiros, onde via ricos que se diziam pobres, pobres que se queriam ricos, sábios a maldizer da sabedoria, ignorantes a se proclamarem sábios; mas, deles todos, daquele que mais se admirou, foi de um velho e plácido negociante da Rua dos Pescadores que se supunha Átila1 . Eu, dizia o pacato velho, sou Átila, sabe? Sou Átila. Tinha fracas notícias da personagem, sabia o nome e nada mais. Sou Átila, matei muita gente – e era só.
Saiu o major mais triste ainda do que vivera toda a vida. De todas as cousas tristes de ver, no mundo, a mais triste é a loucura; é a mais depressora e pungente.
Aquela continuação da nossa vida tal e qual, com um desarranjo imperceptível, mas profundo e quase sempre insondável, que a inutiliza inteiramente, faz pensar em alguma cousa mais forte que nós, que nos guia, que nos impele e em cujas mãos somos simples joguetes. Em vários tempos e lugares, a loucura foi considerada sagrada, e deve haver razão nisso no sentimento que se apodera de nós quando, ao vermos um louco desarrazoar, pensamos logo que já não é ele quem fala, é alguém, alguém que vê por ele, interpreta as cousas por ele, está atrás dele, invisível!...

(Triste fim de Policarpo Quaresma, 1992.)

1 Átila: rei dos hunos, governou o maior império europeu de seu tempo, desde o ano 434 até sua morte em 453; muitas lendas o retratam como um imperador violento e cruel.
A leitura do primeiro parágrafo permite concluir que o major Quaresma ficou admirado com o negociante da Rua dos Pescadores especialmente devido

Leia o texto para responder à questão.


There is nothing conventional about 17-year-old Michael Fuller’s relationship with music. As someone with high-functioning autism who sees the world through sound, creating melodies from the bustle of the high street or trains on the tracks feels more natural than any social interaction. This hardwired connection to sound has been with him for as long as he can remember.

By the age of 11, Michael could play Mozart by ear, having taught himself to play the piano through a mobile phone app. The app highlighted notes on a keyboard as classical music played. He describes his unusual musical talent as “downloading” music into his head. His mother, Nadine, remembers that as a child Michael would “suddenly pop up and say: ‘I’ve got a symphony’”. Michael took to the piano and found he could quickly perform complex pieces from memory.

“I liked what I was hearing, sought more music and began studying through Google and YouTube,” he remembers. “It was very organic. I would listen in great depth and the music would be implanted in my mind. I could then just play it on the piano – all without being taught.”

Growing up in a family that listened to reggae over classical music, Michael feels “very much aware” of how different his approach is to music – symbolised by the way he taught himself piano as a child. This, his mother says, came as a “surprise to the family and myself – I’d never listened to classical music in my life”.

It was not long after learning to play the piano that Michael started composing his own works. Describing this process as “making music with my mind”, Michael says composing classical symphonies “helps me to express myself through music – it makes me calm”. Michael wants to nurture his song writing to achieve his ambition of becoming a modern mainstream classical artist. He wants to control the creative process, unlike typical modern-day composers, who he says “write blobs on a page, hand it over to the musicians – then say bye-bye and stay in the background and get no recognition”. Instead, Michael is determined to take centre stage.


(Alex Taylor. www.bbc.com, 27.03.2018. Adaptado.)

The text is mainly about
Leia o início do conto “Luís Soares”, de Machado de Assis, para responder à questão.

Trocar o dia pela noite, dizia Luís Soares, é restaurar o império da natureza corrigindo a obra da sociedade. O calor do sol está dizendo aos homens que vão descansar e dormir, ao passo que a frescura relativa da noite é a verdadeira estação em que se deve viver. Livre em todas as minhas ações, não quero sujeitar-me à lei absurda que a sociedade me impõe: velarei de noite, dormirei de dia.
Contrariamente a vários ministérios, Soares cumpria este programa com um escrúpulo digno de uma grande consciência. A aurora para ele era o crepúsculo, o crepúsculo era a aurora. Dormia 12 horas consecutivas durante o dia, quer dizer das seis da manhã às seis da tarde. Almoçava às sete e jantava às duas da madrugada. Não ceava. A sua ceia limitava-se a uma xícara de chocolate que o criado lhe dava às cinco horas da manhã quando ele entrava para casa. Soares engolia o chocolate, fumava dois charutos, fazia alguns trocadilhos com o criado, lia uma página de algum romance, e deitava-se.
Não lia jornais. Achava que um jornal era a cousa mais inútil deste mundo, depois da Câmara dos Deputados, das obras dos poetas e das missas. Não quer isto dizer que Soares fosse ateu em religião, política e poesia. Não. Soares era apenas indiferente. Olhava para todas as grandes cousas com a mesma cara com que via uma mulher feia. Podia vir a ser um grande perverso; até então era apenas uma grande inutilidade.

(Contos fluminenses, 2006.)
Assinale a alternativa que apresenta um trecho do texto e uma figura de linguagem que nele ocorre.
A tabela mostra alguns dados referentes ao planeta Urano.
Distância média ao Sol 2,87 × 109 km Período de translação ao redor do Sol 84 anos Período de rotação 18 horas Massa 8,76 × 1025 kg Diâmetro equatorial 5,11 × 104 km Aceleração gravitacional na superfície 11,45 m/s2
(http://astro.if.ufrgs.br. Adaptado.)

Para calcular a força de atração gravitacional média entre o Sol e Urano, somente com os dados da tabela, deve-se usar apenas e necessariamente
Renato comprou um carro por R$ 19.000,00. Meses depois, vendeu o carro para seu primo por R$ 20.000,00. Passados mais alguns meses, Renato recomprou o carro do seu primo por R$ 20.500,00 e, em seguida, o vendeu para outra pessoa por R$ 22.000,00. Com o saldo de suas negociações, Renato teve um lucro aproximado, sobre o valor do carro inicialmente adquirido por ele, de
Leia o texto de Luiz Eduardo Soares para responder à questão.

Logo depois que assumi a Secretaria Nacional de Segurança, em 2003, recebi, por vias transversas, uma mensagem de Luciano, da Rocinha. Ele desejava deixar a vida de traficante e viajar para longe. Tinha chegado à conclusão de que seu caminho era a perdição: morreria cedo, de modo cruel, em mãos inimigas. Queria começar de novo e pedia uma chance. Tratara com respeito a comunidade, que era, afinal de contas, sua família. A violência, ele a usara apenas na medida necessária à proteção de seus negócios. Esse era seu ponto de vista, sem dúvida demasiado edulcorado. Não obstante a possível autoidealização, o fato é que explicitá-la, naquele contexto, não deixava de ser significativo, indicando a valorização positiva do lado certo da vida. Era um negociante clandestino, dizia, não um criminoso selvagem: alguns traziam uísque do Paraguai; ele vendia outras drogas. Reivindicava uma diferença importante, no mundo do crime carioca.

(Cabeça de porco, 2005.)
A frase “A violência, ele a usara apenas na medida necessária à proteção de seus negócios” expressa uma opinião
[...] o senhor faz-se homem de um senhor mais poderoso cuja força, neste caso, já não reside nos vestígios de uma função pública, mas tão só na extensão das terras e no número de vassalos que o reconhecem como suserano.

(Charles Parain et al. Sobre o feudalismo, 1973. Apud Hamilton M. Monteiro. O feudalismo: economia e sociedade, 1987.)

No âmbito da Idade Média ocidental, o texto caracteriza

Leia o texto para responder à questão.


There is nothing conventional about 17-year-old Michael Fuller’s relationship with music. As someone with high-functioning autism who sees the world through sound, creating melodies from the bustle of the high street or trains on the tracks feels more natural than any social interaction. This hardwired connection to sound has been with him for as long as he can remember.

By the age of 11, Michael could play Mozart by ear, having taught himself to play the piano through a mobile phone app. The app highlighted notes on a keyboard as classical music played. He describes his unusual musical talent as “downloading” music into his head. His mother, Nadine, remembers that as a child Michael would “suddenly pop up and say: ‘I’ve got a symphony’”. Michael took to the piano and found he could quickly perform complex pieces from memory.

“I liked what I was hearing, sought more music and began studying through Google and YouTube,” he remembers. “It was very organic. I would listen in great depth and the music would be implanted in my mind. I could then just play it on the piano – all without being taught.”

Growing up in a family that listened to reggae over classical music, Michael feels “very much aware” of how different his approach is to music – symbolised by the way he taught himself piano as a child. This, his mother says, came as a “surprise to the family and myself – I’d never listened to classical music in my life”.

It was not long after learning to play the piano that Michael started composing his own works. Describing this process as “making music with my mind”, Michael says composing classical symphonies “helps me to express myself through music – it makes me calm”. Michael wants to nurture his song writing to achieve his ambition of becoming a modern mainstream classical artist. He wants to control the creative process, unlike typical modern-day composers, who he says “write blobs on a page, hand it over to the musicians – then say bye-bye and stay in the background and get no recognition”. Instead, Michael is determined to take centre stage.


(Alex Taylor. www.bbc.com, 27.03.2018. Adaptado.)

In the excerpt from the second paragraph “he could quickly perform complex pieces”, the underlined word indicates
Leia o início do conto “Luís Soares”, de Machado de Assis, para responder à questão.

Trocar o dia pela noite, dizia Luís Soares, é restaurar o império da natureza corrigindo a obra da sociedade. O calor do sol está dizendo aos homens que vão descansar e dormir, ao passo que a frescura relativa da noite é a verdadeira estação em que se deve viver. Livre em todas as minhas ações, não quero sujeitar-me à lei absurda que a sociedade me impõe: velarei de noite, dormirei de dia.
Contrariamente a vários ministérios, Soares cumpria este programa com um escrúpulo digno de uma grande consciência. A aurora para ele era o crepúsculo, o crepúsculo era a aurora. Dormia 12 horas consecutivas durante o dia, quer dizer das seis da manhã às seis da tarde. Almoçava às sete e jantava às duas da madrugada. Não ceava. A sua ceia limitava-se a uma xícara de chocolate que o criado lhe dava às cinco horas da manhã quando ele entrava para casa. Soares engolia o chocolate, fumava dois charutos, fazia alguns trocadilhos com o criado, lia uma página de algum romance, e deitava-se.
Não lia jornais. Achava que um jornal era a cousa mais inútil deste mundo, depois da Câmara dos Deputados, das obras dos poetas e das missas. Não quer isto dizer que Soares fosse ateu em religião, política e poesia. Não. Soares era apenas indiferente. Olhava para todas as grandes cousas com a mesma cara com que via uma mulher feia. Podia vir a ser um grande perverso; até então era apenas uma grande inutilidade.

(Contos fluminenses, 2006.)
Com a referência a “jornais”, “Câmara dos Deputados”, “obras dos poetas” e “missas” (3° parágrafo), o narrador

Leia o texto para responder à questão.


There is nothing conventional about 17-year-old Michael Fuller’s relationship with music. As someone with high-functioning autism who sees the world through sound, creating melodies from the bustle of the high street or trains on the tracks feels more natural than any social interaction. This hardwired connection to sound has been with him for as long as he can remember.

By the age of 11, Michael could play Mozart by ear, having taught himself to play the piano through a mobile phone app. The app highlighted notes on a keyboard as classical music played. He describes his unusual musical talent as “downloading” music into his head. His mother, Nadine, remembers that as a child Michael would “suddenly pop up and say: ‘I’ve got a symphony’”. Michael took to the piano and found he could quickly perform complex pieces from memory.

“I liked what I was hearing, sought more music and began studying through Google and YouTube,” he remembers. “It was very organic. I would listen in great depth and the music would be implanted in my mind. I could then just play it on the piano – all without being taught.”

Growing up in a family that listened to reggae over classical music, Michael feels “very much aware” of how different his approach is to music – symbolised by the way he taught himself piano as a child. This, his mother says, came as a “surprise to the family and myself – I’d never listened to classical music in my life”.

It was not long after learning to play the piano that Michael started composing his own works. Describing this process as “making music with my mind”, Michael says composing classical symphonies “helps me to express myself through music – it makes me calm”. Michael wants to nurture his song writing to achieve his ambition of becoming a modern mainstream classical artist. He wants to control the creative process, unlike typical modern-day composers, who he says “write blobs on a page, hand it over to the musicians – then say bye-bye and stay in the background and get no recognition”. Instead, Michael is determined to take centre stage.


(Alex Taylor. www.bbc.com, 27.03.2018. Adaptado.)

No trecho do quarto parágrafo “This, his mother says”, o termo sublinhado refere-se ao fato de Michael

Leia o texto para responder à questão.


There is nothing conventional about 17-year-old Michael Fuller’s relationship with music. As someone with high-functioning autism who sees the world through sound, creating melodies from the bustle of the high street or trains on the tracks feels more natural than any social interaction. This hardwired connection to sound has been with him for as long as he can remember.

By the age of 11, Michael could play Mozart by ear, having taught himself to play the piano through a mobile phone app. The app highlighted notes on a keyboard as classical music played. He describes his unusual musical talent as “downloading” music into his head. His mother, Nadine, remembers that as a child Michael would “suddenly pop up and say: ‘I’ve got a symphony’”. Michael took to the piano and found he could quickly perform complex pieces from memory.

“I liked what I was hearing, sought more music and began studying through Google and YouTube,” he remembers. “It was very organic. I would listen in great depth and the music would be implanted in my mind. I could then just play it on the piano – all without being taught.”

Growing up in a family that listened to reggae over classical music, Michael feels “very much aware” of how different his approach is to music – symbolised by the way he taught himself piano as a child. This, his mother says, came as a “surprise to the family and myself – I’d never listened to classical music in my life”.

It was not long after learning to play the piano that Michael started composing his own works. Describing this process as “making music with my mind”, Michael says composing classical symphonies “helps me to express myself through music – it makes me calm”. Michael wants to nurture his song writing to achieve his ambition of becoming a modern mainstream classical artist. He wants to control the creative process, unlike typical modern-day composers, who he says “write blobs on a page, hand it over to the musicians – then say bye-bye and stay in the background and get no recognition”. Instead, Michael is determined to take centre stage.


(Alex Taylor. www.bbc.com, 27.03.2018. Adaptado.)

O quinto parágrafo afirma que o jovem músico
Página 3
Publicidade|Remover