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Um automóvel com uma velocidade cujo valor é 40km/h desacelera até a velocidade de 20km/h depois de 4 segundos contados a partir do instante em que o freio foi acionado. O valor absoluto da desaceleração média deste automóvel no intervalo em consideração é:
(URCA/2022.2) O processo histórico ao longo do tempo é marcado por inúmeras transformações sociopolíticas, econômicas, geo-histórias, geopolíticas, territoriais e ideológicas etc. As práticas do trabalho criaram modos de produção que marcaram épocas e regimes de historicidade. Algumas das experiências humanas encerram seus ciclos juntamente com o seu contexto histórico, outras dessas experiências são ressignificadas ou permanecem na longa duração. Acerca dos meios de produção, aquele que foi caracterizado pela terra e por uma economia natural, em que nem o trabalho nem os produtos do trabalho eram mercadorias, e que, o produtor imediato estava ligado ao meio de produção por uma relação social específica na definição legal de servidão, é:
De acordo com a segunda lei de Newton, uma partícula sob ação de uma única força "F" possui, em relação à um referencial inercial, uma aceleração "a" de tal forma que "F = m.a" onde "m" é a massa da partícula. Se a massa da partícula for dada em quilograma (kg) e a força em newtons (N) então a aceleração será dada em:
(URCA/2022.2) Um bloco desliza, com velocidade de 1m/s, num trecho X sobre uma mesa horizontal fixa no solo. A velocidade do bloco é reduzida uniformemente até atingir o valor zero. Podemos afirmar que o produto ax · ∆x de sua aceleração pelo deslocamento é dado por
Entre as civilizações europeias da Antiguidade, a grega foi aquela que levou ao mundo ocidental elementos essenciais para a sua constituição, por exemplo, a concepção democrática de governo, na cidade de Atenas, e o processo de racionalização (da busca pelo "logos", pela razão) da realidade com o método filosófico, em cidades como Mileto e Samos, ou a medicina ocidental com suas bases nos métodos dos Hipócartes e Galeno.
Sobre esta Civilização, assinale a alternativa CORRETA:
Observe os dados abaixo, considerados a 25º C e 1 atm:
ΔH de formação do CO2 = ­- 94,1 kcal ΔH de formação do H2O = ­- 68,3 kcal ΔH de formação do etanol (C2H6O) = -­ 66,1 kcal.
A quantidade de calor (em kcal) desprendida na reação de combustão completa de 0,5 mol de etanol (C2H6O), é:

Com base na lei de Robert Boyle (1660), para provocar um aumento na pressão de uma determinada amostra gasosa numa transformação isotérmica, é necessário:

Neste ano (2019) a comunidade científica astronômica registraram a imagem de um buraco negro. Na equipe de cientistas destacamos a presença da brasileira Lia Medeiros de 28 anos. Em entrevista ela afirma que o interesse por astronomia nasceu na sua formação básica. Ela diz que em seu ensino médio, ela teve a oportunidade de estudar física, cálculo e astronomia. No ensino médio despertou o interesse para entender os buracos negros e a teoria da relatividade geral, o universo. Ela disse que perguntou a seu professor qual o curso que deveria fazer na faculdade para trabalhar comeste assunto e o professor orientou-a a fazer física ou astronomia e ela fez as duas áreas. Em relação a conhecimentos básicos da astronomia estudados na componente física em seu ensino médio, marque a alternativa correta na questão a seguir:
As estrelas se formaram:

ESPINHOSEFLORES


Os subúrbios do Rio de Janeiro são a mais curiosa cousa em matéria de edificação de cidade. A topografia do local, caprichosamente montuosa, influiu decerto para tal aspecto, mais influíram, porém, os azares das construções. Nada mais irregular, mais caprichoso, mais sem plano qualquer, pode ser imaginado. As casas surgiam como se fossem semeadas ao vento e, conforme as casas, as ruas se fizeram. Há algumas delas que começam largas como boulevards e acabam estreitas que nem vielas; dão voltas, circuitos inúteis e parecem fugir ao alinhamento reto com um ódio tenaz e sagrado. Às vezes se sucedem na mesma direção com uma frequência irritante, outras se afastam, e deixam de permeio um longo intervalo coeso e fechado de casas. Num trecho, há casas amontoadas umas sobre outras numa angústia de espaço desoladora, logo adiante um vasto campo abre ao nosso olhar uma ampla perspectiva.

Marcham assim ao acaso as edificações e conseguintemente o arruamento. Há casas de todos os gostos e construídas de todas as formas. Vai-se por uma rua a ver um correr de chalets, de porta e janela, parede de frontal, humildes e acanhados, de repente se nos depara uma casa burguesa, dessas de compoteiras na cimalha rendilhada, a se erguer sobre um porão alto com mezaninos gradeados. Passada essa surpresa, olha-se acolá e dá-se com uma choupana de pau-a-pique, coberta de zinco ou mesmo palha, em torno da qual formiga uma população; adiante, é uma velha casa de roça, com varanda e colunas de estilo pouco classificável, que parece vexada a querer ocultar-se, diante daquela onda de edifícios disparatados e novos. Não há nos nossos subúrbios cousa alguma que nos lembre os famosos das grandes cidades européias, com as suas vilas de ar repousado e satisfeito, as suas estradas e ruas macadamizadas e cuidadas, nem mesmo se encontram aqueles jardins, cuidadinhos, aparadinhos, penteados, porque os nossos, se os há, são em geral pobres, feios e desleixados.

Os cuidados municipais também são variáveis e caprichosos. Às vezes, nas ruas, há passeios em certas partes e outras não; algumas vias de comunicação são calçadas e outras da mesma importância estão ainda em estado de natureza. Encontra-se aqui um pontilhão bem cuidado sobre um rio seco e passos além temos que atravessar um ribeirão sobre uma pinguela de trilhos mal juntos. Há pelas ruas damas elegantes, com sedas e brocados, evitando a custo que a lama ou o pó lhes empane o brilho do vestido; há operário de tamancos; há peralvilhos à última moda; há mulheres de chita; e assim pela tarde, quando essa gente volta do trabalho ou do passeio, a mescla se faz numa mesma rua, num quarteirão, e quase sempre o mais bem posto não é que entra na melhor casa. Além disto, os subúrbios têm mais aspectos interessantes, sem falar no namoro epidêmico e no espiritismo endêmico; as casas de cômodos (quem as suporia lá!) constituem um deles bem inédito. Casas que mal dariam para uma pequena família, são divididas, subdivididas, e os minúsculos aposentos assim obtidos, alugados à população miserável da cidade. Aí, nesses caixotins humanos, é que se encontra a fauna menos observada da nossa vida, sobre a qual a miséria paira com um rigor londrino. Não se podem imaginar profissões mais tristes e mais inopinadas da gente que habita tais caixinhas. Além dos serventes de repartições, contínuos de escritórios, podemos deparar velhas fabricantes de rendas de bilros, compradores de garrafas vazias, castradores de gatos, cães e galos, mandingueiros, catadores de ervas medicinais, enfim, uma variedade de profissões miseráveis que as nossas pequena e grande burguesias não podem adivinhar. Às vezes, num cubículo desses se amontoa uma família, e há ocasiões em que os seus chefes vão a pé para a cidade por falta do níquel do trem. Ricardo Coração dos Outros morava em uma pobre casa de cômodos de um dos subúrbios. Não era das sórdidas, mas era uma casa de cômodos dos subúrbios. Desde anos que ele a habitava e gostava da casa que ficava trepada sobre uma colina, olhando da janela do seu quarto para uma ampla extensão edificada que ia da Piedade a Todos os Santos.

Vistos assim do alto, os subúrbios têm a sua graça. As casas pequeninas, pintadas de azul, de branco, de oca, engastadas nas comas verde-negras das mangueiras, tendo de permeio, aqui e ali, um coqueiro ou uma palmeira, alta e soberba, fazem a vista boa e a falta de percepção do desenho das ruas põe no programa um sabor de confusão democrática, de solidariedade perfeita entre as gentes que as habitavam; e o trem minúsculo, rápido, atravessa tudo aquilo, dobrando à esquerda, inclinando-se para a direita, muito flexível nas suas grandes vértebras de carros, como uma cobra entre pedrouços. Era daquela janela que Ricardo espraiava as suas alegrias, as suas satisfações, os seus triunfos e também os seus sofrimentos e mágoas. Ainda agora estava ele lá, debruçado no peitoril, com a mão em concha no queixo, colhendo com a vista uma grande parte daquela bela, grande e original cidade, capital de um grande país, de que ele a modos que era e se sentia ser, a alma, consubstanciado os seus tênues sonhos e desejos em versos discutíveis, mas que a plangência do violão, se não lhes dava sentido, dava um quê de balbucio, de queixume dorido da pátria criança ainda, ainda na sua formação... Em que pensava ele? Não pensava só, sofria também. Aquele tal preto continuava na sua mania de querer fazer a modinha dizer alguma cousa, e tinha adeptos. Alguns já o citavam como rival dele, Ricardo; outros já afirmavam que o tal rapaz deixava longe o Coração dos Outros, e alguns mais – ingratos! – já esqueciam os trabalhos, o tenaz trabalhar de Ricardo Coração dos Outros em prol do levantamento da modinha e do violão, e nem nomeavam o abnegado obreiro.


(TristeFimdePolicarpoQuaresma,pp.160­-165)

... e acabam estreitas que nem vielas; dão voltas, circuitos inúteis e parecem fugir ao alinhamento reto com um ódio tenaz e sagrado. No excerto acima a voz narrativa utiliza uma figura de linguagem denominada de:

Sobre os Aspectos Geológicos da América do Sul, indique V para as afirmativas verdadeiras e F para as afirmativas falsas, e assinale a alternativa correta:

( ) Na América do Sul encontramos as seguintes Unidades Geológicas: Plataforma Sul-Americana; Plataforma Patagônica e Sistema de Dobramentos Modernos.

( ) O Sistema de Dobramentos Modernos na América do Sul é representado pela Cordilheira dos Andes.

( ) O Território brasileiro abrange uma parte do Escudo das Guianas, Escudo Brasil Central e Escudo Atlântico.

Nos dias atuais devemos conhecer os valores nutricionais dos alimentos que consumimos para a preservação de nossa saúde. Alguns alimentos contém muito açúcares que é um vilão causador de doenças, quando consumido em grande quantidade. A recomendação é que possamos realizar exercícios físicos regularmente. Em média o corpo humano dissipa em torno de 1500 kcal por dia e, em um minuto de corrida a pessoa gasta cerca de 5 kcal. Marque a alternativa correta em relação ao estudo do calor como unidade de energia (Dado: calor específico da água= 1cal/ gºC; Equação da calorimetria: Q = m.c.Δt)
(URCA/2022.2) "Desde o século XIX que a Bacia da Chapada do Araripe vem sendo objeto de estudo por parte de renomados pesquisadores das mais variadas origens. Estes estudos e pesquisas ratificam a importância deste contexto como um dos mais representativos [...] notadamente por seus registros do Período Cretáceo, não apenas pela quantidade como pela qualidade da preservaçãodos exemplares encontrados"(Museu de Paleontologia de Santana do Cariri - Plácido Cidade Nuvens).
O texto acima diz respeito:

Quando partículas com carga elétrica são aceleradas, por exemplo postas a oscilar, os campos elétricos e magnéticos associados são variáveis no tempo e constituem ondas eletromagnéticas. Podemos dizer que:

(URCA/2022.2) "Mas enquanto encantava os naturalistas, a floresta também oferecia as razões econômicas para a exploração e ocupação do Brasil. O bloqueio das rotas comerciais para o Oriente após a tomada de Constantinopla pelos Mouros, em 1453, tornou as fontes alternativas de especiarias e de outros produtos extremamente lucrativas, e os europeus logo perceberam o potencial econômico do pau-brasil (Caesalpina echinata)" (TONHASCA JR, 2005, p.2).
O texto acima faz referência ao processo de ocupação dos portugueses:
As grandezas vetoriais na física, tais como velocidade, força, campo elétrico etc., possuem:
(URCA/2022.2) Considere os subconjuntos de números reais A = {x: x < −5 ou x > 2} e B = {x: −8 < x < 3}. O complementar de AB em relação ao conjunto universoé o conjunto
De volta pra casa: decolonização na paleontologia

A primeira ilustração de um fóssil brasileiro foi publicada no livro Viagem pelo Brasil, dos naturalistas alemães Johann B. von Spix (1781-1826) e Carl F. P. von Martius (1794-1868). Ambos fizeram parte da comitiva da arquiduquesa austríaca Maria Leopoldina (1797-1826), quando ela veio para o país devido ao seu casamento com D. Pedro I. O material ilustrado em 1823 pode ser identificado como uma arcada de um mastodonte (parente distante extinto dos elefantes) do Pleistoceno (há aproximadamente 12 mil anos) e um peixe dos depósitos cretáceos (110 milhões de anos) da bacia do Araripe, no nordeste brasileiro.

Mas o mundo mudou e, graças à ação de muitos pesquisadores, o Brasil passou a ter várias instituições para abrigar essas riquezas, que evidenciam a diversificação da vida no tempo profundo. Hoje, a comunidade de paleontólogos, apoiada por pesquisadores e pessoas de diversas partes do mundo, tem procurado despertar a atenção para que fósseis relevantes não deixem mais o país e as principais peças que já não estão mais aqui sejam trazidas de volta. Trata-se de uma espécie de decolonização da paleontologia, um movimento de repatriação de exemplares importantes que tenham sido retirados do Brasil à revelia, impedindo o enriquecimento da cultura e da pesquisa brasileiras.

Não são poucos os exemplares brasileiros importantes que se encontram depositados no exterior. Dinossauros, pterossauros, insetos, peixes e plantas - a maior parte retirada de forma duvidosa do território nacional e, às vezes, com uma aparente conivência do órgão fiscalizador - foram descritos ao longo de décadas e enriquecem museus estrangeiros, principalmente na Europa e na América do Norte. Os depósitos brasileiros mais afetados são os encontrados na bacia do Araripe, curiosamente, de onde provém um daqueles dois primeiros fósseis brasileiros ilustrados. O motivo principal é a riqueza do material dessa região: numeroso, diversificado e, sobretudo, muito bem preservado, o que encanta pesquisadores e públicos em todo o mundo.

No entanto, se, em determinado momento histórico, a saída de material paleontológico poderia encontrar alguma justificativa (mesmo que passível de questionamento), o mesmo não ocorre nos dias de hoje. A legislação vigente no Brasil regula o trabalho com fósseis no país e dispõe sobre sua proteção, com destaque para o Decreto-Lei n.º 4.146, publicado em 1942, durante o governo de Getúlio Vargas. De forma simplificada, como, pela Constituição Federal, os bens encontrados no subsolo pertencem à União, todos que queiram fazer extração de fósseis necessitam de uma autorização da Agência Nacional de Mineração, com exceção dos pesquisadores que estejam vinculados a uma instituição de pesquisa e ensino.

(Texto de Alexander W. A. Kellner, disponível em https://cienciahoje.org.br/artigo/de-volta-pra-casa-decolonizacao-na-paleontologia/. Adaptado.)
(URCA/2022.2) Na sentença "Mas o mundo mudou e, graças à ação de muitos pesquisadores, o Brasil passou a ter várias instituições para abrigar essas riquezas, QUE evidenciam a diversificação da vida no tempo profundo. ", que função sintática é exercida pelo pronome QUE:
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