A arte é imprescindível para a formação humana; sua função é indispensável na vida das pessoas e na sociedade e, consequentemente na escola. É um meio pelo qual se expressam, representam e comunicam sorvendo do mundo por meio da
criatividade, experimentação e singularidade. Não obstante, nem sempre foi assim, sua trajetória histórica no ensino brasileiro está imbuída de idiossincrasias. A trajetória do ensino da arte delineia no século XIX com o início da Academia de Belas
Artes, em 1816, no Rio de Janeiro. Sua origem ancorou-se no projeto da Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios, aprovado
pelo Decreto de 12 de agosto de 1816, que concedeu pensões a diversos artistas franceses que vieram morar no Brasil. Com
influência do século passado, é possível afirmar que o ensino da arte no início do século XX legitima uma pedagogia:
Todo filho é pai da morte de seu pai Há uma quebra na história familiar onde as idades se acumulam e se sobrepõem e a ordem natural não tem sentido: é quando o filho se torna pai de seu pai. É quando o pai envelhece e começa a trotear como se estivesse dentro de uma névoa. Lento, devagar, impreciso. É quando aquele pai que segurava com força nossa mão já não tem como se levantar sozinho. É quando aquele pai, outrora firme e intransponível, enfraquece de vez e demora o dobro da respiração para sair de seu lugar. É quando aquele pai, que antigamente mandava e ordenava, hoje só suspira, só geme, só procura onde é a porta e onde é a janela – tudo é corredor, tudo é longe. É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará de seus remédios. E nós, como filhos, não faremos outra coisa senão trocar de papel e aceitar que somos responsáveis por aquela vida. Aquela vida que nos gerou depende de nossa vida para morrer em paz. Todo filho é pai da morte de seu pai. Ou, quem sabe, a velhice do pai e da mãe seja curiosamente nossa última gravidez. Nosso último ensinamento. Fase para devolver os cuidados que nos foram confiados ao longo de décadas, de retribuir o amor com a amizade da escolta. E assim como mudamos a casa para atender nossos bebês, tapando tomadas e colocando cercadinhos, vamos alterar a rotina dos móveis para criar os nossos pais. Uma das primeiras transformações acontece no banheiro. Seremos pais de nossos pais na hora de pôr uma barra no box do chuveiro. A barra é emblemática. A barra é simbólica. A barra é inaugurar um cotovelo das águas. Porque o chuveiro, simples e refrescante, agora é um temporal para os pés idosos de nossos protetores. Não podemos abandoná-los em nenhum momento, inventaremos nossos braços nas paredes. A casa de quem cuida dos pais tem braços dos filhos pelas paredes. Nossos braços estarão espalhados, sob a forma de corrimões. Pois envelhecer é andar de mãos dadas com os objetos, envelhecer é subir escada mesmo sem degraus. Seremos estranhos em nossa residência. Observaremos cada detalhe com pavor e desconhecimento, com dúvida e preocupação. Seremos arquitetos, decoradores, engenheiros frustrados. Como não previmos que os pais adoecem e precisariam da gente? Nos arrependeremos dos sofás, das estátuas e do acesso caracol, nos arrependeremos de cada obstáculo e tapete. E feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece somente no enterro e não se despede um pouco por dia. Meu amigo José Klein acompanhou o pai até seus derradeiros minutos. No hospital, a enfermeira fazia a manobra da cama para a maca, buscando repor os lençóis, quando Zé gritou de sua cadeira: — Deixa que eu ajudo. Reuniu suas forças e pegou pela primeira vez seu pai no colo. Colocou o rosto de seu pai contra seu peito. Ajeitou em seus ombros o pai consumido pelo câncer: pequeno, enrugado, frágil, tremendo. Ficou segurando um bom tempo, um tempo equivalente à sua infância, um tempo equivalente à sua adolescência, um bom tempo, um tempo interminável. Embalou o pai de um lado para o outro. Aninhou o pai. Acalmou o pai. E apenas dizia, sussurrado: — Estou aqui, estou aqui, pai! O que um pai quer apenas ouvir no fim de sua vida é que seu filho está ali. (Autor desconhecido. Disponível em: http://www.contioutra.com/todo-filho-e-pai-da-morte-de-seu-pai/. Dezembro de 2016.) No trecho “Ficou segurando um bom tempo, um tempo equivalente à sua infância, um tempo equivalente à sua adolescência, um bom tempo, um tempo interminável.” (24º§), a ocorrência da crase é facultativa. Assinale a afirmativa em que tal fato NÃO ocorre.
Todo filho é pai da morte de seu pai Há uma quebra na história familiar onde as idades se acumulam e se sobrepõem e a ordem natural não tem sentido: é quando o filho se torna pai de seu pai. É quando o pai envelhece e começa a trotear como se estivesse dentro de uma névoa. Lento, devagar, impreciso. É quando aquele pai que segurava com força nossa mão já não tem como se levantar sozinho. É quando aquele pai, outrora firme e intransponível, enfraquece de vez e demora o dobro da respiração para sair de seu lugar. É quando aquele pai, que antigamente mandava e ordenava, hoje só suspira, só geme, só procura onde é a porta e onde é a janela – tudo é corredor, tudo é longe. É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará de seus remédios. E nós, como filhos, não faremos outra coisa senão trocar de papel e aceitar que somos responsáveis por aquela vida. Aquela vida que nos gerou depende de nossa vida para morrer em paz. Todo filho é pai da morte de seu pai. Ou, quem sabe, a velhice do pai e da mãe seja curiosamente nossa última gravidez. Nosso último ensinamento. Fase para devolver os cuidados que nos foram confiados ao longo de décadas, de retribuir o amor com a amizade da escolta. E assim como mudamos a casa para atender nossos bebês, tapando tomadas e colocando cercadinhos, vamos alterar a rotina dos móveis para criar os nossos pais. Uma das primeiras transformações acontece no banheiro. Seremos pais de nossos pais na hora de pôr uma barra no box do chuveiro. A barra é emblemática. A barra é simbólica. A barra é inaugurar um cotovelo das águas. Porque o chuveiro, simples e refrescante, agora é um temporal para os pés idosos de nossos protetores. Não podemos abandoná-los em nenhum momento, inventaremos nossos braços nas paredes. A casa de quem cuida dos pais tem braços dos filhos pelas paredes. Nossos braços estarão espalhados, sob a forma de corrimões. Pois envelhecer é andar de mãos dadas com os objetos, envelhecer é subir escada mesmo sem degraus. Seremos estranhos em nossa residência. Observaremos cada detalhe com pavor e desconhecimento, com dúvida e preocupação. Seremos arquitetos, decoradores, engenheiros frustrados. Como não previmos que os pais adoecem e precisariam da gente? Nos arrependeremos dos sofás, das estátuas e do acesso caracol, nos arrependeremos de cada obstáculo e tapete. E feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece somente no enterro e não se despede um pouco por dia. Meu amigo José Klein acompanhou o pai até seus derradeiros minutos. No hospital, a enfermeira fazia a manobra da cama para a maca, buscando repor os lençóis, quando Zé gritou de sua cadeira: — Deixa que eu ajudo. Reuniu suas forças e pegou pela primeira vez seu pai no colo. Colocou o rosto de seu pai contra seu peito. Ajeitou em seus ombros o pai consumido pelo câncer: pequeno, enrugado, frágil, tremendo. Ficou segurando um bom tempo, um tempo equivalente à sua infância, um tempo equivalente à sua adolescência, um bom tempo, um tempo interminável. Embalou o pai de um lado para o outro. Aninhou o pai. Acalmou o pai. E apenas dizia, sussurrado: — Estou aqui, estou aqui, pai! O que um pai quer apenas ouvir no fim de sua vida é que seu filho está ali. (Autor desconhecido. Disponível em: http://www.contioutra.com/todo-filho-e-pai-da-morte-de-seu-pai/. Dezembro de 2016.) Em “É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará de seus remédios.” (4º§), é correto afirmar que a ação verbal evidencia uma:
Rosana deseja colocar um número em sua residência e,
para isso, pediu autorização na prefeitura para escolher
livremente qual seria a numeração da sua casa. Desse
modo, Rosana comprou numa loja de construções os
algarismos 3, 4, 5, 7 e 8 e decidiu que iria colocar em sua
residência um número par, formado por três algarismos
distintos. Com base nos critérios estabelecidos e usando
apenas os algarismos comprados na loja, a quantidade de
números diferentes que Rosana poderá colocar em sua
residência está compreendida entre:
Uma instituição escolar é composta por uma comunidade de pessoas que interagem e compartilham objetivos educacionais,
o que vai desde alunos e professores até equipe administrativa e responsáveis pelos estudantes. Como sua dinâmica se
constrói sobre as interações entre seus participantes, é certo que se fazem necessários processos de organização escolar que
regulem suas estruturas e processos administrativos. Portanto, as alternativas a seguir constituem processos necessários de
organização escolar, EXCETO:
No ano de 2023, a Prefeitura de Pitangueiras, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou cadastramento para distribuir
crachás com o “cordão do girassol”, contribuindo, assim, com a garantia da inclusão, respeito, prevenção e, ainda, combate à
discriminação e mais agilidade no atendimento às pessoas com deficiências ocultas. O uso não tem o objetivo de estereotipar esse
grupo, mas sim de facilitar o suporte. Na sociedade, tais ações são de extrema importância para toda a população. Sobre as doenças
que podem ser identificadas pela utilização do “cordão de girassol”, analise as alternativas a seguir. I. Transtorno do Espectro Autista (TEA).
II. Surdez.
III. Transtorno de Deficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH. Está correto o que se afirma em
Durante o Congresso Brasileiro de Folclore, em 1955, reconceituou o termo como um “conjunto das criações culturais de uma comunidade, baseado nas suas tradições expressas individual ou coletivamente, representativo de sua identidade social. Constituem-se
fatores de identificação da manifestação folclórica: aceitação coletiva, tradicionalidade, dinamicidade, funcionalidade. (BENJAMIN, 2022.) Tal conceituação aproxima a relação entre o folclore e o campo do ensino e educação, incorporando novas características
como transmissão oral, tradicionalidade e regionalidade. No desenvolvimento do teatro brasileiro o folclore performa um
lugar significativo. As influências dos ideais regionalistas difundidos por Gilberto Freyre, sublinham o surgimento do Teatro
do Nordeste, liderado por Hermilo Bora Filho, que se fundamenta pela transmissão oral e regionalidade, tendo com maior
expressão a dramaturgia:
É uma letra que geralmente é reservada para o disco rígido principal (ou a unidade de armazenamento principal) em que o Sistema
Operacional Windows é instalado. Ao iniciar um computador com Windows, é muito provável que o disco rígido seja referenciado
com essa letra. Qual letra é utilizada para representar a unidade de armazenamento principal em sistemas Windows?
Todos os trabalhadores, que possuam contas ativas ou inativas do FGTS, podem sacar até R$ 500,00 de cada uma delas, limitado ao valor do saldo. A liberação dos recursos do FGTS e do PIS é uma das formas encontradas pelo governo para estimular a atividade econômica em um momento em que o PIB está praticamente estagnado. O Produto Interno Bruto (PIB) é:
A tuberculose é uma doença infecciosa e contagiosa, causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis. Também denominada de Bacilo de Koch (BK), foi conhecida no século XIX como peste branca, ao dizimar centenas de milhares de pessoas em
todo o mundo. A tuberculose é uma doença que pode ser prevenida e curada; sua forma de transmissão se dá por:
A frase “Se você ama, sofre; se não ama, adoece” é uma das mais notáveis de Sigmund Freud, pois ela nos revela que, no momento que nascemos e abrimos os nossos olhos para o mundo, já sofremos de uma ausência: a carência do outro. Porém, quando nos tornamos adultos, sabemos que o amor converge em diferentes modos de sofrimento, que vão desde amar e não ser amado, da perplexa revelação de que amor não resolve tudo e de que existem pessoas que não querem amar. Por caminhos confusos ou enviesados, alguns homens e mulheres acabam entrando na pior forma de amar, que é o amor patológico, que atinge, sobretudo, as pessoas que não conseguem estabelecer relações emocionalmente estáveis. Para as pessoas que amam demais, ou seja, de maneira obsessiva, apaixonar-se é algo cruel e, ao mesmo tempo, fascinante para esse imaginário romântico, que mora na cabeça e no coração de gente que acredita, cegamente, que esse tipo de amor é grandioso, e que exige sacrifício e despersonalização. Na verdade, estamos falando de um sentimento incontrolável, que não nasce de emoções saudáveis por alguém, mas de uma carência insuportável que provoca ansiedade e angústia, atordoando a vida dos que amam demais, e que por isso sofrem e adoecem. Essa é uma sensação químico-física de um amor que se caracteriza como patológico, como se fosse à dependência de um poderoso alucinógeno, que _____________ os indivíduos a permanecer em relações abusivas por medo de serem abandonados e frustados. As turbulências do amor patológico ____________ levado eles ou elas aos consultórios psicoterapêuticos, com problemas de sono, aflições, dificuldades de concentração, alterações alimentares e outras disfunções, em consequência dos desleixos que ocorrem na codependência. Assim, o amor patológico pode ocorrer com pessoas de diversas idades, opções de gênero e níveis sociais, mas não apenas entre casais. Por exemplo, algumas mães gostam tanto de seus filhos que acabam com o namoro deles, impedindo que eles vivam a própria vida. É como disse o poeta português Luís de Camões: “Amor é fogo que arde sem se ver; é ferida que dói e não se sente”. Entretanto, esse fogo e ferida podem se transformar em uma patologia, em que as pessoas que amam demais se sujeitam à humilhação e à submissão para estar com o outro. Nesta citação de Freud, descobrimos que a marca do amor é a ambivalência, que pode se confundir em uma relação de amor e ódio, que podemos traduzir no conflito entre a pulsão de vida (Eros) e a pulsão de morte (Tânatos), que costumam enlaçar de amor homens e mulheres, que misturam seus “deuses” e “demônios”. Portanto, o amor patológico funciona como um pêndulo entre o Eros e o Tânatos, mas com a curva para a pulsão de morte. Contudo, para desenvolver um amor maduro, sábio e responsável, como nos ensina o psicanalista Erich Fromm, é necessário trabalharmos quatro dimensões: o cuidado, a responsabilidade, o respeito e o conhecimento. (Disponível em: https://www.contioutra.com/se-voce-ama-sofre-senao-ama-adoece/. Texto adaptado especialmente para esta prova. Acesso em: 11/07/2019.) Classifique as palavras transcritas do texto, relacionando adequadamente as colunas a seguir. 1. Advérbio de intensidade. 2. Adjetivo derivado. 3. Adjetivo primitivo. 4. Advérbio de modo. ( ) Demais. ( ) Pior. ( ) Assim. ( ) Abusivas. A sequência está correta em
Na perspectiva da educação inclusiva, a educação especial passa a constituir a proposta pedagógica da escola, definindo como seu público-alvo os alunos com deficiência, transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades/superdotação. Diante do exposto, é correto afirmar que são considerados alunos com deficiência àqueles que têm:
Gilberto deve colocar, lado a lado, dez garrafas diferentes de cerveja no mostruário da cervejaria onde trabalha. Sabe-se que,
dentre essas cervejas, cinco delas são do tipo Lager, três são do tipo Pale Ale e duas são do tipo Witbier. De quantas formas
distintas Gilberto poderá organizar as dez cervejas se as cervejas de mesmo tipo devem ficar juntas?
A frase “Se você ama, sofre; se não ama, adoece” é uma das mais notáveis de Sigmund Freud, pois ela nos revela que, no momento que nascemos e abrimos os nossos olhos para o mundo, já sofremos de uma ausência: a carência do outro. Porém, quando nos tornamos adultos, sabemos que o amor converge em diferentes modos de sofrimento, que vão desde amar e não ser amado, da perplexa revelação de que amor não resolve tudo e de que existem pessoas que não querem amar. Por caminhos confusos ou enviesados, alguns homens e mulheres acabam entrando na pior forma de amar, que é o amor patológico, que atinge, sobretudo, as pessoas que não conseguem estabelecer relações emocionalmente estáveis. Para as pessoas que amam demais, ou seja, de maneira obsessiva, apaixonar-se é algo cruel e, ao mesmo tempo, fascinante para esse imaginário romântico, que mora na cabeça e no coração de gente que acredita, cegamente, que esse tipo de amor é grandioso, e que exige sacrifício e despersonalização. Na verdade, estamos falando de um sentimento incontrolável, que não nasce de emoções saudáveis por alguém, mas de uma carência insuportável que provoca ansiedade e angústia, atordoando a vida dos que amam demais, e que por isso sofrem e adoecem. Essa é uma sensação químico-física de um amor que se caracteriza como patológico, como se fosse à dependência de um poderoso alucinógeno, que _____________ os indivíduos a permanecer em relações abusivas por medo de serem abandonados e frustados. As turbulências do amor patológico ____________ levado eles ou elas aos consultórios psicoterapêuticos, com problemas de sono, aflições, dificuldades de concentração, alterações alimentares e outras disfunções, em consequência dos desleixos que ocorrem na codependência. Assim, o amor patológico pode ocorrer com pessoas de diversas idades, opções de gênero e níveis sociais, mas não apenas entre casais. Por exemplo, algumas mães gostam tanto de seus filhos que acabam com o namoro deles, impedindo que eles vivam a própria vida. É como disse o poeta português Luís de Camões: “Amor é fogo que arde sem se ver; é ferida que dói e não se sente”. Entretanto, esse fogo e ferida podem se transformar em uma patologia, em que as pessoas que amam demais se sujeitam à humilhação e à submissão para estar com o outro. Nesta citação de Freud, descobrimos que a marca do amor é a ambivalência, que pode se confundir em uma relação de amor e ódio, que podemos traduzir no conflito entre a pulsão de vida (Eros) e a pulsão de morte (Tânatos), que costumam enlaçar de amor homens e mulheres, que misturam seus “deuses” e “demônios”. Portanto, o amor patológico funciona como um pêndulo entre o Eros e o Tânatos, mas com a curva para a pulsão de morte. Contudo, para desenvolver um amor maduro, sábio e responsável, como nos ensina o psicanalista Erich Fromm, é necessário trabalharmos quatro dimensões: o cuidado, a responsabilidade, o respeito e o conhecimento. (Disponível em: https://www.contioutra.com/se-voce-ama-sofre-senao-ama-adoece/. Texto adaptado especialmente para esta prova. Acesso em: 11/07/2019.) No trecho “(...) ela nos revela que, no momento que nascemos e abrimos os nossos olhos para o mundo, já sofremos de uma ausência: a carência do outro.”, se todos os verbos e pronomes que aparecem no plural fossem flexionados no singular, quantas palavras ao todo precisariam ter a grafia modificada para haver a correta concordância verbo-nominal?
Um condomínio irá realizar a eleição de um corpo diretivo, cujo número de membros equivale a 5% da quantidade condôminos. Além disso, é preciso eleger um conselho fiscal para acompanhar as prestações de contas deste corpo diretivo. O conselho fiscal deve ter 6 representantes que não fazem parte do corpo diretivo. No dia da reunião de votação para eleger os
referidos grupos, sabe-se que: • Independente do cargo, apenas os condôminos presentes na reunião poderiam ser votados;
• 80% dos condôminos estavam presentes na reunião; e,
• 75% dos condôminos presentem na reunião saíram sem nenhum dos cargos em votação. Sendo assim, qual é o total de condôminos neste condomínio?