Ele criticava os métodos de ensino em que o professor era tido como o detentor de todo o conhecimento, e o aluno apenas um “depositório” — o que ele chamava de “educação bancária”. Esse pequeno trecho diz respeito a qual pensador?
O autor Paulo Freire fazia uma severa crítica à educação bancária que tem por referência as teorias tradicionais do currículo, em que o professor vê o aluno como um depósito vazio que será preenchido com conhecimentos vindos exclusivamente deste professor. Em contrapartida, Freire propõe a Educação Libertadora. Assinale a alternativa que discorre sobre a Educação Libertadora de Paulo Freire.
Carolina é uma jovem professora da rede pública de São Bernardo. Ansiosa com a chegada do período letivo da primeira turma que vai reger, comentou com Renata, professora mais experiente, que não sabia se estava pronta, já que havia muitas coisas que não sabia. Carolina recebeu como recomendação da colega a leitura de Pedagogia da Autonomia, de Paulo Freire, que citou a frase: “Não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino”.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente o que Freire propõe ao professor com essa ideia.
Paulo Freire defendia que a escola deve ser um lugar de trabalho, de ensino, de aprendizagem. Um lugar em que a convivência permita estar continuamente se superando, porque a escola é o espaço privilegiado para pensar. De acordo com Freire, é função social da escola
Segundo Paulo Freire, podemos entender a educação dialógica como um encontro de sujeitos, em que se busca o conhecimento. Para ele, a capacidade de estabelecer diálogos na educação é o que pode elevar o processo educacional a uma esfera libertadora para os sujeitos que dela fazem parte.
Uma prática pedagógica que assume uma lógica interativa e dialógica pressupõe que a comunicação e a aprendizagem ocorrem principalmente com:
Jean Piaget foi um estudioso que se dedicou à investigação sobre o desenvolvimento infantil e concebeu a inteligência como elemento composto pelos aspectos cognitivo e afetivo. Sobre as ideias de Piaget sobre o desenvolvimento infantil, assinale a alternativa correta:
O educador Paulo Freire, ao longo de sua trajetória, refletiu sobre os saberes necessários ao educador para a construção de uma prática educativa democrática. Sobre o tema, assinale a alternativa correta.
Qual dos pensamentos pedagógicos abaixo se refere à Educação de Jovens e Adultos e evidencia a necessidade de uma prática de formação para a cidadania política e autonomia a esses grupos etários?
Em Pedagogia do oprimido (1982), Paulo Freire fala sobre a prática docente sob a forma de Educação Bancária e Educação Problematizadora – também chamada de _______, pois se propõe a conscientizar o educando de sua realidade _____. Marque a alternativa que completa CORRETAMENTE e respectivamente as lacunas:
Ensinar exige criticidade. Considerando a Pedagogia da Autonomia de Paulo Freire, assinale a alternativa CORRETA.
Conforme explica Paulo Freire, em sua obra Pedagogia da Autonomia, “o educador democrático não pode negar-se o dever de, na sua prática docente, reforçar a capacidade crítica do educando, sua curiosidade, sua insubmissão”. Sendo assim, assinale a alternativa CORRETA.
Ao considerarmos a teoria freireana e seus textos que versam sobre o ato de ensinar e aprender, que exigências existem para que se assuma essa perspectiva de docência idealizada por Paulo Freire?
Paulo Freire contribuiu muito para a educação brasileira, ele defendeu a ideia de que, na alfabetização, se deve investigar e trabalhar as “palavras-geradoras”; e, na pós-alfabetização, deve-se pesquisar e desenvolver o processo educacional com os “temas geradores”. Com base nos seus conhecimentos sobre Paulo Freire e a sua influência na educação brasileira, marque a alternativa INCORRETA.
Na obra Pedagogia do oprimido, Paulo Freire faz críticas à “educação bancária”. NÃO é uma crítica à “educação bancária”:
No livro Documentos de identidade; uma introdução às teorias do currículo (1999), Tomaz Tadeu da Silva, afirma que a partir das teorizações críticas de base marxista, a questão da desigualdade - tomada como fenômeno vinculado à injustiça - se estabeleceu nesse campo de discussão. A preocupação em compreender, na perspectiva de transformar, os contextos através dos quais a escola atuava de forma discriminatória em relação às classes trabalhadoras mobilizou a produção de autores das denominadas teorias críticas, como Bordieu, Passeron, Michel Apple, Paulo Freire, por exemplo, e de correntes de pensamento como a Nova Sociologia da Educação.
Com as teorias críticas aprendemos que o currículo é:
Paulo Freire estabelece uma crítica a educação bancária e diz que todo ato educativo é também um ato: