No Estado Ômega , um deputado estadual ajuizou representação
de inconstitucionalidade perante o Tribunal de Justiça local,
visando questionar a constitucionalidade de uma lei estadual. O
Tribunal, porém, se negou a conhecer da representação,
argumentando que o deputado não possuía legitimidade ativa
conforme estabelecido na Constituição Estadual. Inconformado, o
deputado considera interpor recurso extraordinário, a ser julgado
pelo Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decisão do Tribunal
de Justiça.
Como base no sistema jurídico-constitucional brasileiro, o(a)
advogado(a) do deputado estadual informou, corretamente, que
✂️ a) não cabe recurso extraordinário, pois o Tribunal de Justiça é o
guardião da Constituição Estadual e a questão não envolve
norma de reprodução obrigatória. ✂️ b) é cabível o recurso extraordinário, pois a decisão do Tribunal
de Justiça envolve interpretação da Constituição Estadual, que
deve ser revista pelo STF. ✂️ c) não é possível interpor o recurso extraordinário, mas, sim,
recurso ordinário, pois trata-se de matéria de direito
infraconstitucional. ✂️ d) deve ser interposto recurso extraordinário, pois qualquer
decisão do Tribunal de Justiça pode ser revisada pelo STF,
independentemente da matéria.