Há metáfora na frase da alternativa:
As diferentes situações em que o falante usa a língua obrigam-no a adaptá-la a fim de ser bem compreendido. Leia as falas apresentadas abaixo.
Brou, acho que esse negócio de pegar onda não é minha praia...
O senhor poderia abrir a porta para mim, por favor?
Sobre as variedades linguísticas, assinale a afirmativa INCORRETA.
Analise as seguintes afirmativas sobre o processo de comunicação oficial e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) O redator da mensagem não é a fonte da mensagem.
( ) O emissor é quem envia a mensagem.
( ) A mensagem é o que a fonte deseja transmitir.
( ) O êxito da comunicação não depende do receptor, pois não cabe a ele decodificar a mensagem para o seu destinatário.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
Leia o poema de Luís de Camões para responder à questão.
SONETO VIII
Pede o desejo, dama, que vos veja,
Não entende o que pede, está enganado.
É este amor tão fino e tão delgado1,
Que quem o tem não sabe o que deseja.
Não há cousa a qual natural seja
Que não queira perpétuo seu estado,
Não quer logo o desejo o desejado,
Por que não falte nunca onde sobeja2
.
Mas este puro afeito3em mim se dana,
Que como a grave4pedra tem por arte
O centro desejar da natureza.
Assi5o pensamento (pela parte
Que vai tomar de mim, terrestre, humana)
Foi, senhora, pedir esta baixeza.
(Luís de Camões. 20 sonetos, 2018.)
1delgado: delicado.
2sobejar: sobrar, ter em excesso.
3afeito: afeto, sentimento.
4grave: pesada.
5assi: assim.
Considerando uma formação em prol do desenvolvimento de conhecimentos teórico-práticos, estabelecendo relações entre o letramento literário decolonial e os saberes linguísticos em torno do léxico, espera-se que, ao trabalhar esse excerto em sala de aula, o professor do Ensino Médio seja capaz de
Leia o poema de Luís de Camões para responder à questão.
SONETO VIII
Pede o desejo, dama, que vos veja,
Não entende o que pede, está enganado.
É este amor tão fino e tão delgado1,
Que quem o tem não sabe o que deseja.
Não há cousa a qual natural seja
Que não queira perpétuo seu estado,
Não quer logo o desejo o desejado,
Por que não falte nunca onde sobeja2
.
Mas este puro afeito3em mim se dana,
Que como a grave4pedra tem por arte
O centro desejar da natureza.
Assi5o pensamento (pela parte
Que vai tomar de mim, terrestre, humana)
Foi, senhora, pedir esta baixeza.
(Luís de Camões. 20 sonetos, 2018.)
1delgado: delicado.
2sobejar: sobrar, ter em excesso.
3afeito: afeto, sentimento.
4grave: pesada.
5assi: assim.
O centro desejar da natureza.” (3ª estrofe)
Em ordem direta, esses versos assumem a seguinte forma: