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Ao término do ensino básico, espera-se que o estudo da História tenha contribuído para o aluno dominar inúmeras habilidades e competências, entre elas

De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais, espera-se que ao longo do ensino fundamental os alunos gradativamente possam ampliar a compreensão de sua realidade, especialmente confrontando-a e relacionando-a com outras realidades históricas, e, assim, possam fazer suas escolhas e estabelecer critérios para orientar suas ações. Nessa concepção de ensino de História, os alunos deverão ser capazes de:

I. Aceitar sua própria realidade social, como forma de reduzir seus problemas e aprender a respeitar as diferentes instituições, autoridades políticas e organizações da sociedade civil.
II. Dominar procedimentos de pesquisa escolar e de produção de texto, aprendendo que o documento histórico escrito e os livros didáticos são os únicos determinantes para o conhecimento da verdade histórica.
III. Valorizar o direito de cidadania dos indivíduos, dos grupos e dos povos como condição de efetivo fortalecimento da democracia, mantendo-se o respeito às diferenças e a luta contra as desigualdades.
IV. Identificar relações sociais no seu próprio grupo de convívio, na localidade, na região e no país, e outras manifestações estabelecidas em outros tempos e espaços.
V. Situar acontecimentos históricos e localizá-los em uma multiplicidade de tempos e reconhecer que o conhecimento histórico é parte de um conhecimento interdisciplinar.

É correto o que se afirma APENAS em

A realidade social dos alunos pode transformar-se numa temática importante para ser trabalhada em sala de aula. O interesse dos alunos por explicações sobre as razões pelas quais faltam empregos para alguns de seus familiares é um campo fértil para a reflexão e produção do conhecimento histórico. Um professor de História, sintonizado com as idéias de Eric Hobsbawm, poderia trabalhar a idéia de que

O toque dos sinos em Minas Gerais é um bem imaterial preservado pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), por ser forma tradicional de comunicação presente em várias cidades mineiras. Dados como esse, próximos à realidade do aluno,

O uso de evidências históricas em sala de aula deve ser

Nas dinâmicas atuais de ensino e aprendizagem, os processos avaliativos têm ganhado grande importância nos últimos anos, com transformações substantivas. Para implantar de forma adequada um processo avaliativo, o professor deve

No "Referencial de expectativas para o desenvolvimento da competência leitora e escritora no ciclo II do ensino fundamental", discute-se a idéia de trabalhar o discurso político em sala de aula. Um professor, antes de trabalhar com o texto de um discurso político, esclareceu aos seus alunos que:

"De modo geral, o discurso político fundamenta-se na construção de uma lógica de argumentação e exemplos, articulados estrategicamente, para propor um projeto de futuro. O estadista, propagando alcançar o bem comum, concebe um Estado ideal, contraposto ao real (presente). Por isso, o texto do discurso insere-se na esfera da política e, nela, projeta-se no âmbito do possível, daquilo que pode ser feito."

A análise do texto de um discurso político nas aulas de História tem por objetivo

Segundo o Referencial de Expectativas para o Desenvolvimento da Competência Leitora e Escritora no Ciclo II do Ensino Fundamental, ao se trabalhar com uma canção popular nas aulas de História, recurso cada vez mais utilizado em sala e em livros didáticos pelos professores, é correto

A formulação das propostas curriculares de História, nos anos noventa, contribuiu para a discussão de novos conteúdos e métodos de ensino nessa área. Dentre as inovações apresentadas por tais propostas, pode-se destacar a

A abordagem, pelos livros didáticos, das guerras de independência hispano-americanas é marcada pela apresentação das biografias de líderes militares denominados “libertadores”, como José Artigas, herói nacional no Uruguai, San Martín, na Argentina ou Bernardo O’Higgins, no Chile. Kalina Silva sugere (In: Carla Pinsky, 2009) que o uso de biografias como essas, em sala de aula, é

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