Uma pessoa que vive com HIV/Aids apresenta uma contagem de LT-CD4 + extremamente baixa.
Assinale a opção que indica as vacinas com vírus vivos atenuados que, nesse contexto, são interditadas.
Um homem de 43 anos, após ganho de peso e alguns sintomas dispépticos, procurou o ambulatório de clínica médica. Não havia histórico de doença pregressa e uso regular de medicação. Seu consumo de álcool era ocasional (em torno de 30 gramas por semana). Não havia história familiar de doença hepática, sinais de tampouco ou sintomas como icterícia, dor abdominal ou alteração de hábito intestinal. Ao exame, detectei-se IMC de 29; medidas abdominais de 102 cm (altura 1,89 m); pressão arterial de 140 x 90 mmHg; e hepatimetria de 16 cm em linha hemiclavicular direita com fígado palpável e borda romba. Exames laboratoriais revelaram: glicemia de jejum 110 mg/dl, colesterol HDL 40 mg/dl, colesterol LDL 130 mg/dl, triglicerídeos 160 mg/dl, aspartato aminotransferase (AST) de 70 U/L (normal: 15 a 41) e alanina aminotransferase (ALT) 67 U/L (normal: 10 a 35). O restante do hemograma, da bioquímica e do coagulograma foi normal. Na segunda consulta, trouxe uma ultrassonografia de abdômen e outros exames solicitados. Sobre a investigação de doença hepática gordurosa associada à disfunção metabólica, é correto afirmar que:
Sobre a investigação de doença hepática gordurosa associada à disfunção metabólica, é correto afirmar que:
Na prática homeopática, o prognóstico clínico dinâmico e a segunda prescrição são etapas cruciais que refletem a resposta do paciente ao tratamento inicial e determinam a continuidade do cuidado. Essas fases requerem uma reavaliação detalhada e ajustes baseados na evolução dos sintomas do paciente. Qual das seguintes afirmações melhor descreve o processo de avaliação para a segunda prescrição na homeopatia?

O professor de semiologia pediu ao residente de clínica médica para ajudar o aluno de medicina. Estavam diante de um paciente de 25 anos com síndrome consumptiva associada a síndrome respiratória de início há 1 mês. O quadro completo abarcava perda ponderal de 5% do peso usual em um mês, tosse incialmente seca e depois com secreção mucoide, dispneia aos médios esforços e febre vespertina ao final do dia. O residente descreveu o exame físico do tórax para o aluno: tórax sem massas, cicatrizes ou retrações à inspeção estática. Na inspeção dinâmica, a frequência respiratória foi de 32 incursões por minuto, com uso de musculatura acessória como intercostais e esternocleidomastóideo. Respiração de predomínio abdominal sem retração intercostal em setor toracolombar à direita. À palpação foi percebida redução da expansibilidade anteroposterior e laterolateral, sobretudo à direita. Percussão com macicez em base de hemitórax direito, terço médio e região axilar do mesmo lado. Restante com som claro atimpânico. Não foi realizado frêmito toracovocal por inexperiência na manobra. A ausculta estava reduzida em terço médio do hemitórax direito e abolida em base e região axilar direita. Murmúrios audíveis com sons traqueais e sons brônquicos sem alterações e murmúrios em vias aéreas distais normais em hemitórax esquerdo. Diante da descrição, o professor pediu para que voltassem ao leito a fim de levantar a síndrome clínica do paciente.

O restante da descrição completa e suas possibilidades, retornadas pelo residente e pelo aluno, são:

Um paciente idoso atendido em consulta ambulatorial com perda ponderal significativa não intencional poderia ser classificado com síndrome consumtiva na dependência de outros sinais e sintomas. As principais possibilidades para síndrome consumtiva em idosos ambulatoriais são:
As principais possibilidades para síndrome consumptiva em idosos ambulatoriais são:
Um paciente idoso atendido em consulta ambulatorial com perda ponderal significativa não intencional poderia ser classificado com síndrome consumptiva na dependência de outros sinais e sintomas.
As principais possibilidades para síndrome consumptiva em idosos ambulatoriais são:
Durante a avaliação de uma paciente, você suspeita de um quadro de anemia hemolítica autoimune.
A fim de confirmar o seu diagnóstico, de acordo com o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Anemia Hemolítica Autoimune/2018, assinale a opção que indica os exames laboratoriais que devem inicialmente ser realizados.
No caso de mordedura por cão, o soro antirrábico pós-exposição é indicado
Uma jovem de 24 anos apresentou odinofagia associada a fadiga e uma cervicalgia mais pronunciada à esquerda, identificando ser um caroço de aproximadamente 1 cm. O quadro progrediu durante os três dias com piora dos sintomas, além de febrícula – de até 37,8 °C – constante. A seguir, ocorreu dor em hipocôndrio direito. No quinto dia de sintomas, foram prescritos amoxicilina e anti-inflamatório não esteroidal devido a hiperemia de orofaringe com placas brancacentas – a paciente teve diagnóstico de amigdalite bacteriana, apresentando náuseas e anorexia. Com aproximadamente 1 semana de sintomas e 3 dias do uso do antibiótico, a jovem decidiu procurar novo atendimento médico, que revelou: sinais vitais estáveis, porém com taquicardia (FC 110 bpm), eutrófica, sem evidência de emagrecimento, eupneica. Rash eritematoso maculopapular difuso estava visível em tronco, abdômen e porção próxima de membros superiores e inferiores. Havia presença de edema periorbitário bilateral. Linfonodos posteriores aos músculos esternocleidomastoideos estavam aumentados e pouco dolorosos (1,5 e 1,2 cm), fibroelásticos, móveis. Havia também micropoliadenopatia em outras cadeias cervicais superficiais. Orofaringe apresentava hipertrofia amigdaliana, petéquias em palato e exsudato membranoso. Ao exame ginecológico com ectopia em colo uterino, foi detectado corrimento fisiológico, sem presença de outras alterações como úlceras. O abdômen era doloroso em andar superior à palpação profunda com hepatimetria de 14 cm e borda romba e dolorosa e espaço de Traube ocupado.

Sobre as hipóteses diagnósticas e complementação da investigação, é correto afirmar que:

O professor de semiologia pediu ao residente de clínica médica para ajudar o aluno de medicina. Estavam diante de um paciente de 25 anos com síndrome consumptiva associada a síndrome respiratória de início há 1 mês. O quadro completo abarcava perda ponderal de 5% do peso usual em um mês, tosse inicialmente seca e depois com secreção mucoide, dispneia aos médios esforços e febre vespertina ao final do dia. O residente descreveu o exame físico do tórax para o aluno: tórax sem massas, cicatrizes ou retrações à inspeção estática. Na inspeção dinâmica, a frequência respiratória foi de 32 incursões por minuto, com uso de musculatura acessória como intercostais e esternocleidomastóideo. Respiração de predomínio abdominal sem retração intercostal em setor toracolombar à direita. À palpação foi percebida redução da expansibilidade anteroposterior e laterolateral, sobretudo à direita. Percussão com macicez em base de hemitórax direito, terço médio e região axilar do mesmo lado. Restante com som claro atimpânico. Não foi realizado frêmito toracovocal por inexperiência na manobra. A ausculta estava reduzida em terço médio do hemitórax direito e abolida em base e região axilar direita. Murmúrios audíveis com sons traqueais e sons brônquicos sem alterações e murmúrios em vias aéreas distais normais em hemitórax esquerdo. Diante da descrição, o professor pediu para que voltassem ao leito a fim de levantar a síndrome clínica do paciente.


O restante da descrição completa e suas possibilidades, retornadas pelo residente e pelo aluno, são:
Considerando a epidemia de sífilis no Brasil e a sensibilidade dos fluxos de diagnóstico, recomenda-se iniciar a investigação por teste treponêmico, que é o primeiro teste a ficar reagente. Assinale a opção que indica, entre os testes descritos, o que é considerado um teste não-treponêmico.
Sobre as metas para pacientes com diabetes mellitus (DM), é correto afirmar que:
Em avaliação ácido–base avançada, a distinção entre acidose metabólica de ânion gap elevado e acidose hiperclorêmica, bem como a análise da compensação respiratória, são decisivas. Considerando Adrogué & Madias (2010), qual proposição está metodologicamente correta?
A síncope é uma importante causa para a visita à sala de emergência, e a presença de marcadores clínicos e eletrocardiográficos nos permite suspeitar de síncope de causas cardiogênicas.
A condição que sugere a causa cardiogênica é a(o):

No ambulatório, dá entrada uma mulher de 26 anos que se apresenta com sinais de masculinização, incluindo aumento de pelos faciais, voz mais grave e aumento da massa muscular. Exames laboratoriais revelam níveis elevados de testosterona e DHEA-S (dehidroepiandrosterona).

Diante desse quadro clínico, a hipótese diagnóstica principal é:

Mulher de 27 anos tem se sentido triste nas últimas 2 semanas. Ela tem pouca energia e dificuldade de concentração. Relata que há 6 semanas se sentia muito bem, com muita energia e sem necessidade de dormir. Ela diz que esse padrão vem ocorrendo há pelo menos três anos, embora os episódios nunca tenham sido tão graves a ponto de não conseguir trabalhar. O diagnóstico mais provável é de transtorno

Uma senhora de 65 anos, após anos de acompanhamento na clínica médica por diabetes e hipertensão, retornou com queixa de distensão abdominal e parada de eliminação de gases e fezes há uma semana. Há histórico de constipação crônica por volta dos 30 anos, incluindo atendimentos de emergência para clister glicerinado e extração manual das fezes. Só consegue evacuar com medicações laxativas como polietilenoglicol e laxativos salinos de uso regular. O exame físico e ultrassom à beira leito evidenciaram muita distensão abdominal e dor à palpação profunda. Ao toque retal, há hemorroidas, dor e espasmo da ampola retal – apesar de toque gentil – e sangramento discreto em luva devido ao uso de clister glicerinado nos últimos 3 dias. Optou-se por internação para manuseio do quadro de obstipação intestinal. Com a tomografia de abdômen, pode-se perceber grande impactação fecal em reto e extensão para sigmoide baixo, com fezes em todo o cólon.

Sem outras alterações clínicas, laboratoriais e radiológicas, a equipe médica optou corretamente por:

Analise os itens a seguir e assinale a alternativa correta sobre diverticulite.

I - A diverticulite é a inflamação e/ou a infecção dos divertículos, sendo a complicação clínica mais comum nessa doença.

II - A apresentação típica da diverticulite é dor e febre persistentes no quadrante superior direito.

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