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Entendendo uma nova concepção de cenografia, ao final do século XIX e início do XX, Edward Gordon Craig propõe que a expressividade da cenografia deve estar ligada ao todo da encenação, que envolve não só o ator, mas tudo que se relaciona com ele no palco. Tal concepção propunha o que seriam as bases da cenografia do futuro, empregando recursos tecnológicos de ponta. Para Koudela (2015), as concepções de Craig acompanham a de outro encenador. Ambos empregaram a luz elétrica, utilizando a luz como instrumento de revelação de estados emocionais e dando início à fusão e integração das artes e ciências.
O descritivo aponta, além de Craig, para as elaborações de
É no bojo do movimento revolucionário do final do século XIX e início do XX que surge a matriz desse tipo de teatro, com objetivo de propagar as ideias do comunismo. Trata-se de um teatro que não propõe apenas a experiência estética, mas que funciona também como ação cultural. Outra definição o concebe como uma modalidade de teatro de partido, um teatro de partido comunista, elaborado por artistas envolvidos naquele movimento revolucionário. (Koudela, 2015. Adaptado)
O excerto trata da definição de teatro

Para Koudela (2015), o ato de improvisar perpassa diferentes períodos da história do teatro no Ocidente, das representações dionisíacas e manifestações do teatro romano – como os mimos ou as atelanas – às formas populares medievais protagonizadas por saltimbancos e bufões. No entanto, uma prática a enaltecia, na qual uma preparação cuidadosa em termos de voz, música, acrobacia fazia do ator um verdadeiro autor teatral, que atuava de improviso, sobrepujando assim a primazia do texto.
Essa prática é
Dança dramática de origem africana e motivo guerreiro. Os dançarinos manejam bastões, batendo-os nos dos companheiros, conforme a música e a evolução da dança. A melodia não possui esquema rítmico preciso, chegando a ser quase um cantar declamado.

(Jeandot, 1993. Adaptado)

A descrição apresenta

Esse tipo de cena separa com nitidez os dois campos magnéticos do espetáculo: palco e plateia. O palco fechou-se numa caixa destinada a produzir ilusões, e os espectadores dispõem-se em cadeiras em face dele, afastados por uma rampa que delimita as áreas. A boca do palco funciona como verdadeira parede que, ao abrir- -se, faculta a indiscrição do público, espiando aquele universo autônomo. A caixa fechada, que se comunica internamente com espaços laterais, em profundidade e em altura, pode modificar-se a cada momento pela troca de cenários, vindos das diversas direções. (Magaldi, 1985. Adaptado)

A descrição de Magaldi (1985) define

Para Berthold (2000), com a Revolução Russa, o teatro soviético assistiu a uma ruptura das mais elementares, radicais e duradouras com a tradição. Nos anos imediatamente posteriores a 1917, intensa movimentação foi exercida para leva-lo à mobilização política em direção ao projeto comunista.

Um exemplo desse exercício, naquele período e localização, segundo a autora, foi
Marques (2012) indica como característica da dança de Isadora Duncan

Segundo os PCN-Arte (1998), na primeira metade do século XX, “as atividades de teatro e dança não estavam incluídas no currículo escolar como práticas obrigatórias, e somente eram reconhecidas quando faziam parte das festividades escolares na celebração de datas como Natal, Páscoa ou Independência, ou nas festas de final de período escolar”. Ainda segundo o documento, o teatro era tratado com a única “finalidade de apresentação, na qual os alunos decoravam os textos, e os movimentos cênicos eram marcados com rigor. Apesar da rigidez gestual e vocal dessa atividade, a relação com a plateia era de alguma forma contemplada, tanto que se privilegiava a aprendizagem da dicção”.

No caso da dança, o documento indica que era

Na atualidade, sua obra parece inaugurar um novo rumo para a dança-teatro no Brasil, aliando em sua formação princípios importantes a partir da conexão Laban-Bartenieff e o butô japonês com uma pesquisa consistente acerca da bibliografia surrealista francesa, assim como os seus desdobramentos nas artes plásticas.

(Koudela, 2015. Adaptado)


O descritivo aponta para a obra de

No século VI a. C., anterior ao florescimento e surgimento da tragédia, na Grécia já existia o coro de cantores com máscaras de bode, que participavam dos ritos de fertilidade e que foram transferidos para o culto a Dionísio e que mais tarde seriam levados para a tragédia e o teatro.

Nesse contexto, compunham o coro os

Na música profana, apresenta-se, também, o mesmo que na música litúrgica: os compositores flamengos, até então considerados os mestres da música, deixavam as capelas e cortes principescas, enquanto os italianos tomavam seus lugares; os compositores de madrigais, vilanelle e balleti ganhavam supermacia sobre os outros compositores. No novo madrigal, há um crescente número de vozes, as alterações cromáticas são cada vez mais comuns e as tintas carregadas e intensas buscadas pelos compositores deixavam entrevar alguns rasgos da nova estética. (…) A arte aproxima-se do teatro. Não apenas os madrigais avulsos parecem enfatizar o emocional sobre o racional, mas surgem ciclos completos de comédias madrigalescas que abrigam as mesmas características.

(Fonterrada, 2008)

O excerto, segundo a autora, indica prenúncios do período

Todos os espaços necessários à representação eram especificados no início e identificados por cenários e acessórios apropriados. A simultaneidade da ação e as áreas utilizadas determinaram o futuro palco desse tipo histórico de teatro – seja em forma de uma disposição espacial sobre uma superfície inteira reservada à representação, seja de uma justaposição ao longo de uma passarela estreita. Os espetáculos desfilam os eventos aos olhos do espectador com a mesma justaposição simultânea de um painel pintado. (Berthold, 2000. Adaptado)

A justaposição simultânea de cenas é característica e surge, segundo Berthold, do teatro

Segundo Japiassú (2001), partir da década de 1960, o Teatro de Arena de São Paulo, sob a liderança de Augusto Boal, passa a perseguir a formulação de uma poética teatral genuinamente brasileira: o teatro do oprimido. Segundo o autor, a poética teatral de Boal foi inspirada

Sua introdução se deu primeiro no Instituto de Rudolf Laban, na Alemanha, compreendendo o ensino e aprendizado das estruturas que formam a dança: as dinâmicas corporais, o espaço e o corpo que dança.

(Koudela, 2015. Adaptado)


O excerto indica a introdução

Marques (2018) informa que o conceito e a prática da arte se alteraram. Na área da dança, essa reviravolta teve início nos anos 1960. Em 1962, um grupo de jovens coreógrafos resolveu apresentar seus trabalhos desenvolvidos nos workshops de Robert Dunn, músico que trabalhava com John Cage no estúdio de Merce Cunningham.
Segundo a autora, essas ações iniciam a classificação da produção em dança como pós-moderna e têm como característica

Segundo Koudela (2015), no que diz respeito aos adereços, no teatro oriental o ator traz nas costas várias bandeiras que representam uma certa quantidade de homens de um exército. Quando em cena a personagem perde uma batalha, uma bandeira é retirada, simbolizando que um número de soldados foi abatido.

Essa prática se dá no teatro