Um paciente relata que, em média 30 minutos após a refeição, apresenta taquicardia, dor abdominal, náuseas, sudorese e por vezes diarreia. Notou que o início dos sintomas começou após a realização de procedimento para tratamento de obesidade.
O procedimento realizado no paciente que pode evoluir esses sintomas no pós-operatório é a(o):
Um homem de 26 anos foi admitido na emergência após um acidente de motocicleta. Ao exame físico, apresenta dor torácica intensa e dificuldade respiratória com saturação de 84%. Observa-se tórax flácido, com segmento da parede torácica que se move paradoxalmente. Há crepitação quando da palpação do gradil costal.
Diante desse quadro, a melhor abordagem inicial para o manejo do paciente é:
O hamartoma é, por definição, uma:
Paciente masculino, 53 anos, vem apresentando inapetência, emagrecimento e desconforto abdominal. Foi submetido a uma tomografia computadorizada que evidenciou lesão infiltrativa retroperitoneal com componentes sólidos, realce nodular, presença de septos espessos, bem delimitada, com maior diâmetro de 12 cm, com deslocamento do rim esquerdo, inferindo localização no espaço pararrenal posterior.
Foram dosados alfafetoproteína, CEA, CA 19-9 e β-HCG que estavam dentro da normalidade.

Diante desses achados, a melhor conduta, entre as elencadas a seguir, é:
Homem de 20 anos é submetido a apendicectomia por apendicite aguda sem perfuração, abscesso ou peritonite. O uso correto do antibiótico nesse caso deve ser a cobertura para germes gram negativos e anaeróbios iniciados na indução anestésica e mantidos:
Paciente adolescente, do sexo masculino, sofre acidente em competição de mountain bike e dá entrada na emergência trazido pela equipe de resgate.
Na avaliação inicial, o paciente se encontra acordado, orientado, hemodinamicamente estável, com múltiplas escoriações no tronco, referindo dor perineal e fratura desalinhada na perna direita. Você observa hematoma em bolsa escrotal e sangue no meato uretral. Ao toque retal, próstata deslocada superiormente.

Assinale a melhor conduta para o caso, entras citadas a seguir.
Um homem de aproximadamente 20 anos dá entrada no prontosocorro com lesão por projetil de arma de fogo em região coxofemoral esquerda, além de agressões pelo corpo. O exame na sala de trauma mostra um paciente muito agitado, com orifício único de entrada não maior que 1,0 cm de diâmetro, quatro centímetros abaixo da prega inguinal no terço externo da face anterior da raiz da coxa. Tem trajeto levemente ascendente. Não é visualizado orifício de saída. Há sangramento ativo no local de um sangue claro e rutilante. O curativo que veio do atendimento pré-hospitalar (empapado de sangue e coágulos) não consegue conter o extravasamento. Uma radiografia mostra um projetil alojado no colo do fêmur, que está fraturado e com múltiplos pequenos fragmentos, e duas costelas fraturadas à direita. O pulso femoral está diminuído, e há enorme hematoma local que se estende por toda a coxa, porém com pulsos poplíteos e distais palpáveis, isócronos e isóbaros, aos contralaterais, embora finos bilateralmente.
Em uma primeira avaliação na sala de trauma, há que se supor que se trata de:
Um jovem de 15 anos sofreu um trauma abdominal contuso em acidente automobilístico. Ao exame físico, apresenta dor abdominal epigástrica e tem os seguintes resultados de exames: hemograma com leucocitose de 10.200, níveis elevados de amilase sérica e uma tomografia computadorizada que mostra uma lesão no pâncreas com envolvimento do ducto pancreático principal.
Diante desse quadro clínico, a abordagem mais apropriada para o diagnóstico e tratamento do paciente é:
Menina de quatro anos com sinais vitais normais para a idade apresenta irritabilidade, dor abdominal e uma massa inguinal à direita não redutível à compressão, com 24 horas de evolução. Nesse caso, a medida correta a ser tomada é:
Um paciente de 81 anos, com diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crônica e insuficiência cardíaca congestiva, é internado para tratamento de pneumonia. Após alguns dias de tratamento com antibióticos e repouso no leito, ele começa a apresentar distensão abdominal significativa, dor leve e náuseas, mas sem vômitos. Não apresenta sinais clínicos de peritonite aos exames físico e laboratorial. Radiografias do abdômen mostram dilatação importante dos cólons, principalmente no ceco e cólon ascendente, porém sem evidência de obstrução mecânica. Diante desse quadro clínico, o diagnóstico mais provável e a melhor abordagem inicial para o manejo desse paciente são, respectivamente:
Um paciente de 55 anos, com histórico de cirrose hepática avançada devido a hepatite C crônica, é submetido a um transplante hepático.
No pós-operatório imediato, o paciente apresenta boa evolução clínica, mas após 10 dias começa a mostrar sinais de febre, aumento de bilirrubinas e dificuldade respiratória.
Os exames laboratoriais revelam aumento de transaminases hepáticas, leucocitose e sinais de disfunção renal. A ultrassonografia do fígado mostra um aumento da ecogenicidade do enxerto, sem evidência de trombose na veia porta.

A complicação mais provável nesse caso é

A compreensão das fases do processo cicatricial de uma ferida cirúrgica é importante para a prática médica.

Nesse sentido, é correto afirmar que:

Com relação à lipoaspiração, é correto afirmar que:
Paciente, 45 anos, submeteu-se à cirurgia bariátrica, mas abandonou o acompanhamento médico há, aproximadamente, dois anos. Há dez meses apresentou parestesias em mãos e pés que evoluíram com comprometimento da marcha (ataxia).
Ao exame clinico, atual, observa-se, também, paresia em membros inferiores com certo grau de espasticidade, além de comprometimento da sensibilidade vibratória (parestesia) e da noção de posição segmentar (batiestesia). A sensibilidade superficial está preservada. Os reflexos profundos estão exaltados com sinal de Babinski bilateral.
Com base no relato acima, a hipótese diagnóstica mais provável é a
Paciente masculino, 55 anos, com diagnóstico prévio de cirrose hepática por hepatite C, descompensado com ascite moderada, ictérico e com episódios prévios de encefalopatia hepática.
Comparece ao pronto-socorro com quadro de hematêmese volumosa e melena há 6 horas. Ao exame, encontra-se confuso, pálido, diaforético, com FC 120 bpm, PA 85 x 50 mmHg e tempo de enchimento capilar aumentado. Diante desse quadro é instituída ressuscitação volêmica.

A melhor conduta para esse paciente, entre as citadas a seguir, é:
Paciente portador de esôfago de Barrett C3M5 pela classificação de Praga foi submetido ao protocolo de biópsias de Seattle, sendo diagnosticada displasia de alto grau em 3 biópsias, sem lesão visível.
O tratamento de escolha para esse paciente é:
Após um treino de boxe, o lutador relata dor, edema, dificuldade de movimentação dos dedos, hematoma, e deformidade na mão. O exame radiológico revela fratura com desvio do colo do quinto metacarpo.
A conduta para o caso é:

Durante o pneumoperitônio para realização de cirurgias por acesso videolaparoscópico, algumas alterações hemodinâmicas podem ocorrer no paciente.

Em relação a essas alterações, é correto afirmar que:

Uma paciente, com 45 anos de idade, apresenta, após tireoidectomia total, quadro compatível com lesão do nervo laríngeo recorrente direito.

No exame pós operatório realizado por especialista, o diagnóstico é confirmado pelo seguinte achado:

Com relação à prescrição de nutrição parenteral, assinale a afirmativa correta.
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