A concepção de avaliação presente no documento dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) coaduna-se com uma perspectiva de aprendizagem processual, contínua, na perspectiva de uma pedagogia diferenciada. As orientações contidas no documento quanto à avaliação têm, portanto, ênfase na
I. investigação contínua do professor sobre as aprendizagens.
II. reflexão sobre a mediação pedagógica do professor.
III. classificação e aprovação/retenção dos estudantes.
IV. promoção da aprendizagem dos alunos.
Assinale
Segundo Perrenoud (1998), a avaliação formativa favorece a aprendizagem dos alunos e o ensino dos docentes. Na relação estabelecida entre essa avaliação e os programas e objetivos do ensino, o autor defende que
Para Cipriano Carlos Luckesi (2000), a avaliação é um ato amoroso e dialógico que envolve sujeitos e, como tal, a primeira fase do processo de avaliação começa com
A forma como o ensino é concebido, o entendimento do que é aprender, do que é ensinar, do papel da escola está intimamente relacionado com a forma de avaliar. Portanto, uma mudança na avaliação dos processos de aprendizagem numa perspectiva da construção do conhecimento, exige que o professor tenha as seguintes concepções, EXCETO aquela na qual
Uma aprendizagem que aproxima o sujeito do objeto a conhecer a partir de experiências, interesses e conhecimentos prévios, denomina-se uma aprendizagem
Numa relação professor-aluno cujo contrato didático seja construído a partir de laços de confiança, são atributos imprescindíveis
I. contar com os conhecimentos e as contribuições dos alunos, tanto no início das atividades quanto durante sua realização.
II. ajudar os estudantes a encontrar sentido no que estão pesquisando e estudando.
III. promover um clima, no qual a autoestima e o autoconceito fiquem minimizados.
IV. potencializar progressivamente a autonomia e a dependência dos estudantes na definição de objetivos para o trabalho.
Assinale
No regime de progressão continuada, as decisões a respeito da classificação dos alunos, ao final de cada ciclo letivo, ficam sob a autoridade pedagógica do
Uma boa avaliação, independente de ocorrer em ambientes escolares ou não-escolares depende da nítida correspondência dessa com o processo pedagógico vivenciado. Partindo dessa premissa, leia as frases a seguir e julgue-as conforme as alternativas:
I. A construção dos itens avaliativos deve ser deduzida diretamente dos objetivos formulados para o treinamento.
II. A finalidade imediata de um treinamento é a aprendizagem; o fato de que muitos treinamentos não possuem objetivos formulados em termos de desempenho impede que a avaliação eficaz ocorra.
III. Muitas vezes elabora-se um conjunto de itens avaliativos baseados numa amostragem do conteúdo incluído no programa.
IV. Assim, o controle do processo dificilmente fica nas mãos do avaliador, passando para as do especialista em conteúdo, o que impede uma apropriada construção e uma análise de itens avaliativos da aprendizagem.
Analise os seguintes fundamentos sobre avaliação.
I. Valorização de indícios que revelem o desenvolvimento dos alunos, sob qualquer ângulo.
II. O referencial assenta-se nos critérios de excelência em cada fragmento do conhecimento, mesmo que para poucos, ao invés de conhecimentos básicos para todos.
III. Permite disponibilizar ao professor e equipe escolar informações precisas sobre os processos de aprendizagem dos alunos.
IV. Relação professor/aluno baseada em apoio e parceria.
V. A progressão continuada sugere menor investimento no ensino do que a idéia de promoção automática o faz.
Incorporam-se à concepção de progressão continuada exposta na obra: A construção da Proposta Pedagógica da Escola, da SEE/SP/CENP, 2000, apenas as contidas em
O grupo de professores que atuam na Escola Estadual do Jardim Hortências organizou seminário de estudos sobre a avaliação, apoiados em Hadji (2005). Desenvolveram o trabalho, tomando uma reunião de HTPC por mês, contando com a coordenação de Ivone, professora- coordenadora da Escola, e com a participação de George, Supervisor de Ensino, como debatedor. Ficaram bastante satisfeitos com os resultados e perceberam-se reforçados em algumas de suas concepções e práticas e, confrontados para reconstrução, em outras. O estudo e o debate das idéias do autor ajudaram o grupo a perceber que, na avaliação formativa, o que mais importa é
Reportando-se à lógica da avaliação normalmente realizada na escola seriada e às suas repercussões nos ciclos e na progressão continuada, Freitas (2003) afirma que
Ao analisar os resultados de uma escola onde a maioria dos alunos não aprendeu a ler e a escrever, um Supervisor de Ensino articulou um processo de formação continuada para a equipe, tendo como referência, entre outros autores, Freire (1997).
Nesse processo, partiu das seguintes reflexões:
I. não há docência sem discência porque ensinar inexiste sem aprender.
II. existem saberes indispensáveis à prática docente de educadores (as) críticos (as), ou conservadores (as), porque são saberes demandados pela prática educativa em si mesma, independentemente de sua cor política ou ideológica.
III. a reflexão crítica sobre a prática é uma exigência da relação prática/teoria, sem a qual a teoria pode ir virando blábláblá e a prática ativismo.
IV. a formação permanente implica aceitar que o formador é o sujeito dessa relação, e a ele cabe transferir os conhecimentos que detém.
V. é pensando criticamente a prática de hoje ou de ontem que se pode melhorar a próxima prática.
Está de acordo com o pensamento de Freire (1997) o contido em