Uma prova de um concurso público tem 40 questões objetivas. O total de pontos obtidos por cada candidato(a) é calculado da seguinte forma: cada resposta certa adiciona 3 pontos e cada resposta errada subtrai 1 ponto. Um(a) candidato(a) é aprovado(a) se obtiver 60 ou mais pontos. Nestas condições, a aprovação ocorre quando os acertos forem de, no mínimo,

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Em um paciente com infusão venosa no membro superior direito, o técnico de enfermagem observou, em parte do trajeto venoso, a presença de calor local, hiperemia e edema discreto. Esses sinais, de acordo com Lima e Matão (2006), indicam a seguinte anormalidade:

Se todo X é Y, todo Y é Z e todo W é Y, avalie se as afirmativas a seguir são falsas (F) ou verdadeiras:

I. Todo W é X.

II. Todo Z é W.

III. Todo X é Z.

As afirmativas são respectivamente:

Antônio, José e Paulo são professores de uma universidade da cidade de São Paulo. Paulo é Paraibano, e os outros dois são mineiro e paulista, não necessariamente nessa ordem. Os três professores são formados em engenharia, física e matemática, mas não se sabe quem é graduado em qual curso. Sabendo que o físico nunca mudou de cidade, e que o mineiro não é José e nem é engenheiro, é correto afirmar que
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Sou vegetariano ou sou careca. Sou magro ou estudo. Não estudo ou não sou vegetariano. Ora, não sou careca. Assim,

Quais elementos são integrantes de uma Unidade Central de Processamento?

TEXTO I
Saga da Amazônia
(Fragmento)
Era uma vez na Amazônia a mais bonita floresta
mata verde, céu azul, a mais imensa floresta
no fundo d água as Iaras, caboclo lendas e mágoas
e os rios puxando as águas
Papagaios, periquitos, cuidavam de suas cores
os peixes singrando os rios, curumins cheios de amores
sorria o jurupari, uirapuru, seu porvir
era: fauna, flora, frutos e flores
Toda mata tem caipora para a mata vigiar
veio caipora de fora para a mata definhar
e trouxe dragão-de-ferro, pra comer muita madeira
e trouxe em estilo gigante, pra acabar com a capoeira
Fizeram logo o projeto sem ninguém testemunhar
pra o dragão cortar madeira e toda mata derrubar:
se a floresta, meu amigo, tivesse pé pra andar
eu garanto, meu amigo, com o perigo não tinha ficado lá.
[...]
(Vital Farias CD: Cantoria I – Kuarup, gravado em Salvador, 1984.)


TEXTO II
Amazônia: a verdade sobre a saúde da floresta
(Fragmento)

   No fim da década de 60, sob a justificativa de que
era preciso ocupar a Amazônia para evitar sua
internacionalização, os governos militares distribuíram
terras e subsídios a quem se dispusesse a se embrenhar na
floresta. A ação atraiu para o lugar pequenos agricultores
e pecuaristas do Sul e do Sudeste. Desde então, a
agropecuária floresceu onde antes só havia a atividade
extrativista.
   Atualmente, 36% do gado bovino e 5% das
plantações de soja do país encontram-se na região
amazônica. Investir ali é um ótimo negócio. As terras
custam até um décimo do valor no Sudeste. A fartura de
chuvas faz com que o pasto viceje o ano todo e, em
conseqüência disso, os bois atingem a maturidade para
abate um ano mais cedo.
   Nas últimas duas décadas, a expansão do
agronegócio fez com que as lavouras e pastos avançassem
cada vez mais pela floresta, contribuindo para o
desmatamento. As imagens de satélite revelam que quase
40% dessa devastação foi realizada nos últimos vinte
anos. Surge aí a questão: quanto é aceitável desmatar para
dar lugar ao agronegócio? Ninguém sabe, porque nenhum
governo produziu um plano de longo prazo para a
ocupação da Amazônia.
   Mas uma coisa é certa: os fazendeiros
estabelecidos na região não são criminosos porque
derrubam parte da floresta para tocar seu negócio. Eles
contribuem para o desenvolvimento da Amazônia, criam
empregos e somam pontos ao PIB do país. O que precisa
ser combatido é o desmatamento selvagem, feito à sombra
dos órgãos ambientais, muitas vezes por grileiros de terras
públicas que não hesitam em sacar da pistola contra quem
se opõe a seus interesses.

Revista Veja, ed. 2053, ano 41, no12, 26 mar. 2008, p103-104.
Na frase “As imagens de satélite revelam que quase 40% dessa devastação foi realizada nos últimos vinte anos”, a oração sublinhada pode ser classificada como oração
A sequência (5, 13, 25, 41, X, 85) obedece a uma regra lógica. O termo X dessa série é
O Fim da Barriga

   Nas últimas cinco décadas, o "peso ideal" foi um dos indicadores mais importantes da boa saúde. O excesso puro e simples de tecido adiposo era tido como o vilão responsável por uma série de doenças - de infartos e derrames a apnéia do sono, de vários tipos de câncer a problemas na coluna. Os estudos mais recentes, no entanto, mostram que a relação entre o peso corporal e saúde é bem mais complexa do que se supunha.
   Mais importante do que a quantidade de gordura é o modo como ela se distribui pelo organismo. E não há gordura mais perniciosa do que aquela que se concentra no abdômen, a famosa barriguinha – "de chope", no caso dos homens. No jargão médico, ela é conhecida como gordura visceral ou intra-abdominal. Os perigos oferecidos por ela decorrem de sua proximidade com órgãos vitais como fígado, intestino, rins e pâncreas. "O papel desta gordura no organismo é um campo que a ciência investiga há muito pouco tempo", disse à VEJA o endocrinologista canadense Jean-Pierre Després, um dos principais pesquisadores de gordura visceral do mundo.

Paulo Neiva
ESCAPULÁRIO

No Pão de Açúcar
De Cada Dia
Dai-nos Senhor
A Poesia
De Cada Dia.

Oswald de Andrade

O poema nos remete à oração católica "Pai Nosso".

Essa ocorrência se denomina:
Mariana aproveitou um desconto promocional de 15% e, com este desconto, pagou por uma blusa o valor de R$63,75. O valor do desconto foi de

De acordo com autor Idalberto Chiavenato, na obra Administração nos Novos Tempos, o planejamento é um processo constituído de uma série seqüencial de etapas; assim, é correto afirmar que

Outra de elevador

'Ascende' , dizia o ascensorista. Depois: " Eleva-se." " Para cima." " Para o alto." Escalando." Quando perguntavam: " Sobe ou desce?", respondia: "A primeira alternativa." Depois dizia "Descende", "Ruma para baixo", "Cai controladamente." " A segunda alternativa." " Gosto de improvisar", justificava-se. Mas como toda a arte tende para o excesso, chegou ao preciosismo. Quando perguntavam "Sobe?", respondia: "É o que veremos..." Nem todo o mundo compreendia, mas alguns os instigavam. Quando comentavam que devia ser uma chatice trabalhar em elevador, ele respondia: "Tem seus altos e baixos", como esperavam. Respondia, criticamente, que era melhor que trabalhar em escala, ou que não se importava, embora o seu sonho fosse um dia, comandar alguma coisa que andasse para os lados. E quando ele perdeu o emprego, porque substituíram o elevador antigo do prédio por um moderno automático, daqueles que têm música ambiental, disse: "Era só me pedirem - eu também canto."

(Luis Fernando Veríssimo - jornal O Globo, 2002)

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