O Plano Estadual de Educação (Lei 5597/09) defi niu objetivos e metas para a Educação Básica no Estado do Rio de Janeiro. Entre esses objetivos e metas apontamos a ampliação, progressiva, no prazo de 5 anos, da carga horária na Educação Básica das disciplinas, de forma a que a matriz curricular passe a ter:
Considere as principais funções fisiológicas de dois dos principais sais minerais presentes no organismo humano:
I- É regulador de pressão arterial; permite a contração muscular; participa da transmissão do impulso nervoso, do equilíbrio hídrico, da síntese de glicogênio e de proteínas do metabolismo energético.
II- É componente importante de ossos e dentes; é essencial para o armazenamento e a transferência de energia no interior das células; é componente do DNA e do RNA.
b Podemos afi rmar que os minerais caracterizados em I e II são, respectivamente:
Segundo Soler (2006), o jogo possui importância fundamental na formação e desenvolvimento do ser humano. O autor cita pesquisas de Friedmann (1996) para afi rmar que diversos enfoques da sociedade são projetados na prática do jogo. Esses enfoques são:
Para definir com precisão o produto, é preciso saber que necessidades serão atendidas. Contudo, "necessidade é uma palavra genérica que indica todos os tipos de situações das quais os projetos podem originar-se" (Maximiano, 2004: 386). Conceitualmente, na gestão de projetos, as necessidades são também chamadas de:
Considere o soro fi siológico (NaCl a 0,9%) uma solução isotônica para as hemácias humanas. Se adicionarmos hemácias a uma solução de NaCl a 1,0%, espera-se que ocorra:
O professor Nando trabalhou Jogos Populares com os alunos do 7º ano. Ao fi nal de seis semanas, quando concluiu o que havia planejado, elaborou um instrumento capaz de avaliar o final desse processo de aquisição de conteúdo por parte dos alunos. De acordo com os PCNs, essa fase da avaliação contínua denomina-se:
Em conformidade com os Parâmetros Curriculares Nacionais, atender necessidades singulares de determinados alunos é apresentar uma visão de educação voltada para:
TEXTO 3
O FUTURO DA EDUCAÇÃO PERANTE A NOVA TECNOLOGIA
Dias de Figueiredo (org.)
"Será que as novas tecnologias vão ser uma ferramenta, a par de outras, para ensinar e aprender?" Sem dúvida! E serão ferramentas com importância crescente. Mas importa esclarecer aqui um aspecto em que a minha visão diverge da habitual. A opinião comum é que essas ferramentas serão usadas principalmente nas escolas. A minha visão é que serão usadas majoritariamente em casa e em centros de recursos publicamente disponíveis (centros estes que evoluirão a partir das bibliotecas públicas). Esta minha opinião baseia se em três razões principais. Primeiro, as escolas não têm condições financeiras para manterem um grande parque de equipamento que se torna obsoleto todos os dois ou três anos, nem para adquirirem um número significativo de licenças de títulos didácticos, sempre em renovação. Segundo, o ritmo de evolução das tecnologias torna incomportável em termos financeiros, e insustentável em termos profissionais, uma formação e reciclagem permanente dos professores "para as tecnologias". Terceiro, as empresas produtoras de suportes e serviços didácticos só conseguem encontrar viabilidade económica para uma prestação de qualidade se se dirigirem ao mercado alargado do grande consumo. Já actualmente, o mercado doméstico de equipamentos e produtos de software é incomparavelmente mais visível do que o mercado das escolas. Não quero dizer com isto que as escolas não explorarão as novas tecnologias. Nada disso! O que pretendo dizer é que o farão de forma muito mais moderada do que seria de esperar, em torno de centros de recursos - esses sim, bem equipados, com um conjunto variado de títulos didácticos, e com uma indispensável ligação às redes electrónicas. Em contrapartida, duvido em absoluto da viabilidade (e justificação) dos cenários, ainda muito defendidos, de escolas com um terminal para cada aluno e com redes internas por todo o lado.
"Será que as novas tecnologias vão ser uma ferramenta, a par de outras, para ensinar e aprender?" Diante da pergunta inicial do entrevistador, o entrevistado manifesta-se do seguinte modo:
Segundo Robbins (2000:118), ao planejar desenvolvemos:
O Plano Estadual de Educação (Lei 5597/09) defi niu objetivos e metas para a Educação Básica no Estado do Rio de Janeiro. Entre esses objetivos e metas, apontamos a promoção gradativa da educação integral nas unidades escolares da rede pública estadual no prazo de: